
Acompanhamentos, capacitações e reuniões na Agenda do Sistema OCB/PA desta semana. ✅✅
Destaque para o lançamento de um dos principais eventos da região de Paragominas: o Show Agro, uma iniciativa da Coopernorte. ??
#AgendaSemanal #CapacitandoParaCrescer #ShowAgro
O Ciclo de Palestras "Jucepa 100% Digital" foi destaque no Jornal Diário do Pará nesse final de semana
A partir desta segunda (20/01), o processo de arquivamento ocorrerá de forma 100% digital. Diante disso, o Sistema OCB/PA e a Jucepa realizarão um Ciclo de Palestras com o objetivo de informar e elucidar as cooperativas sobre as mudanças. A ação ocorrerá no dia 29 de janeiro, na sede do Sistema OCB/PA, em Belém.
O processo digital na JUCEPA está em andamento desde 2016. Em 2017, foi ampliado e em 2018 e 2019 foi consolidado. Para 2020, a expectativa é que o procedimento ocorra de forma 100% digital. A mudança irá efetivar o processo de registro de empreendimentos por meio da plataforma, que comunicará os demais órgãos competentes relacionados às atividades econômicas propostas pela constituição e formalização de uma empresa ou cooperativa, como a Secretaria de Estado da Fazenda, a Prefeitura Municipal do domicílio sede da personalidade jurídica, a Secretaria de Meio Ambiente, o Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária.
Serviço: Ciclo de Palestras Jucepa 100% Digital
Data: 29/01/2020
Horário: 14h
Local: Auditório do Sistema OCB/PA – Av. Conselheiro Furtado, 1693 - Nazaré
Uma cooperativa é um empreendimento coletivo, em que um grupo de pessoas se une em prol de um mesmo objetivo econômico e social. E para que uma cooperativa tenha sucesso e se desenvolva um dos aspectos primordiais é que os cooperados tenham clareza sobre os direitos e deveres de cada um.
DIREITOS
- Participar das Assembleias Gerais, assim como votar e ser votado;
- Participar das Operações econômicas e sociais propostas pelos Objetivos Sociais da cooperativa;
- Propor a Administração medidas de melhorias à Cooperativa;
- Desligar-se do Quadro Social da Cooperativa a qualquer tempo;
- Solicitar esclarecimentos aos Conselhos de Administração e Fiscalização;
- Receber Sobras na proporção de suas operações produtivas e de prestação de serviços à cooperativa.
DEVERES
- Cumprir com as disposições legais e estatutárias;
- Participação Econômica com a integralização de Quota-Parte;
- Satisfazer pontualmente seus compromissos com a cooperativa;
- Prestar à cooperativa informações relacionadas às atividades produtivas e de prestação de serviço;
- Cobrir Perdas do Exercício proporcionalmente as suas operações;
- Participar e Votar nas Assembleias Gerais respeitando as formalidades;
- Zelar pelo patrimônio material e moral da cooperativa.

“Por que competir se podemos cooperar?”. Foi a partir desse questionamento que duas cooperativas de Santarém, a Cooprusan e a Coopromubel, decidiram trabalhar em prol de um mesmo objetivo: crescer. As duas se uniram em 2018, formando a CCampo, e, com pouco mais de um ano, já começam a colher os resultados. Foram produzidas 240 mil polpas em 2019. Para 2020, a meta é chegar a 300 mil.
Pode-se dizer que o ano de 2019 foi particularmente desafiador para a nova singular. Com muito mais cooperados e duas culturas organizacionais marcantes, a CCampo se centrou em estabilizar o empreendimento: aumentar o volume de produção, otimizar e reduzir os custos e, claro, buscar novos mercados.
À época com 10 anos, a Cooprusan, cooperativa de agricultura familiar e de produção de polpas, contava com 89 cooperados e a Coopromubel, também de agricultura familiar, estava no mercado há 7 anos e tinha 69 cooperados.
“Percebemos que, basicamente, produzíamos as mesmas coisas, estávamos concorrendo aos mesmos mercados e ambas tínhamos gastos administrativos, contábeis e de logística muito altos. Fizemos um estudo de cenário, de produção e a vantagem da união foi bem evidente”, explica Mário Zanelato, presidente da CCampo.
Com base na agricultura familiar, a cooperativa comercializa produtos de hortifruti, como banana, melancia, abacaxi, mamão, jerimum, laranja, tangerina, limão, couve, cheiro verde, alface, maxixe e quiabo. Também possui uma agroindústria para a produção de 11 sabores de polpas de fruta totalmente sem conservantes e corantes.
A acerola é a campeão de venda, com 30% do volume de produção. De melancia, foram produzidas 500 toneladas, de macaxeira, 200, de farinha de mandioca, 300, de goma de tapioca, 100. De jerimum foram mais 100 toneladas, de limão, 50, e de banana, 300.
Este ano, o cenário da CCampo é bem mais promissor. Com 220 cooperados, a cooperativa fornece produtos para a merenda escolar de 7 municípios: Santarém, Belterra, Itaituba, Óbidos, Alenquer, Curuá e Juruti. Também abastece os mercados de Juruti, Alenquer e Santarém. A expectativa de crescimento é de 15 a 20% por ano até 2022. As forças armadas também estão presentes no portfólio de cliente da cooperativa.
Expansão
Ainda para este semestre, está prevista a abertura de filias em Itaituba, Alenquer e Juruti. Só em Alenquer são 40 cooperados. “O nosso objetivo é oferecer o que há de melhor em atendimento para o nosso cooperado. Vamos iniciar agora no mês de fevereiro a prestação de serviço de assistência técnica. Tudo para que eles tenham condições de produzir e nós de comercializar. Esse é o papel da cooperativa”, enfatiza Zanelato.
No próximo mês, a cooperativa fará o lançamento das novas embalagens de polpas de frutas, mais modernas e antenadas às novas demandas de mercado. Também está previsto para este ano uma nova polpa, a de graviola. “O consumidor está pedindo e já temos cooperados começando a produzir graviola. Vamos investir”, arremata Zanelato.
Visão
Em 2018, as então cooperativas Cooprusan e Coopromubel participaram do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista do Sistema OCB/PA (Gescoop), que identificou o mesmo perfil de ambas e realizou os estudos que apontaram para as vantagens de uma união entre as duas.
“À época, todo o processo legal, social e econômico foi levado em consideração. Foram várias etapas até chegarmos aqui. Não foi fácil, mas superação é uma das marcas do cooperativismo paraense e, agora, ver a CCampo começando a colher os frutos desse grande trabalho nos dá muito orgulho”, enfatiza Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
A CCampo também participou da 1ª Feira de Negócios do Cooperativismo (Fencoop), em Belém, em 2019, e confirmou presença na segunda edição. “A Fencoop é uma excelente vitrine para nós. Das pessoas mais simples a empresários e gestores públicos, todos puderam conhecer a qualidade dos nossos produtos”, finaliza Zanelato.
A próxima edição a Fencoop será de 1ª a 3 de abril em Belém, na Estação das Docas.
Serviço: Para mais informações sobre a CCampo: (93) 99149-6877
Texto: Ísis Margalho

O parlamentar recebeu o documento “Qualificação de Demandas Cooperativistas para Emendas Parlamentares”, conheceu um pouco mais sobre o cooperativismo e o trabalho desempenhado pelo Sistema OCB/PA ao longo do Estado. Vavá demonstrou intenção de ser um dos representantes do segmento no Congresso Nacional, integrando também a Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo (FRENCOOP).
A deputada estadual Prof. Nilse Pinheiro é a presidente da FRENCOOP/PA. Para ela, o cooperativismo é uma alternativa viável para gerar desenvolvimento econômico e social. "Temos que ter em mente que o nosso objetivo é gerar emprego e renda. Sem dúvida, o cooperativismo é um dos melhores caminhos para isso. Temos exemplos de cooperativas de vários portes no Estado, mas todos começaram pequenas. E é esse caminho que queremos para este segmento: crescimento”, enfatizou a presidente da FRENCOOP/PA.
Na ocasião, tratou-se sobre as demandas políticas das cooperativas com base nas informações do ramo agropecuário, que busca a verticalização produtiva. O documento entregue apresenta o panorama do segmento e indica as necessidades relacionadas à infraestrutura de 31 cooperativas de todas as regiões paraenses.
As principais demandas ressaltadas foram a aquisição de indústria própria, veículos para transporte da produção, revisão de plano de manejo e da unidade da flona, câmara frigorífica para armazenagem das mercadorias, diferimento fiscal, certificação e envasamento dos produtos.
O deputado confirmou apoio ao segmento e se disponibilizou a remarcar reunião com a presidência do Sistema OCB/PA para dar prosseguimento nas ações. Também confirmou participação na abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo.
“Como minhas origens são do sul do país, conheço muito bem o cooperativismo e como é capaz de transformar a realidade local, proporcionando desenvolvimento socioeconômico. Também já tive a oportunidade de conhecer algumas cooperativas paraenses que atuam com a reciclagem e, em conversas com a SEDAP, também pretendemos auxiliar os produtores rurais do nosso Estado”, explicou Vavá Martins.
Agro
Base econômica de grande parte dos municípios paraenses, o segmento agropecuário também possui um peso importante no cenário cooperativista. Segundo o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, o ramo agropecuário é composto por 62 singulares e cerca de 6.083 cooperados. Desses, 80% são voltados à produção familiar. Foi a partir dessa leitura, que o Sistema OCB/PA sentiu a necessidade de produzir o documento voltado às cooperativas agro.
“A conversa com Vavá foi bastante produtiva e a expectativa é boa de conseguirmos benefícios e desenvolvimento às cooperativas. Continuaremos o contato com a equipe técnica do deputado para identificarmos as melhores alternativas. É mais um parlamentar que reconhece a necessidade de fomentar trabalho, emprego e renda através empreendedorismo coletivo”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Texto: Fernando Assunção e Wesley Santos

Quanto mais pessoas envolvidas na realização de um projeto, mais braços há para realizá-lo, mais cabeças para pensar e mais forças para executar. É partindo desse pressuposto que o modelo cooperativista vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o mundo.
Segundo dados da Organização Internacional de Indústrias e Serviços (ACI), 1,2 bilhão de pessoas no mundo apostam no segmento como uma alternativa para a geração de renda e emprego com democracia e sustentabilidade. Conheça algumas vantagens do modelo de empreendimento coletivo.
1 – Você é um dos donos
No modelo cooperativista, o indivíduo está no centro do negócio. Todos os devidamente associados junto à cooperativa são donos e também colaboradores. Você participa de todas as decisões, eleição de gestão, eventuais reformas no estatuto da cooperativa, distribuição orçamentária, etc. As deliberações acontecem por meio das Assembleias Gerais, que são o órgão máximo de decisão dos cooperados. As Assembleias Gerais Ordinárias (AGO) devem acorrer até março de cada ano. Fora do período, as decisões podem ser feitas por meio das Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs).
2 - O lucro é divido entre os colaboradores
Diferente das empresas tradicionais, que visam o lucro individual, nas cooperativas o montante arrecadado é dividido entre todos os associados, de acordo com a participação de cada um nas atividades da instituição. Além disso, o serviço prestado pelas cooperativas de crédito, por exemplo, oferecem juros até 20% menores que os bancos maiores. Isso justamente porque as cooperativas não têm fins lucrativos.
3 – Promoção do desenvolvimento da comunidade local
De acordo com o 7º princípio do cooperativismo, interesse pela comunidade, as cooperativas têm compromisso com o desenvolvimento da região onde atuam. Um exemplo disso é a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA).
O trabalho da cooperativa começou com a produção de pimenta-do-reino. Depois de muitas dificuldades enfrentadas, como a baixa da pimenta-do-reino no mercado, pragas e enchentes, os cooperados conseguiram desenvolver e implantar o sistema de produção sustentável. O método, hoje conhecido como agroflorestal, possibilitou a ampliação da produção, com a introdução de frutas tropicais, oferecendo mais qualidade aos produtos e rentabilidade aos cooperados, gerando renda e movimentando a economia local.
A CAMTA hoje é referência internacional em Sistema Agroflorestal (SAF) e pelo desenvolvimento promovido em Tomé-Açu, beneficiando mais de 800 famílias.
Ficou interessado no modelo cooperativista? Quer conhecer mais das vantagens da organização em cooperativas? Agende uma visita à Casa do Cooperativismo.

Cursos, palestras e acompanhamentos de AGEs na semana de retomada das atividades do Sistema OCB/PA. Chaves, Tomé-Açu, Marabá e Santarém são algumas das cidades atendidas. O prazo para realização das Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) é até março, as singulares podem agendar a participação da equipe técnica do Sistema OCB pelo e-mail ?
#AgendaSemanal #Cooperativismo #SomosCoop #CapacitandoParaCrescer

Os avanços do cooperativismo em 2019 foram destaque no jornal Diário do Pará deste domingo (12). No total, 658 ações foram realizadas, um crescimento de 14,63% em comparação com 2018. Sobre as cooperativas atendidas, a evolução foi de 64,6%. A formação profissional teve 215 eventos, nos quais foram atendidas 15.775 pessoas vinculadas a cooperativas. Dos recursos investidos na área, 27% foram destinados ao Programa de Mestrado Profissional, iniciativa pioneira no país. ✅✅
#OCBPaNaMídia #JornalDiáriodoPará #Cooperativismo

A área de monitoramento foi o grande destaque em dezembro com o alcance de 2.226 pessoas. Já na formação profissional, foram atendidas 565 pessoas vinculadas às cooperativas paraenses em 25 ações. No total, 92 ações foram realizadas em 12 municípios paraenses, beneficiando 3.589 pessoas de 95 grupos, tanto de cooperativas quanto de interessados em constituição.
Somente na OCB/PA Itinerante, em Santarém, 618 pessoas foram alcançadas. O maior resultado foi a retomada das negociações para o Escritório Regional da entidade em Santarém. Ainda foram disponibilizados, na semana, o acompanhamento presencial do Sistema, atuando na orientação acerca dos registros dos atos, elaboração de viabilidade econômica, relação com o poder público, registro na OCB/PA e cursos de capacitação sobre cooperativismo.
Como a representação política gera efeitos positivos para todas as singulares, o balanço do Sistema OCB/PA em dezembro considera a totalidade de 93 mil beneficiados das 230 cooperativas registradas. No entanto, o número não entrou na contagem geral do total de beneficiados e de cooperativas atendidas. Além das articulações com a prefeitura de Santarém, o destaque foi a reunião com o deputado federal Vavá Martins.
“Encerramos o ano com saldo bastante positivo no aspecto da representação política, avançando no contato tanto com parlamentares estaduais e federais, senadores e chefes do poder executivo. Em 2020, daremos continuidade neste trabalho, retomando pontos assertivos da regulamentação da Lei Estadual do Cooperativismo”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Na formação profissional, o destaque foi o Seminário sobre a importância da verticalização da produção no fortalecimento da agricultura familiar nas regiões Sul e Sudeste do Pará, realizado em Marabá pela Central das Cooperativas de Produção Familiar da Região Amazônica (CUIA). A iniciativa contou com o apoio do Sistema OCB/PA, Sedeme, Adepará e Banpará.
A ação aprofundou o debate sobre o papel da verticalização em rede, como instrumento de fortalecimento da agricultura familiar no Estado e o papel das cooperativas no processo de beneficiamento da produção. Discutiu-se a ampliação da participação das cooperativas nas chamadas públicas, a viabilização de registro de unidades de beneficiamento, selagem, linhas de crédito para fortalecer iniciativas de agroindustrialização e comercialização.
A área de assessoria jurídica teve 4 atendimentos que beneficiaram 165 pessoas de 4 cooperativas. Já o Programa de Orientação Cooperativista (POC) teve 13 ações que beneficiaram 232 pessoas de grupos interessados em constituir empreendimentos nos municípios de Santa Izabel, Ilha do Combú, Belém, São Caetano de Odivelas, Concórdia do Pará e Mojú.
Já no eixo de monitoramento das cooperativas, foram feitos 27 atendimentos que beneficiaram 2.226 cooperados de 34 singulares. Entre as principais ações, fez-se a aplicação do Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC) nas cooperativas COMIDEC, COOPOURO, FECOGAT, COOMIGAPA, COOAMPARO e COOPERVAT.
“A participação das cooperativas paraenses nos nossos programas de monitoramento tendem a ampliar significativamente em 2020, posto que se tornou uma das exigências da OCB Nacional para se manter a regularidade das singulares. É uma medida estratégica para mantermos o nível de profissionalismo no setor”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Veja o documento na íntegra

A região sul e sudeste é o grande polo nacional na produção de soja, cereais de inverno e gado leiteiro. Por meio da parceria com a Embrapa e OCB, os técnicos atuantes nas cooperativas agropecuárias terão oportunidade de se qualificar em cursos técnicos nas respectivas atividades, os quais serão realizados no Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. As inscrições podem ser feitas até quinta (16) no e-mail:
O Sistema OCB assinou com a Embrapa, ainda em 2012, Protocolo de Intenções e Acordo de Cooperação Técnica, para capacitação de profissionais da área de ciências agrárias que atuam como multiplicadores e interlocutores com os cooperados do setor agropecuário.
Pesquisadores das Embrapas Trigo, Gado de Leite e Soja estruturaram módulos de qualificação/capacitação seguindo uma abordagem aplicável às cooperativas, apesar do caráter técnico-científico, e que conciliará realidades teóricas e práticas.
Todos os cursos estão à inteira disposição das cooperativas que se interessarem em capacitar o quadro de técnicos de campo, inclusive com a cobertura das despesas relativas à alimentação e hospedagens dos participantes, além dos eventuais custos assumidos junto às estruturas descentralizadas da Embrapa. Apenas os custos de deslocamento serão de responsabilidade das cooperativas.
As cooperativas interessadas em participar deverão indicar representantes com os respectivos contatos (telefone e e-mail) e documentos (RG e CPF), assim como o programa que desejam participar e a data de adesão.
“Os departamentos técnicos das cooperativas agropecuárias têm fundamental importância no repasse de informações e na transferência de tecnologias ao produtor rural, pois são os principais responsáveis por facilitar o desenvolvimento das atividades agropecuárias. Por isso, ressaltamos a importância dessa oportunidade de capacitação”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: Inscrições no e-mail
Confira os cursos:
1. Embrapa Trigo, Passo Fundo, RS
Disponibilidade de vagas: 40 técnicos.
Quantidade de módulos ao longo do ano: 07 módulos.
Carga horária por módulo: 24 horas.
Duração por módulo: 03 dias.
Carga horária total: 168 horas.
Previsão de início: 24 de março de 2020.
Previsão de término: 26 de novembro de 2020.
2. Embrapa Gado de Leite, Coronel Pacheco, MG
Disponibilidade de vagas: 25 técnicos.
Quantidade de módulos ao longo do ano: 07 módulos.
Carga horária por módulo: 24 horas.
Duração por módulo: 03 dias.
Carga horária total: 168 horas.
Previsão de início: 17 de março de 2020.
Previsão de término: 17 de setembro de 2020.
3. Embrapa Soja, Londrina, PR
Disponibilidade de vagas: 40 técnicos.
Quantidade de módulos ao longo do ano: 05 módulos.
Carga horária por módulo: 32 horas.
Duração por módulo: 05 dias.
Carga horária total: 160 horas.
Previsão de início: 23 de março de 2020.
Previsão de término: 13 de novembro de 2020.
4. Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos, SP
Disponibilidade de vagas: 25 técnicos.
Quantidade de módulos ao longo do ano: 07 módulos.
Carga horária por módulo: 24 horas.
Duração por módulo: 07 dias.
Carga horária total: 168 horas.
Previsão de início: 11 de março de 2020.
Previsão de término: 18 de setembro de 2020.

Para obter reconhecimento legal das deliberações feitas em Assembleia Geral, as singulares devem homologar a ata na Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa). A novidade é que a partir do dia 20 de janeiro, o processo de arquivamento ocorrerá de forma 100% digital. Diante disso, o Sistema OCB/PA e a Jucepa realizarão um ciclo de palestras com o objetivo de informar e elucidar as cooperativas sobre as mudanças. A ação ocorrerá no dia 29 de janeiro, na sede do Sistema OCB/PA, em Belém. Vagas limitadas.
A programação se dividirá em dois momentos. O contador e Analista de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho, irá palestrar sobre a formalidade dos procedimentos assembleares, de acordo com a lei geral do cooperativismo, nº 5.764/1971. Irá se discutir desde o processo de publicação do edital de convocação, prazos, quórum de instalação e processo de homologação até as competências das Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) e Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs). A segunda palestra será com o Gerente de Projetos da Jucepa, Auia Reis, que apresentará as mudanças práticas envolvendo a digitalização do sistema de arquivamento de atas.
As modificações prometem, por exemplo, efetivar celeridade no processo de arquivamento de atos (como ata e estatuto social) diante das deliberações das assembleias gerais. O processo, que durava até 30 dias para deferimento, passará a ter um prazo máximo de algumas horas, caso esteja em conformidade com as recomendações do Departamento Nacional de Registro de Empresarial e Integração (DREI). Também deverá ser realizado via plataforma Digital do REDESIM-JUCEPA INTEGRADOR, sendo necessária a certificação digital dos dirigentes, o e-CPF, para fins de assinatura eletrônica e segurança da informação.
O processo digital na JUCEPA está em andamento desde 2016 em menor grau. Em 2017, foi ampliado e em 2018 e 2019 foi consolidado. Para 2020, a expectativa é que o procedimento ocorra de forma 100% digital a partir de amanhã (20). A mudança irá efetivar o processo de registro de empreendimentos por meio da plataforma, que comunicará os demais órgãos competentes relacionados às atividades econômicas propostas pela constituição e formalização de uma empresa ou cooperativa, como a Secretaria de Estado da Fazenda, a Prefeitura Municipal do domicílio sede da personalidade jurídica, a Secretaria de Meio Ambiente, o Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária.
“É importante a participação das cooperativas nesse evento, porque além de fazer a assembleia, é preciso homologar as atas e os estatutos sociais para validação das decisões dos cooperados. A novidade vai possibilitar maior agilidade e desburocratização para registrar as deliberações. Assim, a cooperativa cumpre o papel como empreendimento social que busca pela ação social coletiva atingir fatores econômicos e financeiros, com segurança jurídica, transparência e cumprimento aos princípios cooperativistas, de acordo com as legislações aplicadas às cooperativas e suas atividades de produção de bens e de serviços”, enfatiza Jamerson Carvalho.
O “Ciclo de Palestras Jucepa 100% Digital” será direcionado prioritariamente aos dirigentes e colaboradores cooperativistas e profissionais da área de contabilidade, que prestam serviço às cooperativas. As inscrições são gratuitas e limitadas. “A parceria da Jucepa com o Sistema OCB/PA pretende levar, a partir de fevereiro, a mesma capacitação para outros municípios, orientando as demais cooperativas sobre as mudanças no procedimento de arquivamento de atos”, finaliza.
JUCEPA 100% DIGITAL
A Junta Comercial do Estado do Pará dará início à implantação do calendário do projeto e-Jucepa, conforme a Resolução Nº 009/2019 da autarquia, que torna obrigatório o uso do registro digital dos empreendimentos, extinguindo o uso do papel gradativamente na entrada de documentos e atos empresariais. Isso significa que abrir, alterar ou fechar empresas e a homologação de atos constitutivos no Estado ocorrerá de forma 100% digital.
A resolução segue a determinação da Instrução Normativa de Nº 52 do DREI, entidade nacional à qual as Juntas Comerciais são subordinadas normativamente. O cronograma de implantação dos serviços exclusivamente digital será iniciado em 20 de janeiro de 2020. Todos os processos serão recebidos somente por meio eletrônico, assinados digitalmente por um certificado digital, o e-CPF, que terá a mesma validade jurídica do documento em papel assinado de próprio punho.
Sob o aspecto jurídico, a medida facilitará a redução de fraudes tendo em vista que a assinatura dos processos será realizada por meio da certificação digital, dando mais segurança aos contribuintes que buscam pelos serviços da Junta Comercial.
Serviço: Ciclo de Palestras Jucepa 100% Digital
Inscrições: jucepaintegrador.com.br/erm
Local: Auditório do Sistema OCB/PA – Av. Conselheiro Furtado, 1693 - Nazaré
Data: 29/01/2020
Horário: 14h
Texto: Fernando Assunção

Início de ano é época de discutir assuntos internos importantes nas singulares. Balanço da gestão do exercício anterior, eleição de conselhos e possíveis reformas no estatuto da cooperativa são algumas das pautas debatidas. Para orientar sobre o cumprimento do devido processo legal, a equipe técnica do Sistema OCB/PA está disponível a participar das assembleias gerais. As singulares interessadas devem protocolar ofício pelo e-mail:
A Assembleia Geral, de acordo com o artigo 38 da Lei N° 5.764/71, é o órgão supremo onde ocorrem as deliberações das cooperativas e é responsável sempre pelas decisões de interesse coletivo. Podem ser Ordinárias ou Extraordinárias, de acordo com o período em que acontecem e o assunto discutido.
Obrigatoriamente, segundo a Lei Geral do Cooperativismo nº 5.764/1971, a Assembleia Geral Ordinária (AGO) deve ocorrer até 31 de março de cada ano e discutir assuntos como relatório e balanço de gestão, prestação de contas, destinação do excedente ou das perdas e eleição dos componentes da diretoria e conselhos.
Já a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) ocorre sempre que há necessidade, procurando atender a demanda com certa urgência. A AGE deliberará assuntos como reforma estatutária, fusão, incorporação, desmembramento, mudança de nome, dissolução, entre outros.
Em ambos os casos, é orientada a convocação e publicação do edital com antecedência mínima de 10 dias. As deliberações deverão ser tomadas por maioria dos votos dos cooperados presentes, sendo obrigatória, em primeira convocação, a participação de 2/3 dos associados aptos a votar. Em uma segunda convocação, admite-se metade mais 1; e na terceira, o mínimo de 10 associados.
“Os procedimentos legais dentro de uma assembleia são vários e o seu descumprimento pode acarretar em exigências de adequação ou mesmo indeferimento do processo de arquivamento documental na JUCEPA. Por isso, o Sistema OCB/PA dispõe de uma equipe técnica especializada nas áreas jurídica e contábil, que está à disposição para acompanhar as assembleias, elucidar dúvidas e orientar acerca dessas questões sempre presentes”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
No dia 29 de janeiro de 2020, o Sistema OCB/PA realizará um ciclo de palestras específicas sobre os procedimentos assembleares conforme rege a legislação cooperativista. Palestrante: Jamerson Carvalho. Também haverá palestra sobre as mudanças no processo de arquivamento de atas e estatutos sociais na JUCEPA, que passará a ser 100% digital e trará impactos que precisam ser observados pelas cooperativas. Palestrante: Aiua Reis (JUCEPA).
Serviço: A solicitação de participação do Sistema OCB/PA nas assembleias gerais deve ser enviada para o e-mail:
Texto: Fernando Assunção e Wesley Santos

No total, 658 ações foram realizadas em 2019, um crescimento de 14,63% em comparação com 2018. Sobre as cooperativas atendidas, a evolução foi de 64,6%
Formação profissional e geração de novos negócios foram os principais eixos de investimento do Sistema OCB/PA no ano passado, representando cerca de 30% do orçamento. No total, foram investidos cerca de R$ 1,2 milhão em ações de qualificação das cooperativas e R$ 721 mil em projetos de fomento a mercado. Em 2019, foram beneficiados 57.923 pessoas pelo Sistema, um crescimento de 29,54% em relação ao ano anterior.
Os números foram alcançados pela manutenção da linha de gestão racional dos recursos. Por meio do enxugamento das despesas operacionais, embora tenha ampliado a equipe interna com a contratação de cinco novos funcionários, o Sistema conseguiu manter 65% do total orçamentário na área finalística e apenas 35% na área meio, investindo R$ 3,2 milhões em formação profissional, monitoramento e promoção social.
“Conseguimos racionalizar o recurso, enxugando custos e maximizando o volume de atividades junto às cooperativas. Ampliamos a equipe da Gerência de Desenvolvimento das Cooperativas, garantindo maiores condições de atendimento às singulares com a contratação de analistas que já conhecem a realidade do cooperativismo paraense. Além disso, priorizamos as ações assertivas, executando projetos e programas com efetividade na formação profissional e geração de negócios”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
No total, 658 ações foram realizadas em 2019, um crescimento de 14,63% em comparação com 2018. Sobre as cooperativas atendidas, a evolução foi de 64,6%. A formação profissional teve 215 eventos, nos quais foram atendidas 15.775 pessoas vinculadas a cooperativas. Dos recursos investidos na área, 27% foram destinados ao Programa de Mestrado Profissional, iniciativa pioneira no país.
Concomitantemente, foram realizados os cursos de MBA em Gestão de Cooperativas com foco na região Oeste do Pará e a pós graduação latu sensu em Urgência e Emergência Médica para o ramo saúde. No eixo de profissionalização de cooperados, foram investidos R$ 141,8 mil e, na formação de empregados, R$ 153 mil.
A principal ação para abertura de mercado a cooperativas foi a Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), cujo investimento foi de R$ 519 mil. Além da participação em outras Feiras estaduais e nacionais, as cooperativas foram beneficiadas com projetos estruturantes com foco na aproximação com a classe política do Estado. A produção do documento “Demandas Qualificadas para Emendas Parlamentares”, por exemplo, apresentou as principais necessidades do cooperativismo paraense com vistas à verticalização produtiva.
“Os avanços de mercado para o setor, em 2019, foram significativos. Fomos pioneiros no Brasil com a realização da FENCOOP, que apresentou para todo o Estado os produtos e serviços que desenvolvemos. Foi um evento marcante, diferenciado e com um investimento razoável se considerarmos o porte da Feira”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Na área de Monitoramento, foram investidos R$ 239 mil em 396 eventos realizados, beneficiando mais de 22 mil pessoas. O destaque foi o Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP) com 13 singulares atendidas e 123 beneficiários diretos. Também foram realizados atendimentos e orientações técnicas, aplicação do Programa de Acompanhamento da Gestão das Cooperativas (PAGC), consultorias em diagnóstico e planos de ação, intercâmbios, workshops, seminários, visitas técnicas e participação em assembleias de cooperativas.
Na área de promoção social, foram realizados 90 eventos, beneficiando 16.040 pessoas ao longo do Estado. O investimento total feito foi de R$ 100,5 mil, sendo 80% destes voltado para a campanha Dia de Cooperar. A maior corrente de voluntariado cooperativista no Brasil beneficiou mais de 14 mil paraenses em 30 ações nas cinco regiões do Estado. Receberam a campanha em 20 municípios, com celebrações principais em Altamira, Castanhal, Santarém, Paragominas, Irituia, Oriximiná e Brasil Novo.
Outro destaque é o Cooperjovem, projeto do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) cuja finalidade é fomentar o cooperativismo em parceria com as escolas. Somente em Santa Izabel, estão cadastrados 200 professores e 20 escolas do ensino infantil, fundamental 1 e fundamental 2. A inclusão dos alunos do 6º ao 9º ano foi feita recentemente. No total, são beneficiados pelo Cooperjovem cerca de 265 alunos no município.
“Certamente, 2019 foi um divisor de águas para o cooperativismo no Estado. Continuaremos trabalhando para chegarmos à nossa visão de ver, até 2025, nossas cooperativas reconhecidas por sua competitividade, pelas relações íntegras e humanas que norteiam seus negócios e, acima de tudo, pela transformação que geram para o desenvolvimento dos seus cooperados”, completa Raiol.
Geração de novos negócios, produção científica, intercooperação, descentralização do atendimento e fortalecimento da representação política foram algumas das áreas de desenvolvimento do cooperativismo paraense em 2019. ✅✅ Os destaques podem ser conferidos em matéria especial no Jornal Diário do Pará do último domingo (5). ?
Já iniciamos 2020 em contagem regressiva rumo à 2ª Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), que ocorrerá em abril. ??
#NaMídia #SomosCoop #Cooperativismo #ONegócioÉCooperar
A partir de 1º de janeiro, o sistema cooperativista brasileiro passou de 13 para 7 ramos econômicos. A nova estrutura incide em algumas mudanças em prol do fortalecimento e maior representatividade. Segundo a OCB Nacional, a classificação terá como principal benefício um atendimento legal mais adequado e flexível.
A nova classificação segue a tendência mundial de segmentar para melhor representar, visando dar cumprimento às competências legais, estreitar os relacionamentos com as cooperativas e cooperados, alinhado, padronizado e com uma comunicação mais assertiva.
As cooperativas não terão nenhum ônus com essas mudanças. Vale ressaltar que essa nova estrutura é de alcance interno do Sistema OCB, não influenciam – portanto – no tratamento tributário e enquadramento sindical ou mesmo na legislação aplicável a cada ramo, conforme a Lei 5.764/ 1971.
Veja a nova estrutura dos ramos cooperativistas:
1 - Trabalho e produção de bens e serviços: A partir de agora, esse novo ramo engloba as cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que produzem bens tais como beneficiamento de material reciclável e artesanatos, por exemplo. Ele reúne todas as cooperativas de professores e dos antigos ramos: produção, mineral, parte do turismo e lazer e, por fim, especial.
2 – Infraestrutura: Composto por cooperativas que prestam serviços relacionados à infraestrutura a seus cooperados. Por exemplo: geração e compartilhamento de energia elétrica e, agora, com a incorporação do Ramo Habitacional, também terá as cooperativas de construção de imóveis para moradia.
3 – Consumo: Composto por cooperativas que realizam compra em comum tanto de produtos quanto de serviços para seus cooperados (supermercados, farmácias). Engloba, também, as cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e também aquelas de consumo de serviços turísticos (antigamente classificadas dentro do Ramo Turismo e Lazer).
4 – Transporte: Este ramo preserva sua nomenclatura, mas seu conceito foi ajustado. A definição do ramo passa a trazer expressamente a condição do cooperado de proprietário ou possuidor do veículo. Deste modo, cooperativas formadas de motoristas de veículos de carga ou de passageiros, que não detenham a posse ou propriedade destes, devem ser classificadas no Ramo Trabalho e produção de bens e serviços; além disso, as cooperativas que se dediquem a transporte turístico, transfers, bugues, cujos cooperados sejam proprietários ou possuidores dos veículos e que eventualmente estejam enquadrados no Ramo Turismo e Lazer devem ser reclassificadas para o Ramo Transporte.
5 – Saúde: Composto por cooperativas formadas por médicos, odontólogos ou profissionais ligados à área de saúde humana, enquadrados no CNAE 865. O novo Ramo Saúde também engloba as cooperativas de usuários que se reúnem para constituir um plano de saúde, pois são consideradas operadoras.
6 – Agropecuário: Composto por cooperativas relacionadas às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira. Não sofreu alteração.
7 – Crédito: Composto por cooperativas que prestam serviços financeiros a seus cooperados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro. Não sofreu alteração.
Para mais informações, clique aqui para baixar a Cartilha do Novos Ramos do Cooperativista e clique aqui para assistir ao vídeo sobre os novos ramos.
Texto: Com informações do Sistema OCB
Ação vai arrecadar materiais de higiene e limpeza para Associação Acreditar, que atende crianças com comprometimentos neurológicos
A Associação Beneficente Milton Pereira de Melo, também conhecida como Acreditar, é a beneficiada da campanha Natal + Solidário, uma iniciativa da Sicredi Norte. Mais de 120 pessoas com comprometimentos neurológicos, atendidas pela instituição, serão beneficiadas pela campanha, que irá receber itens de higiene e limpeza para manutenção da sede, localizada na Pedreira. As doações podem ser feitas até o dia 15 de janeiro.
Com uma pequena equipe de educadores e profissionais especializados no trabalho de pessoas com deficiências, a Instituição desenvolve atividades que buscam estimular tarefas simples como subir uma escada ou abrir a tampa de uma garrafa, proporcionando maior independência e qualidade de vida.
“Este trabalho encontra sua importância em romper as barreiras do preconceito, permitindo que pessoas com deficiências possam ter a oportunidade de maior qualidade de vida e realizar tarefas que para nós, aparentemente são simples, mas que para eles são um verdadeiro desafio diário”, destaca Madalena Pereira, presidente da Associação.
O atendimento é realizado por meio de uma metodologia originária da Filadélfia, denominada “Desenvolvimento do Potencial Humano” do doutor Glenn Doman. O maior desafio da instituição é o custo para a aquisição de materiais de higiene e limpeza, para realizar a manutenção do espaço e garantir o ambiente adequado para atendimento.
Por isso, a Sicredi Norte está mobilizando seus colaboradores, associados e a comunidade a doarem os itens necessário para a Acreditar, como desinfetante, água sanitária, esponja de louça, papel higiênico, palha de aço, copos descartáveis, vassoura, toalhas de rosto, sabão em barra, limpa vidro e detergente.
“O objetivo desse projeto é valorizar as iniciativas sociais da nossa comunidade, buscando o desenvolvimento da área onde atuamos, além de colaborar com o avanço social e econômico da região. No caso do projeto Acreditar, a intenção é cooperar para que o projeto tenha mais qualidade e se desenvolva de maneira mais apropriada, oferecendo um ambiente adequado de atendimento para essas pessoas que possuem uma condição especial” enfatiza Napoleão de Alencar Almeida, Diretor Presidente da Sicredi Norte.
Os interessados em doar para ajudar a instituição, podem ir até uma agência de relacionamento da Sicredi Norte e depositar o item na árvore de Natal, podendo levar para casa, gratuitamente, uma revista em quadrinhos ilustrada pelo jovem autista Lucas Moura Quaresma. A publicação intitulada “Vamos Falar de Dinheiro?” conta a história sobre como surgiu o dinheiro. Esse é o primeiro volume que compõe a coleção Educação Financeira, uma parceria exclusiva entre Sicredi Norte e a HQ do Lucas. As revistas são de distribuição gratuita e podem ser retiradas em qualquer agência do Sicredi em Belém.
A Associação Beneficente Milton Pereira de Melo fica localizada na Tv. Lomas Valentinas, 465, entre Pedro Miranda e Antônio Everdosa, e conta com a parceria da Sicredi Norte nesta iniciativa, para que juntos possam fazer a diferença na vida de mais de 120 pessoas com deficiências. A instituição é mantida com o auxílio do poder público e através das famílias das pessoas atendidas.
As doações podem ser feitas até o dia 15 de janeiro nos seguintes locais:
- Agência Humaitá: Trav. Humaitá, 1001, entre Pedro Miranda e Marquês, Pedreira. Funcionamento: seg. a sex., das 08h30 às 16h.
- Agência Generalíssimo: Av. Generalíssimo Deodoro, 951. Esq. Com João Balbi. Umarizal. Funcionamento: seg. a sex., das 08h30 às 16h.
- Agência Ananindeua: Shopping Metrópole Ananindeua, Piso L2, ao lado da loja Le Bisquit. Funcionamento: seg. a sex., das 10h00 às 18h.
- Sede da Associação Milton Pereira de Melo: Trav. Lomas Valentina, 465. Entre Pedro Miranda e Everdosa. De seg. a sex., das 08h às 12h.
Texto: Fernando Assunção
“A importância da verticalização da produção no fortalecimento da agricultura familiar nas regiões Sul e Sudeste do Pará”. Esse foi o tema de seminário realizado pela Central das Cooperativas de Produção Familiar da Região Amazônica (CUIA) em dezembro, em Marabá. A iniciativa contou com o apoio do Sistema OCB/PA, Sedeme, Adepará e Banpará.
A ação aprofundou o debate sobre o papel da verticalização em rede, como instrumento de fortalecimento da agricultura familiar no Estado e o papel das cooperativas no processo de beneficiamento da produção. Discutiu-se a ampliação da participação das cooperativas nas chamadas públicas, a viabilização de registro de unidades de beneficiamento, selagem, linhas de crédito para fortalecer iniciativas de agroindustrialização e comercialização.
O analista de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Deivison Pinheiro, acompanhou o Seminário e, na ocasião, apresentou o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense com ênfase no ramo agropecuário. No Estado, 80% das cooperativas são agro voltadas à produção familiar. “O ramo agro tem como linha de frente a agricultura familiar, porque a produção familiar é uma alternativa de geração de renda e ampliação de mercado para milhares de pequenos agricultores”, disse.
Cerca de 50 pessoas participaram do evento, representando as 9 singulares filiadas à Central, são elas, a Cooperativa Alternativa Mista dos Pequenos Produtores do Alto Xingu (Camppax), a Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores de Araguaia (Coopag), a Cooperativa Agropecuária dos Trabalhadores Rurais da Produção do Araguaia (Coopfra), a Cooperativa Agropecuária da PA São Francisco (Coasafra), a Cooperativa dos Produtores Rurais da Região de Carajás (Cooper), a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de Marabá (Coomfama), a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de São João do Araguaia (Coomasja), a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de Itupiranga (Coomafi), a Cooperativa Mista dos Trabalhadores de Nova Ipixuna e Região (Correntão) e a Cooperativa Agropecuária de Tailândia (Coagrotai).
CUIA
A CUIA foi fundada em 25 de julho de 2018 com o objetivo de contribuir no fortalecimento do cooperativismo voltado à produção familiar pautada no desenvolvimento sustentável. Um dos eixos de atuação da CUIA é a formação e capacitação dos seus associados. Foi com esse foco que a Central realizou esse seminário com o apoio do SESCOOP/PA.
“O cooperativismo é um instrumento para viabilizar a permanência das pessoas nas suas propriedades com geração de renda e qualidade de vida. É um meio para fazer o diálogo sobre um desenvolvimento com inclusão, responsabilidade ambiental e social. Ao longo de 1 ano e meio de Central, o SESCOOP/PA vem nos auxiliando na capacitação de lideranças e de agricultores para ampliar o processo de conhecimento do cooperativismo e o seu papel no desenvolvimento do Estado”, enfatizou o presidente da Cuia, Milton Zimmer.
Texto: Fernando Assunção
Representação política, produção científica, intercooperação, capilarização, interesse pela comunidade e negócios foram alguns dos destaques

Abranger todas as mesorregiões do Estado foi um desafio assumido pelo Sistema OCB/PA com o Projeto OCB Itinerante. A ação levou o acompanhamento presencial do Sistema às regiões mais afastadas da capital, atuando na estruturação e orientação acerca dos registros dos atos, elaboração de viabilidade econômica, relação com o poder público, registro na OCB/PA e ênfase nos cursos de capacitação sobre cooperativismo.
Em fevereiro, Parauapebas recebeu a primeira parada do OCB Itinerante. O Projeto, que levou todos os serviços do Sistema ao município obteve vários resultados expressivos, sendo o principal a continuidade do atendimento em guichê exclusivo na Sala do Empreendedor. O espaço reúne diversas entidades responsáveis pelo empreendedorismo com o objetivo de fomentar a economia local. Em julho, foi a vez de Altamira receber o projeto. Foram 868 altamirenses beneficiados com 45 ações realizadas com a participação de cooperativas e produtores locais interessados em se organizar através do modelo.
Em outubro, o Projeto ajudou a consolidar o cooperativismo em Tucuruí. O destaque foi a visita técnica à escola Odineia Leite Caminha. Na ocasião, discutiu-se organizar um grupo de alunos com níveis variados de deficiência cognitiva em uma cooperativa do ramo especial, possibilitando a inclusão no mundo do saber e mercado de trabalho. Finalizando o ciclo exitoso, Santarém foi a última parada do Projeto OCB Itinerante em 2019. A articulação do sistema cooperativista junto à Prefeitura Municipal de Santarém, confirmou o apoio institucional para o desenvolvimento do setor. O termo de cooperação técnica entre o prefeito Nélio Aguiar e o Sistema OCB/PA está em fase de finalização e a abertura de um escritório regional para o atendimento das cooperativas da região Oeste ocorrerá já em janeiro de 2020.
“Diariamente, recebemos cooperativistas de vários municípios do Estado na sede em Belém. No entanto, sentíamos a necessidade de aproximar ainda mais a equipe finalística das singulares para conhecer suas realidades com maior propriedade e, assim, auxiliar em seu desenvolvimento. Ao longo de 2019, o Projeto OCB Itinerante cumpriu esse papel ajudando a capilarizar o cooperativismo nas diversas regiões do Estado, capacitando e apresentando o modelo como uma alternativa de desenvolvimento pessoal, geração de renda e contribuição para a economia local”, destaca o coordenador do Projeto, Diego Andrade.
O “Dia de Cooperar”, ou simplesmente Dia C, visa estimular ações de voluntariado promovidas pelas próprias cooperativas nas comunidades em que estão inseridas. É uma forma de por em prática o 7º princípio cooperativista: interesse pela comunidade. Em 2019, no dia 28 de junho e 6 e 7 de julho, foram realizadas 5 celebrações, em Irituia, Castanhal, Santarém, Altamira e Parauapebas. No total, mais de 10 mil pessoas foram beneficiadas pelos eventos.
Politicamente, o grande destaque foi a retomada da Frente Parlamentar do Cooperativismo Paraense (FRENCOOP/PA). A instalação oficial da FRENCOOP/PA ocorreu no auditório da Assembleia Legislativa do Pará no dia 20 de setembro. A deputada estadual Professora Nilse Pinheiro é a presidente, acompanhada por Heloísa Guimarães, Dirceu Ten Caten, Igor Normando, Ozório Juvenil e Carlos Bordalo. No total, participaram do evento mais de 200 pessoas de 18 municípios.
Como a representação política gera efeitos positivos para todas as singulares, o balanço do Sistema OCB/PA considera a totalidade de 93 mil beneficiados das 215 cooperativas registradas.
“O primeiro desafio da nova composição é abrir caminho por meio de legislações em prol do setor cooperativista. Entre os planos da Professora Nilse está o projeto de lei que pretende inserir o cooperativismo nas escolas. Vamos dar prosseguimento às ações, fazendo a articulação política com os demais deputados para conseguirmos avanços no sentido de normativos e emendas que beneficiem o segmento”, afirma Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
Em julho de 2018, o Instituto Federal do Pará (IFPA) do Campus Castanhal assinou convênio de cooperação técnica com o Sistema OCB/PA. A partir da parceria, foi lançado o edital do Processo Seletivo do Curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares. Em abril de 2019, a aula inaugural do Mestrado Profissional iniciou uma nova etapa para o cooperativismo paraense.
O curso tem como objetivo geral formar profissionais, visando o desenvolvimento rural sustentável com base em sistemas integrados de produção agropecuária, extrativista e agroindustrial. Entre as principais atividades desenvolvidas em 2019, destaca-se o intercâmbio à Universidade de Alicante, referência de produção tecnológica e de conhecimento do cooperativismo espanhol. “O nosso objetivo foi compartilhar as boas experiências acumuladas no cooperativismo paraense, entender o funcionamento do cooperativismo na Espanha, a estrutura organizacional das cooperativas e identificar o que pode ser replicado no Brasil, guardadas as devidas particularidades”, enfatiza Fabiano Andrade, aluno da turma de Mestrado.
FENCOOP
Geração de novos negócios, reconhecimento por parte da sociedade paraense e avanços na representação política foram alguns dos expressivos resultados gerados pela 1ª edição da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). A programação recebeu cerca de 5 mil pessoas ao longo dos dias 24 a 26 de abril na Estação das Docas. No total, a FENCOOP movimentou R$ 2,3 milhões para as cooperativas.
A segunda edição da FENCOOP ocorrerá entre os dias 1 e 3 de abril de 2020, também na Estação das Docas. Com o tema “Ciência e Cooperativismo: Impulsionando o Desenvolvimento Paraense”, a grande novidade será a participação de universidades estaduais, federais, privadas e até internacionais como correalizadoras da programação. A expectativa para este segundo evento é receber um público de aproximadamente 10 mil pessoas ao longo dos três dias, garantindo uma maior visibilidade ao segmento. Durante toda a programação, a FENCOOP proporcionará rodadas de negócio constantes entre potenciais compradores e as cooperativas, que serão intermediadas por empresa especializada.
Novos Ramos
A partir de análise técnica, as cooperativas foram reorganizadas de acordo com o segmento econômico em que atuam. A reestruturação vai auxiliar na expansão e capilarização das cooperativas brasileiras, pois permitirá organizar de forma mais sistemática as ações e planejar as atividades. A contar de 1º de janeiro de 2020, as quase sete mil cooperativas presentes no país serão reorganizadas em apenas sete ramos. Todos eles ganharam novos ícones, alguns foram ressignificados e outros se fundiram.
Esse debate foi iniciado em 2018, quando foi montado um grupo de trabalho técnico formado por representantes indicados pela diretoria da OCB para rediscutir a organização dos segmentos produtivos. Depois de um longo processo de estudo, foi formulada uma proposta, amplamente discutida pelas diretorias estaduais e nacional da OCB, até ser referendada em Assembleia Geral da OCB.
A reorganização dos ramos levou em consideração a legislação societária e específica, a regulação própria, o regime tributário, o enquadramento sindical e a quantidade das cooperativas por ramo. É importante frisar que, para as cooperativas que tiverem enquadradas em ramos que se unirão, não haverá necessidade de qualquer ajuste estatutário ou legal.
Veja como ficarão os ramos a partir da nova organização:
Ramo Agropecuário: representa as cooperativas que se destinam a prestação de serviços relacionados às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira, cujos cooperados detêm, a qualquer título, os meios de produção. Passa a integrar as cooperativas de alunos de escolas técnicas de produção rural.
Ramo Consumo: composto por cooperativas que se destinam à compra em comum de produtos e serviços para seus cooperados. Engloba também parte das cooperativas do então Ramo Educacional, formada por pais e alunos, e as do Turismo e Lazer, na modalidade em que os cooperados, por intermédio das cooperativas, adquirem serviços turísticos.
Ramo Infraestrutura: composto pelas cooperativas que se destinam a promover a prestação de serviços relacionados à infraestrutura de seus cooperados. Passa a englobar também as cooperativas do ramo habitacional.
Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços: composto por cooperativas que se destinam a prestação de serviços especializados a terceiros ou a produção em comum de bens. Com a reorganização este ramo passa a integrar os Ramos Trabalho, Produção, Mineral, Especial e parte do Turismo e Lazer, representado pelas cooperativas de profissionais do turismo, e parte do Educacional, das cooperativas de prestadores de serviços educacionais.
Ramo Saúde: composto por cooperativas que se destinam a serviços destinados à preservação, assistência e promoção da saúde humana, constituídas por profissionais da área da saúde ou usuários destes serviços. Engloba cooperativas de médicos e de todas as profissões classificadas como atividades de atenção à saúde humana e, também, as cooperativas de que se reúnem para constituir um plano de saúde.
Ramo Transporte: composto por cooperativas que se destinam à prestação de serviços de transportes de carga e/ou passageiros, cujos cooperados detêm, a qualquer título, a posse ou propriedade dos veículos. Passa a integrar também as cooperativas do Ramo Turismo e Lazer relacionadas ao transporte turístico de passageiros.
Ramo Crédito: composto por cooperativas que se destinam à prestação de serviços financeiros a seus cooperados, sendo assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro.
Texto: Fernando Assunção
Com atuação desde 2015 no Pará, o Sicredi Grandes Rios MT/PA inaugurou este mês a sua 9ª agência no Estado no município de Mojuí dos Campos. Atualmente, são 380 cooperados em Mojuí com uma perspectiva de crescimento de 2.500 associados.
A mais nova agência do Sicredi Grandes Rios MT/PA em Mojuí dos Campos possui todos os serviços de uma instituição financeira, como conta-corrente, cartões de crédito, empréstimos, financiamentos e consórcios. “O nosso maior desafio é fazer as pessoas conhecerem os benefícios do cooperativismo, sobretudo o crédito, e ter a satisfação de ver depois a transformação que ele causa na comunidade, desde o crescimento econômico e social quanto em educação financeira do próprio cooperado”, enfatiza Irineu Grigoletto, gerente regional do Sicredi Grandes Rios MT/PA.
Por se tratar de uma cooperativa de crédito, os associados têm um custo em média 30% mais baratos que as demais instituições financeiras e – por serem donos da cooperativa – usufruem de todos os serviços e recebem ao final de cada exercício (ano) os valores excedentes de maneira proporcional à riqueza que geraram para a cooperativa. Em outras instituições financeiras convencionais, as pessoas simplesmente pagam pelos serviços e os lucros são direcionados aos acionistas das respectivas instituições, que por vezes nem são brasileiras. Consequentemente, a riqueza do local vai para outros lugares do mundo.
“Isso é o sentido do cooperativismo de crédito: ser dono e cliente ao mesmo tempo, utilizar serviços da própria empresa e depois ter essa riqueza partilhada de maneira proporcional entre os sócios. Só o cooperativismo de crédito devolve a riqueza do lugar para o próprio lugar, impulsionando assim toda uma cadeia produtiva”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

Hoje, o Sicredi Grandes Rios MT/PA está em 9 municípios paraenses: Santarém, Itaituba, Altamira, Castelo dos Sonhos, Rurópolis, Brasil Novo, Novo Progresso e Belterra. Para 2020, serão inauguradas mais duas agências em Santarém; uma em Moraes de Almeida, em Itaituba; e uma em Cachoeira da Serra, em Altamira.
Instituição financeira cooperativa, que já é uma das “Melhores Empresas para Trabalhar”, conquistou a 25ª posição entre as “Melhores Empresas para Começar a Carreira”, do anuário da Você S/A
Pelo 3º ano consecutivo, o Sicredi foi reconhecido como uma das "Melhores Empresas para Começar a Carreira". A pesquisa, realizada pela revista Você S/A em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), contempla as companhias que oferecem os melhores programas para quem está começando no mercado de trabalho.
Na edição deste ano, a instituição figurou em 25º lugar entre as 45 empresas listadas no ranking. O Índice de Felicidade no Trabalho do Jovem (IFT) do Sicredi, principal indicador da classificação, foi de 78,8. Já no Índice de Qualidade de Ambiente de Trabalho para o Jovem (IQAT), baseado no questionário de satisfação preenchido por jovens colaboradores e estagiários de até 26 anos de idade, a nota do Sicredi foi 89,7.
O ranking da Você S/A apresenta também o Índice de Qualidade de Gestão de Pessoas para o Jovem (IQGP), de acordo com a avaliação do que a empresa oferece. Neste caso, o Sicredi alcançou 58,5 pontos. Entre os fatores positivos apontados pelos jovens colaboradores e estagiários que participaram da pesquisa, se destaca a flexibilidade de horários, que permite aos funcionários estudantes administrarem melhor compromissos fora do trabalho e estudos.
"O guia da Você S/A traz, para nós, o reconhecimento de nossas práticas de gestão de pessoas. No Sicredi, valorizamos o papel dos mais de 28 mil colaboradores e queremos estar cada vez mais próximos do público jovem. No cooperativismo de crédito, de maneira geral, temos o desafio de aproximar esse público do segmento e, por isso, a presença dele em nosso ambiente de trabalho é importante para que possamos entender melhor as necessidades desta e das próximas gerações”, afirma Rodrigo Wegener, superintendente de Gestão de Pessoas da Confederação Sicredi.
A publicação destaca que as características cooperativas do Sicredi são motivo de orgulho para os jovens. Um dos diferenciais apontados por eles no estudo é o fato de que parte do resultado financeiro da instituição é revertida para apoio a projetos locais que beneficiem a população da região onde a instituição atua. Outro ponto destacado pelos jovens é o plano de carreira, que leva em conta cada passo do desenvolvimento dos recém-profissionais.
Cleiton Pieczkoski tem 21 anos e é assistente administrativo na sede da cooperativa Sicredi Grandes Rios, em Colíder (MT). Começou a trabalhar na cooperativa aos 16 anos, depois que a família se mudou da zona rural para a cidade. Soube na escola da abertura de uma vaga para aprendiz no Sicredi. Foi até a cooperativa e se inscreveu no processo seletivo. Passou e começou a trabalhar em março de 2015 realizando diversas atividades administrativas como malote, serviços de correios, de cartório entre outros. Um ano depois foi contratado como estagiário e no ano seguinte foi efetivado.
“Ainda quando estagiário passei a ter contato com a área de Negócios, com o produto Seguros. Depois de passar pela função de auxiliar administrativo agora estou assistente administrativo, tendo passado por quatro cadeiras até agora. E pretendo crescer mais”, diz Cleiton que em 2020 cursará o último ano de Ciências Contábeis. “O sentimento que tenho pelo Sicredi é gratidão. Por ter acreditado em mim quando eu era um garoto, sem experiência. Investiu em mim. Fiz vários cursos e tenho gestores que apoiam meu crescimento. Isso torna a rotina de trabalho mais prazerosa. Pretendo continuar estudando para crescer mais. E tem pessoas aqui dentro que me inspiram”, afirma.
Foi no Sicredi que a estudante do 2º semestre do curso de Administração, Maria Emília dos Reis Ferreira, de 18 anos, descobriu o que quer profissionalmente. Assim como Cleiton, ela começou a trabalhar na instituição financeira cooperativa como aprendiz, em uma agência em Cuiabá (Sicredi Ouro Verde MT) quando tinha 15 anos. Todos os dias ela passava em frente a uma agência e imaginava como seria trabalhar lá. Tinha uma conhecida que havia trabalhado no Sicredi e elogiava bastante. Soube de uma vaga e se candidatou. “Passei por todo o processo seletivo, incluindo entrevista com o gerente da agência. Quando ele falou que eu seria contratada, fiquei muito feliz”.
Maria Emília começou ajudando na recepção da agência Santa Rosa, onde está até hoje. “Foi nessa função que entendi realmente o que é cooperativismo e os benefícios dele na sociedade, que é ajudar as pessoas a crescerem, além da missão e o relacionamento do Sicredi junto ao associado”. Depois de seis meses na função foi para o setor administrativo, onde conheceu atividades que a cada dia a ajudaram a ter certeza da carreira que gostaria de seguir: administração. Foi contratada como estagiária e ganhou mais responsabilidades até receber a notícia de que a partir de 6 de janeiro será efetivada. Passará a atuar em uma nova função, agora no caixa. “Estou ainda mais contente e com certeza de seguir com minha faculdade, fazer pós-graduação e aproveitar as oportunidades que o Sicredi oferece”.
Para a elaboração dos índices presentes no ranking foram levados em conta indicadores como Gestão Estratégica e de Objetivos, Liderança, Reconhecimento e Recompensa, Carreira, Gestão do Conhecimento e Educação Corporativa, Comunicação Interna, Participação e Autonomia, Relações Interpessoais, Processos e Organização, Saúde, Segurança e Qualidade de Vida, Sustentabilidade e Diversidade e Employer Branding.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem aproximadamente de 457 mil associados, com 176 agências em 140 municípios.
Fonte: Ascom Sicredi Sudoeste MT/PA - Paragominas