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A comercialização de minérios como ouro e cassiterita se manteve estável na região, sendo um dos suportes da economia local que enfrenta fechamento de vários estabelecimentos. Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, as cooperativas da Fecogat continuam desenvolvendo suas atividades e comercializando a produção.
Várias determinações vêm sendo adotadas. Mesmo com um número reduzido de pessoas trabalhando, todos estão recebendo os devidos cuidados como máscaras, álcool em gel (70%) e um local para lavar as mãos com água e sabão. Segundo o presidente da Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Tapajós (Fecogat), Amaro Rosa, a sede da Fecogat sempre tem no máximo até cinco pessoas trabalhando.
“Nossas reuniões estão sendo feitas por vídeo chamada, e-mail e ligações para evitar o contato pessoal, já que a sede é na cidade. Em Moraes de Almeida, Itaituba e em outras regiões em que está tendo um toque de recolher orientado pelo Governo do Estado e Governo Municipal, o trabalho deve seguir de 8h as 16h, com o fluxo de pessoas reduzidas”, disse o presidente.
A principal dificuldade enfrentada pelas cooperativas no momento é o fechamento das instituições bancárias, o que limita o pagamento via dinheiro. Apesar do preço do ouro e da cassiterita ter subido nas bolsas de valores, chegando a quase R$ 300,00 no último dia 13 de abril, a falta de liquidez está fazendo com que o comércio compre em valores bem menores do que deveria ser praticado. Estão sendo utilizadas as transferências e depósitos.
As atividades de organização do ramo cooperativista também continuam. Amaro, que também é representante do ramo na OCB/PA, participou de áudioconferência realizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM) com a participação da OCB Nacional.
De acordo com as instituições, o mercado não desaqueceu e quando as atividades voltarem, a mineração deve superar o tempo de recuperação dos demais segmentos econômicos. Enquanto alguns setores demoram de 3 a 6 meses para voltar ao ritmo, na mineração a extração já é seguida pela venda e o dinheiro roda no comércio com maior velocidade.
Atualmente a Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Tapajós (Fecogat) é composta por setes cooperativas que trabalha no ramo Mineral: Coomigapa, Coogamibra, Coomidec, Coemiabra, Coopemvat, Comparo e a Coopuoro.
Do total de 665 Permissões de Lavra Garimpeira (PLG) ativas na região, existem 74 em nome de cooperativas. Considerando os 6 municípios do tapajós e Altamira, o cooperativismo mineral já representa 11,12% de PLGs da região. Em relação ao número de associados das cooperativas vinculadas à Fecogat, o número chega a aproximadamente 7 mil pessoas.
“Mesmo com todos os problemas que a pandemia do Coronavírus vem ocasionando para diversos setores, a esperança é de dias melhores. Estamos com uma expectativa muito boa, já que todos os outros segmentos demoram de 60 a até 190 dias para se reafirmar novamente. A mineração não”, finalizou.
Texto: Andrei Santos
A Cooperativa de Trabalho de Costura e Moda (Coopermodas), de Barcarena, região metropolitana de Belém, está confeccionando máscaras reutilizáveis para comercialização. O item, recomendado pelo Ministério da Saúde como aliado no combate à propagação do coronavírus, custa o valor de R$ 3. Compre de cooperativa.
Com 13 anos de fundação, a Coopermodas atua no ramo da costura caseira e industrial, na produção de uniformes, malharia, materiais de proteção individuais, ecobags, brindes, entre outros.
Formada por onze mulheres, com idade entre 38 e 55 anos, a cooperativa viu na confecção das máscaras, uma alternativa de geração de renda para as famílias, já que as demandas diminuíram com o avanço da pandemia e a suspensão de eventos e aulas nas escolas.
“Onze famílias da comunidade têm no trabalho da cooperativa a principal fonte de renda. Unimos esse fator com a necessidade de materiais de proteção, que estão em falta no mercado, diante do cenário de pandemia que está crescendo no Pará”, destaca a cooperada Joseane Dias.
Segundo Joseane, a singular adotou recomendações dos órgãos de saúde para manter a atividade produtiva. Além dos procedimentos de higiene, as cooperadas estão trabalhando em regime alternado, com metade do quadro de colaboradoras por dia. "Conscientizamos nossas cooperadas da importância de nos prevenir e adotar medidas de segurança no processo de confecção das máscaras".
As máscaras de proteção são confeccionadas de tecido não tecido (TNT) dupla face e tricoline 100% algodão.
Serviço: Quem tiver interesse em comprar ou encomendas as máscaras, pode entrar em contato pelo número (91) 9 8177-1790 ou (91) 9 8154-5838. A sede da Coopermodas fica localizada na Rua Nova II, nº 97 – São Francisco, Barcarena, e funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h.

O levantamento feito pelo Sistema OCB/PA concluiu que a principal demanda do setor cooperativa, no cenário de pandemia, é o acesso à crédito. As informações consolidadas no documento servirão de subsídio na articulação com o poder público para a criação de políticas públicas que garantam a renda das cerca de 120 mil famílias paraenses ligadas a cooperativas.
No jornal Diário do Pará, o destaque foi a campanha das cooperativas de reciclagem. Faça a sua parte para manter uma cidade mais limpa . Continue separando os resíduos para a coleta seletiva. Assim, você também contribui com a manutenção da renda das cooperativas de reciclagem em seu município, que garante o sustento de diversas famílias!
Veja qual a cooperativa mais próxima de você.
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Como resultado do levantamento de cenário feito nas cooperativas paraenses, o Sistema OCB/PA repassou às instituições financeiras todas as demandas do setor relativas ao acesso a crédito. Em reunião por videoconferência, participaram a superintendência do Banco da Amazônia, a gerência de negócios e fomento do Banpará e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará (Sedeme).
De acordo com a pesquisa feita pelo Sistema OCB/PA, 57% das cooperativas participantes indicaram o crédito como principal gargalo, especialmente para capital de giro. A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%).
A reunião foi provocada pelo diretor de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços (DDICS) da Sedeme, Francisco Pantoja e pelo Direto de Crédito da SEDEME, Mauro Barbalho. Como encaminhamento, o superintendente regional do Banco da Amazônia, Edmar Bernaldino, irá analisar o documento e identificar como o Banco pode auxiliar as cooperativas. Também se comprometeu a dialogar com outros superintendentes ao longo das regiões do Estado para atender as singulares dos respectivos municípios.
O Banco da Amazônia já dispõe de linha de crédito de até R$ 100 mil com taxa de juros de 2,5% ao ano e prazo de 24 meses. Mesmo cooperativas que ainda não possuem conta no banco poderão iniciar o relacionamento com a instituição para poder estruturar o processo.
Já o Banpará se comprometeu a estudar linhas de crédito específicas para as necessidades apresentadas pelas cooperativas, que também são compartilhadas pelos diversos setores produtivos do Estado. Foi solicitado um documento mais específico com estimativas maiores sobre municípios, quantidade de cooperados e pessoas beneficiadas para apresentar ao Secretário titular da Sedeme e ao Governador Hélder Barbalho.
O Banpará informou ainda que continua operando por meio do Crédito do Produtor e que as cooperativas já podem acessá-lo. A linha é voltada para financiar empreendimentos econômicos estratégicos para o desenvolvimento, diversificação e transformação da base produtiva do Estado do Pará, promovendo geração de renda e emprego.
Cooperativas legalmente constituídas e em atividade há mais de 6 meses, contando com no mínimo 20 (vinte) membros devidamente registrados. Todos os empreendimentos devem estar estabelecidos no Estado do Pará. Permitida a concessão de financiamento àqueles que possuam filiais e sucursais comprovadamente estabelecidas ou a se estabelecer no Estado do Pará. Poderão ser financiados projetos que estejam inseridos nas seguintes atividades produtivas: Rural, Florestal, Industrial, Agroindustrial, Mineral e Turismo.
“Continuaremos em contato com as instituições financeiras, sensibilizando sobre a necessidade de auxiliarmos os empreendimentos coletivos, vitais para a estabilidade da economia do Estado”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Dentro do planejamento de ações, após o contato com as instituições públicas, o Sistema OCB/PA também irá articular com as cooperativas de crédito. O Sicoob e o Sicredi já foram contactados e, durante os próximos dias, serão estruturados maiores detalhes.
"Já repassei o documento aos nossos gerentes, dando oreintação para que entrem em contato com as cooperativas da nossa área de atuação que já são associadas. As que não são sócias, também vamos procurá-las para podermos trabalhar juntos. Parabenizo à OCB/PA pelo trabalho, que nos dá mais assertividade nesse relacionamento", enfatizou o gerente regional de Desenvolvimento do Sicredi, Irineu Grigoletto.
Para mais informações: (91) 9299-2798 – Jamerson Carvalho / Deivison Pinheiro – (91) 9178-4907 / 99360-4665 - Diego Andrade (Analistas de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)

A Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Concaves) adotou todas as medidas de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde para manter atividades produtivas. A cooperativa conta ainda com a preocupação das pessoas que colaboram cedendo material, para que os higienizem antes de entrega-los aos catadores.
De acordo com o coordenador da Concaves, Jonas de Jesus Silva, a pandemia está reforçando a necessidade dos cuidados com limpeza, organização e meio ambiente. “A coletiva seletiva é também um combate ao coronavírus, para trazer saúde e mais bem-estar para cada cidadão”, disse.
A singular reúne 40 catadores, que tiram o sustento deles e de suas famílias do trabalho. Atua nos bairros da Terra Firme, Nazaré, Batista Campos, Umarizal, Reduto e Cremação, Jurunas, parte do Guamá e São Brás.
A crise provocada pela pandemia de covid-19 impactou diretamente no rendimento da cooperativa. Antes, o volume semanal era de 20 a 25 toneladas de material coletado. Agora, caiu para 12 toneladas.
“Estamos sofrendo o reflexo do coronavírus. Trabalhamos com a coletiva seletiva em Belém. E o nosso galpão está praticamente vazio”, relata Jonas. O galpão, para o qual esses produtos são levados, fica na avenida Bernardo Sayão, no bairro Condor.
Jonas entende que, no momento, os moradores estão preocupados com sua saúde e sua vida. E estão em isolamento social. Mas afirmou que é importante, principalmente nesse cenário, ser solidário, tomando, é claro, as devidas precauções. Por causa do medo de parte da população, Jonas disse que diminuíram os pedidos feitos por telefone, os agendamentos. Com isso, a renda dos catadores caiu 50%.
“Antes, eles conseguiam um salário mínimo mensal. As pessoas ficaram abaladas, com medo até de nos receber de suas casas. Antes, ligavam, abriam as portas, convidavam a gente para tomar café. Agora, há um pânico”.
“Se alguém tiver material, ligue. Esse trabalho é essencial. E vamos continuar fazendo em prol da comunidade de Belém”, finalizou.
*Reportagem: Portal O Liberal
Serviço: Faça a sua parte para manter uma cidade mais limpa. Continue separando os resíduos para a coleta seletiva. Assim, você também contribui com a manutenção da renda das cooperativas de reciclagem em seu município, que garante o sustento de diversas famílias!
Agendamentos:
Belém
Concaves: (91) 98116-6185
Filhos do Sol: (91) 99728-9838
Icoaraci
Cocavip: (91) 98446-8585
Ananindeua
Cootpa: (91) 98076-4349
Castanhal
Coopenorte: (91) 3711-0657 / 98867-2232
Vigia
Recicron: (91) 98204-8133 / 99141-3858
Paragominas
Coompag: (91) 98860-4145
Santarém
Coopresan: (93) 99136-5489
Coopercat: (93) 99216-8779
Xinguara
Cooperlimpa: (94) 99128-1764
Empresas e cooperativas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões poderão acessar financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para manutenção de empregos e pagamento de folha salarial de colaboradores.
O objetivo é oferecer linha de crédito de R$ 40 milhões exclusivamente para o processamento da totalidade da folha de pagamento dos salários, pelo período de 2 meses e limitada ao valor de até 2 vezes o salário-mínimo (igual a R$ 2.090,00) por empregado.
As empresas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos não poderão rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de seus empregados no período entre a data da contratação da linha de crédito e o 60° dia após o recebimento da última parcela do financiamento.
As operações de crédito no âmbito desse programa poderão ser formalizadas pelas instituições financeiras até 30 de junho de 2020.
A empresa em débito com o sistema da seguridade social, na forma da lei, não pode receber benefícios creditícios como os do Programa Emergencial.
O descumprimento das obrigações previstas na medida provisória implica no vencimento antecipado da dívida.
Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)
Saiba mais em: https://bit.ly/3eoj5am
Para mais informações: https://bit.ly/3a7ONWh

Do total das singulares participantes de levantamento feito pelo Sistema OCB/PA sobre os impactos da COVID-19, 37% tiveram perdas em seus negócios, 31% já tiveram suspensão de entrega de produtos e serviços e 7% já precisaram demitir colaboradores. O acesso a linhas de crédito é considerado a maior necessidade no momento para 52%, dos quais 46% buscam capital de giro.
No total, 90 cooperativas paraenses participaram da pesquisa durante os dias 06 a 08 de abril de 2020, possibilitando o mapeamento do atual cenário cooperativista. As informações consolidadas no documento foram estruturadas para apreciação de parceiros estratégicos, como o poder executivo e cooperativas de crédito. O Banco da Amazônia também recebeu o documento formalmente, reiterando o ofício enviado dia 13 de março que solicita o agendamento de reunião para apresentação das demandas específicas das cooperativas.
O levantamento será enviado para todos os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do Pará e à bancada paraense no Congresso Nacional. Para a articulação, solicitou-se apoio da presidente da FRENCOOP, deputada estadual professora Nilse Pinheiro, do deputado federal, Vavá Martins, e do senador Zequinha Marinho.
A maioria das cooperativas participantes (32%) busca financiamento de até R$ 50 mil, 30% de até R$ 100 mil e 26% acima de R$ 100 mil. Além de capital de giro, outras finalidades são custeio (22%) e investimento (20%). Além de acesso a crédito, 16% considera a entrega de produtos aos clientes como sendo a principal demanda e 15% busca novos mercados.
“Por sermos uma fábrica de chocolate, nosso comércio ficou totalmente comprometido, pois veio coincidir justamente no período de páscoa, período que movimenta nossa economia. Estamos tentando fazer vendas online através de redes sociais; fazendo promoção dos produtos com até 50% de desconto para dar vazão”, explicou uma das singulares participantes.
Do total, 49% das cooperativas continua trabalhando, mas com redução das operações e da produção. Já 29% estão com as atividades totalmente paralisadas e apenas 6% continua trabalhando normalmente. A maioria das singulares é responsável por atender a comunidade local (cerca de 41%) e 31% atende a municípios próximos.
A principal dificuldade enfrentada pelas cooperativas (57%) continua sendo a baixa circulação de usuários e consumidores. Também foram levantadas as limitações de não recebimento da venda da produção; Baixa comercialização; Inadimplência de associados; Impossibilidade de realização de eventos e capacitações; Queda na venda e na produção dos agricultores; A impossibilidade de aglomeração dos cooperados para fazer as atividades; O perfil de grupo de risco do quadro social.
As cooperativas de transporte também citam a redução de 70 % da frota. O consumo de diesel tem superado a receita arrecadada no dia pela baixa procura de passageiros. De 48 horários, algumas cooperativas reduziram para 11. O setor produtivo também está com barcos parados no porto pelo motivo de não ter compradores para sua produção de pescado. Já as cooperativas de reciclagem alegam dificuldade na coleta com a população e nas vendas dos materiais recicláveis.
“Com este levantamento, buscamos auxiliar o Governo Estadual e Instituições Financeiras na criação de linhas de crédito específicas para sanar as necessidades das cooperativas Paraenses. Somamos mais de 236 empreendimentos cooperativos com mais 90 mil pessoas que geram cerca de 4 mil empregos diretos”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA.
Outros efeitos negativos foram a suspensão de eventos que geravam renda para as cooperativas; Atendimento bancário irregular; A baixa do preço de venda dos produtos; Nas cooperativas de transporte, a queda foi de 70% a na quantidade de passageiros e redução de 80% dos fretes; Aumento do custo de logística; Inadimplência dos responsáveis nas cooperativas educacionais.
Para superar as dificuldades da crise, as cooperativas estão adotando medidas para reduzir custos: Prorrogação de parcelas de financiamentos, redução do quadro de pessoal, diretores trabalhando no sistema de rodízio, negociação com produtores para prazos de pagamento de produção e negociação com clientes para a venda de kits para entregas aos alunos em casa.

As agências dos sistemas SICOOB e a cooperativa SICREDI Norte (Belém) estão funcionando das 10h às 14h, com limitação de 5 pessoas por vez. Já as singulares da SICREDI Centro Norte em 21 municípios estão com atendimento presencial suspenso, utilizando os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo).
SICOOB
Além da redução no horário do atendimento presencial e da limitação de cinco por vez no ambiente interno, as cooperativas do SICOOB garantem a marcação de pelo menos 1,5 m de distância entre os associados.
O SICOOB trabalha com 50% do seu efetivo de funcionários no esquema presencial. Para evitar aglomeração, parte dos colabores saíram de férias, parte segue seu trabalho em home office, principalmente aqueles enquadrados nos grupos de risco ou que vierem a apresentar algum sintoma do novo coronavírus. Para os que seguem nas agências, tornou-se obrigatório o uso de máscaras e constante higienização das áreas comuns.
O Sistema também está orientando os cooperados a baixarem o aplicativo móvel da instituição, assim como os processos para liberação de acesso. Transações mais simples podem ser feitas pela ferramenta ou pelos canais de autoatendimento.
SICREDI
As agências do SICREDI Centro Norte nos municípios de Redenção, Paraupebas, Canaã dos Carajás, Marabá, Xinguara, Rio Maria, Tucumã, Marabá, Paragominas, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Tomé-Açu, Novo Progresso, Altamira, Santarém, Itaituba, Rurópolis, Brasil Novo, Belterra, Mojuí dos Campos e no distrito de Castelo de Sonhos suspenderam o atendimento ao público por tempo indeterminado.
A orientação é que os associados usem os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo) que são completos e permitem a realização da maior parte das operações sem necessidade de ir às agências. Os cooperados podem ter contato direto com os gerentes das agências no Whats App (51) 3358-4770.
Na cooperativa SICREDI Norte, com o fechamento de shoppings, a agência Ananindeua, localizada no Shopping Metrópole, também foi fechada. Para seguir atendendo os associados com eficiência, a SICREDI está impulsionando os canais de comunicação virtual.
Serviços como solicitações e contratação de produtos, que não são feitos pelo “internet banking”, podem ser resolvidos direto com os gerentes SICREDI por meio de ligação ou WhatsApp Enterprise, uma solução de comunicação direta com a administração, que dispõe de atendimento personalizado e exclusivo sem a necessidade de sair de casa. Por meio da plataforma, o registro do associado é identificado e a mensagem direcionada para o gerente da conta.
No entanto, para assinatura de contratos ou entrega de documentos ainda é necessária a presença do associado na agência. Nesses casos, o horário de atendimento foi restringindo para 10h00 às 14h00, de segunda a sexta, com limitação de cinco cooperados por vez dentro da agência.
A cooperativa informa que todos os colaboradores estão equipados com máscaras e há a disponibilização de álcool em gel para garantir a higienização. Além disso, funcionários que apresentam algum fator de risco para a infecção realizam suas funções de casa, no esquema “home office”.

As medidas de segurança adotadas pelas cooperativas de transporte no combate à pandemia de covid-19 foram destaque no Jornal Diário do Pará deste domingo. A Coostafe, cooperativa de detentas, vai produzir 100 mil unidades de máscaras de proteção para atender a demanda das penitenciárias.
O aplicativo agro, produzido em parceria do Sistema OCB/PA e Ufra, vai garantir o escoamento da produção das cooperativas agro, afetadas pela suspensão das aulas, já que grande parte da produção é destinada às merendas escolares. No nordeste paraense, a AmazonCoop e a Cooprima deram início ao serviço de delivery.
#ocbnamídia #cooprima #amazoncoop #coostafe #copasul #cooptransalto

Capriche no almoço da semana-santa, sem precisar sair de casa. A Cooperativa de Trabalho dos Agricultores Familiares do Município de Primavera (Cooprima) está comercializando sua produção em ponto fixo no município do nordeste paraense e fazendo entrega conforme demanda.
Quatipuru, Pirabas, Capanema e Salinas são outros municípios que podem ser atendidos. Os moradores de Primavera podem retirar os produtos no endereço Av. General Moura Carvalho nº 501. No município a entrega é grátis; já para os demais citados, é cobrada a taxa de R$5,00.
Os produtos da Cooprima possuem o selo de qualidade da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo. Atualmente, a cooperativa possui cerca de 50 pequenos produtores associados.
Confira os preços:
Temos
• Filé de pirarucu: R$ 50,00
• Tambaqui (kg): R$ 12,00
• Acerola: R$ 10,00
• Tapereba: R$ 10,00
• Goiaba: R$ 10,00
• Hortaliças combo coentro cebolinha couve, Cariru alface: R$ 10,00
• Ovos de galinha caipira cuba (30 unidades): R$ 20,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Banana dúzia: R$ 7,50
• Melancia (kg): R$ 3,00
• Goiaba inatura (kg): R$ 8,00
• Limao (kg): R$ 3,00
• Galinha caipira: R$ 35,00
• Mel puro (500 ml): R$ 25,00
• Mel puro (200 ml): R$ 10,00
• Mel composto com 7 ervas (200 gramas): R$ 15,00
Adotando as medidas de segurança recomendadas pelo órgãos de regulação, a Cooperativa dos Trabalhadores de Reciclagem do Sul e Sudeste do Pará permanece com as atividades produtivas. Já possui mais de 40 toneladas de materiais em estoque para triagem e mais de 20 toneladas prensadas em fardos.
A cooperativa realizou sua AGO na primeira semana de março (antes da comunicação da pandemia do COVID-19). Após o anúncio da proliferação do novo coronavírus, a diretoria traçou algumas metas para dar continuidade ao trabalho. Selecionou-se uma equipe de menor risco para atuar na coleta dentro da cidade e para o trabalho de triagem e prensagem, ficando assim com um numero reduzidos de Cooperados em atividade.
“O nosso planejamento tem surtido um resultado muito importante, mesmo com um numero menor de pessoas trabalhando, temos mantido a cidade limpa, as indústrias e comércios estão sendo atendidos. Traz-nos a esperança de conseguir o recurso necessário para poder manter o custeio e ter fluxo de caixa. Porém, as medidas de prevenção ao Corona têm nos afetado na venda e na comercialização. Compreendemos a decisão dos gestores, mas isso compromete nossa cadeia produtiva”, explicou o Diretor Comercial da Cooperlimppa, Maurílio Pereira.
A cooperativa possui espaço físico, material humano e capacidade de coleta e processamento chega atualmente a apenas 60 toneladas/mês. Os materiais trabalhados são papel, plástico, vidro e pneu sem dependência à logística reversa. Eles catam e separam a matéria bruta que é comercializada e destinada às indústrias localizadas em Goiás para fazerem a transformação. A intenção é que cheguem a participar de todas as etapas deste beneficiamento.
A equipe faz a coleta do material, que é armazenada em quarentena de 5 dias para depois se fazer a segregação. A Cooperlimpa reduziu a capacidade de produção em 30%, permitindo que cooperados do grupo de risco permanecessem em isolamento domiciliar. Mesmo assim, a diretoria optou para que também participem dos recursos adquiridos na cooperativa, em virtude do caráter excepcional da situação.
“Temos visto o esforço da OCB e da rede Cata Pará, juntamente com outras entidades, para dar o suporte necessário às cooperativas manterem suas atividades. Esperamos que essa situação se resolva o mais rápido possível para que tenhamos condições de renda aos nossos cooperados”, reforçou o presidente da Cooperlimpa, Antônio Silva.

Neste momento delicado para o nosso Estado, continuamos integralmente à disposição das cooperativas, auxiliando o setor a enfrentar esta crise, como de costume, com cooperação. Para solicitar seu atendimento, basta acessar o link abaixo e clicar no ícone do Whatsapp de acordo com o técnico e assunto pertinente. Reforçamos nosso compromisso para o desenvolvimento do cooperativismo paraense!
Ernandes Raiol (Presidente):
Contato: 91 99304-1140
Link WhatsApp: https://bit.ly/3bMsVRA
Júnior Serra (Superintendente):
Contato: 91 99305-0086
Link WhatsApp: https://bit.ly/2X3YYrO
Raquel Ruis (Gerência de Operações):
Contato: 91 99332-6095
Link WhatsApp: http://twixar.me/5YxT
Diego Andrade (Relacionamento institucional/cooperativas)
Contato: 91 99360-4665
Link WhatsApp: http://twixar.me/jYxT
Jamerson Carvalho (Questões contábeis e dúvidas sobre AGOs)
Contato: 91 99299-2798
Link WhatsApp: http://twixar.me/8YxT
Deivison Pinheiro (Cooperativas Agro)
Contato: 91 99178-4907
Link WhatsApp: http://twixar.me/RYxT
Edilson Oliveira (Acesso a crédito)
Contato: 91 99346-9466
Link WhatsApp: http://twixar.me/YYxT
Ticianny Barbosa (Monitoramento de Cooperativas)
Contato: 91 99245-9449
Link WhatsApp: http://twixar.me/VYxT
Flávia Gil (Cooperativas do sul e sudeste)
Contato: 94 99183-9167
Link WhatsApp: http://twixar.me/7YxT
Nelian Rossafa (Orientações Jurídicas)
Contato: 91 99366-1307
Link WhatsApp: http://twixar.me/cYxT
Wesley Santos (Comunicação)
Contato: 91 99395-0024
Link WhatsApp: http://twixar.me/QYxT
No final de março, o Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 932, que reduz em 50% a alíquota de contribuição ao Sistema S. A ação será em caráter excepcional, do período de 1º abril até 30 de junho. Em projeção feita pela equipe técnica do SESCOOP/PA, a medida trará impactos significativos no número de ações e beneficiados, deixando-se de atender 20.377 pessoas no estado do Pará.
No caso do Sescoop, a alíquota passa de 2,5% para 1,25%. As cooperativas não precisarão modificar nenhum procedimento em seus sistemas e todo o processamento da redução das alíquotas, no período indicado, será feito automaticamente pelo SEFIP/eSocial, sistema gerador das guias de INSS e FGTS.
“Essa é uma decisão que por um lado beneficia as cooperativas, que estão enfrentando junto conosco esta crise, mas que também nos abre um novo cenário. Um cenário onde prioridades precisam ser revistas e redimensionadas. As perdas serão notavelmente impactantes e devem configurar uma desaceleração no desenvolvimento do setor”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O débito anual projetado é de 27% das ações finalísticas previstas e que não serão realizadas, 26% de cooperativas que deixarão de ser atendidas e 67% de pessoas não beneficiadas no período Os impactos orçamentários chegam à redução de 22% do valor destinado ao avanço profissional das Cooperativas de todo o Estado do Pará no ano corrente.
A mudança representa uma perda de R$729.329,67 que deixará de retornar às cooperativas, cooperados, empregados e aprendizes como diferencial competitivo por meio das diversas ferramentas de fomento ao cooperativismo no Estado.
Os dados seguem abaixo em detalhes:
- Ações de formação profissional, de monitoramento e de promoção social que deixarão de ser realizadas:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 99 ações. (167 cooperativas e 1.867 beneficiários).
MONITORAMENTO: 76 ações. (123 cooperativas e 1.443 beneficiários).
PROMOÇÃO SOCIAL: 23 ações. (22 cooperativas, 17.068 beneficiários)
- Ações de formação profissional, de monitoramento e de promoção social que deixarão de ser ofertadas:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Atendimento, orientação técnica as cooperativas, intercâmbio cooperativista, cursos, encontro, oficinas, palestras, feiras, exposições, pós-graduação (MBA e Mestrado), visitas técnicas, fóruns, workshops e seminários.
MONITORAMENTO: Palestras, reuniões, consultorias, diagnósticos, plano de ação, reuniões, assembleias, programa de orientação cooperativista, programa de acompanhamento da gestão cooperativista e programa de desenvolvimento da gestão cooperativista.
PROMOÇÃO SOCIAL: Cooperjovem e Dia C.

Frutas variadas, polpas, hortaliças e farinhas com a marca da agricultura familiar paraense. A Cooperativa Amazônia Agroindustrial de Castanhal (Amazoncoop) está comercializando sua produção em ponto fixo no município e fazendo entrega conforme demanda. Faça já sua encomenda!
O ponto de entrega da cooperativa fica localizado em Castanhal-PA na Alameda Tenente Norberto Magalhães, Nº 2723 B, Bairro Saudade 1. Os pedidos podem ser feitos através do contato: (91) 98493-8790. Os principais produtos da cooperativa são polpas de frutas, farinha, goma, tucupi, iogurte, hortaliças e oleaginosas.
Confira os preços:
- Farinha de Tapioca (Lt): R$ 14,35
- Farinha de mandioca (kg): R$ 6,45
- Tucupi (Lt): R$ 4,38
- Feijão de corda (mç): R$ 2,30
- Feijão verde (kg): R$ 12,10
- Goma de tapioca (kg): R$ 7,15
- Iorgute natural – morango (kg) R$ 10,55
- Jambu (mç): R$ 1,93
- Polpa de Graviola (kg): R$ 19,95
- Polpa de Maracujá (kg): R$ 13,96
- Polpa de Acerola (kg): R$ 10,10
- Polpa de Cupuaçu (kg): R$ 17,15
- Polpa de Goiaba (kg): R$ 11,90
- Polpa de Taperebá (kg): R$ 14,40
- Polpa de Muruci (kg): R$ 13,80
- Quiabo (kg): R$ 7,30
- Repolho (kg): R$ 5,65
- Banana (kg): R$ 4,95
- Macaxeira (kg): R$ 2,70
- Mamão Papaia (kg): R$ 3,90
- Limão (kg): R$ 2,45
- Laranja (kg): R$ 2,84
- Maxixe (kg): R$ 8,15
- Melancia (kg): R$ 3,15
- Pepino (kg): R$ 4,20
- Pimenta de cheiro (kg): R$ 11,20
- Açaí Médio (kg): R$ 15,46
- Alface (kg): R$ 4,00
- Abacaxi (kg): R$ 3,30
- Abacate (kg): R$ 9,50
- Abóbora (kg): R$ 2,58
- Batata Doce (kg): R$ 3,65
- Cariru (mç): R$ 1,98
- Cebolinha (mç): R$ 2,20
- Cheiro-verde (mç): R$ 5,50
- Chicória (kg): R$ 1,95
- Colorífico em pó (mç): R$ 14,90
- Couve manteiga (mç): R$ 2,10
- Tangerina (kg): R$ 7,65
Serviço: Cooperativa AmazonCoop – encomendas no contato (91) 98493-8790

Para auxiliar as cooperativas paraenses neste cenário pandemia, queremos saber: Qual a situação atual da sua cooperativa? As informações irão nortear medidas estratégicas do Sistema OCB/PA na articulação com o Governo do Estado e instituições financeiras para acesso ao crédito. O levantamento será consolidado até a próxima quarta (08) e entregue ao SICOOB, SICREDI e Banco da Amazônia.
Para isso, é muito importante que você responda as perguntas do link abaixo, lembrando que todas são obrigatórias. Vamos juntos vencer essa crise!
Participe da pesquisa: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScj8oGAOH3lmzIq4up5Xs0TU945piB7nvH2jhamkzCVVsRdqg/viewform

A pandemia provocada pela covid-19 exigiu uma nova postura do setor cooperativista. O Sistema OCB/PA e a Ufra estão desenvolvendo um aplicativo que vai mapear os pontos de vendas de produtos de produtos da agricultura familiar, que serão montados em Belém em parceria com o Governo do Estado. Disponibilidade, preços e modalidade de compras também serão funções da ferramenta.
As cooperativas poderão realizar suas Assembleia Gerais Ordinárias até o dia 31 de julho. Já a Cacauway, marca da Coopatrans, adaptou-se ao novo cenário e está realizando a venda de seus ovos de páscoa, feitos com chocolate 70%, 88% e até 100% cacau, pelo esquema de entrega em residência.
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Videoaulas, mídias interativas exclusivas, assessorias que garantem o acompanhamento dos alunos, livros digitais ou mesmo entrega de atividades para os pais de alunos que não possuem acesso à internet. As medidas foram adotadas pelas cooperativas educacionais que, devido à pandemia do novo coronavírus, precisaram ajustar as atividades para manter as aulas.
A Cooperativa de Trabalho em Educação Sóstenes Pereira de Barros (Coopsóstenes), de Santarém, suspendeu as atividades em sala de aula desde o dia 18 de março, mas mantém o setor administrativo em sistema de revezamento para o atendimento individualizado aos responsáveis pelos alunos. A instituição está seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, oferecendo álcool em gel (70%) máscaras, sabão, toalha de papel em todos os banheiros em pias externas e internas.
“O que fizemos emergencialmente foi uma adaptação para que os alunos não fossem prejudicados com as atividades voltadas para o ambiente online. Para o segundo semestre, as atividades permanecem seguindo o calendário anual de 2020”, disse a diretora pedagógica da Coopsóstenes, Railena Queiroz Corrêa.
A cooperativa busca envolver os alunos com atividades através do portal Positivo On (Plataforma Virtual de Aprendizagem) com videoaulas, gravações em vídeos com a entrega desses materiais para correções e as orientações de ensino e aprendizagem.
O primeiro bimestre foi finalizado no dia 25 de março, com a entrega das notas prevista para o dia 15 de abril e início das atividades do segundo bimestre no dia 31 de abril. Dando continuidade ao cronograma, as avaliações do 2° bimestre serão entre os dias 25 de maio e 05 de junho, com resultado final no dia 12 de junho.
COOPERIET
Já a Cooperativa Instituto Educacional de Tucuruí (Cooperiet) decidiu envolver os alunos e professores em uma só plataforma. “Da Educação Infantil até o Fundamental I, cada professor ficou responsável por um grupo e nesses grupos ocorrem videoaulas semanalmente. Posta-se o cronograma de atividades para que os pais possam acompanhar com os materiais didáticos. A responsável pelos materiais é a Editora Sucesso. Assim vamos desenvolvendo nossas atividades a distância, para que o processo de aprendizado não pare”, disse Diosiani Ramos do Amaral, presidente da COOPERIET.
Os professores de educação física estão enviando as orientações para os alunos, que postam vídeos sobre treinos feitos em casa e enviam para avaliação do professor. Também estão sendo disponibilizados no perfil da escola no Instagram videoaulas com professores para tirar dúvidas de cada aluno.
CEAC
Na Cooperativa de Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC), os professores elaboraram uma série de atividades para que os alunos pudessem fazer em casa. Os pais estão recebendo os materiais via aplicativo de mensagem instantânea e os que não possuem acesso à internet buscam na própria escola.
“Como os alunos usam o livro didático, os professores selecionam as atividades do livro, os pais recebem e já as devolvem resolvidas pelos alunos na semana seguinte, quando recebem as próximas orientações. As ferramentas digitais são outras alternativas que estão sendo utilizadas. Assim, estamos mantendo o acompanhamento dos alunos e os pais têm elogiado a iniciativa de não deixar a escola totalmente parada”, explicou a presidente da CEAC, Kátia Cilene.
A cooperativa também adotou ferramentas de videoconferência para ter contato mais direto com os alunos. Os professores utilizam os aplicativos de mensagem instantânea para repassar videoaulas diretamente nos grupos das turmas da educação infantil.
COOPERATALAIA
A Cooperativa de Trabalho em Educação Cristã Atalaia (Cooperatalaia), logo após o decreto do Governo do estado sobre a pandemia da COVID-19, suspenderam suas atividades e criaram grupos com os responsáveis dos alunos no aplicativo de mensagem do Whatsapp. Através desses grupos os educadores estão acompanhando as atividades enviadas no próprio aplicativo, e-mail ou por vídeo aula.
“Estamos acompanhando que professores e pais estão se empenhando muito para manter a qualidade da aprendizagem, mesmo à distância. Como os pais também estão acompanhando de casa, a interação no processo de aprendizagem dos alunos está sendo de grande sucesso, estamos todos envolvidos”, disse a diretora presidente da Coperatalaia, Elaine da Silva Lira.
A secretaria da escola está abrindo sempre das 9h às 12h, apenas para casos mais urgentes que não seria possível fazer a distância.
CATARINA HUBER
A Cooperativa Cristã Catarina Huber, seguindo a Resolução do Conselho Estadual de Educação, resolveu suspender as aulas presenciais, mas seguirá o calendário normalmente através de videoaulas. A direção está elaborando um novo planejamento do funcionamento das aulas, para manter a qualidade dos serviços prestados no âmbito educacional.

Segurança e agilidade para o consumidor, garantia de comercialização para os produtores. O aplicativo desenvolvido especialmente para as cooperativas do ramo agropecuário apresentará, em tempo real, os pontos de comercialização, quais produtos estarão disponíveis e as modalidades de compra. Com um clique, o consumidor poderá fazer sua encomenda e apenas buscar no local, evitando-se grandes aglomerações.
O aplicativo está sendo desenvolvido pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Pará (OCB/PA). O objetivo é ampliar as oportunidades de compra para a população, que busca alternativas frente ao avanço da pandemia do COVID-19, atendendo as recomendações para se evitar locais com concentração de pessoas.
Com o apoio infraestrutural da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), serão montadas feiras da agricultura familiar em alguns pontos de Belém. Participarão todas as cooperativas registradas e adimplentes com o Sistema OCB/PA.
Na plataforma, o usuário acompanhará onde as feiras estão instaladas, quais são os produtos que estão sendo oferecidos, o preço de cada um e as opções de pagamento. Feita a encomenda, o comprador irá se dirigir ao local apenas para buscar os produtos, como um drive-thru. Dependendo de cada cooperativa, também poderá ser feita a entrega a domicílio, com taxas a serem ajustadas na compra.
A população terá acesso a uma produção diversificada. Das 62 cooperativas do ramo agropecuário regulares no Sistema OCB/PA, 46% atua com fruticultura em geral, 38% com hortaliças, 29% com mandioca e derivados. Também atuam com cacau e derivados, oleaginosas, insumos, grãos e produtos de origem animal.
Para esses 3.600 cooperados envolvidos em cooperativas agropecuárias no Pará, além dos 753 empregados, o aplicativo será uma alternativa para que continuem produzindo e para que a produção não seja perdida. Em sua maioria, a principal renda das cooperativas é oriunda dos planos governamentais de aquisição da merenda escolar, em especial o PNAE e PAA. Diante das suspensão das aulas, muitos cooperados foram diretamente afetados.
“É indispensável que criemos meios para possibilitar que nossas cooperativas continuarem trabalhando. Estamos acompanhando singulares com a produção parada, não possuem mercado para quem consigam dar vazão. É certo que o consumo não diminuiu. Precisamos apenas encontrar meios de chegar aos consumidores e a tecnologia vem nos apoiar neste sentido”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O aplicativo já está em fase de desenvolvimento pela área de tecnologia da informação da UFRA. O pró-reitor de extensão, Jonas Castro, está coordenando em conjunto com o professor Fábio Bezerra. O projeto é um dos desdobramento de termo de cooperação técnica assinado entre a Universidade e o Sistema OCB/PA, que já previa a elaboração da ferramenta.
“Precisávamos dar uma resposta rápida à sociedade e aos produtores. Todos devem cooperar em prol do objetivo de mitigar os efeitos da pandemia. Portanto, é o momento oportuno para lançarmos o aplicativo o mais rápido possível, auxiliando na agilidade e segurança para os consumidores, assim como apoiar as cooperativas na comercialização e na gestão de sua produção”, enfatizou o reitor da UFRA, Marcel Botelho.
Enquanto o aplicativo está sendo desenvolvido, a NÓS Soluções, empresa que presta a consultoria ao Sistema OCB/PA, fará o levantamento da produção das cooperativas, identificando quais preenchem os requisitos necessários à execução do Projeto.
Posteriormente, também planeja-se desenvolver uma versão do aplicativo mais voltada para o público corporativo, como supermercados, restaurantes e empórios. As empresas terão uma interface de contato direta com o produtor, auxiliando na aquisição das mercadorias.

Cerca de 100 mil unidades de máscaras descartáveis de proteção individual serão fabricadas pela Coostafe, a primeira cooperativa no Brasil formada por custodiadas do sistema penitenciário. Além de remição de pena, a atividade garante a proteção dos servidores e custodiados das unidades penitenciárias do Estado, visando conter o contágio pelo novo Coronavírus.
O projeto será desenvolvido no Centro de Reeducação Feminino (CRF), de Ananindeua (Região Metropolitana de Belém). Vinte internas que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe) confeccionarão as máscaras de proteção. O espaço para execução do trabalho está sendo preparado para garantir as exigências da vigilância sanitária. Os insumos também já estão sendo adquiridos. A produção está prevista para iniciar ainda nesta semana.
O projeto é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), e é coordenado pelas diretorias de Reinserção Social e Logística, Patrimônio e Infraestrutura do órgão.
De acordo com o diretor de Reinserção Social da Seap, Belchior Machado, as exigências do controle sanitário serão cumpridas para que a produção seja realizada dentro dos padrões exigidos e em condições sanitárias adequadas. "Diante do quadro de pandemia que assola o mundo e à falta de equipamentos de proteção no mercado, a utilização do trabalho prisional na fabricação de máscaras torna-se uma válvula de escape no combate ao Coronavírus, sobretudo dentro das próprias unidades prisionais", ressaltou.
As máscaras de proteção serão confeccionadas em tecido não tecido (TNT) sintético, de composição 100% polipropileno e atóxico.
Por Vanessa Van Rooijen (SEAP)

Com uma variedade de ovos de páscoa, os destaques da campanha 2020 são o chocolate 70% cacau, sem leite na composição e embalagem de folhas desidratadas. A CacauWay também oferece serviços de entrega em residência (delivery). Os pedidos podem ser feitos através do Instagram (@cacauway_bel) e pelo WhatsApp (091) 99257-7012.
Outra novidade são os mini-ovos feito com cacau 100%, 88% adoçado com açúcar de coco e a linha 50% cacau sem leite, para pessoas com intolerância a lactose. Além disso, a cooperativa tem a linha infantil sem leite, para atender esse público que ama chocolate.
Devido a pandemia do novo coronavírus, a cooperativa se adaptou oferecendo serviços de entrega em residência (delivery). Para os bairros nas proximidades da loja, o frete é totalmente grátis. Já para os demais, o frete varia entre R$ 8 e R$ 12. Se a busca for feita na porta na loja, o cliente ganha 5% de desconto.
O planejamento para a páscoa iniciou em dezembro de 2019. No entanto, devido o momento que o Brasil vive, a cooperativa precisou se adaptar. "A pandemia nos pegou de surpresa, porque agora é a época do chocolate. A gente planejou toda a páscoa, inclusive já estamos com os ovos nas lojas. Esperamos que, com as ações que estamos adotando, possamos atender todos os clientes e expectativas", disse a gerente da loja Cacauway Belém, Luana Barros.
A cooperativa Coopatrans busca atender todas as recomendações do Ministério da Saúde, assim evitando a proliferação da Covid-19. “Todos os colaboradores usam máscaras, luvas e álcool gel. As lojas abrem conforme o combinado com o Sindicato dos Lojistas, de 9h às 17h, de segunda a sábado. O cliente que chega na loja tem acesso a álcool gel, papel toalha para secar as mãos após a lavagem”, acrescentou.
A COOPERATIVA
A Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica (Coopatrans), que detém a marca Cacauway, une o sabor e sustentabilidade, marcas registradas do empreendimento. Com a fábrica em Medicilândia, a Cacauway surgiu em maio de 2010, após a união de agricultores familiares e ganhou reconhecimento através dos seus produtos autênticos, livre de conservantes e aromatizantes artificiais. Devido a qualidade desde o cultivo, é considerada uma das melhores do Brasil.
Serviços: Pedidos no Instagram (@cacauway_bel) e WhatsApp (091) 99257-7012. Tv. Rui Barbosa,1509 - Nazaré (Entre Brás de Aguiar e Gentil)