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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!
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NOTÍCIAS
06/11/2026
Corrida Unimed Belém 2026 integra comemorações dos 45 anos da cooperativa
A Unimed Belém realizou, neste domingo (01), a primeira edição da Corrida Unimed Belém. Com cerca de 1.700 inscritos, o evento integrou as comemorações pelos 45 anos da cooperativa, e a escolha por celebrar a data promovendo saúde e bem-estar se traduziu em uma manhã de esporte na Rua da Marinha. A programação contou com caminhada de 3 km e corrida de 7 km, abertas a atletas de ambos os sexos, e também com a participação de atletas PCD. Após as provas, o público foi contemplado com um show do cantor Bino, encerrando a manhã em clima de festa.
Para a Dra. Luciana Valente, presidente do Conselho de Administração (Conad) da Unimed Belém, o evento traduz a essência da cooperativa. "A Unimed Belém completa 45 anos e a nossa forma de comemorar é promovendo a saúde. Hoje, a gente está acompanhando a corrida, pois somos muito mais do que um plano de saúde, nós cuidamos das pessoas", afirmou.
A presidente, que também participou da prova como atleta, destacou a satisfação pessoal de aliar a paixão pelo esporte à celebração da Unimed Belém. "Foi excelente porque eu já pratico o esporte, sou uma entusiasta da corrida. Então é maravilhoso participar de algo que eu gosto tanto através de um evento promovido pela nossa cooperativa".
Entre os corredores, a sensação era de dever cumprido. A participante Sueli Moreira, que corre há cerca de 15 anos, encarou mais um desafio nos 7 km. "Foi tudo maravilhoso. Como todas as corridas, é um desafio, e essa foi mais uma que consegui completar", contou.
Já para o médico cooperado, o radiologista Bruno Falcão, a prova marcou uma estreia. "É a primeira vez que eu participo. Eu já pratico atividade física, mas nunca corri. Sempre corri na esteira, mas nunca corri 7 km", revelou. Como profissional de saúde, Dr. Bruno reforçou a importância da atividade física regular. "A gente tem que manter essa atividade física em dia, pensando em longevidade. Se a gente quer envelhecer bem, tem que fazer esse esforço, manter no ritmo, sem passar os limites, mas sempre tentando buscar um pouquinho mais. Por isso que a Unimed Belém fala que tem que mudar um hábito, e a gente tenta fazer dessa forma", disse.
A primeira edição da Corrida Unimed Belém consolidou-se não apenas como parte das comemorações dos 45 anos da cooperativa, mas como uma iniciativa concreta de incentivo à prática esportiva e à qualidade de vida. Ao reunir atletas experientes, iniciantes, cooperados e colaboradores, o evento reafirmou o propósito da Unimed Belém: cuidar das pessoas.
Com informações da assessoria de imprensa da Unimed Belém
NOTÍCIAS
05/11/2026
COOPRIMA destaca a força do cooperativismo apícola no II Congresso de Apicultura em Santarém
O cooperativismo como caminho para fortalecer a produção, ampliar oportunidades e impulsionar o desenvolvimento sustentável da cadeia do mel esteve em destaque no II MELIAPIBAM - Congresso de Apicultura e Meliponicultura do Baixo Amazonas, realizado nos dias 05 e 06 de novembro, em Santarém, no Pará, com a participação do superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra que prestigia o evento e da presidente da Cooperativa COOPRIMA e conselheira do Sistema OCB/PA, Joelma Nunes que durante a programação ministrará a palestra “Cooperativismo apícola e meliponícola: caminhos, resultados e perspectivas”, apresentando experiências e possibilidades de crescimento da atividade por meio da organização coletiva.
Para a presidente Joelma Nunes, a participação no congresso é uma oportunidade de compartilhar experiências e demonstrar como o cooperativismo pode transformar a realidade dos produtores. “Acreditamos que, por meio da cooperação, conseguimos unir forças, compartilhar conhecimentos e construir novas oportunidades para os produtores. Participar de um espaço como esse é fundamental para dar visibilidade ao nosso trabalho e mostrar os resultados que a organização coletiva pode alcançar”, destacou.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, ressaltou a importância de iniciativas que ampliam o reconhecimento do cooperativismo como instrumento de desenvolvimento econômico e social no Pará. “O cooperativismo tem um papel estratégico no fortalecimento das cadeias produtivas. A experiência da COOPRIMA demonstra o potencial das cooperativas para gerar oportunidades, valorizar a produção local e contribuir para o acesso a novos mercados, concluiu.
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Parceria entre Sistema OCB/PA e SEMAS por meio da Matriz da Cooperação amplia oportunidades para cooperativas acessarem recursos de compensação ambiental
Transformar oportunidades em investimentos concretos para quem produz e movimenta a economia do Pará. Esse é o objetivo do Sistema OCB/PA, que articulou por meio do Programa BIOCOOP, uma parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMAS), para o fortalecimento institucional da cooperativa extrativista COOPAFLORA, no município de Oriximiná.
A iniciativa integra o âmbito do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a SEMAS/PA e o Sistema OCB/PA, e está relacionada às ações da DGFLOR/Sagra/SEMAS vinculadas às condicionantes da concessão florestal da Paru Florestal, empreendimento responsável pelo repasse de notebooks, microfones e outros equipamentos para produção audiovisual e marketing da cooperativa.
Essa atuação está alinhada à Lei Estadual nº 5.887/1995, que institui a Política Estadual do Meio Ambiente e estabelece, entre seus objetivos, a promoção do desenvolvimento econômico-social em compatibilidade com a conservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico, respeitando as peculiaridades, limitações e carências locais, visando ao bem-estar da coletividade.
A ação está vinculada a Matriz da Cooperação, ferramenta de articulação estratégica e institucional desenvolvida pelo Sistema OCB/PA, com o apoio da Nós Soluções Sustentáveis para conectar cooperativas paraenses a parceiros estratégicos, órgãos públicos, fundos de investimento e empresas privadas, que funciona como uma via de mediação entre instituições e cooperativas para aproximar demandas do setor de oportunidades de apoio e investimento.
A parceria busca contribuir para o fortalecimento da estrutura operacional das organizações cooperativistas, criando melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades. Nesse contexto, os recursos de compensação ambiental representam uma oportunidade de investimento. A aquisição de equipamentos contribui para melhorar processos produtivos, ampliar a capacidade operacional e proporcionar melhores condições de trabalho às cooperativas beneficiadas.
“Do meu ponto de vista, enquanto analista ambiental das Ciências Sociais, atuar na mediação, no monitoramento e na articulação entre Estado, empreendimentos e organizações sociais representa um arranjo institucional eficiente e capaz de gerar resultados concretos. Essa experiência demonstra que é possível transformar obrigações do licenciamento ambiental em oportunidades de investimento no ordenamento territorial, na bioeconomia e no fortalecimento social, ampliando a capacidade das organizações locais de atuar na conservação da floresta e da biodiversidade”, avalia Rafaela Cunha, representante da DGFLOR/Sagra/SEMAS.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a articulação entre o setor público e o cooperativismo é fundamental para que as necessidades das organizações sejam consideradas na construção de iniciativas capazes de gerar resultados concretos para a economia e para as comunidades paraenses.
“Nosso papel é representar as cooperativas e construir pontes entre suas necessidades e as oportunidades existentes. A parceria com a SEMAS, por meio do Matriz da Cooperação, demonstra a importância da articulação institucional para viabilizar investimentos que fortaleçam as cooperativas, ampliem sua capacidade de atuação e contribuam para o desenvolvimento do Pará”, destacou o presidente.
Entre as cooperativas já contempladas pela iniciativa estão a COASP, no município de Curionópolis e agora a COOPAFLORA, instituições que poderão ampliar suas condições de atuação a partir do acesso aos equipamentos entregues na parceria. “O acesso a esses equipamentos é fundamental para fortalecer nossas atividades e mostrar a capacidade de trabalho da nossa cooperativa”, declarou Daiana, presidente da COOPAFLORA.
Um dos pontos centrais para as cooperativas acessarem os programas, é o alinhamento com o Sistema OCB/PA por meio da Matriz da Cooperação, além de atender aos demais requisitos técnicos, administrativos, ambientais e legais eventualmente estabelecidos para cada ação. O atendimento a esse requisito, contudo, não representa garantia automática de recebimento de recursos, uma vez que a concessão do apoio depende da análise e da aprovação dos órgãos responsáveis, bem como da disponibilidade de recursos e do cumprimento das exigências aplicáveis.
A orientação é que a cooperativa mantenha seu vínculo com o programa e busquem informações junto ao Sistema OCB/PA sobre os procedimentos necessários para apresentar suas demandas e acompanhar as oportunidades disponíveis.
27/10/2026
NOTÍCIAS
Cooperativismo de crédito reforça a economia e gera oportunidades no Pará
Na semana em que se celebra o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (15 de outubro), o Sistema OCB/PA chama atenção para a força de um modelo financeiro que impulsiona negócios, está presente nos locais mais distantes e amplia oportunidades para o desenvolvimento do Pará.
Nesta data, as cooperativas de crédito lembram a importância de um modelo de negócio que coloca a participação dos cooperados no centro das decisões e conecta a atividade financeira ao desenvolvimento das regiões onde atua. Esse movimento integra uma agenda mais ampla de fortalecimento do cooperativismo, com o Sistema OCB/PA exercendo um papel estratégico na representação institucional, na articulação e na defesa dos interesses das cooperativas.
Diferentemente de uma instituição financeira tradicional organizada sob a lógica de investidores externos, a cooperativa de crédito pertence aos próprios cooperados, que participam da gestão conforme as regras do modelo cooperativista. São pessoas físicas e jurídicas que se associam para acessar soluções financeiras e construir, coletivamente, uma instituição orientada pelas necessidades de seus membros.
Na prática, esse formato contribui para ampliar o acesso a serviços financeiros, apoia o planejamento de famílias, oferece alternativas para empreendedores e fortalece atividades produtivas. O impacto também alcança a economia local, especialmente quando os recursos, os negócios e as relações construídas pela cooperativa ajudam a movimentar a região.
De acordo com os dados do AnuárioCoop 2026, referentes ao ano-base 2025, as cooperativas de crédito juntas movimentam mais de R$ 12 bilhões em operações de crédito na economia do Pará. Esse montante reflete a forte expansão e o protagonismo do cooperativismo financeiro no estado, impulsionado por sistemas como Sicoob, Sicredi, SisCapital e Unicred que reinvestem esses recursos diretamente no desenvolvimento regional, no agronegócio e no fortalecimento de pequenos negócios locais.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o cooperativismo de crédito tem um papel importante na construção de um ambiente econômico mais inclusivo e favorável ao desenvolvimento do Pará.
“O cooperativismo de crédito vai muito além da oferta de serviços financeiros. Ele representa a união de pessoas em torno de objetivos comuns, criando oportunidades para empreendedores, fortalecendo negócios e contribuindo para o desenvolvimento das comunidades. Especialmente no Pará, temos o desafio de logística devido as dimensões territoriais e é nesse cenário que as cooperativas de crédito são a solução para muitas regiões que não possuem bancos tradicionais.”, destaca Ernandes Raiol.
A atuação próxima dos cooperados e o conhecimento das realidades locais das cooperativas que atuam no Pará, como: SICOOB COOESA; SICOOB COIMPPA; SICREDI ARAXINGU; SICREDI GRANDES RIOS MT/PA/AM; SICREDI SUDOESTE MT/PA; SICREDI INTEGRAÇÃO MT/AP/PA; CREDISIS CREDBEM METROPOLITANA; CREDISIS COOPERUFPA; CREDNORTE e SISCAPITAL, ajudam criar soluções mais alinhadas às necessidades de cada região, respeitando os critérios de concessão de crédito, a capacidade de pagamento e a sustentabilidade financeira das operações.
16/10/2026
NOTÍCIAS
LIB Talk mostra a força do cooperativismo e o papel estratégico do Sistema OCB/PA no desenvolvimento do Pará
O cooperativismo paraense mostrou a expansão do segmento, que já ocupa um espaço estratégico na economia e no desenvolvimento do Pará. Na noite desta quarta-feira (30), o primeiro episódio do projeto LibTalks, realizado pelo Grupo Liberal, com a participação do presidente Ernandes Raiol e do superintendente Júnior Serra, apresentou como este modelo de negócio cresce a passos largos no Pará, no Brasil e no mundo. O evento contou com a presença de lideranças cooperativistas e convidados, no auditório do Espaço Rômulo Maiorana, em Belém.
O encontro mostrou o tamanho do movimento cooperativista e, principalmente, a capacidade de articulação institucional que existe por trás de milhares de negócios, empregos, serviços e oportunidades espalhados pelas diferentes regiões do Estado. O Sistema OCB/PA mostrou que o cooperativismo está presente no cotidiano dos paraenses e participa de setores fundamentais para a economia, como agropecuária, crédito, saúde, transporte, seguro, educação, infraestrutura, consumo e trabalho, produção de bens e serviços.
Os, números ajudam a dimensionar a força do cooperativismo que reúne mais de meio milhão de paraenses. De acordo com documentos oficiais da OCB/PA, o Pará reúne 506,2 mil cooperados, 5,4 mil empregos diretos, R$ 4,2 bilhões em ingressos, R$ 4,4 bilhões em ativos e R$ 204,2 milhões em sobras. Esses dados mostram a presença crescente das cooperativas na economia paraense e sua capacidade de gerar renda, negócios e oportunidades.
O impacto também ultrapassa os limites das próprias cooperativas. Dados apresentados pelo Governo do Pará apontam que o cooperativismo responde por aproximadamente 11,8% do PIB estadual, enquanto cerca de 23% da população paraense possui algum vínculo com uma cooperativa. É uma dimensão que transforma o cooperativismo em uma peça importante da agenda de desenvolvimento regional.
Se os números atuais já revelam a dimensão do movimento, a meta da OCB/PA é ainda maior: alcançar 1 milhão de cooperados no Pará até 2030. Isso representa mais do que dobrar a atual base de cooperados. É uma estratégia de ampliação do número de paraenses que participarão de negócios coletivos, acessar serviços, mercados, crédito, capacitação e novas oportunidades de geração de renda.
Para o presidente Ernandes Raiol, esse crescimento precisa acontecer acompanhado de estrutura, profissionalização, inovação, acesso a mercados e, principalmente, de um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento das cooperativas. “O cooperativismo paraense já demonstrou que tem escala, capacidade de gerar resultados e presença em diferentes regiões do Estado. Chegar a 1 milhão de cooperados significa ampliar ainda mais essa força e fazer com que mais pessoas tenham acesso às oportunidades que o cooperativismo pode proporcionar”, declarou o presidente.
Uma das principais mensagens apresentadas durante o LibTalks foi justamente o papel estratégico do Sistema OCB/PA como ponte entre as cooperativas e os diferentes atores que ajudam a construir o desenvolvimento do Estado. A instituição atua na representação e defesa dos interesses do cooperativismo, acompanha políticas públicas, participa de espaços de discussão, articula parcerias e aproxima as cooperativas de órgãos públicos, instituições financeiras, universidades, empresas e outras organizações.
Um exemplo dessa atuação está na participação do Sistema OCB/PA no Comitê Gestor do Plano Estratégico de Longo Prazo do Estado – Pará 2050, espaço no qual o cooperativismo passou a integrar diretamente as discussões sobre os caminhos estratégicos para o desenvolvimento estadual. Na primeira reunião, representantes da OCB/PA apresentaram dados sobre o setor, que movimenta bilhões de reais e gera milhares de empregos no Estado. A atuação também passa pelo Conselho Estadual de Cooperativismo, que reúne diferentes órgãos públicos e entidades para discutir políticas de fortalecimento do setor e articular ações entre governo e cooperativas.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, destacou a importância da articulação para transformar o potencial das cooperativas em resultados. “Quando falamos em desenvolvimento, precisamos falar em conexão. Nenhuma transformação acontece de forma isolada. Quando conectamos competências, conhecimento, crédito, mercado e representação institucional, criamos condições para que as cooperativas avancem e para que esse avanço chegue às pessoas e às comunidades”, observou Serra.
Discutir cooperativismo é discutir o próprio desenvolvimento do Estado. Porque, por trás de cada número, existem pessoas. Por trás de cada cooperativa, existem famílias. E por trás de cada articulação institucional existe a possibilidade de transformar uma demanda em acesso, uma parceria em negócio e oportunidade. O desafio é grande, mas a trajetória aponta para uma direção clara: quanto mais o cooperativismo cresce, maior é sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento do Pará.
01/10/2026
NOTÍCIAS
LIB TALK do Jornal Liberal destaca o papel do Sistema OCB/PA na abertura de caminhos promissores para o cooperativismo paraense
Abrir portas, aproximar instituições e transformar diálogo em oportunidade. É a partir dessa perspectiva que o projeto LIB TALK, produzido pelo Jornal Liberal, no dia 30 de setembro, às 19h, no Espaço Rômulo Maiorana, com a presença de representantes de órgãos públicos, instituições pública e privada, financeiras e lideranças do cooperativismo, apresenta uma conversa sobre o papel estratégico do Sistema OCB/PA na construção de oportunidades para o cooperativismo paraense.
Com o tema “Sistema OCB/PA: A instituição que abre portas para o desenvolvimento das cooperativas”, o programa contará com a participação do presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, e o superintendente, Júnior Serra, em uma conversa que vai além dos números e apresenta o cooperativismo a partir de quem vive seus resultados na prática.
A proposta é mostrar que, por trás de cada cooperativa, existem pessoas, famílias, negócios e comunidades que encontram no trabalho coletivo uma oportunidade de produzir, gerar renda e transformar suas realidades. E no centro da conversa está uma das principais missões do Sistema OCB/PA: representar, defender e fortalecer os interesses das cooperativas paraenses.
Na prática, essa atuação acontece muito antes de uma oportunidade chegar à cooperativa. Ela passa pelo diálogo permanente com órgãos públicos, instituições, empresas e diferentes setores da sociedade; pela participação em discussões que impactam o ambiente de negócios; pela construção de parcerias e pela busca de soluções capazes de ampliar as possibilidades para quem está na ponta. É uma atuação que transforma articulação em oportunidade.
Para o presidente Ernandes Raiol, representar o cooperativismo significa fazer com que a voz das cooperativas seja ouvida nos espaços onde decisões importantes são tomadas.
“O nosso papel é estar onde as decisões acontecem, levar as demandas das cooperativas, construir diálogo e buscar caminhos para que essas demandas possam se transformar em oportunidades. Quando uma porta se abre para uma cooperativa, muitas vezes ela se abre para dezenas, centenas de famílias.”, destaca Raiol.
O Lib Talk também apresenta histórias que ajudam a traduzir, na prática, o impacto do cooperativismo. São trajetórias de pessoas que encontraram no modelo cooperativista uma alternativa para acessar mercados, melhorar sua produção, ampliar a renda e fortalecer seus negócios. Quando uma cooperativa cresce, crescem também as famílias que dependem dela, os fornecedores que fazem parte da cadeia, os trabalhadores envolvidos na produção e as comunidades onde ela está inserida. É nesse ponto que o cooperativismo ganha uma dimensão ainda maior e se torna instrumento de desenvolvimento local.
Outro destaque da conversa é a força das parcerias estratégicas construídas pelo Sistema OCB/PA. O relacionamento com instituições públicas e privadas, universidades, agentes financeiros, entidades de apoio e diferentes atores do desenvolvimento cria possibilidades para as cooperativas, seja na capacitação, no acesso a crédito, na inovação, na abertura de mercados ou na construção de projetos conjuntos.
Para o superintendente Júnior Serra, essa capacidade de conectar diferentes atores é fundamental para transformar demandas em soluções.
“Nenhuma instituição transforma uma realidade sozinha. Nosso trabalho é justamente conectar as cooperativas às oportunidades, aproximar parceiros e construir pontes. Quando conseguimos unir diferentes competências em torno de um objetivo comum, quem ganha é o cooperado e, consequentemente, toda a comunidade.”, afirma Júnior Serra.
Essa representação aproxima o setor dos poderes públicos, amplia o diálogo institucional e contribui para que as políticas, projetos e iniciativas considerem as especificidades e potencialidades das cooperativas. E é nesse movimento que o Sistema OCB/PA atua conectando cooperativas, pessoas, instituições e oportunidades para ajudar a construir um Pará mais próspero, inclusivo e desenvolvido.
29/09/2026
NOTÍCIAS
Pesquisa mostra avanço da imagem e do conhecimento sobre o coop
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra.
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
24/09/2026
NOTÍCIAS
Sistema OCB/PA celebra visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré
O Sistema OCB/PA recebeu com emoção a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da Amazônia, em um momento especial de homenagem, fé e união que reforçou os valores que aproximam a devoção paraense do espírito cooperativista. A presença da imagem nas instalações da instituição reuniu colaboradores, familiares e representantes do Sistema em uma celebração marcada pela espiritualidade e pelo sentimento de pertencimento que envolve uma das maiores manifestações de fé da Amazônia.
Para o Sistema OCB/PA, receber Nossa Senhora de Nazaré também é reconhecer a força dos valores que aproximam a devoção paraense do cooperativismo: união, solidariedade, fraternidade, cuidado com as pessoas e compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e colaborativa. Mais do que uma tradição, a visita representou um momento de reencontro.
“É uma grande alegria receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré em nossa instituição. Este é um momento de renovar a fé, agradecer pelas conquistas e pedir bênçãos para nossas cooperativas, cooperados, colaboradores e para todos os paraenses. Queremos agradecer à cooperativa SISCAPITAL que nos proporcionou este momento e que Nossa Senhora continue iluminando nossos caminhos e fortalecendo em nós o espírito de união, solidariedade e cooperação”, destacou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A celebração também reforça a conexão do Sistema OCB/PA com a cultura e a identidade amazônica. Em um Estado onde o Círio de Nazaré ultrapassa gerações e reúne milhões de pessoas em torno da fé, a visita da imagem peregrina simboliza a proximidade, a esperança e a união que fazem parte da vida dos paraenses.
Entre fé e cooperação, que a presença de Nossa Senhora de Nazaré siga abençoando o Pará, suas comunidades e todos aqueles que, por meio da cooperação, trabalham para construir um futuro de mais oportunidades, desenvolvimento e solidariedade.
22/09/2026