Notícias

A semente da cooperação, plantada em 2014 no município de Santarém, se proliferou por todos os municípios paraenses e cresce a cada ano, agregando novos parceiros. Em 2019, serão cinco grandes celebrações em regiões diferentes, além de outros projetos estruturados pelas cooperativas. Recebem a ação Santarém, Castanhal, Irituia, Paragominas e a grande novidade será o Dia C em Altamira!
O objetivo da campanha Dia de Cooperar é justamente criar uma corrente de voluntariado para disseminar os princípios cooperativistas na prática. São realizadas ações de cunho social em diversas áreas, como cidadania, cultura, saúde, esporte e lazer. O plano de atuação do Sistema OCB/PA é pulverizar a cultura da cooperação, fazendo com que as cooperativas, inicialmente apoiadoras, se tornem as protagonistas, promovendo grandes celebrações por todo o Estado.
“Muitos municípios não conhecem o cooperativismo. Consomem os produtos sem saber que são de cooperativas ou mesmo os benefícios sociais por trás de tudo isso. Queremos aos poucos fazer esse processo de transformação, conscientizando o povo paraense sobre a importância do segmento na geração de renda, emprego e na difusão da cultura da cooperação em uma sociedade marcada pelo individualismo”, explicou o coordenador da campanha no Pará, Diego Andrade.
A campanha inicia em Irituia, no dia 21 de junho. As realizadoras serão as cooperativas Cooapemi e D’irituia, com o apoio de parceiros estratégicos. A intenção é promover um momento de promoção da agricultura familiar, agregando também as universidades para discutir sobre produção, agroecologia e Sistemas Agroflorestais (SAFS). Além desse aporte técnico, projeta-se a realização de atividades de cidadania e saúde.
Já no primeiro sábado de julho, haverá três grandes eventos simultâneos em Santarém, Castanhal e Altamira. Santarém já chega ao sexto ano realizando a atividade. As cooperativas Sóstenes, Sicredi Norte MT/PA, Unimed Sul, MuiraquitãCoop, Ccampo e Central Oeste são as estruturadoras com o apoio da Prefeitura Municipal e Polícia Civil. Já Castanhal teve em 2018 um divisor de águas com um evento em maior proporção. A CEAC foi a realizadora e promete uma programação ainda maior neste ano. O objetivo é oferecer os mesmos serviços e potencializá-los, aumentando número de atendimentos e voluntários.
A novidade será a realização do evento em Altamira, com a promoção do Sistema OCB/PA e apoio das cooperativas do município. “Como nas demais edições, plantaremos a semente da cooperação também em Altamira, de modo que a marca do Dia C permaneça e perdure com o empoderamento das singulares locais. Já iniciamos a mobilização com os parceiros estratégicos para estruturar ações assertivas de acordo com as necessidades dos munícipes”, completou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Já em Paragominas, a celebração do Dia C ocorre no dia 7 de julho com o projeto Dia da Família no Parque. Em seu quarto ano seguido, a campanha entrou no calendário anual com a realização das cooperativas SICREDI Verde e COOPERNORTE.
O DIA C
O movimento nacional teve um ponto de partida em 2009, quando o Sistema OCB em Minas Gerais realizou o projeto inovador, desenvolvendo ações de responsabilidade social. O sucesso se tornou um projeto nacional a partir de 2013 com a realização em vários Estados. Em 2019, já são cerca de 1,5 mil cooperativas participantes, beneficiando mais de 2 milhões de pessoas por edição com o trabalho de quase 122 mil voluntários.

As cooperativas de trabalho, que envolvem segmentos econômicos como o educacional, recolhem suas contribuições previdenciárias com uma alíquota de 20% desde 2015, quando a Receita Federal alterou a forma de participação de custeio da categoria. Para retornar ao percentual originário de 11%, as cooperativas educacionais de Santarém se reuniram com o deputado Federal, Olival Marques. O parlamentar enviará proposta de emenda à reforma da previdência com a reivindicação do setor.
O regime previdenciário brasileiro é baseado em um sistema de custeio tripartite: contribuem os empregados, as empresas e o Estado. Até 2015, as cooperativas de trabalho faziam suas contribuições previdenciárias com uma alíquota de 11% e as empresas que as contratavam faziam contribuição patronal de mais 15% para a previdência.
Naquele ano, o sindicato das cooperativas de trabalho de São Paulo impetrou e ganhou ação no Tribunal Superior de Justiça (TSJ), alegando a ilegalidade da contribuição patronal de 15%. A Receita Federal recorreu ao Supremo Tribunal Federal que deferiu a decisão do TSJ. Em maio do mesmo ano, o secretário da Receita emitiu o ato declaratório de interpretação Nº5, aumentando a alíquota de 11% para 20% aos cooperados vinculados a cooperativas de trabalho e assemelhados.
“A ação aumentou nossa contribuição previdência significativamente. Nossas cooperativas de educação, inclusive, também recolhem com a mesma porcentagem. É uma injustiça para uma categoria que trabalha muito e não ganha tanto. Por isso, estamos buscando parcerias com o parlamento para, já nesta reforma da previdência, diminuir a alíquota”, explicou o representante do ramo Educacional na OCB/PA, Almerindo Ribeiro.
Na última semana, uma comitiva formada por singulares de educação se reuniram com o deputado federal, Olival Marques, para apresentar suas demandas. Além de Almerindo, participaram o Presidente da Coopsostenes, Arildo Nogueira, a Presidente da Cooperatalaia, Elaine da Silva e a Presidente da Catarina Huber, Cleoma Pantoja, assim como outros membros das diretorias das cooperativas.
O grupo está formatando a proposta e irá encaminhar para o parlamentar, que fará a apresentação de emenda à reforma da previdência já na próxima semana, durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça. O objetivo é que o segmento volte a contribuir com a alíquota de 11%. Cooperativas de todo o Estado serão acionadas para também subscrever a proposta.
“Já iniciamos o contato com o deputado Olival Marques antes mesmo das últimas eleições, quando realizamos o lançamento da agenda política do cooperativismo paraense. O parlamentar foi representado, também, se comprometendo a lutar pelos interesses de nossas cooperativas. Esperamos que a câmara dos deputados compreenda a necessidade de reajustar a alíquota de contribuição para uma categoria tão estratégica para a sociedade brasileira. A crise econômica afetou diretamente os educadores e a iniciativa contribuirá bastante para a readaptação das nossas cooperativas”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Com uma história construída por várias mãos, a Sicoob Cooesa vem contribuindo para abrir as portas do cooperativismo financeiro para a população paraense. A cooperativa comemora 25 anos de sucesso com mais de 3 mil cooperados, posicionando-se como uma das mais relevantes alternativas de crédito no Estado. Parabéns Sicoob Cooesa!
Em 1994, o paraense sentia no bolso os efeitos de uma inflação exorbitante. Nesse cenário de crise, 42 funcionários da Alepa tiveram uma grande ideia: cooperar. Foi então que surgiu a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Sicoob Cooesa). Hoje, a cooperativa possui pontos de atendimento em Castanhal, Santarém e três agências em Belém. Há ainda projetos para atingir outros municípios como Bragança, Monte Alegre e os demais da região do Tapajós.
“Nascemos em um momento de crise e tivemos a necessidade de nos organizar. O cooperativismo tem esse impulsionamento de se reinventar sempre. Durante este tempo todo, nos reinventamos. Éramos específicos da Assembleia Legislativa, depois ampliamos para os servidores de todo o Estado e, hoje, somos de livre admissão. Qualquer cidadão pode se tornar associado da cooperativa. Eu, que sou sócia fundadora, sinto muito orgulho em participar deste momento”, afirma a presidente da Sicoob Cooesa, Francisca Uchôa.
A cooperativa oferece todos os serviços de uma rede bancária tradicional, tais como conta corrente, poupança, financiamentos, convênios (arrecadações), consórcios, seguros, câmbio, cartões de crédito e caixas eletrônicos. É uma instituição financeira controlada pelo Banco Central do Brasil como qualquer banco, porém, com algumas e vantagens. Ao invés de um único dono, os clientes, ao se associarem, também se tornam donos do negócio. É um empreendimento coletivo regido de forma democrática por assembleias gerais dos clientes-sócios que decidem, por exemplo, as taxas de juros, os integrantes da diretoria e ainda dividem o lucro anual proporcionalmente.
“A Cooesa tem 25 anos de existência em prol do desenvolvimento da sociedade paraense através do crédito e o Sistema OCB/PA parabeniza os cooperados por essa importante história de cooperação. Todos os ramos do cooperativismo dependem de um acesso justo a serviços financeiros. Seja um produtor do campo, um empreendimento educacional, de transporte, de saúde, enfim. Contamos com a continuidade e expansão desse apoio ao crescimento econômico das outras atividades, o que se reflete nos mais diversos benefícios sociais”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Em cada veículo que se enxerga o selo “Eu sou Cencopa”, a população paraense pode ter certeza de um transporte de qualidade, segurança e com diversidade de rotas. Essas são algumas marcas registradas na Central das Cooperativas de Transporte do Estado do Pará (CENCOPA), que promove campanha de marketing para ampliar o reconhecimento da marca.
Na ação de padronização, serão mais de mil veículos com o adesivo que representa a união entre as cooperativas que compõem a Central. O objetivo é sinalizar um novo momento da CENCOOPA, com inovação e comprometimento.
“Somos cooperativas com tradição dentro das áreas específicas de atuação, mas precisamos reforçar para o povo paraense que somos uma entidade maior. Fazemos parte de uma organização estruturada, a nossa Central, que garante maior credibilidade, segurança jurídica e melhores condições infraestruturais para proporcionar um transporte público de qualidade para todos que utilizam nossos serviços”, explicou o presidente da CENCOPA, Valdemar Rodrigues.
Para o presidente da singular COPASUL e diretor da CENCOPA, Tarley Carvalho, a ação é estratégica para o fortalecimento da Central. “Juntos, já obtivemos conquistas importantes no aspecto político como a regulamentação do transporte alternativo intermunicipal. No entanto, também precisamos avançar no aspecto comercial, unindo todos os nossos cooperados em prol de um só objetivo: ampliar a representatividade das nossas cooperativas no mercado do transporte paraense”.
A CENCOPA foi criada em 2015 com apenas sete cooperativas. Atualmente possui 16 filiadas, o que lhe confere maior força política. As singulares estão pulverizadas em pontos estratégicos que fazem uma integração no Estado. Compõem a Central a COMASPA (Tucuruí), COTCAP (Pacajá), COOTAIT (Altamira), COOPTTAIL (Tailândia), COOROVAN (Rondon do Pará), COODEVAN (Dom Elizeu), TRANSJAC (Jacundá), COONTRANSULPA (Redenção), COOPERTASP (Xinguara), COPASUL (Marabá), COOMTAGP (Marabá), TRANSUL (Marabá) COOPERTRANS (Itaituba), COOCANVULP (Parauapebas), BUBURÉ (Itaituba) e COOPERMAG (Marabá).
"A Central está geograficamente disposta de modo estratégico. Isso converge em força política para o transporte rodoviário complementar. Onde o ônibus de maior porte não vai, as cooperativas vão, transportando passageiros de ramais até às vias e regiões principais. É um trabalho muito importante. Por isso é necessário estarem unidas para promoverem o desenvolvimento de suas atividades”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


Cooperativas de todo o Estado se reuniram em Belém por ocasião da Feira de Negócios do Cooperativismo. A FENCOOP foi a atração principal do mês, que também teve ações estratégicas como o Seminário Internacional do Ramo Agropecuário Paraense, aula inaugural do Mestrado Profissional e início do MBA para a Região Oeste.
Ao longo dos dias 24 a 26 de abril, a FENCOOP recebeu cerca de 5 mil pessoas na Estação das Docas. Geração de novos negócios, reconhecimento por parte da sociedade paraense e avanços na representação política foram alguns dos expressivos resultados gerados pela Feira de Negócios. No total, foram movimentados R$ 2,3 milhões para as cooperativas.
Já a aula inaugural do Mestrado ocorreu no dia 08. Com o Programa, o Pará é um dos poucos Estados no Brasil a ter mestres com foco no cooperativismo. De acordo com a Diretoria Geral do IFPA, a parceria com o Sistema OCB/PA se estenderá para o âmbito do ensino técnico, graduação e pós-graduação.
Na mesma semana do início do Mestrado, Santarém também teve uma importante conquista no âmbito da qualificação cooperativista. Iniciou-se o primeiro curso descentralizado de pós-graduação latu sensu em Gestão de Cooperativas. Participam dirigentes, conselheiros e funcionários de singulares adimplentes no Sistema OCB/PA.
“Abril de 2019 talvez tenha sido o mês mais importante para o cooperativismo no Pará em toda a sua existência. Foram momentos históricos que, sem dúvida, continuarão reverberando para o desenvolvimento das cooperativas no fomento a novos negócios, profissionalização da gestão e qualificação profissional”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Veja o documento na íntegra: https://drive.google.com/file/d/12JWdSHBgVBweU4PZysoSXyqWEGBCvFET/view

Em todo o Pará, somos 93.547 cooperados, 3.854 empregados e 215 cooperativas. Somos a força do empreendedorismo coletivo que segue crescendo em ritmo acelerado!
Confira todos os dados do setor no nosso Diagnóstico do Cooperativismo Paraense. O documento traz informações estratégicas sobre os eixos produtivos operados pelas cooperativas, nível de verticalização, certificação, logística, canais de acesso ao mercado, crédito e principais eixos de dificuldade das cooperativas.
Veja o documento na íntegra: http://twixar.me/HY3n

Diariamente, mais de 4 mil paraenses são atendidos somente pela Cooperativa de Profissionais Autônomos no Transporte de Passageiros e Turismo de Outeiro (COOPTRANSALTO). O desenvolvimento da singular e das demais atuantes no ramo é indispensável para melhoria do transporte público no município, motivo pelo qual o presidente da câmara dos vereadores de Belém, Mauro Freitas, visitou a sede da cooperativa na última semana.
A COOPTRANSALTO possui 33 cooperados, 47 motorista auxiliares, 36 cobradores e um funcionário. São 26 vans circulando na rota Outeiro-Icoaraci. Com uma população total de aproximadamente 82 mil pessoas, o município carece de maiores alternativas de transporte público.
“Ano passado, tivemos uma grande conquista que foi a regulamentação do transporte complementar, pauta que debatemos e aprovamos na Câmara Municipal de Belém. É certo que muito ainda precisa ser feito para melhor atendermos a população. Acredito que as cooperativas, quando bem organizadas como a Cooptransalto, são o caminho para que tenhamos um transporte público com qualidade não somente na Ilha de Caratateua, mas em todo o Estado”, afirmou Mauro Freitas.
Após a visita, o vereador se comprometeu em marcar reunião com o diretor superintendente em exercício da Semob, Gilberto Barbosa, para debater sobre a regulamentação do transporte alternativo. “Conhecemos o vereador há bastante tempo e é sempre uma honra receber o presidente da câmara municipal de Belém. Ele pode conhecer a estrutura da nossa cooperativa, conversar com a diretoria e discutir sobre como podemos melhorar a circulação da população dentro de outeiro através das cooperativas”, explicou o presidente da COOPTRANSALTO, Itanael Lopes.


O modelo cooperativo é uma das apostas da SECULT para dinamizar a economia cultural do Pará. A Secretaria de Estado promoveu, em parceira com o Sistema OCB/PA, curso de capacitação para 50 empreendedores que participarão do 1º Parque Criativo, evento a ocorrer no próximo sábado no Parque da Residência. O objetivo é a organização dos produtores em cooperativas.
O projeto Parque Criativo é um modelo de ação que engloba diversas linguagens artísticas e culturais unidas ao Empreendedorismo Criativo da Amazônia. A intenção é unir, no dia 11 de maio, 50 empreendimentos criativos do Pará, dinamizando a diversidade cultural com apresentações musicais, cênicas, atividades holísticas e botânicas.
Foram selecionados 10 empreendimentos de moda (vestuário e acessórios), 10 empreendimentos de artesanato (marajoara, miriti, cerâmicas tapajônicas), 10 empreendimentos da botânica (flores, produtos artesanais orgânicos e medicina amazônica), 5 food trucks e 5 sebos, discos e livraria cultural.
Todos os expositores da 1ª Edição do Parque Criativo participaram de diversos cursos de qualificação ofertados pelo Sebrae/PA e OCB/PA, envolvendo áreas de marketing, precificação, atendimento e institucionalização em cooperativas. Na última sexta (03), os produtores participaram do Curso de Primeiras Lições sobre cooperativismo, na sede do Sistema OCB/PA.
“Este é o início das ações que planejamos executar junto à SECULT, contribuindo para tornar a produção cultural paraense ainda mais efetiva, tanto como forma de preservar a identidade paraense quanto para promover as condições necessárias ao crescimento econômico dos nossos empreendedores organizados em cooperativas”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

No projeto, serão abrangidas as regiões de Salinas, Mosqueiro, Ananindeua, Marituba, Belém e Região Metropolitana. O Parque da Residência será aberto para a exposição de produtos criativos amazônicos e apresentações artísticas com o objetivo de fortalecer a economia no âmbito cultural, criativo e social, assim como a oferta de evento cultural com foco na ampliação de espaços para artistas.
“Através deste projeto, iniciamos a experiência de utilização do Parque da Residência, oferecendo à cidade de Belém um novo espaço de lazer e de dinamização econômica criativa, fortalecendo a cultura e ampliando parcerias institucionais juntamente com a sociedade civil do Estado”, enfatizou a titular da SECULT, Úrsula Vidal.
Serviço: A 1ª Edição do Parque Criativo ocorre no sábado (11) de 09h às 17h no Parque da Residência.

Em apenas um ano, os alunos do programa Aprendiz Cooperativo da Unimed Belém obtiveram conhecimentos variados com base nos princípios cooperativistas. Crescimento profissional, pessoal e humano que levarão para toda a vida. Para encerrar esse ciclo com chave de ouro, as turmas realizaram atividade com apresentação dos trabalhos finais do curso.
Os alunos da tarde abordaram sobre o panorama geral do Cooperativismo e suas implicações no âmbito das relações interpessoais.
Já a turma da manhã produziu materiais audiovisuais com cooperativas participantes da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) e com empreendedores da capital paraense.
Confira nos links:
Vemtimbora Empreender: https://www.youtube.com/watch?v=I4cazv-LfmY&t=47s
Cooperativas da FENCOOP:
https://www.youtube.com/watch?v=uVNceG9qR14


A representação política das cooperativas será fortalecida com a retomada da Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo (FRENCOOP). Em articulações na Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA), a deputada estadual professora Nilse Pinheiro encaminhou projeto de resolução para a presidência da casa, cuja finalidade é reiniciar a Frente. A primeira ação foi a audiência pública promovida pela deputada na ALEPA, na última sexta (03), para esclarecer sobre as principais demandas do setor.
Em março, Nilse Pinheiro iniciou diálogo com o Sistema OCB/PA, se comprometendo em reativar a FRENCOOP. Foram recolhidas as assinaturas dos parlamentares para o projeto de resolução em Sessão Ordinária da Alepa na última semana, na qual todos os presentes sinalizaram positivamente, totalizando 28 deputados integrantes. O projeto segue para deferimento do presidente da Alepa, Daniel Santos.
“Após essa aprovação, faremos a primeira reunião ainda neste mês, convocando todos os que assinaram. Teremos esse primeiro crivo para identificar quem realmente assumirá a luta pelos direitos das cooperativas com efetividade. O Sistema OCB/PA também participará deste momento, orientando acerca das pautas prioritárias com maior profundidade para definirmos nosso plano de ação”, enfatizou professora Nilse Pinheiro.
A prioridade do segmento cooperativista é a regulamentação da Lei Estadual 7.780, que define a política de apoio ao cooperativismo do Pará. As reivindicações foram apresentadas pelo presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, na audiência pública da última sexta (06). Com o tema “Os caminhos do Empreendedorismo e Cooperativismo no Pará”, a sessão reuniu integrantes da sociedade civil, instituições públicas e parlamentares. Além do Sistema OCB/PA, estiveram presentes representantes do SEBRAE/PA, Banpará, Sindicombustível, a secretária adjunta da Secretaria Estadual da Fazenda, Simone Morgado e o deputado estadual Osório Juvenil.
A lei foi apreciada e aprovada pela ALEPA no dia 26 de dezembro de 2013 por unanimidade e em tempo recorde, sem oposições ou ressalvas. No mesmo ano, o Governo sancionou a lei que versa sobre um conjunto de diretrizes e regras voltadas para o incentivo à atividade. Foram criados mecanismos que, na teoria, estimulam o contínuo crescimento, prestação de assistência educativa e técnica às cooperativas, além de incentivos financeiros, econômicos e fiscais.
Entretanto, a lei foi aprovada, mas não regulamentada, o que impossibilitou os efeitos diretos desse amparo legal. A FRENCOOP buscará a regulamentação de diversos pontos da Lei 7.780, dentre os quais, sete medidas estratégicas: A criação do Conselho Estadual do Cooperativismo; A inclusão do cooperativismo na rede de ensino estadual; Criação do Fundo Estadual do Cooperativismo; Assentos para a Organização das Cooperativas Brasileiras no Pará em Secretarias Estaduais e na Junta Comercial do Pará; Diferimento Fiscal para as cooperativas; Consignação dos Servidores nas Cooperativas de Crédito; Aplicação Da Condição De Igualdade Nos Processos De Contratação Estadual.

A regulamentação é de competência do poder executivo estadual, que inclusive demonstrou sinalização positiva para o processo ainda no período de campanha. O vice-governador, Lúcio Vale, participou do lançamento da agenda política do cooperativismo paraense no ano passado, assinando o compromisso de contribuir para o crescimento do setor.
Após a organização da FRENCOOP, a Frente iniciará as articulações políticas junto ao governo para regulamentar a lei com encaminhamento de projeto indicativo. “A Lei já esta pronta. Apenas precisamos fazer a indicação para o nosso governador. Acredito que ainda neste ano teremos uma legislação regulamentada que apoie nossas cooperativas. Tenho certeza que, juntos com o apoio de cada cooperativista, iremos avançar. Coloco nosso mandato à disposição do cooperativismo para que se tornar uma pauta continuada diariamente no parlamento”, completou Nilse Pinheiro.
Ao longo de todo o Pará, há diversas singulares bem estruturadas, competitivas e com mercado a ser explorado, mas que carecem de apoio para alçarem voos maiores. Regulamentando os pontos destacados, a Lei facilitará a operacionalização de vários segmentos cooperativistas, gerando renda, emprego e receita para o Estado.
“É uma ação estratégica para fomentar o desenvolvimento socioeconômico do povo paraense, criando-se um ambiente de negócio favorável ao empreendedorismo cooperativo. Nossa expectativa é muito grande com o apoio da deputada Nilse Pinheiro, que está demonstrando, não somente com discursos, mas com ações práticas, que estará na frente das discussões sobre o cooperativismo na Assembleia Legislativa do Pará”, afirmou Ernandes Raiol.


De um lado, chocolate da transamazônica. De outro, crédito democrático e vantajoso. A cada corredor da FENCOOP, havia um segmento de negócio diferente e surpreendente, um mundo a ser melhor explorado. Tamanha diversidade encantou a cada visitante que participou da Feira de Negócios do Cooperativismo. A programação foi uma oportunidade para os paraenses conhecerem de perto o que são as cooperativas.
Celso Martins Golveia, empresário do ramo agrícola, veio de Paragominas para um atendimento médico e, passeando pela Estação das Docas, se encantou com as singulares do ramo agropecuário.
“O evento foi bastante interessante, porque divulga o que o Estado produz. Não sabia que havia fábrica de chocolate no Pará. Imaginava que só tínhamos o produto bruto, sem verticalização. E é muito bom. Comprei tanto o licor de cacau quanto as barras chocolate da CacauWay”.
Já o empresário Edvaldo Nascimento de Souza foi à FENCOOP com intenção de se informar sobre o passo a passo da constituição de uma cooperativa. A intenção é organizar os moradores de seu condomínio em uma singular para a montagem de uma mini-usina fotovoltaica, distribuindo os créditos energéticos entre os cooperados.

Para realizar esse grande projeto, obviamente, o grupo precisa de crédito e Edvaldo encontrou diversas vantagens nas cooperativas financeiras. “Visitei os estandes do Sicredi e do Sicoob. Já os conhecia através dos comentários de familiares que são associados, mas não tinha muita aproximação. Fizemos um grupo de perguntas e faremos uma visita na sede das cooperativas para nos aprofundarmos ainda mais”.
Em relação ao perfil do publico de visitantes, a FENCOOP recebeu empresários, entidades governamentais, cooperativas e estudantes, que possibilitarão geração de novos negócios por meio da intercooperação. De acordo com dados levantados entre os expositores, a Feira possibilitou perspectiva de negócios futuros para 96% das cooperativas.
“Alcançamos um dos nossos objetivos nevrálgicos, relacionado ao reconhecimento do cooperativismo por parte da sociedade paraense. Os nossos produtos e serviços já são consumidos, porém, não se tinha a percepção de que constituem um modelo de negócio diferenciado. Creio que, doravante, o cooperativismo fará parte do dia a dia do paraense de modo mais expressivo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Geração de novos negócios, reconhecimento por parte da sociedade paraense e avanços na representação política foram alguns dos expressivos resultados gerados pela Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). A programação recebeu cerca de 5 mil pessoas ao longo dos dias 24 a 26 de abril na Estação das Docas. No total, a FENCOOP movimentou R$ 2,3 milhões para as cooperativas.
O Sistema OCB/PA fez uma pesquisa para mensurar o impacto comercial gerado pela FENCOOP. Do volume de negócios gerados, 26% foram acima de R$ 50 mil, 4% até R$ 40 mil, 18% até R$ 30 mil, 26% até R$ 10 mil reais e 26% de negócios gerados até R$ 1 mil reais. Outro dado importante foi a geração de oportunidade de negócios futuros para 96% dos expositores.
“Na análise feita, a idade dos nossos visitantes impacta diretamente em possíveis novos negócios, uma vez que estão na margem da população economicamente ativa. O nível de escolaridade também foi avaliado, pois, além da boa experiência com o que foi exposto, os consumidores demonstraram preocupação com o produto que consomem, tanto em qualidade quanto na forma de produção deles”, ponderou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Um ponto importante foi a geração negócios por meio da intercooperação, uma vez que aproximadamente 50% dos visitantes foram cooperados de outras cooperativas. No total, 32% dos visitantes já utilizam produtos de cooperativas e 63% após visitarem a 1ª FENCOOP demonstraram interesse em utilizar. Dentro desse número, 45% dos visitantes se demonstraram surpresos com a variedade e qualidade dos produtos e serviços que as cooperativas ofertam. Em relação ao nível de satisfação, 96% dos expositores estão muito satisfeitos ou satisfeitos com a 1ª FENCOOP e com sua organização.
Para as singulares dos ramos agropecuário, mineração e especial, a Feira proporcionou comercialização direta dos produtos. Já para cooperativas de saúde, crédito, transporte, trabalho, turismo e lazer, a FENCOOP foi uma oportunidade para prospecção de associados e clientes. Em relação às educacionais e produção, além de prospecção de negócios futuros, o ganho também foi em visibilidade, uma vez que a feira recebeu visitantes do Estado todo.
“Os dados são bastante relevantes, pois mostram que a FENCOOP gerou resultados expressivos para a expansão dos negócios das cooperativas. A partir dessas informações, construiremos o planejamento das próximas edições sempre pensando em como potencializar o evento e gerar impactos positivos ainda maiores”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


Autoridades políticas, instituições públicas, universidades e, claro, o público paraense conheceu o crescimento do cooperativismo em números. Na abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), o Sistema OCB/PA apresentou os dados consolidados do 2º Diagnóstico do Cooperativismo. Em todo o Pará, são 215 cooperativas, 93.547 cooperados e 3.854 empregados.
No ranking relacionado à quantidade de cooperativas, o ramo transporte manteve a liderança com 75 singulares, seguido do agropecuário com 62 e do ramo trabalho com 25 cooperativas. Em relação aos cooperados, o ramo mineral lidera com 47.281 sócios, seguido dos ramos crédito com 30.136 e do agropecuário com 6.083 cooperados.
O Diagnóstico possui dados apenas de cooperativas ativas e registradas no Sistema OCB/ PA. Foi construído através de perguntas que perpassam pelas dimensões sociais, gerenciais, produtivas e mercadológicas. Após esses elementos, são apresentados análises por meios de textos e infográficos ilustrados no decorrer dos estudos.
Foram ouvidas cooperativas dos ramos Agropecuário, Consumo, Educacional, Crédito, Especial, Infraestrutura, Saúde, Mineral, Produção, Transporte, Turismo/Lazer e Trabalho. Pontuam-se questionamentos acerca da organização social, verticalização do empreendimento, gestão e mercado. Após o levantamento, as informações foram validadas pelos gestores e técnicos do Sistema OCB/PA.
“Tais números permitem não só conhecermos as realidades locais, mas também possibilitam orientar atividades técnicas do próprio Sistema OCB/PA, bem como debater sobre políticas públicas com as esferas governamentais”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
No documento, constam informações sobre os números gerais de cooperativas, empregados e cooperados por ramo, traçando um perfil de cada segmento. Analisa-se os eixos produtivos operados, nível de verticalização, certificação, logística e distribuição, canais de acesso ao mercado, acesso ao crédito e principais eixos de dificuldade das cooperativas.
Os dados do 2º Diagnóstico confirmam o crescimento do setor. Em número de profissionais autônomos empreendendo através do cooperativismo, houve um crescimento de 25% até o início de dezembro de 2018, comparando-se ao mesmo período do ano anterior. Com o aumento de profissionais incluídos na dinâmica de produção e comercialização, a tendência é que a geração de empregos em 2019 seja maior no mercado cooperativista. As apostas são na verticalização da cadeia produtiva.
“Os números mostram o crescimento do setor e o dinamismo dos ramos, além de sua importância econômica, social e até mesmo ambiental para os municípios paraenses. Prospectamos um perene caminho de desenvolvimento através de cooperativismo forte e consolidado”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Leia o documento na íntegra:
A Feira de Negócios do Cooperativismo apresenta o segmento em programação aberta ao público na Estação das Docas

Ao longo de quase 90 anos, as cooperativas estão juntas ao povo paraense, cuidando de sua saúde, trazendo o alimento do campo para a sua mesa, transportando seus filhos, financiando os seus sonhos. Mesmo com toda essa relevância socioeconômica, o reconhecimento do setor ainda é pouco evidenciado. Esse quadro começa a mudar com a Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), evento promovido pelo Sistema OCB/PA durante esta semana que reúne cooperativas de todo o Estado no centro da capital paraense.
De quarta (24) a sexta (26), as singulares expõem seus produtos e serviços para a população, divulgando os diferenciais competitivos do segmento econômico. Na abertura oficial, participaram autoridades políticas, acadêmicas, instituições parceiras estratégicas, líderes cooperativistas, representantes de unidades estaduais do Sistema OCB/PA e instituições com potencial comercial dos produtos cooperativos.
No dispositivo oficial de abertura, estiveram o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PA, Sebastião Campos, a representante do Governo, deputada estadual Nilse Pinheiro e o representante da OCB Nacional, João Pietro. Na ocasião, foi lançado o 2º Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, documento que trouxe dados consolidados para apresentar o setor ao público.
No Pará, estão atuando regularmente 215 cooperativas, 93.514 cooperados e 3.854 empregados. Em número de cooperativas, os destaques são o ramo transporte, agropecuário e trabalho. Em número de cooperados, lideram os ramos mineral, crédito e agropecuário.

“Chegou o momento de ultrapassarmos as barreiras do desconhecimento e abrirmos espaço para o potencial do cooperativismo, antes implícito, mas, agora, urgente. Estamos vivendo uma nova era, um novo tempo para o nosso Estado. É um momento de abertura de fronteiras que ficará gravado na nossa história e cada pessoa presente foi testemunha”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA.
Em seu pronunciamento, a deputada Nilse Pinheiro destacou as articulações junto ao Sistema OCB/PA para ampliar os avanços políticos em prol das cooperativas. Na Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa da quarta (24), a parlamentar recolheu assinaturas de deputados para projeto de resolução para implemento da Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo do Estado do Pará.
Na oportunidade, o Sistema OCB/PA assinou um termo de cooperação técnica com a Rede de Cooperação pela Segurança e Sustentabilidade RCS2, assumindo o compromisso de contribuir para a promoção da paz nos bairros de Belém, promovendo ações de desenvolvimento do cooperativismo. Finalizando a cerimônia de abertura, também foi feita a certificação dos alunos concluintes do 2º MBA em Gestão de Cooperativas, promovido pelo SESCOOP/PA. Foram certificados 22 cooperativistas que atuam como colaboradores, conselheiros, diretores e presidente de singulares paraenses.

PROGRAMAÇÃO
Ao longo de 3 dias, a população paraense pode conhecer o que há de melhor em produtos e serviços de cooperativas. São 20 estandes montados com cerca de 50 cooperativas representando os ramos educação, mineração, transporte, crédito, consumo, saúde, especial, agropecuário, produção, trabalho, turismo e lazer.
A Feira é uma oportunidade para reforçar a capilaridade econômica do cooperativismo, representando diversos municípios: A região nordeste, com os seus produtores de soja; a região metropolitana, reconhecida por suas singulares de saúde, transporte e crédito; o oeste e seus agricultores familiares e educadores; o sul e sudeste que concentram garimpeiros da baixa mineração.
“São vários sonhos envolvidos em forma de empreendimentos cooperativistas dos 4 cantos deste Estado. É chegada a hora de nos unirmos para fazermos cooperativas grandes. O cooperativismo está de portas abertas para contribuir com o desenvolvimento da população paraense. Juntos somos mais fortes e podemos ir mais longe”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Nesta quinta (25), a FENCOOP promoveu curso acerca das atualizações sobre o E-Social. A plataforma exige um novo posicionamento em relação às documentações legais que devem ser entregues ao Governo Federal, obrigando empresas e cooperativas a se adequarem às mudanças nas áreas financeira, jurídica, contábil, recursos humanos e segurança do trabalho. Pela parte da tarde, às 14h, as singulares registradas e adimplentes se reúnem em Assembleia Geral Ordinária (AGO) para deliberar sobre os rumos do cooperativismo paraense.
Já no dia 26, último dia da FENCOOP, a programação será voltada para a gestão de cooperativas com palestra sobre vendas e liderança. Pela manhã, será ministrada a palestra “Venda de Sucesso - Negócio Fechado em Venda” e, pela tarde, a palestra “Liderança Inspiradora de Resultados”.


Unir pessoas para compartilhar resultados é o que move a Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). Tal finalidade será alcançada pelo apoio de parceiros que vivem, apoiam e acreditam no cooperativismo: UNIMED Belém, SEBRAE/PA, SICREDI, SICOOB e UNIODONTO Belém. As cooperativas e entidades serão presença confirmada na Feira que ocorre no período de 24 a 26 deste mês na Estação das Docas. A expectativa é que participem aproximadamente 10mil pessoas ao longo dos três dias.

UNIMED Belém
A cooperativa tem a missão de cuidar de vidas, com qualidade e segurança. Possui pronto-atendimentos, laboratórios, ambulâncias e hospitais credenciados para garantir qualidade na assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar. A Unimed Belém tem 1.852 cooperados e 2.079 colaboradores, que atendem 276 mil clientes da capital e 36 mil de outros Estados em intercâmbio. A cooperativa faz parte do Sistema Unimed, a maior cooperativa na área de saúde do mundo. Conta atualmente com 114 mil médicos cooperados.
“Nossa expectativa é grande em participar da FENCOOP como um dos representantes do ramo Saúde no Pará, mostrando para a população paraense que somos uma cooperativa que contribui para o desenvolvimento da nossa sociedade”, reiterou o presidente da Unimed Belém, Wilson Niwa.

UNIODONTO Belém
A cooperativa é líder de mercado e possui, hoje, 596 cirurgiões-dentistas em todas as especialidades odontológicas. Atua no estado do Pará atendendo cerca de 130 mil usuários de 445 empresas, planos individuais e familiares. Na UNIODONTO Belém, o dentista é sócio da cooperativa com o compromisso de prestar assistência odontológica a todos os seus usuários, com excelente nível de qualidade e menor custo. O modelo contratual é baseado nas exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (A.N.S.).
SICOOB e SICREDI
Os sistemas de crédito SICOOB e SICREDI também serão parceiros da FENCOOP. As cooperativas financeiras oferecem todos os serviços de uma rede bancária tradicional, tais como conta corrente, poupança, financiamentos, convênios (arrecadações), consórcios, seguros, câmbio, cartões de crédito, caixas eletrônicos. O diferencial das singulares é que, ao invés de um único dono, os clientes das cooperativas também se tornam donos do negócio ao se associarem. É um empreendimento coletivo regido de forma democrática por assembleias gerais dos sócios-clientes que decidem, por exemplo, as taxas de juros, os integrantes da diretoria e ainda dividem o “lucro” anual para todos proporcionalmente.
O resultado do último exercício financeiro do Sicredi, por exemplo, chegou a R$ 2,7 bilhões. Mais da metade retornará para os associados ao Sistema no Brasil. Em terras paraenses, as sobras chegaram a R$10 milhões. A projeção é que esse número dobre em 2019 com as sete agências a serem inauguradas no Estado em seis municípios. Já o Sicoob registrou “lucro” líquido nas cooperativas de R$ 3,121 bilhões em 2018, uma alta de 12,2% ante o ano anterior. O resultado bruto da intermediação financeira subiu 9,7%, a R$ 7,202 bilhões. O Sistema terminou 2018 com 4,4 milhões de cooperados e 2,9 mil pontos de atendimento.

SEBRAE/PA
Outro parceiro estratégico da FENCOOP e do cooperativismo é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Pará (Sebrae/PA). A missão institucional do Sebrae é promover o desenvolvimento sustentável, a competitividade das micro e pequenas empresas e o fomento ao empreendedorismo nos municípios paraenses. A instituição atua junto ao cooperativismo paraense por meio de apoio ao cooperativismo de crédito com o objetivo de financiar micro e pequenas empresas atendidas pelo Sebrae, além de executar ferramentas como o SebraeTec.
“Agradecemos o apoio da UNIMED Belém, SEBRAE/PA, SICREDI, SICOOB e UNIODONTO Belém por acreditarem nessa causa e tornarem a Feira de Negócios do Cooperativismo uma realidade. Nosso objetivo é mantê-la como agenda fixa no calendário anual da capital paraense para que o nosso povo reconheça o que somos”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: A abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre no dia 24 de abril às 19h. A exposição das cooperativas inicia logo após a cerimônia, seguindo até 22h. Nos dias 25 e 26, a exposição inicia às 14h.

Iniciou-se uma nova etapa para o cooperativismo paraense com a aula inaugural do Mestrado Profissional. Representantes de diversos municípios e ramos econômicos participam deste momento histórico para o setor no Pará, que será um dos poucos Estados no Brasil a ter um grupo seleto de mestres com foco no cooperativismo. De acordo com a Diretoria Geral do IFPA, a parceria com o Sistema OCB/PA se estenderá para o âmbito do ensino técnico, graduação e pós-graduação.
A aula inaugural ocorreu na última segunda (08), na sede do Sistema OCB/PA. Na mesa oficial, se pronunciaram o presidente Ernandes Raiol, o diretor da pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação do IFPA, Saulo Silva, o diretor geral do IFPA, Adebaro Reis, a Coordenadora do curso, Marina Regina e o professor doutor da UFRA, José Romano. Ao longo da semana, os alunos já iniciaram a grade curricular com a disciplina de metodologia aplicada.
“Estamos felizes em poder contribuir e aprender junto com todas as cooperativas. A oferta de qualificação e produção de tecnologias sociais é uma das nossas finalidades alcançadas através de parcerias. Tenho certeza que esta turma não busca apenas um título acadêmico, mas sim a qualificação necessária para desenvolver e melhorar o meio em que estamos inseridos”, afirmou o Diretor Saulo Silva.
O curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares tem como objetivo geral formar profissionais, visando o desenvolvimento rural sustentável com base em sistemas integrados de produção agropecuária, extrativista e agroindustrial. Neste sentido, o projeto do curso está voltado para a atuação no meio rural, a partir da compreensão da dinâmica e do manejo de agroecossistemas e da gestão de empreendimentos agro com ênfase no processo histórico, cultural e ambiental.
Uma das grandes novidades apresentadas pelo Diretor Geral do IFPA, Adebaro Reis, foi a continuidade da parceria com a oferta de cursos técnico e tecnólogo em curto e médio prazo, assim como de doutorado a ser planejado a longo prazo.
“Queremos, já neste primeiro semestre, ofertar uma turma em tecnólogo em cooperativismo e iremos propor uma turma de técnico na modalidade proeja para contribuir ainda mais com a qualificação do quadro social das cooperativas. Iremos trabalhar nas três modalidades de ensino que estão ao nosso alcance: ensino técnico, graduação e pós-graduação. São laços fraternos que estamos construindo e que se unem cada vez mais”.

O CURSO
Em julho de 2018, o Instituto Federal do Pará (IFPA) do Campus Castanhal assinou convênio de cooperação técnica com o Sistema OCB/PA. A partir da parceria, foi lançado o edital do Processo Seletivo do Curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares. Será possibilitada, ao egresso, a capacidade de disseminar e construir tecnologias e inovações numa perspectiva integrada, envolvendo os sistemas de cultivo, criação, agroextrativista e agroindustrial.
O Mestrado está estruturado com as disciplinas obrigatórias: Desenvolvimento Rural, Territorialidade e Políticas Públicas; Fundamentos dos agroecossistemas; Fundamentos em Gestão de Empreendimentos Agroalimentares; Metodologia de Pesquisa Aplicada; Seminários Temáticos.
Já, como optativas, estão disponíveis as disciplinas Agricultura Familiar Camponesa e Agroecologia, Economia Solidária e Cooperativismo; Inovação Tecnológica; Estatística Aplicada; Tecnologias Agroalimentares; História, Cultura e Meio Ambiente da Amazônia; Instrumentos e Ferramentas de Gestão; Geotecnologia Aplicada a Produção Sustentável; Tecnologias Sustentáveis em sistemas integrados produtivos.
“Para nós, é algo inédito, um sonho realizado. É mais um legado que será extremamente útil ao desenvolvimento do cooperativismo. Nosso desafio é não continuar apenas pensando na pós-graduação. Precisamos também tornar realidade um curso de graduação para o Estado tendo em vista o quanto as grades regulares do nosso ensino preterem o cooperativismo. O IFPA é a instituição pioneira neste sentido, pelo que somos muito agradecidos. Estamos construindo um marco institucional histórico com base na ajuda mútua e na cooperação”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A personalidade austera de Valdecir Manoel Affonso Palhares escondia um amor intenso que conseguia expressar, como ninguém, na luta incansável por tornar o Pará um Estado mais cooperativo. Sua paixão pelo cooperativismo era nítida, legado que ficou marcado na história e deixou discípulos, hoje responsáveis por fazer seus ensinamentos perdurarem. Nesta terça (09), Palhares nos deixou para compor de vez a galeria dos grandes pioneiros do cooperativismo paraense.
Palhares foi decisivo para a estruturação dos ramos consumo, habitacional e, em especial, de crédito. Escritor de diversas obras sobre cooperativismo, literaturas paraenses como a Cabanagem, poemas escritos e musicalidade. Paulista natural do município de Bebedouro, mas paraense de coração, aqui morou e estabeleceu família.
Na década de 90, funcionários públicos de instituições federais, estaduais e municipais enfrentavam diversas dificuldades nas mãos de agiotas. O cooperativismo foi a solução para o acesso a um crédito mais justo, solidário e aberto muito em função do trabalho desempenhado pelo professor Palhares. Em sua cidade natal, já havia uma grande cooperativa agropecuária chamada CrediCitros. Foi através desse conhecimento que, somado a estudos e pesquisas, começou a se tornar a liderança responsável por transformar o cooperativismo de crédito em uma realidade no Pará.
“Não tínhamos ideia do que era cooperar. Como professor, uma das coisas que mais investiu foi na educação e, através dela, tentava passar para nós mais do que ensinamentos teóricos. Queria que fôssemos, como ele, apaixonados. E, de fato, conseguiu”, enfatizou a antiga diretora financeira e conselheira da Sicoob Central Amazônia, Vera Almeida.
Palhares foi um dos fundadores e primeiro presidente da Sicoob Central Amazônia, constituída por cooperativas de crédito no dia 15 de outubro de 1992. Ocupou a posição ao longo de 18 anos, trazendo o profissionalismo e dinamismo que possibilitaram o momento de expansão das singulares financeiras.
“Foi um homem muito voltado para o que fazia, abraçava o cooperativismo com muita garra. Era rígido, mas sempre coerente no que falava. O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA) agradece por tudo o que fez, expressando profundo pesar pelo seu falecimento. Comprometemo-nos a ser um agente de perpetuação do legado deixado por Palhares”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O falecimento de Palhares ocorreu na madrugada desta terça (09). A família informa que o horário provável de sepultamento é hoje, às 15h.

A agroecologia irituiense, produzida com o trabalho e esforço de quem faz do campo seu sustento, foi reconhecida nacionalmente em premiação promovida pela Natura. Uma das maiores multinacionais do segmento de cosméticos, a empresa realizou a 15ª edição do prêmio Qlicar. A premiação reconhece os fornecedores estratégicos que tiveram melhor desempenho no ano anterior.
Na categoria “Insumos de biodiversidade”, a Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D´Irituia) levou o prêmio de “Maior Evolução”. A singular paraense fornece insumos para a Natura há cinco anos.
No total, foram 22 premiados em diversas áreas como fragrância, branding & design, transporte, tecnologia da informação, entre outras. O Programa Qlicar foi elaborado com o objetivo de estimular uma cadeia de alta competitividade e relações de qualidade com os parceiros. Atualmente, 240 fornecedores participam do Qlicar, distribuídos em sete categorias de acordo com suas áreas de atuação.
Além das premiações por área de fornecimento, há a categoria transversal Destaque Socioambiental, que premia a ação dos fornecedores nesse campo. "Engajamos os principais fornecedores em nossas estratégias, com o objetivo de disseminar as crenças e os valores da empresa, principalmente a busca por impacto positivo em todas as nossas áreas de atuação", diz Josie Romero, vice-presidente de operações e logística da Natura.
Com nove anos de fundação, a D’Irituia reuniu 20 produtores familiares que não eram atendidos por políticas de âmbito federal, municipal ou estadual para que juntos constituíssem uma organização comercial mais competitiva. Hoje já são mais de 60 cooperados. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, leite, queijo, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
“Temos imenso orgulho e satisfação em estar presente junto à D'Irituia, acompanhando esse processo desde o início. Parabenizo a todos os cooperados e cooperadas que a compõem, garantindo a continuidade da parceria o sistema OCB-SESCOOP/PA em vista de um horizonte socioeconômico ainda mais promissor. Afinal, nosso objetivo é promover o crescimento do cooperativismo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Às vésperas da 1ª Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), as singulares agro adiantarão os debates acerca da consolidação no mercado com o Seminário Internacional sobre o Cooperativismo Agropecuário Paraense. A programação ocorre entre os dias 22 e 23 de abril no IFPA, campus Castanhal. Participam palestrantes da Universidade de Alicante (Espanha), universidades locais, SEDAP, OCB Nacional, MDS, FECOAGRO e instituições financeiras.
Será uma semana intensa para as cooperativas do ramo atuantes nos 144 municípios paraenses. A temática da programação é uma continuidade do planejamento desenvolvido para o segmento, contemplando a organização produtiva, estratégias para ampliação de competitividade e, consequentemente, consolidação de mercado.
Na abertura do evento (22), o representante do ramo no Sistema OCB/PA, Ivan Saiki, apresenta o cenário das cooperativas paraenses, seguido pelo titular da Secretaria de Estado e Desenvolvimento Agropecuário e Pesca (SEDAP), Hugo Suenaga. O Secretário apresentará o Plano que está sendo desenvolvido para fomento da agricultura familiar. No mesmo dia, o reitor da UFRA, Marcel Botelho, e o diretor geral do IFPA, Adebaro Reis, discutem sobre como a academia vêm contribuindo na preparação das cooperativas para o mercado.
Seguindo demandas das próprias singulares que buscam financiamento para aquisição de infraestrutura logística, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terá oportunidade para apresentar seus programas e linhas de crédito. “Será uma ação pontual e assertiva com base na necessidade que já levantamos junto às cooperativas. Nossa intenção é que efetivem operações de crédito para colhermos resultados concretos nas nossas tratativas”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Outro destaque no primeiro dia será a palestra do Diretor Executivo da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (FECOAGRO), Ivan Ramos. A Federação reúne, além da Central Aurora Alimentos, mais 10 cooperativas singulares e presta serviços nas áreas de compras conjuntas. Os principais insumos e produtos de abastecimento são distribuídos pelas filiadas aos seus associados.
Já no segundo dia (23), o destaque é a apresentação da Coordenação de Aquisição e Distribuição de Alimentos, ligada ao Ministério da Cidadania, sobre o Cenário das Compras Públicas no Pará. Fechando o evento, a gerente da cooperativa COOPEGRO de Alicante, Maria Morell Frau e o professor da universidade na mesma província espanhola, Daniel Goméz, falam sobre experiências de êxito, cenários e percepções através de palestras e oficinas.
“O evento foi estruturado com base em cada necessidade identificada através das nossas ferramentas: Diagnóstico, PAGC, PDGC e GESCOOP. Chegou o momento de realmente nos posicionarmos como protagonistas que somos e assumir a liderança no mercado regional. Temos potencial para isso, sim. Basta colocarmos em prática o princípio que nos define em essência: a cooperação. Juntos somos mais fortes e chegamos mais longe”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Confira a programação completa:



Em reunião com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a deputada estadual professora Nilse confirmou participação na Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP), que ocorre do dia 24 a 26 deste mês. A parlamentar visitou a sede do Sistema para conhecer melhor o segmento, entender como está estruturado no Estado e como pode auxiliá-lo através da sua atuação na Assembleia Legislativa.
A deputada esteve presente no Café do Sistema S, evento promovido pelo Sebrae/PA que reuniu as entidades e integrantes da bancada federal, estadual e do Governo. Na ocasião, a FENCOOP foi apresentada e, de imediato, Nilse demonstrou interesse em participar e contribuir para o crescimento do setor.
“Fiquei impressionada com o desempenho econômico demonstrado pelas cooperativas no último ano. Temos mais de 88 mil pessoas trabalhando coletivamente através do modelo que, sem dúvida, precisa ser visto com maior cuidado pelos poderes executivo e legislativo. Como tenho uma atuação voltada para a valorização da mulher, também não pude deixar de perceber o quanto o cooperativismo tem contribuído para o desenvolvimento socioeconômico das nossas paraenses. Iremos apoiar essas iniciativas”, enfatizou a deputada.
Um dos cases apresentados na reunião foi a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe). Criada através de uma portaria interministerial do Governo Federal, é a primeira cooperativa do país formada exclusivamente por mulheres presas.
“A conversa foi extremamente positiva e a perspectiva é que tenhamos mais uma representante do cooperativismo na Assembleia Legislativa do Estado. Estamos sempre abertos para dialogar sem bandeiras partidárias, afinal, nosso único objetivo é fazer com que as cooperativas cresçam. Não tenho dúvidas que a FENCOOP será um divisor de águas neste sentido”, explicou Raiol.