Notícias

Continuando a série de posts sobre os segmentos econômicos que estarão representados na Feira de Negócios do Cooperativismo, iniciamos a semana com as cooperativas do ramo saúde, as que mais contratam no Estado!
Correspondendo a 84,33% do total de empregos gerados, as singulares atuam com planos de saúde, urgência e emergência, ambulatorial, consultas e cirurgias. São essenciais para a busca de soluções adequadas na assistência à saúde da população paraense.
Confira todos os produtos e serviços das cooperativas durante os dias 24 e 26 na FENCOOP, que ocorre na Estação das Docas!
{youtube}WarB74GS90U{/youtube}
O segmento agropecuário, base da economia estadual, também estará presente na Feira de Negócios do Cooperativismo. Será uma semana intensa para as cooperativas do ramo atuantes nos 144 municípios paraenses???.
Do dia 22 a 23, as singulares participam do Seminário Internacional sobre o Cooperativismo Agropecuário Paraense. Do dia 24 ao 26 será a nossa FENCOOP. Estarão expondo cooperativas que trabalham com derivados do cacau, grãos, fruticultura, horticultura, laticínios, extrativismo e derivados da mandioca.
Confira o convite dos associados à Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D’Irituia), que confirmou participação na FENCOOP!
#ONegócioéAgro
#Faltamenosde1mês
#Fencoop2019

Para aumentar a expectativa pela nossa 1ª FENCOOP, produziremos uma série de publicações falando sobre cada stand que irá expor na Feira. Começamos pelo ramo mais numeroso: O Transporte! ???
Agregando cerca de 35% do total de singulares no Pará, o segmento estará representado por cooperativas de transporte de carga e passageiro nas categorias individual, coletivo e escolar. O modelo garante melhores condições para pequenos e médios transportadores que buscam exercer a profissão de forma digna e economicamente viável!

O resultado do último exercício financeiro chegou a R$ 2,7 bilhões, dos quais mais da metade retornará para os associados ao Sicredi no Brasil. Em terras paraenses, as sobras chegaram a R$10 milhões. A projeção é que esse número dobre em 2019 com as sete agências a serem inauguradas no Estado em seis municípios. O planejamento foi apresentado pelo presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Carlos Spenthof, em reunião com o presidente e com o superintendente do Sistema OCB/PA em Belém.
O Sicredi é composto por 110 cooperativas singulares no país, dividas em cinco regiões com cinco centrais. No caso da Centro Norte, que abrange o Mato Grosso e o norte do Brasil, estão ligadas 10 cooperativas, entre as quais 3 cooperativas possuem atuação no Pará: Sicredi Sudoeste (Marabá, Redenção e Parauapebas), Sicredi Norte (Novo Progresso, Itaituba, Santarém e Altamira) e Sicredi Verde Pará (Paragominas, Tomé-Açu, Redenção). Já a Sicredi Belém está vinculada à Central Norte/Nordeste.
Em relação aos números nacionais, o Sistema já possui mais de 1.600 agencias no país, mais de 4 milhões de associados, R$ 100 bilhões em ativos, sendo a 11ª força financeira do país. No estado do Pará, já são 21 agências, 40 mil associados, R$ 600 milhões em operações de crédito, R$ 65 milhões em caderneta de poupança, mais de 300 colaboradores diretos e R$10 milhões em resultados.
“Para 2019, pretendemos dobrar essas sobras. Não temos o objetivo do lucro, cobramos taxas e tarifas mais acessíveis que a média financeira tradicional. Porém, mesmo assim, as sobras são importantes, pois se incorporam ao patrimônio e as cooperativas precisam disso para continuar crescendo e trazendo mais benefícios”, explicou o presidente da Central, que também é vice-presidente da Confederação Nacional do Sicredi.
O Sicredi realiza operações de crédito em diversas modalidades, em grande parte investimentos a longo prazo, apoiando diversas atividades produtivas: agricultura, pecuária, pequenos negócios, comércio, profissionais liberais, funcionários públicos e de empresas, crédito consignado e crédito para veículos. Também se planeja iniciar as operações com credito imobiliário.

EXPANSÃO
O processo de inauguração das sete novas agências já está encaminhado nos municípios: Ourilândia e Santana do Araguaia (Sicredi Sudoeste), Brasil Novo, Belterra, Mojuí dos campos e mais duas agências em Santarém (Sicredi Norte MT/PA). Os prédios estão sendo reformados e os funcionários contratados e treinados. Até 2025, projeta-se uma média de no mínimo mais sete por ano.
Para 2019, a projeção é crescer de 15% a 20% em associados no Pará, R$ 20 milhões de sobras e R$1 bilhão em operações de crédito. “Há cidades em que 80% dos munícipes estão associados a uma cooperativa, fazendo com que o movimento financeiro da cidade passe por elas. O Pará pode chegar a esse nível. É só uma questão de tempo. O conhecimento sobre o cooperativismo está aumentando gradativamente, assim como a rede de agências que dão uma visibilidade muito grande, além do boca-boca. Por isso, o crescimento no Estado é muito maior do que a média nacional. Estamos em franca expansão. Em outras regiões estamos consolidados, mas nossa velocidade de abertura é muito maior aqui”, explicou Spenthof.
Na reunião com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, e com o superintendente Júnior Serra, foi apresentado o projeto de expansão e se discutiu como o Sistema pode auxiliar no processo. Busca-se parceiras com outro ramos e identificação de outras oportunidades de negócio. No mesmo dia, por exemplo, o presidente Spenthof aproveitou a ocasião do workshop agro na Casa do Cooperativismo e divulgou os serviços do Sicredi.
“Enquanto os bancos estão fechando agências e demitindo funcionários, o cooperativismo cresce cerca de 5x mais que o sistema financeiro tradicional, abrindo agências contratando novos funcionários. A população paraense começa a entender os benefícios das cooperativas em sua atuação voltada para o desenvolvimento regional. Estamos disponíveis para auxiliar no que for necessário, afinal, o crédito é indispensável para o fomento dos demais ramos”, enfatizou o presidente Ernandes Raiol.


Os servidores da Justiça Federal terão produtos e serviços da cooperativa com condições especiais. A reunião para formalização do contrato aconteceu no último dia 15, na Unidade Administrativa da singular, em Belém. Participaram o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Unidas, Carlos Edilson Santana; o diretor superintendente, Manoel de Jesus Martins e o gerente de agência, Michel Fernandes Brito. Representando a Justiça Federal do Pará, estiveram presentes a diretora do Foro da Justiça Federal, Carina Cátia de Senna; o diretor da Secretaria de Administração da Justiça Federal, José Luiz Rodrigues e o diretor do Núcleo de Recursos Humanos da Justiça Federal, Edilson de Jesus.
Benefícios - Com a parceria, além de taxas diferenciadas em produtos como crédito consignado, os servidores da Justiça Federal do Pará que se tornarem cooperados do Sicoob também terão acesso a outros benefícios, como convênio com plano de saúde.
“Ficamos felizes em proporcionar o acesso a um portfólio de produtos e serviços de qualidade e com taxas justas. Queremos que os servidores da Justiça Federal do Pará façam parte do Sicoob e conheçam de perto as vantagens do cooperativismo. Além disso, com essa parceria, queremos alavancar os resultados da cooperativa, tanto em número de cooperados quanto na receita de consignado”, afirma o presidente com Conselho de Administração do Sicoob Unidas, Carlos Edilson Santana.
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP/PA) divulgou a relação dos 35 aprovados no Processo Seletivo de MBA. O curso de Pós-Graduação latu sensu é voltado para cooperativistas da região Oeste.
Confira a lista no site: http://paracooperativo.coop.br/images/arquivos/Lista-dos-Classificados-Edital-de-MBA-001_2019.pdf
|
Adria Lorena Gouveia Pinto |
|
Aline Alves Soares |
|
Andréia de Lima Martins |
|
Angélica Costa Sousa |
|
Arildo Nogueira Carvalho |
|
Celinalva Maria da Silva Santos |
|
Claudia Maria Ribeiro de Andrade |
|
Darley Heverdan Coêlho |
|
Eliane Feitosa Araújo |
|
Eliene Vale de Castro |
|
Elis Rita Ximenes do Nascimento |
|
Fabiana Lima Maia |
|
Franciellen Tapajos Ribeiro |
|
Francisca Aparecida Camilo da Silva |
|
Gabriela Castro de Moraes |
|
Helder Silva do Monte |
|
Ingrid Eriadne Coelho |
|
Irineu Grigoletto |
|
Izaque Agustini |
|
Manuel Afonso Reis da Silva |
|
Marcelo Vaz de Lima |
|
Marta Rocha Costa |
|
Raimunda Sandra Ferreira |
|
Rídel Diego da Silva Sousa |
|
Rosane Tolentino Gusmão Maia |
|
Rosilene Pavão Vieira |
|
Samara Lima da Silva |
|
Sérgio Rodrigues Ormond |
|
Shirlei Santos Vieira da Silva |
|
Thais Pires Moraes |
|
Thiani da Silva Sousa |
|
Vilmar Vesohoski |
|
Welen Francisca dos Santos Silva |
|
William Soares da Silva |
|
Zilma Maria dos Santos Viana |

Por entre 1,2 milhões de hectares de floresta, a Flona Carajás acolhe riquezas como o jaborandi, arbusto que não passa de 1,50m, mas com um potencial enorme para o mundo inteiro. A planta nativa possui uma substância que dá origem a vários medicamentos, como os utilizados no tratamento do Glaucoma e câncer de esôfago. Em Parauapebas, a Cooperativa dos Extrativistas da Floresta Nacional de Carajás (COEX) é responsável pela extração da folha há quase 40 anos.
A cooperativa iniciou suas atividades tendo como principal prática a coleta e venda de folhas de jaborandi a indústrias farmacêuticas. A folha possui alta concentração de pilocarpina, substância que é extraída e utilizada para tratar ressecamento dos olhos, boca, pele e tratamento de glaucoma. Posteriormente, é enviada para uma fábrica em Parnaíba para ser processada e exportada para a Alemanha.
A COEX é pioneira na coleta de sementes nativas na região, atuante desde os anos 80. Atualmente são mais de 350 espécies comercializadas por ano, todas com Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM) e inspecionadas por um profissional da área. As sementes são destinadas principalmente para produção de mudas utilizadas em programas de recuperação de áreas degradadas.

“No início, a atividade não era regularizada. Éramos vistos como vilões. Os nossos produtores eram humilhados, maltratados e presos. Foi uma luta constante. Até que o Ibama, a Vale e o grupo decidiram formalizar a cooperativa. Também tivemos apoio do governo municipal, estadual e do Icmbio”, explicou o presidente da COEX, Gilson Moraes Lima.
Foi executado também o Projeto de Aceleração da COEX, incluindo na parceria, o Instituto de Socioeconomia Solidária (ISES). Durante dois anos, foram promovidas capacitações para melhoria da gestão e da infraestrutura física e técnica, com a construção também de uma primeira sede, composta por galpão para armazenamento das folhas recolhidas, sala de armazenagem de sementes e escritório. O convênio possibilitou ainda que a Cooperativa adquirisse uma caminhonete.
Como a coleta da folha do jaborandi é uma atividade que ocorre somente em seis meses do ano, existia a necessidade de criar mecanismos de geração de renda nos demais meses. Assim, foi firmado um convênio entre a Vale e a COEX que permite a compra direta de sementes de plantas nativas para uso no desenvolvimento de mudas, recuperação de áreas e conservação das espécies. Essa parceria também é muito importante para o aumento da diversidade de espécies e para a conservação daquelas ameaçadas de extinção.
“Atualmente, 44 cooperados atuam no trabalho de coleta e fornecimento da folha, para a indústria farmacêutica. Eles passam de 20 a 30 dias dentro da mata com estrutura de acampamento. Chegamos a produzir cerca de 60 toneladas de folha de jaborandi, mas nosso plano de manejo permite 100 toneladas. As condições geográficas de extração dificultam esse aumento da produção”, explica a diretora financeira, Ana Paula Ferreira, Diretora Secretária.
Registro na OCB/PA
Ainda por ocasião da OCB/PA Itinerante em Parauapebas, o superintendente da entidade, Júnior Serra visitou a sede da cooperativa, conheceu o trabalho feito e tratou sobre o procedimento de filiação. Após o deferimento, serão aplicadas ferramentas de monitoramento, formação profissional e promoção social em prol do desenvolvimento da cooperativa.
“Fiquei encantado com que vi, com o trabalho realizado. É incrível como, dos recônditos mais afastados dos grandes centros, é cooperativismo consegue contribuir para a transformação social. A saúde de pessoas em todas as partes do planeta está relacionada com o trabalho desempenhado pela COEX em Parauapebas. Nosso intuito é apenas canalizar esse potencial para promover um crescimento ainda maior aos produtores”, enfatizou Júnior.



Até o fim deste mês devem ser assinados os acordos de cooperação técnica entre o Ministério da Cidadania e as entidades que integram o chamado Sistema S. Este é o resultado de uma reunião ocorrida nesta quinta-feira, em Brasília, entre o ministro Osmar Terra e os representantes dos S, que tentam encontrar uma forma de minimizar os riscos da possível redução dos recursos, já anunciada pelo governo federal. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz parte do rol dessas entidades.
De acordo com a proposta do Ministério da Cidadania, a ideia é que as entidades do Sistema S promovam iniciativas de desenvolvimento profissional, focados em dois aspectos: empregabilidade e geração de renda. O público-alvo preferencial, segundo Terra, são pessoas com idades entre 18 e 29 anos, que nem estudam nem trabalham e cujas famílias estejam inscritas no programa Bolsa Família.
O governo tem estruturado um programa de desenvolvimento profissional com a intenção de alavancar os indicadores socioeconômicos das regiões Norte e Nordeste. Por enquanto, o nome dessa política pública é Programa Juventude S, considerando que as ações serão desenvolvidas por entidades como o Senai, Sesi, Sesc, Senac, Sest, Senat, Sebrae, Senar e, claro, Sescoop.
Estima-se que os S ofertem 5,7 milhões de vagas. Apenas o Sescoop, por exemplo, deverá assumir o desenvolvimento profissional de quase 100 mil pessoas durante os quatro anos do programa.
OPORTUNIDADE
Segundo o superintendente do Sescoop, Renato Nobile, a assinatura desse acordo de cooperação representa uma oportunidade, já que o cooperativismo é um modelo de negócio que busca equilibrar as dimensões econômica e social, nascido da vontade das pessoas em transformar a própria realidade.
“O Sescoop faz parte de um sistema que engloba a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e sua preocupação com o desenvolvimento socioeconômico dos estados do Norte e do Nordeste do país sempre fez parte do nosso planejamento. Não tenho dúvidas de que, com o envolvimento das unidades estaduais do Sistema OCB, juntamente com as nossas cooperativas, será possível contribuir com a geração de emprego, trabalho e renda”, avalia.
AGRICULTURA FAMILIAR
Nobile destaca, também, que uma das iniciativas do Sistema OCB que prevê o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste, por exemplo, é o Plano de Desenvolvimento Cooperativo do Semiárido Brasileiro, entregue ao Ministério da Agricultura, em meados de fevereiro. “Além de apresentar objetivos estratégicos e eixos estruturantes, esse documento sugere o modelo de negócio cooperativo como meio de organização social dos agricultores familiares, para que, coletivamente, consigam impulsionar os processos que vão desde a produção até a comercialização”, exemplifica.
Além disso, esse plano, segundo o superintendente, possui a educação como um de seus pilares, seja ela uma educação em nível básico, profissional, antropológico, para o educando ou para o educador. “A adequada capacitação, observando-se a real necessidade e a melhor forma de transferência do conhecimento, é fundamental para que os envolvidos em qualquer projeto possam aprimorar suas atividades e funções”, declara.
DESENVOLVIMENTO
Nobile frisou ainda que o cooperativismo é uma ferramenta capaz de gerar muito mais que emprego, trabalho e renda. “O Sescoop e o Banco Central desenvolveram um programa de Educação Financeira que já é uma realidade em muitas partes do país. Tem também uma parceria muito importante com a Fundação Nacional da Qualidade que avalia o processo de gestão nas cooperativas do país, contribuindo com o seu crescimento sustentável. Contudo, todas as ações do Sescoop são voltadas a cooperados e empregados de cooperativas. Agora, com esse acordo de cooperação, poderemos oferecer essas e muitas outras ações de desenvolvimento profissional a mais brasileiros”, argumenta o superintendente.
ESTRATÉGIAS
Mesmo sem um panorama claramente definido pelo governo federal, o Sescoop já está trançando estratégias para colocar o Programa Juventude S em prática. “Já fizemos um alinhamento com as nossas unidades estaduais a respeito da proposta do governo, solicitamos um levantamento de vagas a serem ofertadas em cada estado e estamos, no momento, prospectando parcerias com cooperativas, por exemplo, para utilizarmos seus espaços nos municípios contemplados com o programa. A ideia é que trabalhemos com cursos, palestras e orientações profissionais majoritariamente presenciais”, informa Nobile.
NÚMEROS
O Brasil conta hoje com 7.063 cooperativas, representando diversos setores econômicos, reunindo cerca de 14 milhões de pessoas e gerando mais de 400 mil empregos diretos. As cooperativas estão presentes em todos os estados e contribuem diretamente com a economia de 1.715 cidades brasileiras, das quais 700 estão presentes nas regiões Norte e Nordeste. Vale destacar, por exemplo, que em 620 municípios as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes.

Antônio Henrique Gripp permanecerá à frente da cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Pacajá e Região (SICOOB Transamazônica) até 2023. O atual presidente e mais três membros do Conselho de Administração foram eleitos por aclamação em Assembleia Geral Ordinária (AGO) que contou com mais de 300 associados. Também foi feita prestação de contas e eleição do Conselho Fiscal.
O Conselho de Administração é formado, além de Tunico, pelo vice-presidente Jahyr Seixas e os conselheiros efetivos Deuslirio Cardoso, Carlos Xavier, Antonio de Oliveira, Adriano Santos, Arcilio Odoricio e os suplentes, Elias Ralim e Clarudio Zamperline. Já o Conselho Fiscal, com gestão até 2021, estão os efetivos Adão Sobrinho, Jesana Mota, Wendell Reis, Valdeci Filho e os suplentes Nilo Penna e José Rosildo.
“O ano de 2018 foi de muitas vitórias e pudemos alcançar números históricos, prova disso foi o resultado alcançado. A participação dos nossos Conselhos de Administração e Fiscal, juntamente com a Diretoria Executiva e nossos funcionários teve um papel decisivo para o início do grande passo que o Sicoob Transamazônica deu para seu crescimento. Agradeço a todos que nos ajudaram nessas vitórias”, enfatizou o presidente Antonio Gripp.
Segunda maior cooperativa do Sistema Sicoob, a Transamazônica foi inaugurada em julho de 2015 com 12 fundadores, capital social de R$ 25mil e recursos administrados de R$ 1,2 milhão. De acordo com dados do último ano, são 1.900 cooperados, capital social de R$ 7 milhões e R$ 26 milhões de recursos administrados. Para 2019, a proposta é alcançar o número de 3mil associados, sete pontos de atendimento, R$ 60 milhões de ativos e sobra de R$ 2 milhões. Em uma visão a longo prazo até 2027, a proposta é ter 10mil associados, 25 pontos de atendimento, R$ 300 milhões e R$ 10 milhões de sobras.
“Para os próximos quatro anos, uma nova jornada se inicia, muitos números estão previstos e com a participação desse novo grupo, temos certeza, que alcançaremos posições de destaque no Sistema Unicoob e Nacional. A expectativa é que os novos conselheiros continuem o imenso projeto que temos para o Sicoob Transamazônica. As metas já foram definidas e as equipes estão imbuídas em produzir em grande escala, como pode ser vislumbrado nos dois primeiros meses desse ano”, completou Tunico.
Em abril, as cooperativas estarão no palco principal da Estação das Docas, expondo para toda a população paraense seus produtos e serviços. Diversas atividades estão sendo preparadas para os três dias de programação, como palestras, orientações e rodadas de negócio. Na abertura, o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense 2018 será apresentado e os concluintes da pós-graduação em Gestão de Cooperativas serão certificados.
A abertura da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre no dia 24 de abril às 19h, com a participação de todas as cooperativas, lideranças do setor, autoridades políticas e de instituições estratégicas. Na ocasião, será feito o lançamento do Diagnóstico com os dados obtidos ao longo do último ano e já consolidados com as próximas diretrizes para o cooperativismo.
A exposição das cooperativas inicia logo após a cerimônia de abertura, seguindo até 22h. Nos dias 25 e 26, a exposição inicia às 14h. O objetivo é trazer ao conhecimento do público em geral como o cooperativismo está presente no dia a dia do paraense, desde os produtos que consome aos serviços que utiliza. Para as cooperativas, também será uma oportunidade de fazer novos negócios.
Nas laterais do espaço, ficarão os corredores do ramo agropecuário, com nove singulares representando as mais de 60 registradas no Sistema OCB/PA, e do ramo crédito, com os 3 sistemas presentes no Pará. Já no centro do espaço, estarão os stands dos ramos trabalho, mineral, produção, consumo, infraestrutura, educação, transporte e saúde. A OCB/PA também terá stand onde prestará atendimentos a interessados em conhecer melhor o cooperativismo, o passo a passo para constituir cooperativas ou como regularizá-las.
“Pela primeira vez na história do Estado, mostraremos o nosso potencial de uma forma mais expressiva através da Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP). O paraense já se alimenta conosco, é transportado, atendido e beneficiado pelo trabalho das cooperativas. Porém, a maioria não sabe disso. Chegou o momento de toda a população conhecer quem somos e como podemos transformar a realidade socioeconômica do Pará por meio da cooperação”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
No dia 25, a partir das 09h, a FENCOOP promoverá curso acerca das atualizações sobre o E-Social. A plataforma exige um novo posicionamento em relação às documentações legais que devem ser entregues ao Governo Federal. As empresas e cooperativas precisam se adequar às mudanças nas áreas financeira, jurídica, contábil, recursos humanos e segurança do trabalho. Pela parte da tarde, às 14h, as singulares registradas e adimplentes se reunirão em Assembleia Geral Ordinária (AGO) para deliberar sobre os rumos do cooperativismo paraense.
Já no dia 26, último dia da Fencoop, a programação será voltada para a gestão de cooperativas com palestra sobre vendas e liderança. A partir das 09h, será ministrada a palestra “Venda de Sucesso - Negócio Fechado em Venda” e a partir das 14h, a palestra “Liderança Inspiradora de Resultados”.

O Setor
Atualmente, 88mil pessoas estão cooperando através do cooperativismo, além de quase 5mil empregados. Em 2018, o número de profissionais autônomos que decidiram apostar no cooperativismo cresceu 25%. Os resultados obtidos pelo setor comprovam a cooperação como o modelo socioeconômico mais promissor no atual horizonte econômico, justificando-se a temática escolhida para esta primeira edição: “Tendências de Empreendedorismo Coletivo”.
O cooperativismo apresenta inúmeras vantagens obtidas através da coletivização e união em prol de interesses econômicos comuns, tais como o posicionamento mais competitivo dentro do mercado, ampliação de escala produtiva, divisão de despesas, aumento do poder de barganha, uso comum de sistemas e infraestrutura, acesso a mercados maiores e ganhos proporcionais. A Feira de Negócios cumprirá a missão de apresentar todas essas vantagens.
A expectativa é que a Feira receba aproximadamente 10mil pessoas ao longo dos três dias. “Nosso objetivo é promover, através da Feira de exposições, o reconhecimento do quanto este influencia positivamente a economia estadual, seguindo a visão institucional da OCB: Fazer o setor conhecido por sua competividade, integridade e pela felicidade que gera aos envolvidos”, completa Raiol.
Serviços: 1ª Feira de Negócios do Cooperativismo Paraense (FENCOOP) – De 24 a 26 de abril na Estação das Docas.

Mulheres da zona rural, ilhas e ramais do município ganharão maior competitividade e organização profissional através da cooperação. O grupo de artesãs está recebendo capacitações com o objetivo de formar a primeira cooperativa do ramo produção constituída exclusivamente por mulheres. Na última segunda (18), o Sistema OCB/PA, Instituto Sicoob e a APAE promoveram formação básica em Cooperativismo.
O projeto Mulheres Empreendedoras de Abaetetuba, “fazendo a diferença” é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Abaetetuba, por meio da Secretaria Municipal de Administração. O projeto surgiu através da vontade de se realizar um trabalho com as mulheres abaetetubenses, na perspectiva de promover a inclusão produtiva, a autonomia financeira, bem como prever a realização de oficinas de capacitação com vista a melhoria da renda familiar.
Na ocasião, a voluntária do Instituto Sicoob Belém, Selma e o instrutor do Sistema OCB/PA, Francisco Pessoa, ministraram o Curso. “Foi um momento de muita formação, informação e aprendizado em vista da constituição da primeira cooperativa de produção voltada as mulheres. Vamos lutar sempre pelo melhor e pelo bem do projeto! Juntas somos mais fortes”, enfatizou a coordenadora do Instituto Sicoob, Karlene Vasconcelos.
Em abril e maio, o grupo finalizará o processo de constituição e fará o lançamento da cooperativa. A produção das artesãs já está disponível em espaço do projeto dentro do terminal rodoviário de Abaetetuba. Localiza-se dentro do Terminal Rodoviário de Abaetetuba de segunda a sábado, das 8h às 18h. “Queremos sempre fomentar o empreendedorismo responsável, além do fortalecimento de movimento de mulheres em busca de direitos e cidadania, respeito e na implantação de políticas públicas. Sem dúvida, o cooperativismo é o caminho”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


A Feira de Negócios do Cooperativismo foi tema de conversa entre integrantes da bancada federal, estadual, Governo e órgãos de fomento. O evento promovido pelo Sebrae/PA na última segunda (18) reuniu todos os integrantes do Sistema S. A finalidade foi apresentar a importância das entidades e números que subsidiarão os representantes políticos frente ao cenário de austeridade para o setor.
Estiveram presentes o Governador do Pará, Helder Barbalho, e seu vice, Lúcio Vale. Zequinha Marinho foi o representante do Senado. Já os deputados federais Éder Mauro, Joaquim Passarinho e Cássio Andrade foram os nomes do Pará no congresso nacional, assim como os deputados estaduais Fábio Freitas e professora Nilce.
Cada integrante do Sistema S teve oportunidade de expor quais são suas atribuições, os dados atualizados de suas ações e dos segmentos econômicos envolvidos. O assessor político/parlamentar do Sistema OCB/PA, Haelton Costa, expôs a expressividade do cooperativismo no Estado, com dados obtidos através do Diagnóstico Paraense. Na oportunidade, Haelton apresentou a FENCOOP e foram entregues convites para cada participante.
“O resultado foi bastante positivo. Já tivemos sinalização de alguns deputados interessados em participar, conhecer melhor as cooperativas e poder auxiliar em seu desenvolvimento. Este é o nosso objetivo em cada ação, especialmente com a FENCOOP”, explicou Haelton.
A primeira Feira de Negócios do Cooperativismo (FENCOOP) ocorre entre os dias 24 e 26 de abril na Estação das Docas. O objetivo é difundir para a população paraense os produtos e serviços das cooperativas, os segmentos econômicos em que atuam, assim como orientar em quais destes os profissionais autônomos podem empreender. A promoção é do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA).
Cooperativas de todos os ramos de atividades econômicas presentes no Pará estarão representadas na Feira: A região nordeste, com os seus produtores de soja; a região metropolitana, reconhecida por suas singulares de saúde e crédito; o oeste e seus agricultores familiares; o sul e sudeste que concentram garimpeiros da baixa mineração são alguns dos exemplos. No total, são mais de 220 cooperativas dispostas nos ramos trabalho, infraestrutura, educacional, agropecuário, crédito, consumo, mineração, saúde, transporte e produção.
Cortes no Sistema S
O ministro da economia, Paulo Guedes, já anunciou a intenção de aplicar cortes expressivos na contribuição do Sistema, composto por nove entidades corporativas: Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sest, Senat, Senar, Sescoop e Sebrae. Aproximadamente 12 milhões de pessoas no Brasil são beneficiadas com ensino, cursos profissionalizantes e oportunidades de lazer e cultura.
Parte da receita do Sistema S é oriunda da contribuição compulsória (variável entre 0,2% e 2,5%) sobre a folha de pagamento das empresas e cooperativas brasileiras. Os recursos são recolhidos junto com os tributos do INSS, passam pelo Ministério da Previdência e seguem para as Confederações Nacionais que os repassam às entidades.
Como a contribuição é embutida pelas empresas no preço de seus produtos, ela é repassada ao consumidor. Por isso, também pode ser considerada um recurso público, o que justifica a gratuidade em muitos cursos técnicos, atividades culturais e serviços de educação ofertados. Em 2017, o valor total da receita orçamentária, via arrecadação indireta, das 11 entidades que formam o sistema, foi de R$ 17 bilhões.
“Somos a favor de seguir a linha de austeridade coletiva, fazendo ajustes necessários para equilibrar as contas do país. Todos os segmentos econômicos e a própria sociedade precisam contribuir para elevarmos a economia brasileira novamente. Porém, entendemos que o desenvolvimento também depende de entidades responsáveis por fomentar a economia. Somos a favor de ajustes, mas que não comprometam os investimentos em áreas estratégicas. O Sistema S é uma destas”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Paragominas, Marabá, Belterra, Altamira e Tucuruí foram alguns dos diversos municípios beneficiados com as ações do Sistema OCB/PA. O grande destaque foi o Projeto OCB/PA Itinerante em Parauapebas, que levou todos os serviços da Unidade Estadual para a região.
A capacitação profissional, um dos pilares institucionais da entidade, beneficiou cooperativistas de todas as mesorregiões do Pará. A COOPERNORTE, por exemplo, recebeu treinamento Contábil e Tributário no Setor de Grãos em Paragominas. Já na COOPERATALAIA em Santarém, aplicou-se a 2ª Etapa do GESCOOP.
“Cumprindo o princípio da transparência, base da administração pública, objetivamos mensurar o resultado das nossas ações, muito embora os ganhos sejam bem superiores ao que números possam indicar. Nosso foco é aplicar os recursos investidos pelas cooperativas nas próprias cooperativas, fomentando a economia paraense”, explica o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Clique aqui para acessar o documento na íntegra: http://paracooperativo.coop.br/images/arquivos/relatorio-fevereiro-2019.pdf
Readequação realizada na agência resultou em melhorias que vão garantir mais conforto e comodidade aos associados

A agência do Sicredi em Rondon do Pará (538 km de Belém) foi reaberta à comunidade nesta segunda-feira (11) e está apta a realizar todas as operações. Depois de funcionar por dois meses, sem transações com dinheiro em espécie, as atividades voltam à normalidade na agência, que oferece mais conforto e comodidade aos associados.
Readequação realizada na agência resultou em melhorias, como na bancada de atendimento, que foi ampliada e uma nova sistemática para caixas foi implementada, o que dá mais privacidade aos associados que vão à agência para utilizar esse serviço. Também houve melhorias nas salas de reuniões e de arquivos. Além disso, estão disponíveis dois terminais de autoatendimento, para os usuários que não necessitam de atendimento presencial.
O gerente da agência, Messias Longo, afirma que as melhorias realizadas na unidade vão proporcionar mais conforto e comodidade aos 1.250 associados. Segundo ele, do total de cooperados, 190 são produtores rurais, 180 são empresas e o restante é formado por pessoas físicas urbanas. “O Sicredi é uma instituição financeira comprometida com a comunidade, e nossa agência volta a operar em sua plenitude para oferecer produtos e serviços aos associados conforme suas necessidades”, afirma.
Entre os associados que vão usufruir das melhorias executadas está a empresária do setor fitness, Deise Cristina Tuto Raimam, que prestigiou a solenidade de reinauguração da agência na manhã de segunda-feira (11). Ela foi uma das primeiras associadas da agência de Rondon do Pará e mantém conta pessoa física e jurídica. Destaca que a principal diferença do Sicredi é o atendimento. “Temos um relacionamento muito próximo com os colaboradores, que estão sempre disponíveis para nos atender no que precisamos. Estamos sempre na agência”, diz ao comentar que o Sicredi é parceiro dela na realização de eventos esportivos pela academia, que tem 14 anos de existência, o que tornou ela e a empresa ainda mais próximas da instituição financeira cooperativa.
Com a reinauguração, Messias Longo conta que os trabalhos se concentrarão na busca de novos associados e no aumento da presença do cooperativismo de crédito na região. “O município tem cerca de 50 mil habitantes, o que demonstra um grande potencial para ampliarmos o número de associados, levando nossos produtos e serviços para atender as necessidades dos cooperados e proporcionar melhoria na qualidade de vida das pessoas e da comunidade”.
O presidente da cooperativa Verde Pará, Claudio Reis, reafirma que o Sicredi busca estar próximo às comunidades onde atua, oferecendo mais que produtos e serviços financeiros aos seus associados, pois contribui com o desenvolvimento local. 
“Para nós do Sicredi, o associado é a nossa razão de existir. Pois o associado é ao mesmo tempo o dono e o usuário da Cooperativa de Crédito. Atuamos em nossa região com o intuito de atender às expectativas e as necessidades de nossos associados, com um atendimento diferenciado, qualificado e com o diferencial de pensar nas pessoas, pois somos feitos de pessoas para pessoas. E quanto mais nos desenvolvermos na região onde atuamos, mais recursos ficarão à disposição dos nossos associados, mais fortes ficaremos e haverá mais desenvolvimento de nossa sociedade em geral. Um exemplo foi a reinauguração da nossa agência de Rondon do Pará em tempo recorde, enquanto os bancos ainda nem começaram a restaurar as duas agências atingidas”.
A agência Rondon do Pará está situada na rua 1º de Maio, número 88, no Centro. Foi inaugurada em 2015 e contabiliza R$ 28 milhões em operações de crédito.
Sobre a Cooperativa
A Cooperativa Sicredi Verde Pará conta com quatro agencias, sendo elas nas cidades de Dom Eliseu, Rondon do Pará, Tomé-Açu/ Quatro Bocas e Paragominas, onde está situada a sede administrativa. Fundada em 2009, a Verde Pará possui mais de 9 mil associados.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem aproximadamente de 422 mil associados, com 169 agências em 140 municípios.

Uma das referências no transporte em Itaituba e Santarém, a Cooperativa Mista dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários Bubure (CMCAVR) reelegeu o atual presidente, Juvenal Soares. A diretoria empossada em Assembleia Geral Ordinária (AGO) no final de fevereiro estará à frente da gestão pelos próximos dois anos. Na ocasião, o Sistema OCB/PA auxiliou no andamento da AGO.
“Acompanhamos a Pré-assembleia e a Assembleia Geral Ordinária (AGO-2019) onde em ambas as oportunidades foram prestadas orientações técnicas e legais ao quadro social. Diante das deliberações tomadas, a nova diretoria foi eleita e empossada com a reeleição do Presidente. A cooperativa representa tamanha importância aos mais de 60 cooperados e presta serviços à sociedade, efetivando a integração e mobilidade de pessoas em Itaituba e Santarém”, explicou o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho.
Atualmente, a cooperativa possui a permissão para o serviço convencional de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros. Em conformidade com esquema operacional fixo homologado pela ARCON, realiza-se o serviço convencional de longo percurso, cujas linhas apresentam trajetos superiores a 250 km de extensão, utilizando ônibus rodoviário de média capacidade com espaço para 29 a 40 passageiros, assim como de alta capacidade, com mais de 40 bancos.

Na linha Itaituba-Santarém, é disponibilizada frota operacional de 10 veículos a atenderem diariamente, com horários de saída às 06h, 16h e 22h. Já a linha Itaituba-Novo Progresso possui frota operacional de 6 veículos com horário de saída às 10h, a mesma quantidade para Marabá-Altamira (horário de saída às 07h) e Itaituba à Altamira (horário de saída às 06h).
A reestruturação de frota, ampliação das rotas e exploração de novas atividades no segmento de transporte são alguns dos próximos desafios que a Buburé estará construindo com apoio do Sistema OCB/PA. A singular está se organizando para executar um planejamento que prevê ampliação do mercado através do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP).
“Agradecemos a confiança que nos foi mais uma vez depositada para esse desafio tão grande que é gerir a Buburé. Faremos um trabalho de agregação de todos os nossos cooperados, fazendo os ajustes necessários para que nossa cooperativa seja competitiva, íntegra e proporcione felicidade aos associados. Para isso, contamos com o apoio da OCB/PA e dos demais parceiros”, enfatizou Juvenal.

A demanda apresentada tanto pelo mercado institucional como o de alimentação fora do lar evidenciou uma necessidade no I Workhsop do ramo agro: a organização produtiva é urgente. A variedade de mercadorias, escala suficiente e logística de atendimento apenas serão possíveis com a união das cooperativas. Para tanto, o resultado prático do evento ocorrido na última quarta (13) foi a formação de um comitê que definirá os procedimento para a constituição de uma central a ser formada por singulares da região metropolitana, nordeste e marajó.
Dentro do planejamento estratégico desenhado pelo Sistema OCB/PA para o ramo agro, o objetivo é constituir 3 centrais ao longo do Estado, tornando o cooperativismo uma referência no setor e um dos líderes do mercado agro. Nas regiões metropolitana, nordeste e Marajó, se unirão as cooperativas CAMTA, CASP, CART, Coopasmig, D’irituia, Copagro, Copavem, Semente do Marajó, Coopaben, Amazoncoo, Cooprima, Coapemi, Coomac de Curuçá.
As cooperativas definiram os integrantes do comitê de debate e já estipularam a data para a primeira reunião. A intenção é criar um plano de trabalho e construir estatuto social a ser validado por ocasião do Seminário Internacional do Cooperativismo Agropecuário. O evento ocorre em Castanhal no Instituto Federal do Pará (IFPA), dia 22 de abril.

O Sistema OCB/PA já iniciou as articulações políticas com o Governo do Estado e Prefeitura de Belém para a concessão de espaço a funcionar como um entreposto. No local, será feito o recebimento da produção agropecuária dos municípios envolvidos. “Compreendemos que o grande impedimento ao acesso das cooperativas ao mercado mais qualificado é a estrutura produtiva, que consiste em produzir a mercadoria requisitada, no volume necessário, e ter logística para fazer esse produto chegar ao cliente. Hoje, não há cooperativa com esse estofo, mas a Central é o caminho”, explicou o consultor do Sistema OCB/PA e gestor da NÓS Consultoria, Andreos Leite.
Na Programação, o Workshop apresentou os resultados obtidos em estudo feito pela NÓS Consultoria sobre as compras da “alimentação fora do lar”, como uma nova opção de mercado frente ao institucional. Foram consultadas 16 empresas vinculadas à Associação de Bares e Restaurantes no Estado do Pará (ABRASEL). Lideram o consumo as carnes, produtos beneficiados em geral, lácteos, produtos de origem animal, crustáceos, moluscos polpas de frutas, hortaliças e leguminosas, derivados da mandioca, grãos manteiga, óleos e sementes.

O estudo analisou os fatores mais preponderantes, levando em consideração as necessidades dos estabelecimentos com o objetivo de entender o mercado local, suas dinâmicas logísticas e viabilidade de fornecimentos e produtos. No total, 40% considera o preço importante, mas 93% definiu a qualidade do produto como prioritário e, 60%, o atendimento. Cerca de 80% dá prioridade para quem faz a entrega no próprio local e 87% prioriza a origem do produto, embora as certificações não sejam altamente exigidas. Sobre o consumo de aves, peixes e carne bovina, cada empresa compra mais de 100kg por mês, algumas chegando a 500kg. Os derivados da mandioca (farinhas, goma, macaxeira, polpa e maniva), polpas variadas (em especial laranja, limão, abacaxi, cupuaçu, taperebá, maracujá e bacuri), produtos lácteos (leite in natura, creme de leite, queijos, manteiga, iogurte), hortaliças e leguminosas.

“Já fizemos a aproximação com a Abrasel e os associados estão extremamente interessados em fazer negócio com as cooperativas. Temos um termo de cooperação técnica, já realizamos ações em conjunto e os empresários já conhecem os produtos das cooperativas. Falta apenas nos organizarmos para atender as demandas”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Compras públicas
Produtos competitivos, adequação às exigências de mercado e conhecimento sobre a legislação são os requisitos necessários para se acessar o mercado institucional, que também foi tema de debate no Workshop. Foram apresentadas as plataformas de cadastro de compras governamentais disponibilizadas pelo Ministério de Desenvolvimento Social, pelo Ministério da Cidade e pelo próprio site da OCB Nacional. A Nós Consultoria credenciou todos os participantes os quais receberão automaticamente os informes sobre editais de compras.
Na ocasião, a cooperativa D’Irituia apresentou seu case de acesso às compras. A cooperativa conseguiu acessar chamada pública da UFPA com valor de aproximadamente R$ 35mil. Já a Coopasmig, que também apresentou seu case, teve acesso ao PAA junto às forças armadas. Será feita uma entrega de farinha para o exército no valor de 13,5 toneladas.

Atravessando o Brasil ao longo de 7.907 quilômetros, nove cidades e sete estados brasileiros, o expresso do Instituto Sicoob desembarcou no Pará na última semana. O projeto proporciona cursos de qualificação em diversas áreas para as comunidades em que as cooperativas estão inseridas. Já foram atendidos os municípios de Castanhal, Santa Izabel, Marituba e a capital do Estado. Daqui a duas semanas, o expresso retorna por Tucuruí.
No itinerário, o expresso saiu de Maringá no Paraná, passou por Leme, no interior de São Paulo, e veio para o solo paraense. Nesta quarta, o ônibus embarca para Macapá e em 10 dias volta para Tucuruí, fazendo o retorno por Tocantins, Brasília, Goiânia, Minas Gerais, Ribeirão Preto e Maringá.
A expectativa é que a plataforma móvel de ensino retorne somente no dia 19 de abril, após 54 dias de estrada. O objetivo é dar a oportunidade de pessoas de outras localidades do Brasil também conhecerem a plataforma e terem acesso ao conhecimento gratuito ofertado por meio dos cursos disponibilizados na modalidade de Educação à Distância (EAD).
O Expresso Instituto Sicoob é um ônibus adaptado e equipado com mesas, assentos, notebooks, televisores, impressora e acesso à internet. A plataforma de estrutura móvel de ensino é um projeto de livre acesso e tem como objetivo promover a igualdade à educação técnica de qualidade, por meio de uma educação inovadora e democrática. Ao final de todos os 53 cursos ofertados, que variam entre 4 e 6 horas e podem ser consultados na relação anexa, o aluno recebe um certificado.
O programa, de livre acesso, prioriza o atendimento a pessoas vinculadas a entidades sociais, prefeituras e escolas públicas e privadas. “Capacitamos o público atendido para a conquista do primeiro emprego ou o aprimoramento de conhecimentos e habilidades pessoais e organizacionais. A proposta de oferta de cursos gratuitos, de temas variados e com certificado, atrai jovens e adultos em busca de maior qualificação para o sucesso profissional”, explicou Jaime Ceoli, assistente técnico do Instituto Sicoob.

Raphael Vale, presidente da COOBER primeira Cooperativa de Energia Renovável do Brasil, fala sobre os principais desafios para o crescimento desse modelo.
Brasil, um país de clima tropical, abençoado por Deus e cooperativo por natureza. Essa combinação nos posiciona como um dos potenciais produtores de energia renovável em todo o planeta, mas uma série de fatores vem emperrando o crescimento do setor.
É evidente que, nos últimos 6 anos, tivemos avanços animadores com a descentralização do Sistema Elétrico Brasileiro (SEB) e a consolidação da Geração Distribuída (GD). Nessa modalidade, o consumidor produz sua própria energia de forma renovável, consome a energia e injeta o excedente na rede elétrica para futura compensação. O consumidor transformou-se em prosumidor (produtor + consumidor).
Essa mudança se iniciou em 2012 no Brasil através da Resolução Normativa nº 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), tornando-se uma crescente realidade no Brasil. Porém, apenas na revisão da norma, que entrou em vigor em 01 de março de 2016, foi permitido que cooperativas pudesse participar desse sistema.
O estado do Pará foi o berço da cooperativa pioneira nessa modalidade, na cidade de Paragominas. A Cooperativa Brasileira de Energia Renovável e Desenvolvimento Sustentável (COOBER) inaugurou a 1ª usina solar cooperativista do país em agosto de 2016. Vários fatores possibilitaram a ideia sair do papel: a possibilidade jurídica/regulatória, o espírito empreendedor e inovador dos fundadores, a cooperação com a OCB/PA, OCB, DGRV (Confederação alemã de cooperativas), SICREDI e a prefeitura local.
Em contrapartida, os resultados obtidos até então são curisosos: Atualmente, temos apenas 8 cooperativas operando em Geração Distribuída: quatro de fonte solar, três hidráulicas e uma de biomassa. Elas ficam localizadas em Rondônia, Minas Gerais, Pará, Paraná e São Paulo.
Tive a oportunidade de orientar diversos grupos interessados em constituir cooperativas de energia renovável, mas por que continuamos com números tão pequenos? O que está travando esse “boom”?
O modelo da regulação que temos não é favorável para a expansão das cooperativas por penalizar a instalação de usinas “puras” (que não tem carga instalada). Ao passarem do limite regulatório de baixa para alta tensão entre a micro e a mini geração, estas devem pagar a demanda contratada, ou seja, são tratadas como se tivessem carga instalada em sua usina. É necessário o aprimoramento da regulação
Esse é apenas um pequeno exemplo de dificuldade para a expansão do potencial das cooperativas para gerarem energia em todo o Brasil de forma: democrática, sustentável, moderna, descentralizada, com menos perda e com ganhos para toda a sociedade.
Está aberta a audiência pública 001/2019 da ANEEL, para obter subsídios para a Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre o aprimoramento das regras aplicáveis à micro e minigeração distribuída (Resolução Normativa nº 482/2012).
O movimento cooperativista espera que essas alterações beneficiem a expansão das cooperativas de geração de energia renovável em geração distribuída, corrigindo as imperfeições, limitações e travas ao surgimento de mais cooperativas. O Brasil pode ser a referência mundial no setor e as cooperativas são o caminho!

Cooperativas da Região Metropolitana, Nordeste e do Marajó serão as primeiras a receber o Workshop de Compras Públicas, a ser realizado em todas as regiões paraenses. Serão apresentados os resultados do trabalho desenvolvido junto às Forças Armadas, com apoio do MDS e outras Instituições, com o objetivo de posicionar o cooperativismo no mercado institucional.
O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, fará a abertura do evento nesta quarta (13), a partir das 13h no Auditório do Sistema OCB/PA. A Nós Consultoria fará a apresentação das plataformas de cadastro de compras governamentais e o levantamento de demandas realizada junto aos estabelecimentos associados à ABRASEL. A informação servirá como foco mercadológico para subsídio de ambiência de negócio. Também haverá diálogos com as cooperativas D' Irituia e COOPASMIG, que tratarão sobre suas experiências.
Fechando o Workshop, o Sistema OCB/PA retomará o debate sobre alinhamento da Central formada pelas cooperativas do Nordeste Paraense.“Contamos com a participação de todas as singulares envolvidas para que tenhamos continuidade no planejamento estabelecido para o ramo agropecuário, que é um dos sustentáculos da nossa economia. Com base nas informações obtidas ao longo destes anos, como Diagnóstico do Cooperativismo, estamos traçando um rumo integrado de crescimento para o setor”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

O último prazo de inscrições para o curso de pós-graduação latu sensu será o dia 22/03. Após a publicação do primeiro edital e o não preenchimento total de vagas, o SESCOOP/PA o republicou com novos prazos. A finalidade é qualificar profissionais vinculados à gestão das cooperativas, conciliando teoria, prática, técnicas administrativas, história e doutrina cooperativista
Podem participar dirigentes, conselheiros e funcionários de cooperativas adimplentes no Sistema OCB/PA. A seleção dos inscritos pelas próprias cooperativas será realizada por uma Comissão composta por membros do SESCOOP/PA, necessitando que o candidato tenha escolaridade em nível superior e preencha os requisitos previstos em edital.
A carga horária total do curso é de 370 horas, com encontros mensais a ocorrem em Santarém a partir de abril. Dentro da grade curricular do curso, serão trabalhadas as disciplinas: Pensamento Econômico Cooperativo, Introdução à Economia Brasileira, Planejamento Estratégico, Direito das cooperativas, Governança corporativa: gestão e direção nas sociedades cooperativas, Plano de negócios, Contabilidade e análise do desempenho das empresas, Técnica de negociação, Estratégias e marketing, Gestão de pessoas e equipes, Gestão financeira, Sistemas de informação gerencial e processos decisórios, Investimentos e planejamento financeiro, entre outras previstas em edital.
“Nosso propósito é ampliar os conhecimentos dos participantes nas modernas técnicas gerenciais para cooperativas, contribuindo a um melhor desempenho organizacional e profissional. Essa mão de obra qualificada irá atender as necessidades das singulares com relação ao aprimoramento e desenvolvimento da gestão. A partir disso, mudaremos o cooperativismo paraense de patamar”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Confira o edital: Edital de Republicação
Serviço: A ficha de inscrição e demais informações poderão ser solicitadas pelo e-mail