Empresas e cooperativas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões poderão acessar financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para manutenção de empregos e pagamento de folha salarial de colaboradores.
O objetivo é oferecer linha de crédito de R$ 40 milhões exclusivamente para o processamento da totalidade da folha de pagamento dos salários, pelo período de 2 meses e limitada ao valor de até 2 vezes o salário-mínimo (igual a R$ 2.090,00) por empregado.
As empresas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos não poderão rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de seus empregados no período entre a data da contratação da linha de crédito e o 60° dia após o recebimento da última parcela do financiamento.
As operações de crédito no âmbito desse programa poderão ser formalizadas pelas instituições financeiras até 30 de junho de 2020.
A empresa em débito com o sistema da seguridade social, na forma da lei, não pode receber benefícios creditícios como os do Programa Emergencial.
O descumprimento das obrigações previstas na medida provisória implica no vencimento antecipado da dívida.
Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)
Saiba mais em: https://bit.ly/3eoj5am
Para mais informações: https://bit.ly/3a7ONWh

Do total das singulares participantes de levantamento feito pelo Sistema OCB/PA sobre os impactos da COVID-19, 37% tiveram perdas em seus negócios, 31% já tiveram suspensão de entrega de produtos e serviços e 7% já precisaram demitir colaboradores. O acesso a linhas de crédito é considerado a maior necessidade no momento para 52%, dos quais 46% buscam capital de giro.
No total, 90 cooperativas paraenses participaram da pesquisa durante os dias 06 a 08 de abril de 2020, possibilitando o mapeamento do atual cenário cooperativista. As informações consolidadas no documento foram estruturadas para apreciação de parceiros estratégicos, como o poder executivo e cooperativas de crédito. O Banco da Amazônia também recebeu o documento formalmente, reiterando o ofício enviado dia 13 de março que solicita o agendamento de reunião para apresentação das demandas específicas das cooperativas.
O levantamento será enviado para todos os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do Pará e à bancada paraense no Congresso Nacional. Para a articulação, solicitou-se apoio da presidente da FRENCOOP, deputada estadual professora Nilse Pinheiro, do deputado federal, Vavá Martins, e do senador Zequinha Marinho.
A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Além de capital de giro, outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%). Além de acesso a crédito, 16% considera a entrega de produtos aos clientes como sendo a principal demanda e 15% busca novos mercados.
“Por sermos uma fábrica de chocolate, nosso comércio ficou totalmente comprometido, pois veio coincidir justamente no período de páscoa, período que movimenta nossa economia. Estamos tentando fazer vendas online através de redes sociais; fazendo promoção dos produtos com até 50% de desconto para dar vazão”, explicou uma das singulares participantes.
Do total, 49% das cooperativas continua trabalhando, mas com redução das operações e da produção. Já 29% estão com as atividades totalmente paralisadas e apenas 6% continua trabalhando normalmente. A maioria das singulares é responsável por atender a comunidade local (cerca de 41%) e 31% atende a municípios próximos.
A principal dificuldade enfrentada pelas cooperativas (57%) continua sendo a baixa circulação de usuários e consumidores. Também foram levantadas as limitações de não recebimento da venda da produção; Baixa comercialização; Inadimplência de associados; Impossibilidade de realização de eventos e capacitações; Queda na venda e na produção dos agricultores; A impossibilidade de aglomeração dos cooperados para fazer as atividades; O perfil de grupo de risco do quadro social.
As cooperativas de transporte também citam a redução de 70 % da frota. O consumo de diesel tem superado a receita arrecadada no dia pela baixa procura de passageiros. De 48 horários, algumas cooperativas reduziram para 11. O setor produtivo também está com barcos parados no porto pelo motivo de não ter compradores para sua produção de pescado. Já as cooperativas de reciclagem alegam dificuldade na coleta com a população e nas vendas dos materiais recicláveis.
“Com este levantamento, buscamos auxiliar o Governo Estadual e Instituições Financeiras na criação de linhas de crédito específicas para sanar as necessidades das cooperativas Paraenses. Somamos mais de 236 empreendimentos cooperativos com mais 90 mil pessoas que geram cerca de 4 mil empregos diretos”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA.
Outros efeitos negativos foram a suspensão de eventos que geravam renda para as cooperativas; Atendimento bancário irregular; A baixa do preço de venda dos produtos; Nas cooperativas de transporte, a queda foi de 70% a na quantidade de passageiros e redução de 80% dos fretes; Aumento do custo de logística; Inadimplência dos responsáveis nas cooperativas educacionais.
Para superar as dificuldades da crise, as cooperativas estão adotando medidas para reduzir custos: Prorrogação de parcelas de financiamentos, redução do quadro de pessoal, diretores trabalhando no sistema de rodízio, negociação com produtores para prazos de pagamento de produção e negociação com clientes para a venda de kits para entregas aos alunos em casa.

As agências dos sistemas SICOOB e a cooperativa SICREDI Norte (Belém) estão funcionando das 10h às 14h, com limitação de 5 pessoas por vez. Já as singulares da SICREDI Centro Norte em 21 municípios estão com atendimento presencial suspenso, utilizando os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo).
SICOOB
Além da redução no horário do atendimento presencial e da limitação de cinco por vez no ambiente interno, as cooperativas do SICOOB garantem a marcação de pelo menos 1,5 m de distância entre os associados.
O SICOOB trabalha com 50% do seu efetivo de funcionários no esquema presencial. Para evitar aglomeração, parte dos colabores saíram de férias, parte segue seu trabalho em home office, principalmente aqueles enquadrados nos grupos de risco ou que vierem a apresentar algum sintoma do novo coronavírus. Para os que seguem nas agências, tornou-se obrigatório o uso de máscaras e constante higienização das áreas comuns.
O Sistema também está orientando os cooperados a baixarem o aplicativo móvel da instituição, assim como os processos para liberação de acesso. Transações mais simples podem ser feitas pela ferramenta ou pelos canais de autoatendimento.
SICREDI
As agências do SICREDI Centro Norte nos municípios de Redenção, Paraupebas, Canaã dos Carajás, Marabá, Xinguara, Rio Maria, Tucumã, Marabá, Paragominas, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Tomé-Açu, Novo Progresso, Altamira, Santarém, Itaituba, Rurópolis, Brasil Novo, Belterra, Mojuí dos Campos e no distrito de Castelo de Sonhos suspenderam o atendimento ao público por tempo indeterminado.
A orientação é que os associados usem os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo) que são completos e permitem a realização da maior parte das operações sem necessidade de ir às agências. Os cooperados podem ter contato direto com os gerentes das agências no Whats App (51) 3358-4770.
Na cooperativa SICREDI Norte, com o fechamento de shoppings, a agência Ananindeua, localizada no Shopping Metrópole, também foi fechada. Para seguir atendendo os associados com eficiência, a SICREDI está impulsionando os canais de comunicação virtual.
Serviços como solicitações e contratação de produtos, que não são feitos pelo “internet banking”, podem ser resolvidos direto com os gerentes SICREDI por meio de ligação ou WhatsApp Enterprise, uma solução de comunicação direta com a administração, que dispõe de atendimento personalizado e exclusivo sem a necessidade de sair de casa. Por meio da plataforma, o registro do associado é identificado e a mensagem direcionada para o gerente da conta.
No entanto, para assinatura de contratos ou entrega de documentos ainda é necessária a presença do associado na agência. Nesses casos, o horário de atendimento foi restringindo para 10h00 às 14h00, de segunda a sexta, com limitação de cinco cooperados por vez dentro da agência.
A cooperativa informa que todos os colaboradores estão equipados com máscaras e há a disponibilização de álcool em gel para garantir a higienização. Além disso, funcionários que apresentam algum fator de risco para a infecção realizam suas funções de casa, no esquema “home office”.

As medidas de segurança adotadas pelas cooperativas de transporte no combate à pandemia de covid-19 foram destaque no Jornal Diário do Pará deste domingo. A Coostafe, cooperativa de detentas, vai produzir 100 mil unidades de máscaras de proteção para atender a demanda das penitenciárias.
O aplicativo agro, produzido em parceria do Sistema OCB/PA e Ufra, vai garantir o escoamento da produção das cooperativas agro, afetadas pela suspensão das aulas, já que grande parte da produção é destinada às merendas escolares. No nordeste paraense, a AmazonCoop e a Cooprima deram início ao serviço de delivery.
#ocbnamídia #cooprima #amazoncoop #coostafe #copasul #cooptransalto

Capriche no almoço da semana-santa, sem precisar sair de casa. A Cooperativa de Trabalho dos Agricultores Familiares do Município de Primavera (Cooprima) está comercializando sua produção em ponto fixo no município do nordeste paraense e fazendo entrega conforme demanda.
Quatipuru, Pirabas, Capanema e Salinas são outros municípios que podem ser atendidos. Os moradores de Primavera podem retirar os produtos no endereço Av. General Moura Carvalho nº 501. No município a entrega é grátis; já para os demais citados, é cobrada a taxa de R$5,00.
Os produtos da Cooprima possuem o selo de qualidade da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo. Atualmente, a cooperativa possui cerca de 50 pequenos produtores associados.
Confira os preços:
Temos
• Filé de pirarucu: R$ 50,00
• Tambaqui (kg): R$ 12,00
• Acerola: R$ 10,00
• Tapereba: R$ 10,00
• Goiaba: R$ 10,00
• Hortaliças combo coentro cebolinha couve, Cariru alface: R$ 10,00
• Ovos de galinha caipira cuba (30 unidades): R$ 20,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Banana dúzia: R$ 7,50
• Melancia (kg): R$ 3,00
• Goiaba inatura (kg): R$ 8,00
• Limao (kg): R$ 3,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Mel puro (500 ml): R$ 25,00
• Mel puro (200 ml): R$ 10,00
• Mel composto com 7 ervas (200 gramas): R$ 15,00
Adotando as medidas de segurança recomendadas pelo órgãos de regulação, a Cooperativa dos Trabalhadores de Reciclagem do Sul e Sudeste do Pará permanece com as atividades produtivas. Já possui mais de 40 toneladas de materiais em estoque para triagem e mais de 20 toneladas prensadas em fardos.
A cooperativa realizou sua AGO na primeira semana de março (antes da comunicação da pandemia do COVID-19). Após o anúncio da proliferação do novo coronavírus, a diretoria traçou algumas metas para dar continuidade ao trabalho. Selecionou-se uma equipe de menor risco para atuar na coleta dentro da cidade e para o trabalho de triagem e prensagem, ficando assim com um numero reduzidos de Cooperados em atividade.
“O nosso planejamento tem surtido um resultado muito importante, mesmo com um numero menor de pessoas trabalhando, temos mantido a cidade limpa, as indústrias e comércios estão sendo atendidos. Traz-nos a esperança de conseguir o recurso necessário para poder manter o custeio e ter fluxo de caixa. Porém, as medidas de prevenção ao Corona têm nos afetado na venda e na comercialização. Compreendemos a decisão dos gestores, mas isso compromete nossa cadeia produtiva”, explicou o Diretor Comercial da Cooperlimppa, Maurílio Pereira.
A cooperativa possui espaço físico, material humano e capacidade de coleta e processamento chega atualmente a apenas 60 toneladas/mês. Os materiais trabalhados são papel, plástico, vidro e pneu sem dependência à logística reversa. Eles catam e separam a matéria bruta que é comercializada e destinada às indústrias localizadas em Goiás para fazerem a transformação. A intenção é que cheguem a participar de todas as etapas deste beneficiamento.
A equipe faz a coleta do material, que é armazenada em quarentena de 5 dias para depois se fazer a segregação. A Cooperlimpa reduziu a capacidade de produção em 30%, permitindo que cooperados do grupo de risco permanecessem em isolamento domiciliar. Mesmo assim, a diretoria optou para que também participem dos recursos adquiridos na cooperativa, em virtude do caráter excepcional da situação.
“Temos visto o esforço da OCB e da rede Cata Pará, juntamente com outras entidades, para dar o suporte necessário às cooperativas manterem suas atividades. Esperamos que essa situação se resolva o mais rápido possível para que tenhamos condições de renda aos nossos cooperados”, reforçou o presidente da Cooperlimpa, Antônio Silva.

Neste momento delicado para o nosso Estado, continuamos integralmente à disposição das cooperativas, auxiliando o setor a enfrentar esta crise, como de costume, com cooperação. Para solicitar seu atendimento, basta acessar o link abaixo e clicar no ícone do Whatsapp de acordo com o técnico e assunto pertinente. Reforçamos nosso compromisso para o desenvolvimento do cooperativismo paraense!
Ernandes Raiol (Presidente):
Contato: 91 99304-1140
Link WhatsApp: https://bit.ly/3bMsVRA
Júnior Serra (Superintendente):
Contato: 91 99305-0086
Link WhatsApp: https://bit.ly/2X3YYrO
Raquel Ruis (Gerência de Operações):
Contato: 91 99332-6095
Link WhatsApp: http://twixar.me/5YxT
Diego Andrade (Relacionamento institucional/cooperativas)
Contato: 91 99360-4665
Link WhatsApp: http://twixar.me/jYxT
Jamerson Carvalho (Questões contábeis e dúvidas sobre AGOs)
Contato: 91 99299-2798
Link WhatsApp: http://twixar.me/8YxT
Deivison Pinheiro (Cooperativas Agro)
Contato: 91 99178-4907
Link WhatsApp: http://twixar.me/RYxT
Edilson Oliveira (Acesso a crédito)
Contato: 91 99346-9466
Link WhatsApp: http://twixar.me/YYxT
Ticianny Barbosa (Monitoramento de Cooperativas)
Contato: 91 99245-9449
Link WhatsApp: http://twixar.me/VYxT
Flávia Gil (Cooperativas do sul e sudeste)
Contato: 94 99183-9167
Link WhatsApp: http://twixar.me/7YxT
Nelian Rossafa (Orientações Jurídicas)
Contato: 91 99366-1307
Link WhatsApp: http://twixar.me/cYxT
Wesley Santos (Comunicação)
Contato: 91 99395-0024
Link WhatsApp: http://twixar.me/QYxT
No final de março, o Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 932, que reduz em 50% a alíquota de contribuição ao Sistema S. A ação será em caráter excepcional, do período de 1º abril até 30 de junho. Em projeção feita pela equipe técnica do SESCOOP/PA, a medida trará impactos significativos no número de ações e beneficiados, deixando-se de atender 20.377 pessoas no estado do Pará.
No caso do Sescoop, a alíquota passa de 2,5% para 1,25%. As cooperativas não precisarão modificar nenhum procedimento em seus sistemas e todo o processamento da redução das alíquotas, no período indicado, será feito automaticamente pelo SEFIP/eSocial, sistema gerador das guias de INSS e FGTS.
“Essa é uma decisão que por um lado beneficia as cooperativas, que estão enfrentando junto conosco esta crise, mas que também nos abre um novo cenário. Um cenário onde prioridades precisam ser revistas e redimensionadas. As perdas serão notavelmente impactantes e devem configurar uma desaceleração no desenvolvimento do setor”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O débito anual projetado é de 27% das ações finalísticas previstas e que não serão realizadas, 26% de cooperativas que deixarão de ser atendidas e 67% de pessoas não beneficiadas no período Os impactos orçamentários chegam à redução de 22% do valor destinado ao avanço profissional das Cooperativas de todo o Estado do Pará no ano corrente.
A mudança representa uma perda de R$729.329,67 que deixará de retornar às cooperativas, cooperados, empregados e aprendizes como diferencial competitivo por meio das diversas ferramentas de fomento ao cooperativismo no Estado.
Os dados seguem abaixo em detalhes:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 99 ações. (167 cooperativas e 1.867 beneficiários).
MONITORAMENTO: 76 ações. (123 cooperativas e 1.443 beneficiários).
PROMOÇÃO SOCIAL: 23 ações. (22 cooperativas, 17.068 beneficiários)
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Atendimento, orientação técnica as cooperativas, intercâmbio cooperativista, cursos, encontro, oficinas, palestras, feiras, exposições, pós-graduação (MBA e Mestrado), visitas técnicas, fóruns, workshops e seminários.
MONITORAMENTO: Palestras, reuniões, consultorias, diagnósticos, plano de ação, reuniões, assembleias, programa de orientação cooperativista, programa de acompanhamento da gestão cooperativista e programa de desenvolvimento da gestão cooperativista.
PROMOÇÃO SOCIAL: Cooperjovem e Dia C.

Frutas variadas, polpas, hortaliças e farinhas com a marca da agricultura familiar paraense. A Cooperativa Amazônia Agroindustrial de Castanhal (Amazoncoop) está comercializando sua produção em ponto fixo no município e fazendo entrega conforme demanda. Faça já sua encomenda!
O ponto de entrega da cooperativa fica localizado em Castanhal-PA na Alameda Tenente Norberto Magalhães, Nº 2723 B, Bairro Saudade 1. Os pedidos podem ser feitos através do contato: (91) 98493-8790. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
Confira os preços:
Serviço: Cooperativa AmazonCoop – encomendas no contato (91) 98493-8790

Para auxiliar as cooperativas paraenses neste cenário pandemia, queremos saber: Qual a situação atual da sua cooperativa? As informações irão nortear medidas estratégicas do Sistema OCB/PA na articulação com o Governo do Estado e instituições financeiras para acesso ao crédito. O levantamento será consolidado até a próxima quarta (08) e entregue ao SICOOB, SICREDI e Banco da Amazônia.
Para isso, é muito importante que você responda as perguntas do link abaixo, lembrando que todas são obrigatórias. Vamos juntos vencer essa crise!
Participe da pesquisa: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScj8oGAOH3lmzIq4up5Xs0TU945piB7nvH2jhamkzCVVsRdqg/viewform

A pandemia provocada pela covid-19 exigiu uma nova postura do setor cooperativista. O Sistema OCB/PA e a Ufra estão desenvolvendo um aplicativo que vai mapear os pontos de vendas de produtos de produtos da agricultura familiar, que serão montados em Belém em parceria com o Governo do Estado. Disponibilidade, preços e modalidade de compras também serão funções da ferramenta.
As cooperativas poderão realizar suas Assembleia Gerais Ordinárias até o dia 31 de julho. Já a Cacauway, marca da Coopatrans, adaptou-se ao novo cenário e está realizando a venda de seus ovos de páscoa, feitos com chocolate 70%, 88% e até 100% cacau, pelo esquema de entrega em residência.
#NaMídia #JornalDiáriodoPará #PortalRomaNews #PortalSantarém #TVRBA

Videoaulas, mídias interativas exclusivas, assessorias que garantem o acompanhamento dos alunos, livros digitais ou mesmo entrega de atividades para os pais de alunos que não possuem acesso à internet. As medidas foram adotadas pelas cooperativas educacionais que, devido à pandemia do novo coronavírus, precisaram ajustar as atividades para manter as aulas.
A Cooperativa de Trabalho em Educação Sóstenes Pereira de Barros (Coopsóstenes), de Santarém, suspendeu as atividades em sala de aula desde o dia 18 de março, mas mantém o setor administrativo em sistema de revezamento para o atendimento individualizado aos responsáveis pelos alunos. A instituição está seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, oferecendo álcool em gel (70%) máscaras, sabão, toalha de papel em todos os banheiros em pias externas e internas.
“O que fizemos emergencialmente foi uma adaptação para que os alunos não fossem prejudicados com as atividades voltadas para o ambiente online. Para o segundo semestre, as atividades permanecem seguindo o calendário anual de 2020”, disse a diretora pedagógica da Coopsóstenes, Railena Queiroz Corrêa.
A cooperativa busca envolver os alunos com atividades através do portal Positivo On (Plataforma Virtual de Aprendizagem) com videoaulas, gravações em vídeos com a entrega desses materiais para correções e as orientações de ensino e aprendizagem.
O primeiro bimestre foi finalizado no dia 25 de março, com a entrega das notas prevista para o dia 15 de abril e início das atividades do segundo bimestre no dia 31 de abril. Dando continuidade ao cronograma, as avaliações do 2° bimestre serão entre os dias 25 de maio e 05 de junho, com resultado final no dia 12 de junho.
COOPERIET
Já a Cooperativa Instituto Educacional de Tucuruí (Cooperiet) decidiu envolver os alunos e professores em uma só plataforma. “Da Educação Infantil até o Fundamental I, cada professor ficou responsável por um grupo e nesses grupos ocorrem videoaulas semanalmente. Posta-se o cronograma de atividades para que os pais possam acompanhar com os materiais didáticos. A responsável pelos materiais é a Editora Sucesso. Assim vamos desenvolvendo nossas atividades a distância, para que o processo de aprendizado não pare”, disse Diosiani Ramos do Amaral, presidente da COOPERIET.
Os professores de educação física estão enviando as orientações para os alunos, que postam vídeos sobre treinos feitos em casa e enviam para avaliação do professor. Também estão sendo disponibilizados no perfil da escola no Instagram videoaulas com professores para tirar dúvidas de cada aluno.
CEAC
Na Cooperativa de Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC), os professores elaboraram uma série de atividades para que os alunos pudessem fazer em casa. Os pais estão recebendo os materiais via aplicativo de mensagem instantânea e os que não possuem acesso à internet buscam na própria escola.
“Como os alunos usam o livro didático, os professores selecionam as atividades do livro, os pais recebem e já as devolvem resolvidas pelos alunos na semana seguinte, quando recebem as próximas orientações. As ferramentas digitais são outras alternativas que estão sendo utilizadas. Assim, estamos mantendo o acompanhamento dos alunos e os pais têm elogiado a iniciativa de não deixar a escola totalmente parada”, explicou a presidente da CEAC, Kátia Cilene.
A cooperativa também adotou ferramentas de videoconferência para ter contato mais direto com os alunos. Os professores utilizam os aplicativos de mensagem instantânea para repassar videoaulas diretamente nos grupos das turmas da educação infantil.
COOPERATALAIA
A Cooperativa de Trabalho em Educação Cristã Atalaia (Cooperatalaia), logo após o decreto do Governo do estado sobre a pandemia da COVID-19, suspenderam suas atividades e criaram grupos com os responsáveis dos alunos no aplicativo de mensagem do Whatsapp. Através desses grupos os educadores estão acompanhando as atividades enviadas no próprio aplicativo, e-mail ou por vídeo aula.
“Estamos acompanhando que professores e pais estão se empenhando muito para manter a qualidade da aprendizagem, mesmo à distância. Como os pais também estão acompanhando de casa, a interação no processo de aprendizagem dos alunos está sendo de grande sucesso, estamos todos envolvidos”, disse a diretora presidente da Coperatalaia, Elaine da Silva Lira.
A secretaria da escola está abrindo sempre das 9h às 12h, apenas para casos mais urgentes que não seria possível fazer a distância.
CATARINA HUBER
A Cooperativa Cristã Catarina Huber, seguindo a Resolução do Conselho Estadual de Educação, resolveu suspender as aulas presenciais, mas seguirá o calendário normalmente através de videoaulas. A direção está elaborando um novo planejamento do funcionamento das aulas, para manter a qualidade dos serviços prestados no âmbito educacional.

Segurança e agilidade para o consumidor, garantia de comercialização para os produtores. O aplicativo desenvolvido especialmente para as cooperativas do ramo agropecuário apresentará, em tempo real, os pontos de comercialização, quais produtos estarão disponíveis e as modalidades de compra. Com um clique, o consumidor poderá fazer sua encomenda e apenas buscar no local, evitando-se grandes aglomerações.
O aplicativo está sendo desenvolvido pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Pará (OCB/PA). O objetivo é ampliar as oportunidades de compra para a população, que busca alternativas frente ao avanço da pandemia do COVID-19, atendendo as recomendações para se evitar locais com concentração de pessoas.
Com o apoio infraestrutural da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), serão montadas feiras da agricultura familiar em alguns pontos de Belém. Participarão todas as cooperativas registradas e adimplentes com o Sistema OCB/PA.
Na plataforma, o usuário acompanhará onde as feiras estão instaladas, quais são os produtos que estão sendo oferecidos, o preço de cada um e as opções de pagamento. Feita a encomenda, o comprador irá se dirigir ao local apenas para buscar os produtos, como um drive-thru. Dependendo de cada cooperativa, também poderá ser feita a entrega a domicílio, com taxas a serem ajustadas na compra.
A população terá acesso a uma produção diversificada. Das 62 cooperativas do ramo agropecuário regulares no Sistema OCB/PA, 46% atua com fruticultura em geral, 38% com hortaliças, 29% com mandioca e derivados. Também atuam com cacau e derivados, oleaginosas, insumos, grãos e produtos de origem animal.
Para esses 3.600 cooperados envolvidos em cooperativas agropecuárias no Pará, além dos 753 empregados, o aplicativo será uma alternativa para que continuem produzindo e para que a produção não seja perdida. Em sua maioria, a principal renda das cooperativas é oriunda dos planos governamentais de aquisição da merenda escolar, em especial o PNAE e PAA. Diante das suspensão das aulas, muitos cooperados foram diretamente afetados.
“É indispensável que criemos meios para possibilitar que nossas cooperativas continuarem trabalhando. Estamos acompanhando singulares com a produção parada, não possuem mercado para quem consigam dar vazão. É certo que o consumo não diminuiu. Precisamos apenas encontrar meios de chegar aos consumidores e a tecnologia vem nos apoiar neste sentido”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O aplicativo já está em fase de desenvolvimento pela área de tecnologia da informação da UFRA. O pró-reitor de extensão, Jonas Castro, está coordenando em conjunto com o professor Fábio Bezerra. O projeto é um dos desdobramento de termo de cooperação técnica assinado entre a Universidade e o Sistema OCB/PA, que já previa a elaboração da ferramenta.
“Precisávamos dar uma resposta rápida à sociedade e aos produtores. Todos devem cooperar em prol do objetivo de mitigar os efeitos da pandemia. Portanto, é o momento oportuno para lançarmos o aplicativo o mais rápido possível, auxiliando na agilidade e segurança para os consumidores, assim como apoiar as cooperativas na comercialização e na gestão de sua produção”, enfatizou o reitor da UFRA, Marcel Botelho.
Enquanto o aplicativo está sendo desenvolvido, a NÓS Soluções, empresa que presta a consultoria ao Sistema OCB/PA, fará o levantamento da produção das cooperativas, identificando quais preenchem os requisitos necessários à execução do Projeto.
Posteriormente, também planeja-se desenvolver uma versão do aplicativo mais voltada para o público corporativo, como supermercados, restaurantes e empórios. As empresas terão uma interface de contato direta com o produtor, auxiliando na aquisição das mercadorias.

Cerca de 100 mil unidades de máscaras descartáveis de proteção individual serão fabricadas pela Coostafe, a primeira cooperativa no Brasil formada por custodiadas do sistema penitenciário. Além de remição de pena, a atividade garante a proteção dos servidores e custodiados das unidades penitenciárias do Estado, visando conter o contágio pelo novo Coronavírus.
O projeto será desenvolvido no Centro de Reeducação Feminino (CRF), de Ananindeua (Região Metropolitana de Belém). Vinte internas que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe) confeccionarão as máscaras de proteção. O espaço para execução do trabalho está sendo preparado para garantir as exigências da vigilância sanitária. Os insumos também já estão sendo adquiridos. A produção está prevista para iniciar ainda nesta semana.
O projeto é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), e é coordenado pelas diretorias de Reinserção Social e Logística, Patrimônio e Infraestrutura do órgão.
De acordo com o diretor de Reinserção Social da Seap, Belchior Machado, as exigências do controle sanitário serão cumpridas para que a produção seja realizada dentro dos padrões exigidos e em condições sanitárias adequadas. "Diante do quadro de pandemia que assola o mundo e à falta de equipamentos de proteção no mercado, a utilização do trabalho prisional na fabricação de máscaras torna-se uma válvula de escape no combate ao Coronavírus, sobretudo dentro das próprias unidades prisionais", ressaltou.
As máscaras de proteção serão confeccionadas em tecido não tecido (TNT) sintético, de composição 100% polipropileno e atóxico.
Por Vanessa Van Rooijen (SEAP)

Com uma variedade de ovos de páscoa, os destaques da campanha 2020 são o chocolate 70% cacau, sem leite na composição e embalagem de folhas desidratadas. A CacauWay também oferece serviços de entrega em residência (delivery). Os pedidos podem ser feitos através do Instagram (@cacauway_bel) e pelo WhatsApp (091) 99257-7012.
Outra novidade são os mini-ovos feito com cacau 100%, 88% adoçado com açúcar de coco e a linha 50% cacau sem leite, para pessoas com intolerância a lactose. Além disso, a cooperativa tem a linha infantil sem leite, para atender esse público que ama chocolate.
Devido a pandemia do novo coronavírus, a cooperativa se adaptou oferecendo serviços de entrega em residência (delivery). Para os bairros nas proximidades da loja, o frete é totalmente grátis. Já para os demais, o frete varia entre R$ 8 e R$ 12. Se a busca for feita na porta na loja, o cliente ganha 5% de desconto.
O planejamento para a páscoa iniciou em dezembro de 2019. No entanto, devido o momento que o Brasil vive, a cooperativa precisou se adaptar. "A pandemia nos pegou de surpresa, porque agora é a época do chocolate. A gente planejou toda a páscoa, inclusive já estamos com os ovos nas lojas. Esperamos que, com as ações que estamos adotando, possamos atender todos os clientes e expectativas", disse a gerente da loja Cacauway Belém, Luana Barros.
A cooperativa Coopatrans busca atender todas as recomendações do Ministério da Saúde, assim evitando a proliferação da Covid-19. “Todos os colaboradores usam máscaras, luvas e álcool gel. As lojas abrem conforme o combinado com o Sindicato dos Lojistas, de 9h às 17h, de segunda a sábado. O cliente que chega na loja tem acesso a álcool gel, papel toalha para secar as mãos após a lavagem”, acrescentou.
A COOPERATIVA
A Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica (Coopatrans), que detém a marca Cacauway, une o sabor e sustentabilidade, marcas registradas do empreendimento. Com a fábrica em Medicilândia, a Cacauway surgiu em maio de 2010, após a união de agricultores familiares e ganhou reconhecimento através dos seus produtos autênticos, livre de conservantes e aromatizantes artificiais. Devido a qualidade desde o cultivo, é considerada uma das melhores do Brasil.
Serviços: Pedidos no Instagram (@cacauway_bel) e WhatsApp (091) 99257-7012. Tv. Rui Barbosa,1509 - Nazaré (Entre Brás de Aguiar e Gentil)

Que tal produtos agroecológicos direto do produtor? Melhor ainda, recebendo na sua casa? A Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares Irituienses (D’Irituia) estará em Belém e Castanhal no próximo sábado (25) fazendo entrega de produtos variados como frutas in natura, polpas, queijos, castanhas, farinha e biscoitos, tudo com a marca da agricultura familiar paraense. Faça já sua encomenda!
Com nove anos de fundação, a D’Irituia reuniu 20 produtores familiares que não eram atendidos por políticas de âmbito federal, municipal ou estadual para que juntos constituíssem uma organização comercial mais competitiva. Hoje já são mais de 60 cooperados. Ano passado, a D’Irituia foi reconhecida nacionalmente em premiação promovida pela Natura.
Os pedidos podem ser feitos através do contato: (91) 99637-4201 e 98727-7692. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, leite, queijo, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
Confira os preços:
• Biscoito de Castanha (Caixa Peq.): R$ 5,00
• Queijo (kg): R$20,00
• Maniçoba pré–cozida (Kg): R$ 7,00
• Farinha de Tapioca (Lt): R$ 6,00
• Farinha D’agua (kg): R$7,00
• Farinha de farofa (kg): R$7,00
• Café em grão (kg): R$20,00
• Café Torrado com erva doce (kg): R$31,00
• Café Torrado (kg): R$30,00
• Beiju de folha (Unid.): R$ 3,00
• Beijuchica (Dúz.): R$ 3,50
• Doce de Cupuaçu (250 ml): R$ 6,00
• Doce de Cupuaçu com castanha (250 ml): R$ 7,00
• Doce de leite (250 ml): R$ 7,00
• Tucupi (Lt): R$ 5,00
• Mel de Abelha (500ml): R$15,00
• Ovo Caipira (Unid.): R$ 1,00
• Feijão Caupi (kg): R$ 4,00
• Polpa de Abacaxi (kg): R$ 7,00
• Polpa de Maracujá (kg): R$ 8,00
• Polpa de Acerola (kg): R$7,00
• Polpa de Cupuaçu (kg): R$ 12,00
• Polpa de Goiaba (kg): R$ 7,00
• Polpa de Taperebá (kg): R$ 7,00
• Polpa de Açaí (kg): R$ 12,00
• Cachaça de Jambú (500ml): R|$ 10,00
• Farofa de Jambú (kg): R$ 10,00
• Farofa Apimentada com Jambú (kg): R$ 5,00
• Banana (Dúz.): R$ 5,00
• Banana Chifre de Boi (Dúz.): R$ 1,20
• Macaxeira (kg): R$ 2,30
• Limão (Dúz.): R$ 2,50
• Laranja (kg): R$ 3,00
• Mamão (Kg): R$ 3,00
• Jerimu (kg): R$ 2,50
• Jambú (maço) R$ 3,00
• Extrato de jambu (Kg): R$ 130,00
• Maxixe (kg): R$ 2,25
• Cariru (maço): R$ 2,00
• Coentro - cheiro-verde (maço) R$ 3,00
• Pimentinha verde (kg): R$ 4,00
• Couve (maço) R$ 3,00
• Abacaxi (kg): R$ 3,00
• Goma de Tapioca (kg): R$ 5,00
• Coco verde (Unid) R$ 2,00
• Coco seco (Unid.) R$ 1,50
• Castanha-do –Pará s/ casca (Kg): R$ 50,00
• Frango caipira (Unid.) R$ 35,00
Serviço: Cooperativa D’Irituia – encomendas no contato (91) 99637-4201 e 98727-7692

Empresas e cooperativas com faturamento de até R$ 300 milhões podem acessar financiamento de até R$ 70 milhões com taxas diferenciadas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou a linha de crédito para auxiliar os empreendimentos neste momento de desaceleração da economia.
O objetivo é oferecer crédito rápido e flexível para empresas de todos os portes, amortecendo os impactos financeiros da pandemia sobre os empreendedores e contribuindo para a manutenção de empregos no Brasil. Pelo menos R$ 5 bilhões estarão disponíveis para apoio às MPMEs.
“Estamos todos vivendo um momento muito difícil e impensável há alguns meses atrás. A pandemia do Coronavírus alterou nossas rotinas e criou enormes desafios para nossa população e nossa empresa. Neste momento de crise, estamos trabalhando no BNDES para disponibilizar recursos a quem mais precisa a fim de manter o funcionamento das empresas, garantir o emprego de milhões de brasileiros e assegurar a serenidade das famílias”, afirmou o o chefe do departamento da equipe do BNDES, Tiago Peroba.
Para solicitar seu financiamento, você deve procurar um agente financeiro credenciado do BNDES, que pode ser um banco ou uma agência de fomento. Confira a lista completa dos agentes financeiros credenciados.
O BNDES participa com até 100% do investimento. O prazo total é de até 5 anos, incluindo carência de até 2 anos. A garantia é de livre negociação entre a instituição financeira credenciada e a beneficiária do financiamento, observadas as normas pertinentes do Conselho Monetário Nacional. A critério do agente financeiro o cliente poderá complementar a garantia utilizando BNDES FGI.
Para acessar o recurso, é necessário entrar em contato com o próprio banco de relacionamento ou acessar a lista dos agentes financeiros credenciados. Então é possível negociar taxas, prazos, valores e garantias para, posteriormente, o próprio banco enviar a proposta a ser apreciada pelo BNDES. Após análise em tempo real, o BNDES realizará a liberação de recursos. O valor aprovado será repassado por meio do banco de relacionamento.
“Estamos em contato direto com a equipe banco, tornando ágil a troca de informações com as cooperativas. O BNDES poderá agora, de forma muito rápida, saber das necessidades do sistema cooperativo paraense. É uma oportunidade para que as cooperativas tenham todas as condições de crédito para continuar crescendo e ajudando no progresso do nosso país”, enfatizou o analista de desenvolvimento de cooperativas, Edilson Oliveira.
Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)
Saiba mais em: www.bndes.gov.br/creditopequenasempresas
Assista ao vídeo para mais informações: https://youtu.be/w_y6fzygT2E

Após articulação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Governo Federal editou Medida Provisória que permite a realização de Assembleias Gerais Ordinárias (AGO) até o dia 31 de julho. Além disso, os mandatos dos membros dos órgãos estatutários ficam prorrogados até a AGO.
O texto também permite que os cooperados participem e votem à distância, a depender de regulamentação do DREI. A OCB está em contato com o órgão para que essa portaria seja publicada com a rapidez que a situação exige.
Os prazos de gestão ou de atuação dos administradores, dos membros do conselho fiscal e de comitês estatutários ficam prorrogados até a realização da assembleia geral ordinária ou até que ocorra a reunião do conselho de administração, conforme o caso. Cabe ao conselho de administração deliberar assuntos urgentes de competência da assembleia geral, exceto se houver previsão contrária no estatuto social.
“Essa prorrogação representa muito para as cooperativas já que sabem da importância das assembleias gerais para a condução de suas atividades anuais. A necessidade de um evento como a AGO representava um risco para nossos cooperados. Com essa medida, o governo, por meio da Casa Civil, nos ajuda a fazer o nosso dever de casa no sentido de conter o avanço do coronavírus”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
A medida prorroga os prazos para arquivamento de atos assembleares até a data da retomada do funcionamento das Juntas Comerciais. Também prevê que disposições contratuais que exijam a realização da assembleia geral ordinária em prazo inferior ao estabelecido serão consideradas sem efeito neste exercício.
Veja o documento na íntegra: https://bit.ly/2UxOu2v

Os mais de 22 mil alunos da rede municipal de ensino de Paragominas receberão kits contendo produtos da agricultura familiar ao longo da semana. No total, serão distribuídos mais de 8 toneladas de alimentos pela Prefeitura. Só a Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Uraim e Condomínio Rural de Paragominas (Cooperuraim) preparou mais de 19 mil kits.
O objetivo é que a preparação dos alimentos seja feita em casa, evitando-se aglomerações nas escolas. Por isso, a distribuição tem sido feita de porta em porta. A iniciativa também visa garantir a renda dos agricultores familiares do município, mantendo o contrato que possuem com a Prefeitura.
“A entrega produtos já está sendo feita. Alguns já tinham sido até entregues às escolas e, como temos o compromisso com pequenos produtores, não poderíamos perder os alimentos. As famílias terão a oportunidade de receber em suas casas o alimento nutritivo que os filhos teriam dentro das nossas escolas”, reiterou o Prefeito de Paragominas, Paulo Tocantins.

A ação também segue o Projeto de Lei 786/2020, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (25), que garante a distribuição de alimentos para os alunos beneficiados pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em situações de emergência e calamidade pública. A proposta busca suprir a necessidade de estudantes que se encontram afastados das escolas em razão da suspensão das aulas devido pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).
O programa atende a todos os alunos da rede pública de educação básica e conta com a participação de agricultores familiares como fornecedores de alimentos para as escolas. De acordo com a lei 11.947/2019, as prefeituras e secretarias estaduais de educação são obrigadas a aplicar 30% dos recursos na compra de produtos oriundos da agricultura familiar.
“Agradecemos a parceria da prefeitura local, nossa parceira, que entendeu a importância de manter a compra dos produtos, um bom exemplo para todas as gestões municipais no Estado que também precisam olhar com cuidado para os produtores rurais”, enfatizou o presidente da Cooperuraim, Fabiano Andrade.

O Jornal Diário do Pará destacou a inclusão das cooperativas no projeto de lei que institui o Fundo Esperança, por meio de articulação da presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo Paraense (FRENCOOP/PA), Deputada Estadual Professora Nilse Pinheiro. O programa de crédito do Governo do Estado busca auxiliar empreendedores a se manterem durante o período de isolamento e menor fluxo do comércio.
O Portal Roma News apresentou as medidas de segurança adotadas pelas cooperativas de transporte, e exemplo da Cooptransalto, de Outeiro, e da central Cencopa, para higienizar os veículos e impedir a proliferação do novo coronavírus. Já o Portal O Liberal informou sobre o impacto econômico da pandemia no setor.
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