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Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), os associados à Cooperativa dos Médicos, Demais Profissionais de Saúde e dos Empresários da Região Sul e Sudeste do Pará (Sicredi Sul do Pará) aprovaram a incorporação pela Sicoob Transamazônica. No próximo dia 1, as duas cooperativas realizam AGE em conjunto. Será analisado o relatório de incorporação e a aprovação do processo com todos os cooperados envolvidos.
Na última segunda (11), a assembleia votou unanimemente pela desfiliação à Central Sicredi Norte/Nordeste e à Confederação SICREDI. O presidente da Sicoob Transamazônica, Henrique Gripp, participou da AGE, apresentando os números da cooperativa e seu planejamento estratégico que prevê uma ampliação para cinco municípios do Sul e Sudeste paraense já em 2019, além da Região Metropolitana de Belém.
“No final do ano passado, já havíamos mobilizado Marabá com um grande evento de lançamento da cooperativa no município. Queremos proporcionar essas soluções financeiras, contribuindo com o crescimento integrado de toda a região. Temos certeza que a incorporação representará um avanço para os negócios dos cooperados que hoje compõem o Sicredi Sul, assim como dará continuidade ao projeto de expansão da nossa cooperativa”, explicou Gripp.
As pautas previstas no edital da assembleia no próximo dia 01 são a aprovação dos membros da comissão mista, indicados pelos conselhos administrativos das cooperativas envolvidas; apreciação e aprovação do relatório elaborado pela Comissão Mista com base nos balanços patrimoniais de ambas as cooperativas, consolidação de resultados acompanhados de pareceres dos respectivos conselhos fiscais; aprovação da incorporação e alteração do art.1º, inciso III do Estatuto Social da incorporadora.
Segunda maior cooperativa do Sistema Sicoob, a Transamazônica foi inaugurada em julho de 2015 com 12 fundadores, capital social de R$ 25mil e recursos administrados de R$ 1,2 milhão. De acordo com dados do último ano, são 1.900 cooperados, capital social de R$ 7 milhões e R$ 26 milhões de recursos administrados. Para 2019, a proposta é alcançar o número de 3mil associados, sete pontos de atendimento, R$ 60 milhões de ativos e sobra de R$ 2 milhões. Em uma visão a longo prazo até 2027, a proposta é ter 10mil associados, 25 pontos de atendimento, R$ 300 milhões e R$ 10 milhões de sobras.
As inscrições para o MBA em Gestão de Cooperativas da Região Oeste foram prorrogadas para o dia 28 de fevereiro. O curso é voltado para dirigentes, conselheiros e colaboradores vinculados às singulares registradas e adimplentes no Sistema OCB/PA.
Confira o edital com os requisitos para a inscrição:
http://paracooperativo.coop.br/images/arquivos/EDITAL-DE-SELEO-MBA-001_2019---Republicao.pdf


Sempre em busca de inovações que contribuam para a saúde e bem-estar de seus clientes, a Unimed Belém inaugurou, no último dia 1º de fevereiro, o serviço de Ortopedia Pediátrica, que se destina ao tratamento e à reabilitação de lesões nos ossos, músculos e articulações, atendendo crianças de 0 a 13 anos de idade.
Instalado no Hospital Pediátrico da Unimed (HPU), o serviço é pioneiro na Região Norte do Brasil e sua inauguração trouxe a Belém dois especialistas: o cirurgião Claudio Santili, professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas - Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Rui Ferreira, especialista em Cirurgia da Mão pela Associação Médica Brasileira e membro titular da Federación Ibero Latinoamericana de Cirurgía Plástica e Reconstrutiva (Filacp), a maior organização de cirurgiões plásticos de língua espanhola e portuguesa.
Na sexta-feira, 1º, eles ministraram um simpósio na Estação Saúde Unimed para cerca de 100 médicos cooperados da Unimed Belém, profissionais da área ortopédica infantil e estudantes de Medicina. No sábado, os médicos realizaram cirurgias ortopédicas em duas crianças, já no espaço do novo serviço especializado da cooperativa médica.
INFRAESTRUTURA
Para dar suporte ao novo serviço de ortopedia pediátrica, o Hospital Pediátrico da Unimed Belém ganhou uma infraestrutura exclusiva, com mesas cirúrgicas radiotransparentes, arco cirúrgico, microscópio cirúrgico e todo o instrumental geral da cirurgia ortopédica. Para o superintende da Unimed Belém, Augusto Borborema, o novo serviço inaugurado traz maior segurança e conforto ao paciente infantil no momento da realização de cirurgia especializada, pois a Unimed Belém centralizou em um só lugar todo o serviço de ortopedia pediátrica. “Temos ainda o suporte de UTI pediátrica e um corpo clínico especializado. O conjunto de serviços ofertados é único no Norte do Brasil”, ressaltou, informando que a cooperativa médica disponibiliza oito médicos ortopedistas pediatras no novo serviço.
O Dr. Paulo Braga, cirurgião ortopedista pediátrico, que atua há 25 na especialidade, participou do simpósio ortopédico e assistiu as cirurgias realizadas pelos dois especialistas convidados. “Um simpósio com especialistas como os doutores Cláudio Santili e Rui Ferreira é essencial para a atualização médica, pois foi muito além da teoria. Eles também nos ensinaram algumas técnicas que ainda não utilizamos aqui, como as cirurgias para correção de uma deformação causada pela ‘doença dos ossos de vidro’, que ainda não são feitas em Belém”, relatou.
Outra que também experimentou uma grande oportunidade participando do simpósio ortopédico foi a estudante de Medicina da UEPA, Dora Fonseca, que está no 8º semestre. “Tenho no meu professor, o doutor Rui Barros, um grande mentor, que incentivou a me especializar em cirurgias do plexo braquial e microcirurgia das mãos. Então, participar deste simpósio com grandes especialistas nacionais só me fez confirmar o que eu já havia planejado. Excelente a iniciativa da Unimed Belém em promover o evento”, festejou.
DIFERENCIAL
Além de professor da UEPA, o médico Rui Barros – com larga experiência em cirurgião da mão –, foi o organizador do Simpósio de Ortopedia. Ele é membro do Conselho de Administração da Unimed Belém e destaca que o novo serviço de ortopedia pediátrica é imprescindível, pois até então, a saúde suplementar tinha dificuldades em executar procedimentos ortopédicos em crianças, justamente por falta dos equipamentos que agora foram adquiridos pela cooperativa. “Temos o grande diferencial de proporcionar condições clínicas em um só local, onde o médico ortopedista recebe suporte do pediatra de plantão e vice-versa, melhorando a qualidade da assistência médica, podendo realizar um serviço completo de ortopedia no Pará como cirurgias da mão, joelho e do quadril”, enfatizou.
PIONEIRISMO
O doutor Claudio Santili operou uma criança com a doença conhecida como ‘síndrome dos ossos de vidro’, uma desordem rara do tecido conjuntivo de caráter genético e hereditário, cientificamente conhecida como Osteogênese Imperfeita. A doença é conhecida por esse nome pelo acometimento nos ossos que ficam fracos e quebram com facilidade. Ele avaliou como muito positiva a iniciativa da Unimed Belém em criar um serviço de ortopedia pediátrica com atenção às patologias do desenvolvimento infantil. “Essas crianças eram tratadas por generalistas e, com a implantação da especialidade, haverá melhorias no atendimento, prognósticos e resultados dos tratamentos. Há uma carência muito grande de serviços especializados em ortopedia pediátrica. Até mesmo em São Paulo, há poucos hospitais que se dedicam, exclusivamente, ao tratamento de crianças e menos ainda ao trato ortopédico infantil”, garantiu.
O doutor Rui Ferreira, que faz parte do movimento SOS Mãos Recife, veio a Belém para realizar a cirurgia de uma lesão do plexo-braquial ao nascimento, que é a paralisia dos nervos que comandam os membros superiores. Ele avaliou como muito importante o novo espaço disponibilizado pela Unimed Belém. “Fazemos trabalho social e temos vários pacientes do Norte que vão para Recife se tratar, com custos muitos altos para o Estado. Realizamos microcirurgias para implantes e transferências de dedos dos pés para as mãos, em casos de crianças que nascem sem o dedo, e a gente faz a pinça para lhe dar mobilidade. Agora, a nossa experiência será também compartilhada com os ortopedistas pediatras paraenses, que poderão fazer as cirurgias de seus pacientes aqui no Estado mesmo”, explicou.

A capital do minério será a primeira parada do Projeto OCB/PA Itinerante, que visitará seis regiões paraenses em 2019. Na próxima semana, a equipe técnica da Unidade Estadual estará no município fazendo o atendimento de rotina, levantamento das demandas e promovendo um cronograma de cursos e capacitações para as cooperativas. Confira nossa programação e participe!
Serão disponibilizados todos os serviços do Sistema OCB/PA relacionados às áreas de monitoramento, formação profissional e promoção social. O objetivo é ampliar o acompanhamento presencial do Sistema às regiões mais afastadas da capital, atuando na estruturação e orientação acerca dos registros dos atos, elaboração de viabilidade econômica, relação com o poder público, registro na OCB/PA e cursos de capacitação sobre cooperativismo.
Do dia 18 ao 22/02, serão feitas orientações técnicas e jurídicas, assim como o levantamento de demandas das cooperativas na Escola de Cooperativismo, de 08h às 12h. Já na Sala do Empreendedor, ocorrerá atualização cadastral, emissão de certificado de regularidade e regularização financeira junto à OCB/PA durante o mesmo período, de 08h às 14h. Em relação à grade de capacitações, ocorrerá na Escola do Cooperativismo o Curso Básico de Cooperativismo nos dia 18 e 19, das 14h às 18h. No mesmo horário e local, ocorrerão os cursos de Conselho Fiscal no dia 20, Conselho de Administração no dia 21 e Governança Cooperativa no dia 22.
Os principais articuladores da OCB/PA Itinerante são os representantes de ramo ligados aos conselhos da Unidade Estadual. Em Parauapebas, por exemplo, a conselheira do ramo turismo e cooperada da Cooperture, Áldina Chaves, está mobilizando as cooperativas.
“A cidade foi escolhida para sediar a primeira edição do projeto tendo em vista o potencial expansivo do horizonte cooperativista presente na região, conhecida por sua riqueza mineral. Os munícipes buscam fontes econômicas alternativas e o empreendedorismo coletivo, sem dúvida, é o caminho. Nosso objetivo é fortalecer as singulares já atuantes, assim como orientar grupos interessados”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: Sala do Empreendedor, Rua C, nº 471, Bairro Cidade Nova; Escola de Cooperativismo, na Rua B, nº 661, Cidade Nova. Mais informações: (91) 99360-4665


O cooperativismo já é uma realidade em praticamente todos os 144 municípios do Pará, Estado com área maior de 1milhão km2. Abranger todas as mesorregiões paraenses é um desafio que o Sistema OCB/PA planeja alcançar com o Projeto Estruturador “OCB Itinerante”, que levará o atendimento presencial da entidade a seis polos regionais em 2019: Parauapebas, Paragominas, Belém, Capanema, Santarém e Altamira.
Serão disponibilizados todos os serviços de rotina oferecidos às cooperativas relacionados às áreas de monitoramento, formação profissional e promoção social. O objetivo é ampliar o acompanhamento presencial do Sistema às regiões mais afastadas da capital, atuando na estruturação e orientação acerca dos registros dos atos, elaboração de viabilidade econômica, relação com o poder público, registro na OCB/PA e cursos de capacitação sobre cooperativismo.
“Diariamente, recebemos cooperativistas de vários municípios do Estado na sede em Belém. No entanto, sentíamos a necessidade de aproximar ainda mais a equipe finalística das singulares para conhecer suas realidades com maior propriedade e, assim, auxiliar em seu desenvolvimento. Apresentamos o Projeto para os conselhos da OCB/PA e do SESCOOP/PA, tendo a aprovação em ambas as casas”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A primeira cidade a receber o projeto será Parauapebas entre os dias 18 e 22 de fevereiro. Já em abril, a capital do Estado será a alcançada do dia 22 a 26 por ocasião de um evento histórico para o cooperativismo que reunirá singulares de todos os municípios. Em junho, Santarém será a beneficiada dos dias 24 a 28. No mês de agosto, o projeto chega a Capanema entre os dias 26 e 30. Finalizando o ano, Paragominas em outubro e Altamira em novembro receberão o Sistema OCB/PA.
Dentro da programação, estão previstas palestras de orientação sobre os processos de registro e arquivamento na Junta Comercial do Pará (JUCEPA), encaminhamentos sobre a viabilidade econômica para grupos interessados em constituir cooperativas. Haverá capacitações sobre os módulos básicos do cooperativismo, emissão de certificados de regularidades, regularizações de cooperativas não registradas ou inadimplentes, levantamento de demanda das cooperativas, assim como instruções sobre certificações nas esferas municipal, estadual e federal.
“Seguiremos esse mesmo modelo de atividades em cada ponto escolhido para a realização do Projeto OCB Itinerante, adequando-se, evidentemente, às especificidades de cada região e para o que demandam. Nosso propósito é ser bastante assertivos nas ações, auxiliando nossas cooperativas o máximo possível”, explicou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
Os principais articuladores da OCB Itinerante serão os representantes de ramo ligados aos conselhos da Unidade Estadual. Em Parauapebas, por exemplo, a representante do ramo turismo e cooperada da Cooperture, Áldina Chaves, mobilizará as Cooperativas. O local ainda está sendo definido, mas terá espaço físico para receber ações simultaneamente. Já está previsto no cronograma para o município os cursos do módulo doutrinário, conselho de administração, governança e conselho fiscal. No encerramento, o Sistema OCB/PA participará do 1º Congresso de Mineração da Região de Carajás.
“Será uma programação estruturada especialmente para as cooperativas, mas também aberta para o público em geral que pretende conhecer o cooperativismo como uma forma de empreendedorismo coletivo eficiente. Neste sentido, é necessário que reconheçam o papel do Sistema OCB/PA como entidade máxima de representação do setor e das ferramentas que dispõe para auxiliar o crescimento das singulares. O objetivo é tornar a entidade mais presente nas seis regiões do Estado”, completou o presidente Raiol.
Entidades
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Pará (SESCOOP) é entidade responsável pela capacitação e aperfeiçoamento das cooperativas. Sua missão é organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional e a promoção social dos trabalhadores e dos cooperados em todo o território nacional. Já a Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado (OCB) é o órgão máximo de representação das cooperativas no país. Entre suas atribuições, é responsável pela promoção, fomento e defesa do sistema cooperativista, em todas as instâncias políticas e institucionais.

Com foco na gestão, organização produtiva e acesso a mercados, o Sistema OCB/PA definiu o Planejamento de Ações voltadas para o ramo agropecuário a ser executado de fevereiro a junho. As informações foram validadas pelo Conselheiro do ramo na OCB/PA, Ivan Saiki. Os destaques são o Seminário Internacional em abril, os workshops regionais de compras públicas e a aplicação do GESCOOP.
Ao longo deste primeiro semestre, serão realizados três workshops regionais, iniciando com o nordeste paraense em fevereiro, oeste em março e sudeste em abril. O foco será as Compras Públicas, dando continuidade ao trabalho que está sendo desenvolvido junto às Forças Armadas, com apoio do MDS e outras Instituições.
No evento deste mês, as cooperativas que estão situadas na região nordeste e metropolitana também serão apresentadas ao Levantamento de Demandas realizadas pela Nós Consultoria junto aos estabelecimentos associados à ABRASEL. A informação servirá como foco mercadológico para subsídio de ambiência de negócio para a futura Central, assim como o GESCOOP.
“É indispensável que os produtores reconheçam as reais necessidades do segmento, responsável por parcela considerável do consumo no Estado. Desta forma, poderão direcionar seus esforços assertivamente nos produtos demandados e acessar o mercado com maior competitividade. Este é o nosso objetivo”, afirmou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.
O Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP) será aplicado em todas as singulares que farão parte da futura Central de Cooperativas do Nordeste Paraense. Para tanto, estas deverão estar adimplentes com o Sistema OCB/PA.
Já nos dias 22 e 23 de abril, será realizado o Seminário Internacional do Ramo Agropecuário no IFPA Campus Castanhal, com a parceria da Universidade de Alicante da Espanha. Haverá a participação do Prof.º Dr. José Daniel Gómez e mais dois profissionais de Cooperativas Espanholas, para troca de conhecimentos e parceria comercial (inserção dos produtos no país). Neste período também será realizado a 1ª Feira de Negócios Cooperativos (FENCOOP) em Belém, na Estação das Docas.
“O ramo agropecuário é um dos sustentáculos da nossa economia e vetor estratégico para o abastecimento da nossa população. Por isso, planejamos nossas ações de forma a potencializar nossas cooperativas e torná-las ainda mais protagonistas no cenário regional. Temos a convicção de que este é o caminho para vermos o crescimento integrado, não só de um produtor, mas de todos os homens do campo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

O Governador Helder Barbalho ressaltou a importância das cooperativas para o fomento econômico regional na sessão de abertura da Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA) em 2019, ocorrida ontem (05). Participaram autoridades políticas, judiciárias, servidores públicos e a sociedade em geral. Representaram o cooperativismo o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e assessor político/institucional, Haelton Costa.
Helder participou da abertura dos trabalhos e fez a leitura da mensagem oficial do Poder Executivo, apresentando aos deputados eleitos e reeleitos, aos convidados e à sociedade paraense um balanço dos primeiros 30 dias de governo, destacando as principais ações executadas nas áreas de segurança, educação, saúde, infraestrutura, fiscal e seus avanços.
Em seu pronunciamento, Helder Barbalho ressaltou as áreas que pretende potencializar. “Fomentar o turismo, a gastronomia, o empreendedorismo e o cooperativismo são o caminho para a geração de emprego e renda e redução da desigualdade social. Estamos diante de um novo tempo. Precisamos inovar, incentivando as startups, a economia criativa, buscando soluções compatíveis com o mundo que vivemos hoje e o mundo do futuro”.
O presidente Ernandes Raiol e o assessor Haelton Costa já iniciaram os contatos com os deputados e representantes do Governo para a apresentação oficial do cooperativismo aos poderes legislativo e executivo do Estado. Em março, será realizado um encontro com todos os parlamentares e com o governador na sede do Sistema OCB/PA.
“Iremos recepcioná-los e reiterar que as nossas cooperativas estão dispostas a trabalhar juntas para o desenvolvimento socioeconômico do Pará. Ouvir do próprio governador que o cooperativismo está dentro do seu planejamento de políticas públicas nos deixa esperançosos de condições mais favoráveis para o fomento à economia da cooperação”, completou Raiol.

Alunos, professores e servidores da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) consumirão diariamente a produção orgânica rural proveniente de Irituia. Após vencer chamada pública da Universidade, a Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D´Irituia) fornecerá 11 itens entre hortaliças e frutas para o campus de Belém. O reitor geral Marcel Botelho visitou a singular, juntamente com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, para oficializar a parceria.
A D’Irituia foi uma das contempladas na chamada que abastecerá o restaurante universitário de Belém a partir de fevereiro. Os produtos são caruru, couve, jambu, macaxeira, abóbora, coentro, cebolinha, limão, melancia e banana. O valor total da chamada, ocorrida na modalidade compra institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), chega a quase R$ 35mil.
“Já tínhamos uma parceria de aspecto extensionista com a Universidade que, desde a origem da organização firmada entre os agricultores associados à D’Irituia, nos auxiliou ao desenvolvimento técnico e produtivo. Agora também teremos uma parceria comercial para fomento econômico da cooperativa”, reiterou o Diretor da D’Irituia e professor da UFRA, José Romano.

Na última terça (29), o reitor Marcel Botelho visitou a sede da cooperativa, acompanhado de dois pró-reitores, Marcelo Robson e Saulo Luis, o grupo de pesquisa Communitas/CCP, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e do pesquisador da Embrapa, Oswaldo Kato. Na ocasião, discutiu-se sobre a ampliação das ações conjuntas entre as entidades para beneficiar o cooperativismo agropecuário no Estado.
“O acordo de cooperação técnica estabelecido entre a UFRA e o Sistema OCB/PA vem se mostrando bastante efetivo, com resultados verdadeiramente práticos. Nosso desejo é que as demais instituições de ensino superior, assim como os gestores vinculados tanto ao âmbito municipal quanto estadual se espelhem nesse modelo para que também cumpram a legislação prevista para a aquisição de alimentos junto à agricultura familiar da respectiva região”, enfatizou Ernandes Raiol.

Mais de R$1,3 milhão está sendo oferecido em chamada pública do 53º Batalhão de Infantaria de Selva para a aquisição de alimentos referentes à agricultura familiar. O batalhão, sediado no município de Itaituba (PA), demanda uma lista de produtos com 134 itens, tais como hortaliças, frutas, mel, queijos, doces, castanha de caju e polpas de frutas. O edital foi produzido de forma mais adaptada às realidades dos produtores após diversas ações articuladas em parceria com o Sistema OCB/PA. Os interessados podem se habilitar até o dia 27 de fevereiro.
O valor total da chamada pública, a ser realizada na modalidade Compra Institucional com dispensa de licitação, é de R$ 1.380.952,04. A demanda de frutas corresponde ao abacate, banana, maçã, laranja, limão, mamão, manga rosa, abacaxi, goiaba, maracujá, melancia, melão, morango e polpas de diversos sabores. Já de hortaliças, as demandas são para alface, abobrinha, batata, beterraba, brócolis, cenoura, chuchu, couve, espinafre, folha de louro, pepino, pimentão, repolho, rúcula, pimenta de cheiro, pimenta do reino, cheiro verde e tomate. Farinha de mandioca também está prevista.
“Percebemos nitidamente o quanto a instituição já adaptou a chamada referente ao PAA para o que o produtor rural realmente possa oferecer. É óbvio que muitos objetos necessários para o abastecimento do Exército ainda não são produzidos pelas cooperativas por demandarem um nível mais avançado de industrialização. Entretanto, esse é o objetivo do nosso trabalho ao nos compromissarmos em promover um ambiente favorável para o crescimento de mercado das cooperativas”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Os documentos a serem apresentados na habilitação são: prova de inscrição no CNPJ; Cópia da DAP para pessoa física ou jurídica; Cópia das certidões negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dívida Ativa da União; Cópia do estatuto e ata de posse da atual diretoria da entidade no caso de cooperativas; Prova de atendimento de requisitos previstos em lei especial, quando for o caso.
De acordo com o edital, terão prioridade na chamada pública os produtores que atenderem aos requisitos respectivos: ser agricultor familiar no município de Itaituba; pertencer a comunidades tradicionais, quilombolas ou indígenas; assentamentos da reforma agrária; grupos de mulheres e produção agroecológica ou orgânica.
“É importante que nossas cooperativas se habilitem e se preparem para acessar esse mercado, porque a tendência é termos ainda mais oportunidades semelhantes. Segundo dados do MDS, que coordena o PAA, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas lideraram o ranking das compras institucionais em 2017. Juntas, as duas instituições compraram mais de R$ 67 milhões. Estamos consolidando essa parceria justamente para facilitar a participação das cooperativas”, completa Raiol.
PARCERIA
Em 2018, os comandantes do Exército pertencentes ao Pará, Amapá e Maranhão participaram de Feira da Agricultura Familiar organizada pelo Sistema OCB/PA dentro da 8ª Região Militar, em Belém. O objetivo foi ampliar o conhecimento acerca do que realmente é produzido pelos agricultores e adaptar os editais licitatórios da instituição voltados ao PAA de acordo com a realidade regional.
A primeira Feira da Agricultura Familiar foi resultado do Seminário de Compras Públicas ocorrido no final de junho, em Marabá, com a parceria do Ministério do Desenvolvimento Agropecuário (MDS) e da VALE. A coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDS, Hetel Santos, assim como a NÓS Consultoria, também foram decisivos para o encaminhamento da ação.
Na oportunidade, foi feita uma rodada de apresentação das cooperativas para os coordenadores e responsáveis pelas unidades descentralizadas que possuem autonomia para organizar a própria chamada pública. Os comandantes degustaram os produtos, avaliaram a qualidade, conheceram a diversidade e o volume produtivo.
Serviço: Os interessados deverão apresentar a documentação para habilitaçõ e proposta de venda ate o dia 27 de fevereiro de 2019 às 15h, na Seção de Licitações do 53º BIS.
Confira o edital completo:
http://www.mds.gov.br/webarquivos/arquivo/seguranca_alimentar/compra_institucional/2019_editais/24012019/01%20-%20Chamada_Publica_Exercito_Brasileiro%20-%2053_Batalhao%20de%20Infantaria%20da%20Selva_PA.pdf

Ainda no primeiro semestre de 2019, as cooperativas paraenses irão agitar a capital do Estado com um evento histórico, reunindo singulares de todos os ramos e dos mais variados municípios. A programação foi pauta principal de reunião, nesta quinta (31), do Conselho de Administração da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA). Na oportunidade, o presidente da câmara municipal de Belém, Mauro Freitas, esteve presente.
Aguardem pelas próximas novidades!!
#Temnovidadechegando
#BelémCooperativista #ParáCOOP
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
ERNANDES RAIOL DA SILVA
IVAN HITOSHI SAIKI
JOSÉ MELO DA ROCHA
AMARO SALVO DA ROSA
ARIOSTO MARIA CHAVES DIAS
FABIANO PEDRO ALMEIDA DE OLIVEIRA
JOSÉ VALDEMAR RODRIGUES SIQUEIRA DOS SANTOS
ALMERINDO RIBEIRO PINTO
ALDINA CHAVES SOUSA

As formalidades vinculadas à realização de assembleias gerais abrangem diversos procedimentos a serem cumpridos. São detalhes minuciosos, mas indispensáveis para a conformidade legal de todas as decisões tomadas pelo quadro social. Para facilitar o andamento das tratativas, o Sistema OCB/PA se disponibiliza a auxiliar cooperativas singulares diante da realização das AGOs, acompanhando e orientando sobre os processos regimentais.
A gestão democrática é um dos sete princípios que regem o modelo de negócio cooperativista. Todas as ações são decididas em conjunto, priorizando sempre o bem comum dos cooperados. E é nas Assembleias Gerais Ordinárias que esse princípio é colocado em prática. A AGO é oportunidade de avaliar as atividades do exercício anterior e de planejamento para o ano que se segue.
Como entidade máxima de representação sindical, política e cooperativista, a OCB/PA deve acompanhar o andamento dos processos gerenciais decisivos do setor. De acordo com o Presidente Ernandes Raiol, a participação da OCB/PA pode ser decisiva para o planejamento estratégico dos cooperados. “É indispensável que, como cooperativistas que somos, tudo seja feito de modo coletivo, considerando desde os cooperados até as entidades responsáveis pelo desenvolvimento econômico, social e político dos ramos de atividade específicos. Nossa diretoria executiva está totalmente disponível para ouvir as cooperativas, contribuindo no que for possível para a viabilidade dos projetos, gerando competitividade, progresso financeiro e, consequentemente, felicidade”.
As realizações das Assembleias Gerais partem de um caráter de dispositivo de lei. O Artigo 44 da Lei 5.764/71 regulamenta e normatiza essas reuniões. Além disso, para a tomada de qualquer decisão, a comunicação é necessária, como também é imperativo que uma organização de pessoas não possa funcionar sem haver um instrumento de trabalho que represente a coletividade.
“É o que possibilita o intercâmbio de ideias e experiências. É possível, através da discussão coletiva, ouvir as sugestões dos cooperados, as alternativas possíveis e outros caminhos que eles enxergam. Com isso, a tendência é um aumento de produtividade: todos colaboram com todos. Os associados se sentem pertencentes do empreendimento, como, de fato, devem ser. Isso é cooperativismo”, completa Raiol.

AGOs realizadas
O Sistema OCB/PA já foi convidado para participar das primeiras Assembleias realizadas pelas cooperativas no ano. Em Belém, o superintendente, Júnior Serra e o analista de desenvolvimento, Diego Andrade acompanharam a AGO da Cooperativa dos Taxistas Autônomos do Terminal Rodoviário de Belém e Região Metropolitana (COOTATERB), na qual os associados reelegeram a atual diretoria para mais dois anos. A diretoria executiva da COOTATERB está composta pelo presidente Marco Antônio Nascimento, pelo diretor financeiro, Eduardo Rocha e pelo diretor administrativo, José Anselmo. A Assembleia de cooperados também apreciou a prestação de contas referentes ao exercício anterior.
Em curto prazo, o principal desafio para a gestão é encontrar formas alternativas de posicionamento mais competitivo no mercado para fazer frente aos aplicativos de transporte. “Estamos perdendo muito espaço no que tange à tecnologia de acesso a passageiros. Neste sentido, o apoio técnico da OCB/PA será muito importante para nos auxiliar com os cursos de qualificação profissional, indispensáveis para o aprimoramento das nossas atividades. Queremos ter iguais condições de concorrência com os aplicativos, mas precisamos também nos adaptar Às novas dinâmicas de mercado”, completou o presidente.
Já em Curralinho, o analista de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho, esteve na AGO da Cooperativa dos Ribeirinhos Extrativistas Agroindustrial do Marajó (Sementes do Marajó). Carlos Roberto foi aclamado presidente da singular que envolve mais de 50 famílias na produção do açaí no município. O Sistema OCB/PA, solicitado, acompanhou os procedimentos regimentais da Assembleia que primou pela condução transparente e democrática de todo o processo.
SERVIÇO
Para receber a diretoria da OCB/PA, deve-se enviar as solicitações para o e-mail secretariaparacooperativo.coop.br com a data e os respectivos editais. No mês de abril, o Sistema OCB/PA irá realizar a AGO do setor, reunindo todas as cooperativas do Estado.

A intensidade e crocância da farinha produzida em Bragança já é culturalmente destacada em território regional, mas o selo de Indicação Geográfica (IG) pode contribuir para ampliar esse reconhecimento em todo o mundo. Quatro cooperativas do município estão se mobilizando com esta finalidade. Na última segunda, a diretoria da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares dos Caetés (COOMAC) se reuniu com o presidente do Sistema OCB/PA para obter o apoio institucional da entidade.
A fama da farinha bragantina começou pelos idos de 1900, quando uma estrada de ferro cortou os 222 km que separam o nordeste paraense de Belém. A capital passou a ser abastecida com a farinha da região, já intensa produtora. Confiável, sempre bem torrada, saborosa, sem bagaço, conquistou os paraenses. A ferrovia foi desativada em 1965, mas a tradição herdada dos índios tupinambás seguiu ganhando força e, hoje, a região se prepara para pleitear o selo de indicação geográfica para a farinha.
O grupo de trabalho envolve produtores locais, as prefeituras e instituições de fomento que se preparam para entrar com o pedido de Indicação de Procedência (IP), um atestado de garantia de origem do produto, protegendo consumidores e agricultores de fraudes. Compõem o Conselho Regulador a COOMAC como preponente da indicação geográfica, além da COMAR de Santa Luzia, COOPERAGRO de Augusto Correa e COOPAVISEU de Viseu.
Participaram da reunião o coordenador especial do GP e cooperado da COOMAC, Geovani Martins, o presidente da COOMAC, Roberto do Carmo e a tesoureira Cleia Borges. “Na oportunidade, viemos buscar a parceria da OCB/PA dentro do projeto. É um apoio indispensável para nos auxiliar na articulação com o Governo do Estado, Sebrae, SEDAP, Sedeme, UFRA, entre outros. Somos um dos maiores produtores e historicamente vinculados a uma farinha diferenciada em todo o território nacional. Só nos falta oficializar esse título”, explicou Geovani.
Um dos desafios do processo é descrever o modo de fazer da farinha bragantina. A farinha de Bragança é uma farinha d'água, o que significa que a mandioca passa por um processo de fermentação na água. Neste caso, fica pubando (fermentando), em tanque ou igarapé, por cerca de quatro dias. Depois, é descascada e pode ficar até mais dois dias submersa. Só então é levada, já amolecida, para a casa de farinha, onde é triturada (amassada na mão ou passada em uma máquina chamada de catitu), prensada (em sacos ou no tipiti, espremedor de palha trançada), peneirada e torrada.
Além do tempo de fermentação, responsável pelo sabor intenso, outro segredo é a torra: ela vai ainda úmida para o tacho, é mexida manualmente durante o processo chamado de escaldamento, quando ela pré-cozinha antes de torrar – daí a crocância. Já a cor amarelada é decorrente das variedades de mandioca usadas, nada de corantes.
“Garantimos o apoio institucional do Sistema para que, do mesmo modo como o cooperativismo em Tomé-Açu articulou a indicação geográfica do cacau no município, consigamos reconhecer esse título indiscutível de Bragança. Não obstante, também viabilizaremos um intercâmbio com as cooperativas até o Acre para conhecermos um modelo de Central a ser replicado no Estado, objetivando fortalecer a produção agropecuária na região”, explicou o presidente Ernandes Raiol.

No desafiador cenário do transporte paraense, os associados à Cooperativa dos Taxistas Autônomos do Terminal Rodoviário de Belém e Região Metropolitana (COOTATERB) reelegeram a atual diretoria para mais dois anos. Em Assembleia Geral Ordinária (AGO), Marco Antônio Nascimento foi reeleito presidente por maioria dos votos. O superintendente, Júnior Serra e o analista de desenvolvimento, Diego Andrade, representaram o Sistema OCB/PA.
A diretoria executiva da COOTATERB está composta, além do Presidente, pelo diretor financeiro, Eduardo Rocha e pelo diretor administrativo, José Anselmo. Do total de 50 cooperados, estiveram 41 votantes. A Assembleia Geral também apreciou a prestação de contas referentes ao exercício anterior.
De acordo com Marco Antônio Nascimento, a diretoria se empenhará para cumprir as propostas apresentadas na campanha, tais como auxílio na aquisição de automóveis com o subsídio do valor faltante ao cooperado que vende o carro antigo e deseja adquirir um novo à vista. Outra proposta é a aquisição da sede própria da cooperativa.
Em curto prazo, o principal desafio para a gestão é encontrar formas alternativas de posicionamento mais competitivo no mercado para fazer frente aos aplicativos de transporte. “Estamos perdendo muito espaço no que tange à tecnologia de acesso a passageiros. Neste sentido, o apoio técnico da OCB/PA será muito importante para nos auxiliar com os cursos de qualificação profissional, indispensáveis para o aprimoramento das nossas atividades. Queremos ter iguais condições de concorrência com os aplicativos, mas precisamos também nos adaptar às novas dinâmicas de mercado”, completou o presidente.
Atendendo a média de 400 a 600 pessoas por dia, a cooperativa é responsável pelo deslocamento de aproximadamente 13 mil paraenses por mês, com o ponto principal no Terminal Rodoviário de Belém. “Parabéns a todos os cooperados que fazem a COOTATERB. Obrigado pela confiança e parceria com a nossa humilde, simples e transparente gestão. Contem conosco sempre para atuarmos juntos no objetivo de estruturar o ramo transporte no Pará”, completou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Em Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorrida na última semana, Carlos Roberto foi aclamado presidente da Cooperativa dos Ribeirinhos Extrativistas Agroindustrial do Marajó (Sementes do Marajó), singular que envolve mais de 50 famílias na produção do açaí em Curralinho. O Sistema OCB/PA, solicitado, acompanhou os procedimentos regimentais da Assembleia que primou pela condução transparente e democrática de todo o processo.
A Sementes do Marajó foi constituída pelo envolvimento dos próprios ribeirinhos da região com o desenvolvimento local e pela parceria com o Instituto ProNatura e SESCOOP. Desde sua fundação, os cooperados receberam todo apoio em capacitação com a ministração de módulos doutrinários cooperativistas e reestruturação do planejamento. A cooperativa atua, hoje, apenas no processo extrativista, plantando e colhendo. O produto principal é o açaí in natura.
Uma das marcas da Sementes do Marajó é seu trabalho coletivo, que busca desenvolver a região de forma sustentável. Através de diversas iniciativas, como a organização da produção, melhoramento dos processos e do produto orgânico, capacitação dos pequenos produtores e articulação de parcerias com instituições e governo, o grupo vem fortalecendo a agricultura familiar, gerando um melhoramento da renda e da qualidade de vida da comunidade. Recentemente, a Cooperativa Sementes do Marajó recebeu motor e barco reformado para um novo momento no processo de escoamento da produção, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Pesca (SEDAP).
“O mercado do açaí é muito bom no Estado, mas o potencial da Sementes do Marajó não se resume ao produto, porque tem outros potenciais que podem ser trabalhados paralelamente, como produção oleaginosa da andiroba. Acredito que o presidente Carlinhos, conhecedor profundo da realidade comercial e cooperativista, saberá direcionar os melhores rumos frente à gestão do negócio. Estamos à disposição para auxiliar em todo o processo de formação profissional, monitoramento, promoção social, representação política”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

A aproximação com a Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa) vem trazendo bons resultados para as cooperativas paraenses ao longo dos últimos anos. Assertividade e celeridade nos processos de registro na entidade são algumas das vantagens que continuarão beneficiando as singulares em suas demandas. Em reunião com a presidente Cilene Sabino, o Sistema OCB/PA tratou sobre o fortalecimento do empreendedorismo no Estado através das cooperativas e ações a serem executadas em conjunto para atender a esta finalidade.
O objetivo institucional da Jucepa é dar legalidade aos atos do registro público de empresa mercantil e atividades afins, garantindo a sua segurança e validade. Também disponibiliza informações mercantis à sociedade em seus diversos níveis com caráter público, podendo qualquer pessoa obter certidão integral ou parcial de todos os atos registrados.
“Buscamos sempre o crescimento e modernização da organização, sustentada em conceitos e diretrizes da qualidade. Parcerias como a do Sistema OCB/PA atendem nosso planejamento estratégico de melhorar a consistência das informações, disseminar conceitos e técnicas referenciais, criar e melhorar continuamente os processos voltados à qualidade”, explicou Cilene.
De acordo com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, outra medida importante é aproximação com o deputado federal Celso Sabino, que será mediada pela presidente da Jucepa. O Sistema recebeu convite para a posse do deputado em Brasília, que ocorre no dia 01 de fevereiro.
“Agradecemos à presidente Cilene Sabino pela visita especial e institucional à casa do Cooperativismo Paraense. Tenha certeza que a nossa parceria se fortalecerá com o seu comando frente a este órgão, tão importante e imprescindível para o Estado do Pará. Juntos, ajudaremos o povo paraense a gerar trabalho, renda e empregos”, completou Raiol.
Somente em 2018, a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) pagou um total de aproximadamente R$ 3milhões em Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A economia gerada por um diferimento no tributo contribuiria decisivamente para a ampliação da competitividade dos cooperados, verticalização produtiva e migração para outros nichos de negócio. Com o apoio do Sistema OCB/PA, a cooperativa está construindo projeto a ser encaminhado ao Governo do Estado.
Nesta semana, o presidente da CAMTA, Alberto Oppata, se reuniu com o presidente Ernandes Raiol e com o economista Edson Roffer. Foram discutidos detalhes acerca do projeto de incentivo fiscal sobre o preço de produtos, em especial sobre a acerola e cupuaçu. Só com a acerola, por exemplo, a arrecadação tributária foi de R$ 1milhão no último ano. No total, a cooperativa paga cerca de R$ 230mil por mês de ICMS.
Na proposta do projeto que está sendo construído, se prevê um desconto de 90% no imposto. O ICMS incide 12% do valor declarado na nota fiscal do produto. Se o projeto for aprovado, a cooperativa pagaria apenas 1,2%, economizando cerca de R$2,7 milhões a serem revestidos em projetos de desenvolvimento socioeconômico no Estado.
“Devido a várias questões que enfrentamos, a cooperativa teve uma queda nas vendas e isso nos preocupa. Precisamos do incentivo para garantir a sustentabilidade do negócio. A CAMTA, desde 1928, contribui com o crescimento de Tomé-Açu, envolvendo direta e indiretamente quase 10mil pessoas entre cooperados, colaboradores e outros produtores do município atuantes em associações”, reiterou Alberto Oppata.
O valor a ser reinvestido internamente beneficiaria o projeto de verticalização, aquisição de novos equipamentos, melhoria da linha fabril e exploração de outros tipos de produtos, como o sorbê (sorvete que não possui leite em sua composição), geleadas e, principalmente, o chocolate. A CAMTA, inclusive, foi um dos agentes protagonista para a conquista da primeira Indicação Geográfica de um produto agrícola com cunho na sustentabilidade do Pará. Tomé-Açu é reconhecida atualmente como a cidade do cacau.
“Apesar de termos exportação para países como EUA e Japão, nosso maior mercado continua sendo o próprio Estado. Isso mostra que, além de trazer benefícios para o município local, participamos ativamente do abastecimento alimentício no Pará, em que se pese o mercado de polpa de frutas na região metropolitana de Belém. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais o cenário estadual, ampliando o alcance dos nossos produtos, por exemplo, à região sul do Pará. Porém, precisamos ter preço competitivo”, completou Oppata.
A proposta de diferimento terá o apoio político do Sistema OCB/PA, que já iniciou um trabalho de aproximação com os novos titulares de secretarias que integram o Governo recentemente eleito. O titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), por exemplo, é o antigo membro da diretoria do Sebrae/PA, Hugo Suenaga, que já possui um contato aproximado com as cooperativas.
“Também já iniciamos o diálogo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia para conseguirmos esse benefício fiscal para os produtores. O Governo, desde a época das eleições, assinou o compromisso de contribuir com o cooperativismo e tenho certeza que ouvirá as demandas da CAMTA, assim como das demais cooperativas”, comenta Ernandes Raiol.

Diariamente, milhares de paraenses são conduzidos em todo o Pará pelas cooperativas de transporte rodoviário de passageiros, que contribuem diretamente com o crescimento da economia do Estado. Para ampliar esse potencial, as singulares definiram uma grade de capacitações para cooperados e colaboradores em reunião com o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol. Participaram a diretoria da COOTAIT, BUBURÉ e SICOTRAN.
No total, as cooperativas abrangem um número de 300 cooperados atuantes em diversas linhas de transporte interestadual. Estiveram presentes o presidente da SICOTRAN, Beto Corrêa, o presidente e vice-presidente da COOTAIT, Izaque Alves e Fábio Machado e o presidente da cooperativa Buburé, Juvenal Silva.
“Entendemos a parceria com o Sistema OCB/PA como sendo estratégica para o desenvolvimento das nossas atividades, sobretudo no alcance de um nível técnico e profissional que destacará nosso trabalho frente ao mercado competitivo. Neste sentido, a qualificação profissional é indispensável”, enfatizou Izaque Alves.
Um dos cursos a serem realizados é o de Transporte Coletivo de passageiros, regulamentada pela resolução 168 do CONTRAN, através da qual o motorista é obrigado a ter o curso específico de condução. Em articulação com o Centro Amazônico de Ensino Profissionalizante (CAEP), o Sistema OCB/PA estreitou as negociações para diminuir o valor de cursos aos cooperados.
“Temos buscado todos os recursos necessários para proporcionar um ambiente favorável ao fomento do cooperativismo de transporte. Não há outro caminho senão a capacitação. Estamos dialogando com as diretorias das singulares para identificarmos, inclusive, dirigentes e cooperados com perfil que possam participar do curso de MBA aberto no polo Oeste do Estado”, explicou o presidente Ernandes Raiol.

A preservação histórica e patrimonial da identidade paraense perpassa, também, pela produção oriunda de cooperativas. Conforme resultados obtidos em reunião com a nova secretária de Cultura do Governo do Estado, Úrsula Vidal, o cooperativismo terá espaço de destaque nas ações desenvolvidas pela pasta, incluindo o Sistema OCB/PA no grupo de organizações responsáveis por articular um plano de ações estadual.
Úrsula é pernambucana, com graduação em Comunicação Social na Universidade Federal do Pará e em Jornalismo pela Universidade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro. É radialista, jornalista, produtora audiovisual e ativista cultural, com mais de 30 anos de experiência. Participaram da reunião o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol e o superintendente Júnior Serra. Foram apresentadas algumas das cooperativas que desenvolvem atividades importantes no fomento à cultura.
Em Parauapebas, a Mulheres de Barro. O grupo nasceu de atividades ambientais realizadas pela Vale em 2005, na época da implantação do projeto Salobo. Desde então, a cooperativa vem desenvolvendo ações para valorização da história e cultura de Carajás e para o fortalecimento da atividade artesanal, com a produção, venda e divulgação de produtos cerâmicos inspirados em artefatos encontrados, por meio de pesquisas arqueológicas.
Outra cooperativa apresentada foi a Cooperativa de Arte Feminina Empreendedora (Coostafe). Entre outras atividades, as reeducandas do Centro de Recuperação Feminino de Ananindeua formaram a primeira cooperativa de presas no Brasil em que as detentas produzem e vendem artesanatos como uma ação empreendedora e, principalmente, de reabilitação.
“A conversa foi ótima e a parceria se mostrou bastante promissora. Vimos o empenho da titular da Secult em tornar a produção cultural paraense ainda mais efetiva, tanto como forma de preservar a identidade paraense quanto para promover as condições necessárias ao crescimento econômico dos nossos empreendedores”, enfatizou o presidente Raiol.

Mais de 66mil paraenses estão envolvidos com o cooperativismo, mas apenas um grupo reduzido possui especialização na área. O MBA em Gestão de Cooperativas é uma oportunidade única para o profissional se destacar em um mercado que demanda qualificação, atualização e diferenciais competitivos. Na região Oeste do Pará, o SESCOOP/PA está com inscrições abertas para o curso de pós-graduação latu senso até o dia 11 de fevereiro.
Uma das vantagens do MBA é a absorção de conhecimentos específicos nas áreas de gestão e administração do setor, que não são aprofundadas em cursos de graduação. Dentro da grade curricular do curso, serão trabalhadas disciplinas como Direito das cooperativas, Governança corporativa: gestão e direção nas sociedades cooperativas, Plano de negócios, Contabilidade e análise do desempenho das cooperativas, Técnica de negociação, Estratégias e marketing, Gestão de pessoas e equipes.
“O MBA pode ser uma oportunidade para sair da própria zona de conforto. Seja através das aulas, de palestras ou até mesmo de conversas com os colegas, somos encorajados a pensar a partir de outras perspectivas sobre o mundo e as tendências de negócios, gestão e projetos. Passamos a olhar para novos horizontes”, enfatizou o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Diego Andrade.
Um dos benefícios mais significativos de fazer um MBA são as temáticas atualizadas. Com a internet, as informações são passadas cada vez mais rápido, acirrando a competitividade do mundo corporativo. Por isso, as temáticas dos MBAs são constantemente atualizadas. Marketing Digital, Design Thinking e Big Data são exemplos de algumas dessas temáticas atuais, que podem ser o curso completo ou apenas fazer parte dos programas. A atualização dos MBAs acontece também pela introdução de novos modelos pedagógicos, que incluem metodologias mais focadas no desenvolvimento do pensamento crítico e no trabalho em equipe.
INSCRIÇÕES
A seleção dos inscritos pelas próprias cooperativas será realizada por uma Comissão composta por membros do SESCOOP/PA, necessitando que o candidato tenha escolaridade em nível superior e preencha os requisitos previstos em edital. No processo de seleção, serão levados em consideração os critérios estabelecidos, além de análise curricular. As inscrições deverão ser realizadas no período mencionado com o preenchimento da ficha de inscrição e entrega da documentação pelos candidatos. Caso a cooperativa não possua sede em Belém/PA, poderá efetuar a inscrição encaminhando toda a documentação solicitada por e-mail.
“Nosso propósito é ampliar os conhecimentos dos participantes nas modernas técnicas gerenciais para cooperativas, contribuindo a um melhor desempenho organizacional e profissional. Essa mão de obra qualificada irá atender as necessidades das singulares com relação ao aprimoramento e desenvolvimento da gestão. A partir disso, mudaremos o cooperativismo paraense de patamar”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Acesse o edital do MBA: http://paracooperativo.coop.br/media/attachments/2019/01/03/minuta-de-edital---mba.pdf

Com um histórico junto ao Sistema Unimed, Luiz Henrique Mandetta conhece de perto o cooperativismo e seu papel enquanto ferramenta de transformação de realidades. Além de atuar como médico cooperado, também teve a oportunidade de presidir a Unimed de Campo Grande. O ministro reconheceu, publicamente, a atuação da Organização da Cooperativas Brasileiras (OCB) durante a cerimônia de sua posse, ocorrida em Brasília.
“Vai aqui o meu respeito à OCB e a todos aqueles que militam no cooperativismo como forma de realização. Não do eu, não do você, mas do nosso como instrumento de construção coletiva para a execução de inúmeras frentes”, discursou.
Em outro trecho de seu discurso, o ministro Mandetta frisou, também, que tem a intenção de escrever “juntos” uma nova página na saúde pública brasileira. Além disso, ele destacou, ainda, que: a “saúde é um direito de todos e dever do Estado”, não haverá “retrocesso” e cumprirá a Constituição Federal.
CONFIRA
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