A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo perante as instituições e a sociedade.
A voz do cooperativismo brasileiro. O eixo RepresentaCoop reúne as soluções com foco no trabalho de representação política e institucional realizado pelo Sistema OCB. Da educação política para o cooperativismo à atuação constante junto aos Três Poderes para defender os interesses do coop, este é o eixo de soluções que coloca o coop no centro do debate político. Confira as soluções do eixo RepresentaCoop:
Agenda Institucional do Cooperativismo

O documento que reúne a pauta prioritária do cooperativismo junto aos três poderes. Conheça os projetos mais importantes para o nosso modelo de negócios, acompanhe a tramitação de cada um deles e saiba todas as reuniões que o Sistema OCB participa para defender o cooperativismo.
Educação Política

Investimos em programas educacionais com foco na qualificação dos representantes do Sistema OCB no relacionamento junto ao Poder Público e na ampliação da consciência política para incentivar a participação cidadã no desenvolvimento comunitário.
Atuação Internacional

O trabalho de representação internacional envolve a atuação em nível global para defender os interesses das cooperativas brasileiras e promover o cooperativismo no cenário internacional. A atuação é dividida em quatro linhas de ação: assessoria, cooperação, parcerias e representação internacionais.
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NOTÍCIAS
06/11/2026
Corrida Unimed Belém 2026 integra comemorações dos 45 anos da cooperativa
A Unimed Belém realizou, neste domingo (01), a primeira edição da Corrida Unimed Belém. Com cerca de 1.700 inscritos, o evento integrou as comemorações pelos 45 anos da cooperativa, e a escolha por celebrar a data promovendo saúde e bem-estar se traduziu em uma manhã de esporte na Rua da Marinha. A programação contou com caminhada de 3 km e corrida de 7 km, abertas a atletas de ambos os sexos, e também com a participação de atletas PCD. Após as provas, o público foi contemplado com um show do cantor Bino, encerrando a manhã em clima de festa. Para a Dra. Luciana Valente, presidente do Conselho de Administração (Conad) da Unimed Belém, o evento traduz a essência da cooperativa. "A Unimed Belém completa 45 anos e a nossa forma de comemorar é promovendo a saúde. Hoje, a gente está acompanhando a corrida, pois somos muito mais do que um plano de saúde, nós cuidamos das pessoas", afirmou. A presidente, que também participou da prova como atleta, destacou a satisfação pessoal de aliar a paixão pelo esporte à celebração da Unimed Belém. "Foi excelente porque eu já pratico o esporte, sou uma entusiasta da corrida. Então é maravilhoso participar de algo que eu gosto tanto através de um evento promovido pela nossa cooperativa". Entre os corredores, a sensação era de dever cumprido. A participante Sueli Moreira, que corre há cerca de 15 anos, encarou mais um desafio nos 7 km. "Foi tudo maravilhoso. Como todas as corridas, é um desafio, e essa foi mais uma que consegui completar", contou. Já para o médico cooperado, o radiologista Bruno Falcão, a prova marcou uma estreia. "É a primeira vez que eu participo. Eu já pratico atividade física, mas nunca corri. Sempre corri na esteira, mas nunca corri 7 km", revelou. Como profissional de saúde, Dr. Bruno reforçou a importância da atividade física regular. "A gente tem que manter essa atividade física em dia, pensando em longevidade. Se a gente quer envelhecer bem, tem que fazer esse esforço, manter no ritmo, sem passar os limites, mas sempre tentando buscar um pouquinho mais. Por isso que a Unimed Belém fala que tem que mudar um hábito, e a gente tenta fazer dessa forma", disse. A primeira edição da Corrida Unimed Belém consolidou-se não apenas como parte das comemorações dos 45 anos da cooperativa, mas como uma iniciativa concreta de incentivo à prática esportiva e à qualidade de vida. Ao reunir atletas experientes, iniciantes, cooperados e colaboradores, o evento reafirmou o propósito da Unimed Belém: cuidar das pessoas. Com informações da assessoria de imprensa da Unimed Belém
NOTÍCIAS
27/10/2026
Parceria entre Sistema OCB/PA e SEMAS por meio da Matriz da Cooperação amplia oportunidades para cooperativas acessarem recursos de compensação ambiental
Transformar oportunidades em investimentos concretos para quem produz e movimenta a economia do Pará. Esse é o objetivo do Sistema OCB/PA, que articulou por meio do Programa BIOCOOP, uma parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMAS), para o fortalecimento institucional da cooperativa extrativista COOPAFLORA, no município de Oriximiná.
A iniciativa integra o âmbito do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a SEMAS/PA e o Sistema OCB/PA, e está relacionada às ações da DGFLOR/Sagra/SEMAS vinculadas às condicionantes da concessão florestal da Paru Florestal, empreendimento responsável pelo repasse de notebooks, microfones e outros equipamentos para produção audiovisual e marketing da cooperativa.
Essa atuação está alinhada à Lei Estadual nº 5.887/1995, que institui a Política Estadual do Meio Ambiente e estabelece, entre seus objetivos, a promoção do desenvolvimento econômico-social em compatibilidade com a conservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico, respeitando as peculiaridades, limitações e carências locais, visando ao bem-estar da coletividade.
A ação está vinculada a Matriz da Cooperação, ferramenta de articulação estratégica e institucional desenvolvida pelo Sistema OCB/PA, com o apoio da Nós Soluções Sustentáveis para conectar cooperativas paraenses a parceiros estratégicos, órgãos públicos, fundos de investimento e empresas privadas, que funciona como uma via de mediação entre instituições e cooperativas para aproximar demandas do setor de oportunidades de apoio e investimento.
A parceria busca contribuir para o fortalecimento da estrutura operacional das organizações cooperativistas, criando melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades. Nesse contexto, os recursos de compensação ambiental representam uma oportunidade de investimento. A aquisição de equipamentos contribui para melhorar processos produtivos, ampliar a capacidade operacional e proporcionar melhores condições de trabalho às cooperativas beneficiadas.
“Do meu ponto de vista, enquanto analista ambiental das Ciências Sociais, atuar na mediação, no monitoramento e na articulação entre Estado, empreendimentos e organizações sociais representa um arranjo institucional eficiente e capaz de gerar resultados concretos. Essa experiência demonstra que é possível transformar obrigações do licenciamento ambiental em oportunidades de investimento no ordenamento territorial, na bioeconomia e no fortalecimento social, ampliando a capacidade das organizações locais de atuar na conservação da floresta e da biodiversidade”, avalia Rafaela Cunha, representante da DGFLOR/Sagra/SEMAS.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a articulação entre o setor público e o cooperativismo é fundamental para que as necessidades das organizações sejam consideradas na construção de iniciativas capazes de gerar resultados concretos para a economia e para as comunidades paraenses.
“Nosso papel é representar as cooperativas e construir pontes entre suas necessidades e as oportunidades existentes. A parceria com a SEMAS, por meio do Matriz da Cooperação, demonstra a importância da articulação institucional para viabilizar investimentos que fortaleçam as cooperativas, ampliem sua capacidade de atuação e contribuam para o desenvolvimento do Pará”, destacou o presidente.
Entre as cooperativas já contempladas pela iniciativa estão a COASP, no município de Curionópolis e agora a COOPAFLORA, instituições que poderão ampliar suas condições de atuação a partir do acesso aos equipamentos entregues na parceria. “O acesso a esses equipamentos é fundamental para fortalecer nossas atividades e mostrar a capacidade de trabalho da nossa cooperativa”, declarou Daiana, presidente da COOPAFLORA.
Um dos pontos centrais para as cooperativas acessarem os programas, é o alinhamento com o Sistema OCB/PA por meio da Matriz da Cooperação, além de atender aos demais requisitos técnicos, administrativos, ambientais e legais eventualmente estabelecidos para cada ação. O atendimento a esse requisito, contudo, não representa garantia automática de recebimento de recursos, uma vez que a concessão do apoio depende da análise e da aprovação dos órgãos responsáveis, bem como da disponibilidade de recursos e do cumprimento das exigências aplicáveis.
A orientação é que a cooperativa mantenha seu vínculo com o programa e busquem informações junto ao Sistema OCB/PA sobre os procedimentos necessários para apresentar suas demandas e acompanhar as oportunidades disponíveis.
NOTÍCIAS
16/10/2026
Cooperativismo de crédito reforça a economia e gera oportunidades no Pará
Na semana em que se celebra o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (15 de outubro), o Sistema OCB/PA chama atenção para a força de um modelo financeiro que impulsiona negócios, está presente nos locais mais distantes e amplia oportunidades para o desenvolvimento do Pará.
Nesta data, as cooperativas de crédito lembram a importância de um modelo de negócio que coloca a participação dos cooperados no centro das decisões e conecta a atividade financeira ao desenvolvimento das regiões onde atua. Esse movimento integra uma agenda mais ampla de fortalecimento do cooperativismo, com o Sistema OCB/PA exercendo um papel estratégico na representação institucional, na articulação e na defesa dos interesses das cooperativas.
Diferentemente de uma instituição financeira tradicional organizada sob a lógica de investidores externos, a cooperativa de crédito pertence aos próprios cooperados, que participam da gestão conforme as regras do modelo cooperativista. São pessoas físicas e jurídicas que se associam para acessar soluções financeiras e construir, coletivamente, uma instituição orientada pelas necessidades de seus membros.
Na prática, esse formato contribui para ampliar o acesso a serviços financeiros, apoia o planejamento de famílias, oferece alternativas para empreendedores e fortalece atividades produtivas. O impacto também alcança a economia local, especialmente quando os recursos, os negócios e as relações construídas pela cooperativa ajudam a movimentar a região.
De acordo com os dados do AnuárioCoop 2026, referentes ao ano-base 2025, as cooperativas de crédito juntas movimentam mais de R$ 12 bilhões em operações de crédito na economia do Pará. Esse montante reflete a forte expansão e o protagonismo do cooperativismo financeiro no estado, impulsionado por sistemas como Sicoob, Sicredi, SisCapital e Unicred que reinvestem esses recursos diretamente no desenvolvimento regional, no agronegócio e no fortalecimento de pequenos negócios locais.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o cooperativismo de crédito tem um papel importante na construção de um ambiente econômico mais inclusivo e favorável ao desenvolvimento do Pará.
“O cooperativismo de crédito vai muito além da oferta de serviços financeiros. Ele representa a união de pessoas em torno de objetivos comuns, criando oportunidades para empreendedores, fortalecendo negócios e contribuindo para o desenvolvimento das comunidades. Especialmente no Pará, temos o desafio de logística devido as dimensões territoriais e é nesse cenário que as cooperativas de crédito são a solução para muitas regiões que não possuem bancos tradicionais.”, destaca Ernandes Raiol.
A atuação próxima dos cooperados e o conhecimento das realidades locais das cooperativas que atuam no Pará, como: SICOOB COOESA; SICOOB COIMPPA; SICREDI ARAXINGU; SICREDI GRANDES RIOS MT/PA/AM; SICREDI SUDOESTE MT/PA; SICREDI INTEGRAÇÃO MT/AP/PA; CREDISIS CREDBEM METROPOLITANA; CREDISIS COOPERUFPA; CREDNORTE e SISCAPITAL, ajudam criar soluções mais alinhadas às necessidades de cada região, respeitando os critérios de concessão de crédito, a capacidade de pagamento e a sustentabilidade financeira das operações.
NOTÍCIAS
01/10/2026
LIB Talk mostra a força do cooperativismo e o papel estratégico do Sistema OCB/PA no desenvolvimento do Pará
O cooperativismo paraense mostrou a expansão do segmento, que já ocupa um espaço estratégico na economia e no desenvolvimento do Pará. Na noite desta quarta-feira (30), o primeiro episódio do projeto LibTalks, realizado pelo Grupo Liberal, com a participação do presidente Ernandes Raiol e do superintendente Júnior Serra, apresentou como este modelo de negócio cresce a passos largos no Pará, no Brasil e no mundo. O evento contou com a presença de lideranças cooperativistas e convidados, no auditório do Espaço Rômulo Maiorana, em Belém.
O encontro mostrou o tamanho do movimento cooperativista e, principalmente, a capacidade de articulação institucional que existe por trás de milhares de negócios, empregos, serviços e oportunidades espalhados pelas diferentes regiões do Estado. O Sistema OCB/PA mostrou que o cooperativismo está presente no cotidiano dos paraenses e participa de setores fundamentais para a economia, como agropecuária, crédito, saúde, transporte, seguro, educação, infraestrutura, consumo e trabalho, produção de bens e serviços.
Os, números ajudam a dimensionar a força do cooperativismo que reúne mais de meio milhão de paraenses. De acordo com documentos oficiais da OCB/PA, o Pará reúne 506,2 mil cooperados, 5,4 mil empregos diretos, R$ 4,2 bilhões em ingressos, R$ 4,4 bilhões em ativos e R$ 204,2 milhões em sobras. Esses dados mostram a presença crescente das cooperativas na economia paraense e sua capacidade de gerar renda, negócios e oportunidades.
O impacto também ultrapassa os limites das próprias cooperativas. Dados apresentados pelo Governo do Pará apontam que o cooperativismo responde por aproximadamente 11,8% do PIB estadual, enquanto cerca de 23% da população paraense possui algum vínculo com uma cooperativa. É uma dimensão que transforma o cooperativismo em uma peça importante da agenda de desenvolvimento regional.
Se os números atuais já revelam a dimensão do movimento, a meta da OCB/PA é ainda maior: alcançar 1 milhão de cooperados no Pará até 2030. Isso representa mais do que dobrar a atual base de cooperados. É uma estratégia de ampliação do número de paraenses que participarão de negócios coletivos, acessar serviços, mercados, crédito, capacitação e novas oportunidades de geração de renda.
Para o presidente Ernandes Raiol, esse crescimento precisa acontecer acompanhado de estrutura, profissionalização, inovação, acesso a mercados e, principalmente, de um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento das cooperativas. “O cooperativismo paraense já demonstrou que tem escala, capacidade de gerar resultados e presença em diferentes regiões do Estado. Chegar a 1 milhão de cooperados significa ampliar ainda mais essa força e fazer com que mais pessoas tenham acesso às oportunidades que o cooperativismo pode proporcionar”, declarou o presidente.
Uma das principais mensagens apresentadas durante o LibTalks foi justamente o papel estratégico do Sistema OCB/PA como ponte entre as cooperativas e os diferentes atores que ajudam a construir o desenvolvimento do Estado. A instituição atua na representação e defesa dos interesses do cooperativismo, acompanha políticas públicas, participa de espaços de discussão, articula parcerias e aproxima as cooperativas de órgãos públicos, instituições financeiras, universidades, empresas e outras organizações.
Um exemplo dessa atuação está na participação do Sistema OCB/PA no Comitê Gestor do Plano Estratégico de Longo Prazo do Estado – Pará 2050, espaço no qual o cooperativismo passou a integrar diretamente as discussões sobre os caminhos estratégicos para o desenvolvimento estadual. Na primeira reunião, representantes da OCB/PA apresentaram dados sobre o setor, que movimenta bilhões de reais e gera milhares de empregos no Estado. A atuação também passa pelo Conselho Estadual de Cooperativismo, que reúne diferentes órgãos públicos e entidades para discutir políticas de fortalecimento do setor e articular ações entre governo e cooperativas.
O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, destacou a importância da articulação para transformar o potencial das cooperativas em resultados. “Quando falamos em desenvolvimento, precisamos falar em conexão. Nenhuma transformação acontece de forma isolada. Quando conectamos competências, conhecimento, crédito, mercado e representação institucional, criamos condições para que as cooperativas avancem e para que esse avanço chegue às pessoas e às comunidades”, observou Serra.
Discutir cooperativismo é discutir o próprio desenvolvimento do Estado. Porque, por trás de cada número, existem pessoas. Por trás de cada cooperativa, existem famílias. E por trás de cada articulação institucional existe a possibilidade de transformar uma demanda em acesso, uma parceria em negócio e oportunidade. O desafio é grande, mas a trajetória aponta para uma direção clara: quanto mais o cooperativismo cresce, maior é sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento do Pará.