
A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), a primeira singular formada apenas por de mulheres presas no país, foi uma das 43 iniciativas sociais de 15 estados brasileiros selecionadas para receber investimentos destinados pela Brazil Foundation. No total será investido R$ 1 milhão de reais por meio de doações diretas. A Brazil Foundation é vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), responsável por mobilizar recursos para ideias e ações transformadoras, a partir do trabalho com líderes e organizações sociais e uma rede global de apoiadores, promovendo igualdade, justiça social e oportunidade para os brasileiros.
Foram recebidas 1.189 propostas de todo o Brasil com demandas nas áreas de educação, cultura, direitos humanos, participação cívica, desenvolvimento socioeconômico, saúde e negócios sociais. O edital foi voltado para organizações de pequeno e médio porte e startups sociais, oferecendo investimentos para iniciativas, muitas vezes, fora do radar de investidores sociais e que demonstram um grande potencial de transformação de seus territórios.
A Coostafe foi um dos dois projetos selecionados no Pará. A outra iniciativa social foi o “Ame Tucunduba”, projeto de protagonismo juvenil na gestão de recursos hídricos, na área educação e cultura. A startup da Susipe foi selecionada na categoria Direitos Humanos e Participação Cívica.
Além de investimento financeiro, as iniciativas contempladas receberão apoio técnico e mentoria, bolsas para participar de workshops de formação em parceria com a Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR); acesso aos programas de intercâmbio de liderança e recursos adicionais para projetos de compartilhamento de metodologias.
Para a diretora do Centro de Recuperação Feminino (CRF), em Ananindeua, Carmen Botelho, idealizadora da startup social com a cooperativa de presas, a seleção do projeto é uma conquista para o sistema prisional paraense. “Fiquei sabendo do resultado do edital pela internet porque um amigo de São Paulo também teve um projeto selecionado e divulgou em sua rede social. Estamos muito felizes pela Coostafe ter sido contemplada”, destacou a diretora do CRF.
Os recursos para esse investimento vieram de jantares beneficentes realizados em Nova York, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro; campanha Vivo à Beira; e parcerias programáticas com a Garcia Family, a Hees Foundation e E. M. Fund.
Os investimentos destinados à Coostafe serão utilizados na melhoria do ambiente de trabalho das detentas, compra de novos equipamentos e capacitação profissional das cooperadas, entre outros. “Nós já apresentamos um planejamento de gastos para a Brazil Foundation e vamos investir o recurso, primeiramente, para melhorar a estrutura do ateliê da Coostafe dentro do presídio, além de comprar novos equipamentos, capacitação profissional das cooperadas para profissionalizar o negócio e também publicidade da marca”, elencou Carmen.
Para conferir a relação completa de projetos selecionados no edital 2018 acesse: brazilfoundation.org/edital-2018-projetos-selecionados/?lang=pt-br
Por Timóteo Lopes | Foto: Thiago Gomes (Ascom/ Susipe).

Depois de um arrastado 2017, uma das cooperativas mais tradicionais de Belém com 19 anos de operação e 170 cooperados em atividade, a COOPERDOCA superou boa parte das dificuldades e começa a colocar em prática o plano de expansão da cooperativa. Entre as principais ações estão a renovação da frota de carros que estejam acima de 5 anos, redução do número de veículos alugados e, consequentemente, aumentar o retorno financeiro para os cooperados. Pensando nisso, representantes da COOPERDOCA se reuniram nesta quinta-feira (08/03) com as cooperativas de crédito SICREDI Belém e SICOOB Unidas para conhecer as soluções em financiamento que cada uma pode disponibilizar. O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, também participou das discussões como um grande entusiasta da intercooperação.

“Precisamos estreitar o relacionamento dento do segmento cooperativista para fortalecê-lo e usufruir das vantagens que a intercooperação pode trazer para todos nós, como por exemplo, taxas de juros mais interessantes, possibilidade de negociação direta, coletiva e o fortalecimento financeiro das próprias cooperativas envolvidas”, ressaltou o Ernandes Raiol.
Dados Aliança Cooperativista Internacional, apontam que no mundo, mais de 1 bilhão de pessoas tem como renda principal as cooperativas. No Brasil, 51,6 milhões de pessoas são beneficiadas direta ou indiretamente pelo cooperativismo. As cooperativas de táxi transportam cerca de 2 bilhões de passageiros por ano, com média 5,5 mil pessoas por dia. Hoje, a Cooperdoca mantém um faturamento mensal de cerca de R$200 mil e pretende aumentar esse valor ao otimizar os recursos da cooperativa.
“Por falta de desconhecimento mesmo, por vezes acabamos por não utilizar os recursos que o cooperativismo nos disponibiliza. Por isso, estamos procurando conhecer as cooperativas de crédito para beneficiar a nossa cooperativa e a vida dos cooperados”, contou o presidente da Cooperdoca, Ewerton Lobado.
As taxas de juros de uma cooperativa de crédito são menores em cerca de 40% em relação às praticadas por bancos convencionais, com a vantagem de o associado ser dono e cliente ao mesmo. “Isso faz toda a diferença. Nós presamos pelo encantamento dos nossos associados e mostramos para eles todas as vantagens na ponta lápis”, enfatizou o diretor administrativo do Sicredi Belém, Amaury Dantas.
Na Sicoob Unidas, o diretor superintendente Manoel de Jesus Martins apresentou o sistema Sicoob e disponibilizou um atendimento diferenciado para a Cooperdoca a fim de vislumbrar a melhor solução financeira para a Cooperativa. “Aqui, prezamos pelo relacionamento. Esse é o maior bem de toda a cooperativa de crédito. Estejam certos que teremos o maior prazer em satisfazer as demandas de vocês”, afirmou.
Superação
Em todo Brasil, o segmento de taxi passou por forte abalo após a entrada de vários aplicativos. No Pará, não foi diferente, mas a postura de gestão da Cooperdoca fez com que a cooperativa se reposicionasse ao incrementar uma série de ações. “O ano de 2017 foi um ano de arrumar a casa. Saímos de uma caótica inadimplência de 80% para 10% já primeiro trimestre de 2018. Alavancamos o nosso aplicativo e nos reposicionamos no mercado com atendimento diferenciado, carros tops de linha e segurança para os nossos clientes. Hoje, o cliente Cooperdoca sabe exatamente o que é ser ‘o’ cliente Cooperdoca”, explicou o contador da Cooperdoca, Marcelo Baena.

O reconhecimento do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, a reforma do PIS/Cofins e a manutenção da desoneração da folha de pagamentos das empresas e cooperativas foram os principais pontos debatidos na última quarta-feira pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, com o presidente da República, Michel Temer. O secretário da Receita Federal, Jorge Antonio Deher Rachid, e o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, também participaram da audiência. A OCB Nacional apresentou as demandas de todas as Unidades Estaduais e respectivas cooperativas representadas.
Outras questões como a abertura de novos mercados para a cadeia de aves e suínos da setor cooperativista, e os problemas das barreiras internacionais impostas ao produto made in Brazil, a revitalização do sistema de fiscalização sanitária do Ministério da Agricultura e a revisão de normativos relativos à sanidade agropecuária, com vistas a acelerar o processo de exportação também estiveram na pauta da audiência, ocorrida em Brasília.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, defendeu o modelo tributário aplicado ao setor cooperativista, ressaltando a necessidade de se regulamentar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo previsto na Constituição Federal. Sobre a questão do PIS/Cofins, o líder cooperativista fez questão de reforçar que a revisão da legislação não pode prejudicar as exclusões de bases de cálculo já conquistadas nos normativos vigentes.
Márcio Freitas destacou, ainda, o trabalho que vem sendo realizado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, e pediu a atenção da Presidência da República para as políticas públicas implementadas e a serem desenvolvidas pela pasta.
Os presidentes das cooperativas também manifestaram suas considerações a respeito das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo da cadeia de aves e suínos do setor cooperativista em diversos níveis, tais como produção, exportação, legislação etc.
Em sua fala, o presidente Michel Temer deixou clara a intenção do governo em tratar das questões apresentadas pelos cooperativistas. “O que o governo quer é cooperar com o cooperativismo”, comenta, reafirmando, contudo, seu compromisso em equilibrar as contas públicas e em analisar todos pleitos apresentados pelas lideranças. Ao final, Temer reconheceu o trabalho ministro Blairo Maggi, pelo desenvolvimento do setor produtivo brasileiro.
O secretário Jorge Rachid destacou que o texto da reforma do PIS/Cofins está em fase de elaboração, no âmbito da Receita Federal, mas antecipou que o ato cooperativo será integralmente preservado na nova legislação. Registrou, também, que a intenção da reforma é tornar ambas as contribuições muito mais simples com características de imposto de valor agregado.
Fonte: ASCOM OCB
O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, a assessora jurídica da Organização, Ana Paula Andrade Ramos Rodrigues também participaram da reunião, que contou ainda com as seguintes presenças: o deputado federal Osmar Serraglio, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, e os presidentes das cooperativas C.Vale, Alfredo Lang, da Castrolanda, Frans Borg, da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, da Copacol, Valter Pitol, da Copagril, Ricardo Silvio Chapla, da Frimesa, Valter Vanzella e da Cooperativa Central Aurora Alimentos, de Santa Catarina, Mário Lanznaster.
Foto: Marcos Corrêa / Palácio do Planalto
Mães, profissionais, guerreiras. As mulheres cumprem, sozinhas, várias missões e toda esta versatilidade ganha um destaque especial no cooperativismo. Nesta quinta (08), o Sistema OCB/PA realizou uma cerimônia especial de homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Participaram representantes de singulares paraenses e as colaboradoras da Unidade Estadual. Confira o depoimento gravado de algumas destas aguerridas que lutam por um Pará cada dia mais cooperativo:
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O Sicoob Coimppa está com um projeto para beneficiar os mais de 2 mil cooperados por meio do incentivo da produção de energia renovável. A ideia é criar uma nova cooperativa que irá fornecer energia por meio de placas fotovoltaicas. Os estudos ainda estão em fase inicial. Por conta disso, na tarde desta quarta-feira (07/03), o presidente do Sicoob Coimppa, José Melo da Rocha, reuniu com Raphael Vale, presidente da primeira cooperativa de energia renovável do Brasil, a Coober, e com Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA, que representa as cooperativas no Estado.
Há mais de 20 anos, José Melo da Rocha, utiliza placas fotovoltaicas na Ilha do Marajó. À época, era algo impensável expandir a produção de energia a mais pessoas por conta do alto custo. Hoje, o cenário é mais favorável. O cooperativismo voltado para a produção de energia conquistou alguns benefícios, a tecnologia está melhor, mais acessível, e há muito mais interessados.
“Penso que melhorar a vida das pessoas deve ser uma constante que devemos ter como foco para melhorar o nosso trabalho. A questão da produção de energia pode facilitar e colaborar tanto com uma mentalidade genuinamente sustentável como acelerar o processo de desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou José Melo da Rocha.
Em novembro de 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alterou a Resolução 687, permitindo a formação de cooperativas para atuar em sistema de geração distribuída e de compensação de energia renovável injetando energia direto na rede elétrica. Em 2016, a Coober inaugurou em Paragominas uma usina solar fotovoltaica com capacidade de 75KWp, que beneficia diretamente 23 cooperados com energia limpa, ilimitada e de baixo custo de produção.
“Hoje nossos cooperados da Coober são ‘prosumidores’ de energia renovável em geração distribuída, que significa ser produtor e consumidor de energia ao mesmo tempo. Isso está mudando a visão do consumidor residencial que antes tinha papel passivo de apenas receber e consumir a energia. O setor elétrico brasileiro está passando por mudanças o que também traz muitas oportunidades”, enfatizou Raphael Vale.
Gargalo
Apesar dos avanços, a legislação ainda estabelece de maneira inflexível o pagamento de demanda contratada de usinas puras (aquelas que apenas produzem energia, injetam energia na rede para e compensação e sem carga instalada) igual a de uma usina com carga instalada para abastecer e manter uma indústria ou um comércio.
“Esse é uma discussão que precisamos levar em frente porque pode mudar para melhor a nossa relação com a geração de energia e abastecer vários setores cooperativistas ou não. O mundo já acordou para isso. É preciso que nos apropriemos disso e façamos aqui, no Pará, na Amazônia, o exemplo todo o Brasil”, finalizou Ernandes Raiol.

As cooperativas surgiram da necessidade de se unir, de se cooperar e contribuir para um bem comum. A razão de ser do cooperativismo é promover estes valores, que devem ser multiplicados para toda a sociedade ao entorno. O Dia de Cooperar, movimento de voluntariado promovido pelo Sistema OCB/PA, é a grande oportunidade para as cooperativas mostrarem o seu diferencial, que é fazer negócios e crescer juntos. Reúna os cooperados de sua singular e articule uma ação alusiva à campanha com o compromisso de promover responsabilidade socioambiental. As comunidades paraenses esperam por nossa cooperação!
O grande desafio do Dia C continua sendo estimular o desenvolvimento de projetos contínuos que possam gerar benefícios constantes para as comunidades onde as cooperativas estão inseridas. Para isto, o programa vai buscar abraçar integralmente os ODS, que são 17 propostas e 169 metas com o objetivo de melhorar a vida ao redor do planeta. As cooperativas, como agentes de transformação social, podem se alinhar a esta agenda, por meios de ações e projetos transformadores.
“Convocamos, desde já, todas as singulares do Estado a aderirem à essa corrente do bem. Não existe sensação melhor do que estender a mão e contribuir para fazer alguém feliz. Esse é o espírito que nos move todos os dias. Se queremos mudar o mundo, só conseguiremos quando começarmos a olhar para as pequenas realidades ao nosso redor. Se cada um fizer a sua parte, tornaremos o Pará em um lugar melhor para se viver”, reitera o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Mais informações:
(91) 32264140 / 993604665
E-mail:
Site: diac.somoscooperativismo.coop.br


Apresentando conformidade nos aspectos contábeis e tributários, assim como todas as certificações necessárias para operar com madeira de origem legal, a Cooperativa da Indústria Moveleira e Serradores de Parauapebas (COOPMASP) recebeu monitoramento do Sistema OCB/PA. O objetivo é aprimorar os processos internos de gestão e governança. Uma das ações de desdobramento do diagnóstico é a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO), que ocorre no próximo dia 28.
Na visita técnica para aplicar o monitoramento, se verificou as formas que o Sistema pode contribuir no processo de reorganização social da COOPMASP. Um dos aspectos positivos é a estrutura de negócio da cooperativa que, por ter a experiência de 20 anos no mercado, já conhece o cenário em que atua. Também possui todas as certificações referentes ao desenvolvimento da atividade, como a da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e do IBAMA.
“Toda a matéria prima que passa pela cooperativa, no caso a madeira, vem através das áreas de manejo da Vale, que explora as áreas e, por não utilizar madeira, faz o repasse para beneficiamento. É tudo documentado para que se possa ter o controle legal da madeira e liberação dos demais órgãos competentes que regularizam a atividade. Os cooperados estão totalmente aptos para comercializar com segurança”, afirmou o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho.
No último mês, a cooperativa completou 20 anos. É a única singular que trabalha no ramo dentro da Região Norte. Através dela, se criou o polo moveleiro de Parauapebas com os cooperados que formam 96 movelarias instaladas em uma área de 250mil metros. A cooperativa presta serviços na parte de gerência do polo, garantindo acesso a infraestruturas básicas e organizando o licenciamento dos cooperados. O principal produto é a serragem da madeira para o moveleiro a preço de custo. Os cooperados produzem móveis rústicos e coloniais.
No aspecto fiscal, a COOPMASP adquiriu um sistema contábil próprio para ter um controle econômico e financeiro de suas operações. “A prestação de contas que não possui informações elaboradas por equipe de contabilidade pode fragilizar a administração da cooperativa. Portanto, essa aquisição permite que cumpram a legalidade e se direcionem ao mercado da melhor maneira possível”, completa Jamerson.
Por ter passado um período inadimplente e sem o amparo do Sistema OCB/PA, a cooperativa ainda precisa realizar alguns ajustes para se regularizar como organização social coletiva nos moldes do cooperativismo. Com o apoio em monitoramento, a partir do Programa de Acompanhamento da Gestão das Cooperativas (PAGC), se gerou um índice de conformidade geral cooperativista e um diagnóstico com informações para se elaborar um plano de melhorias. A medida permitirá que a COOPMASP tenha o cumprimento pleno da legislação e se regularize documental e organizacionalmente.
“O primeiro passo após a aplicação da ferramenta é a realização da AGO. A principal pauta será a prestação de contas e eleição do Conselho Fiscal. Será um trabalho contínuo, por isso, também participaremos da Assembleia, contribuindo no direcionamento legal e na elaboração da ata de acordo com o que a legislação exige. É importante para garantirmos a prática democrática da cooperativa por ocasião da AGO, também deixando encaminhado o próximo passo de arquivamento para homologação e validação na Junta Comercial do Pará”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
"Foi fundamental o diagnóstico para conhecermos nossa realidade para, a partir dai, estabelecer uma meta e fazer com que a cooperativa possa andar legalmente, não somente em relação a documentos, mas também ao cooperativismo e suas leis", conclui o presidente da COOPMASP, Sérgio Neto.

O cooperativismo é uma rede de negócios que congrega vários ramos. Os aprendizes da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), por exemplo, recebem os salários através da conta que possuem na cooperativa de crédito SICREDI VERDE. Na última semana, eles visitaram a sede da singular sediada em Quatro Bocas com o objetivo de promover um intercâmbio de informações. A iniciativa foi promovida pelo Sistema OCB/PA.
A finalidade da programação foi proporcionar ao aluno, acostumado com as atividades que envolvem o setor agropecuário, uma melhor compreensão do funcionamento, dinâmica de trabalho e da realidade de uma cooperativa de outro ramo. A SICREDI foi escolhida para representar o cooperativismo financeiro. “É uma singular que atua bem próximo à CAMTA, o que facilitou o deslocamento dos alunos. Além disso, é uma das grandes referências no Estado no que tange a boas práticas de gestão”, afirmou a coordenadora do Programa Aprendiz Cooperativo, Rafaela Menezes.
No total, participaram 12 jovens aprendizes que puderam visitar todos os setores da SICREDI, até a parte administrativa. Os alunos tiraram todas as suas dúvidas acerca das diferenças do empreendimento em relação aos bancos convencionais. Ainda receberam palestra sobre como funciona o Sistema Sicredi em âmbito nacional.
Um dos assuntos ressaltados na oportunidade foi a intercooperação e como é operacionalizada, em especial nas linhas de financiamento para o produtor rural que pode recorrer às singulares de crédito. A CAMTA, inclusive, já buscou o apoio financeiro do Sicredi em muitos negócios. Os próprios aprendizes recebem pela conta que a cooperativa possui na cooperativa de crédito.
Outra característica que chamou a atenção dos participantes foi o modelo de gestão da cooperativa que valoriza a preservação do meio ambiente. “Ficou evidente que eles priorizam práticas de educação ambiental, de modo que os funcionários a exercem tanto no ambiente interno de trabalho como na sua própria casa. Alguns dos projetos implementados é o recolhimento de pilhas, de papeis que podem reutilizar, além de não gastarem papeis desnecessariamente e de confeccionarem os copos dos funcionários para não se usar copos descartáveis. Enfim, foi uma experiência muito positiva”, explicou a professora do Programa, Alessandra Souza.

Santarém, Rurópolis, Altamira e Itaituba são alguns dos municípios para os quais o Programa Aprendiz Cooperativo será ampliado no Pará em 2018. A equipe técnica do Sistema OCB/PA ainda pretende fazer um levantamento das demais cooperativas interessadas e que já possuem a obrigatoriedade de contratar aprendizes conforme versa a legislação trabalhista. Para atender toda esta demanda de expansão, o SESCOOP nacional capacitou uma turma de novos instrutores, assim como promoveu a atualização dos professores que já executam o Programa. O curso ocorreu na última semana.
Na ocasião, apresentou-se as informações desde 2012, quando iniciou o Programa no Estado, tratando acerca das cooperativas que participaram desde o início, a forma de funcionamento e os marcos históricos, que foram pontos importantes no processo de gestão do próprio programa. O principal marco é o temo de cooperação técnica com o CIIE, através do qual o Sistema OCB/PA conseguiu aumentar a capilaridade de ação do Programa. Nas regiões onde não há possibilidade de criar uma turma física, a parceria permite a capitação dos jovens tanto de modo presencial nos polos descentralizados do CIEE, quanto via Educação à Distância (EAD) autorizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Atualmente, o termo de cooperação é usado para atender aprendizes do Sicredi Sudoeste MT/PA nos municípios de Marabá, Redenção, Rio Maria e Parauapebas, assim como os da cooperativa Sicredi Verde, em Paragominas. Mesmo através do CIEE, a cooperativa não possui custos com a formação teórica do Programa, que é atribuição do Sistema OCB/PA.
Outra experiência exitosa foi a criação do manual do Programa Aprendiz, apresentado e entregue junto à assinatura do termo de compromisso, na ambientação dos aprendizes realizada ao iniciar o curso. O Sistema OCB/PA também criou o Encontro de Repasse Metodológico com os familiares e responsáveis, inciativa própria da entidade para promover um maior envolvimento destes junto à entidade formadora. “Era importante que estivessem vinculados ao processo de aprendizagem de modo mais efetivo para facilitar um melhor rendimento ao aluno. Desde 2016 realizamos essa ação e já a instituímos como parte de nossa política de conduta em todas as turmas. O objetivo é que entendam qual é a responsabilidade de cada ator, os direitos e deveres, código de postura, comportamento e como serão avaliados durante todo o processo”, afirmou o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Diego Andrade.
Outro marco é o desenvolvimento da política de absorção dos aprendizes após o período de formação, em especial nas cooperativas UNIMED Belém e CAMTA. Todo o processo de formação é baseado na ideia de continuidade. O aprendiz tem a oportunidade de ser formado para atuar no mercado a partir dos moldes profissionais estipulados pela cooperativa, existindo a possiblidade de ser contratado com mão de obra efetiva. Na turma de 2015-2016 da Unimed, por exemplo, cerca de 50% dos aprendizes foram contratados posteriormente. As cooperativas buscam priorizar o profissional que ela mesmo formou por já conhecerem o perfil do profissional que tem instituído a cultura da organização em si, sabe o funcionamento e entende como desenvolver a atividade.
Atualmente, executam o Programa as cooperativas CAMTA, UNIMED, COOPERNORTE, SICREDI Sudoeste MT/PA e SICREDI Verde. Neste ano, ainda será incluída a SICREDI Norte MT/PA que está aumentando sua área de atuação nos municípios de Santarém, Itauituba, Rurópolis e Altamira. Provavelmente também irão ampliar para Novo Progresso e Castelo dos Sonhos.
“Pretendemos fazer um levantamento, inclusive em Belém, das singulares que tem potencial e a obrigatoriedade legal para ser cumprida. Faremos uma turma especial para as que não tem estrutura suficiente de intercalação, nos moldes da Unimed. Nesta turma especifica com número menor de aprendizes, se fará uma escala que atenda todas as necessidades. Para isto, daremos continuidade na parceria com o CIEE. Qualquer cooperativa de qualquer região do Estado pode solicitar o Programa que temos condições de atende-la”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Considerando fatores de câmbio e oscilações do mercado financeiro, alguns procedimentos específicos devem ser adotados para uma melhoria de resultados nas negociações envolvendo o agronegócio, o que motiva o curso de contabilidade e tributação da Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPERNORTE). Ao longo desta semana, os setores contábil, administrativo e gerência da singular estão recebendo capacitação sobre o assunto. O objetivo é potencializar o nível de competitividade. O Sistema OCB/PA está promovendo a programação com a instrutoria de Diego Bonni, da DSM Consultores.
O treinamento foi provocado por conta da necessidade de se adequar alguns procedimentos conforme as normas contábeis acerca do armazém da cooperativa, contratos de soja, compras de insumo com cooperados e fornecedores, expondo como proceder em questões de contrato de soja, milho e sorgo. Por exemplo, como os contratos feitos pela COOPERNORTE são em dólar, é necessário atualizar a cotação da moeda no exato momento da compra dos insumos e não com valores do dia anterior, que tendem a ser diferentes. Também se abordou a questão de como deve ser feito o imobilizado e sua reavaliação.
Participam os colaboradores Matheus Anversa, Cleia Veras, Solange Scapini, Carla Medeiros, José Alfredo, Wrielle Cordeiro e Joice Garcia. Além do treinamento sobre contabilidade tributária referente aos insumos e grãos, tratou-se sobre dicas para o fechamento do balanço contábil de 2017 a ser divulgado para os cooperado na AGO da cooperativa que ocorre no dia 23 de março. “Resolvemos todas as dúvidas que tínhamos sobre essas questões para adequar o nosso trabalho e melhorar o rendimento da cooperativa. É uma qualificação importante para nos posicionarmos cada vez mais entre os maiores produtores e exportadores de grãos”, afirmou o contador Matheus Anversa.
A Cooperativa consolidou o município como um dos maiores produtores de grãos do Pará, com uma produção de cerca de cerca de 2,0 milhões de sacas. A COOPERNORTE possui uma capacidade estática de 880 mil sacas de grãos e recebimento por safra de 3 milhões de sacas, abrangendo 45% da área plantada do município de Paragominas, cerca de 52mil hectares. Ela financia a lavoura do cooperado, fornece insumos, sementes, químicos e fertilizantes, além da recepção, limpeza, secagem e armazenagem dos produtos. Faz também a comercialização e assistência técnica do campo, com treinamento para os cooperados. Atualmente, os principais produtos são a soja, milho, sorgo e milheto.
O faturamento da COOPERNORTE na comercialização de insumos na última safra foi de R$ 70 milhões. Já na comercialização de grãos, o faturamento foi de mais de R$ 118 milhões. “Neste ano, investimos bastante no setor graneleiro do Estado com projeto estruturador que visa, realmente, proporcionar melhores condições produtivas e de comercialização para o ramo, em que se pese a atuação da COOPERNORTE. Com tão pouco tempo de constituição, já figura como um dos principais protagonistas do desenvolvimento agropecuário do Pará”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

A reestruturação de frota, ampliação das rotas e exploração de novas atividades no segmento de transporte são alguns dos objetivos que a Cooperativa Mista dos Condutores Autônomos e Rodoviários de Buburé está construindo com apoio do Sistema OCB/PA. A singular está se organizando para executar um planejamento que prevê ampliação do mercado através do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP). Os cooperados receberam a primeira etapa da iniciativa e ainda participaram do curso de capacitação de condutores de transporte de passageiros. No total, 100% dos sócios foram qualificados.
A diretoria da Buburé identificou a possibilidade de aplicação do GESCOOP para mapear novos mercados nos quais podem atuar e a ferramenta irá detalhar as formas de executarem esse objetivo. Atualmente, a cooperativa possui a permissão para o serviço convencional de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, mas não atua com efetividade por não possuir os veículos adequados. Em conformidade com esquema operacional fixo homologado pela ARCON, deve-se realizar o serviço convencional de longo percurso, cujas linhas apresentam trajetos superiores a 250 km de extensão, utilizando ônibus rodoviário de média capacidade com espaço para 29 a 40 passageiros, assim como de alta capacidade, com mais de 40 bancos.
“A cooperativa alcançou uma conquista enorme, porém, precisam implantar efetivamente a atividade. O grande entrave é o acesso a financiamento para adquirir os veículos do porte necessário e o GESCOOP irá enumerar as estratégias para sanar essa demanda. Fizemos uma análise sobre o cenário macro, onde identificamos os fatores econômicos, tecnológicos, sociais e políticos que podem surtir impacto direto na singular, pontuando o que é oportunidade e o que é ameaça na visão dos cooperados. Na segunda parte, fizemos uma leitura do ambiente setorial em que atuam, identificando as forças que impactam diretamente sobre o transporte de passageiros e o que é considerado fator de sucesso para o desenvolvimento da atividade da cooperativa. E por fim, fizemos uma análise interna sobre a existência de boas práticas de gestão”, explica o analista de desenvolvimento de cooperativas do Sistema OCB/PA, Diego Andrade.
O processo de construção do planejamento estratégico é feito a partir de oficina participativa. O instrutor apresenta a ferramenta e como é a dinâmica de uso. Posteriormente, se faz a leitura dos indicadores apontados pelos cooperados e suas variáveis para que a cooperativa pense estrategicamente ações que a protejam de possíveis situações, assim como potencializem o que é feito de bom, ampliando boas práticas de gestão.
Para ampliar mercado, o objetivo é aproveitar a totalidade da frota. Atualmente, os cooperados trabalham com uma escala de carros que saem para cada município. Enquanto uns executam as rotas, os demais ficam parados, mas podem passar a ser utilizados em outros serviços, como transporte de funcionários de empresas privadas e exploração do turismo na região ou ainda adquirir veículos para realizar o transporte de cargas, adequando-se às exigências legais acerca dos veículos.
“Essas foram nossas percepções preliminares e o quadro social demonstrou interesse, mas perceberam que precisam estruturar melhor essa segunda etapa. Em um terceiro momento, farão a apresentação para o SESCOOP/PA e demais entidades do município as quais estão envolvidas com a regulação da atividade. É importante que se lancem a este mercado competitivo, mostrando seus objetivos, prioridades e o seu plano de ação”, completa Diego.
Do Nordeste ao Sudeste do Pará, o Sistema OCB/PA está executando diversas ações em prol do desenvolvimento das cooperativas ao longo desta semana. Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!
#ocbsescooppa #capacitandoparacrescer


Belém foi a primeira capital brasileira a receber a formação descentralizada do COOPERJOVEM, Programa do SESCOOP Nacional, em 2018. Estão participando cerca de 50 participantes do curso de formação de instrutores que irão multiplicar o conhecimento acerca do Programa e de sua metodologia para os professores da rede de ensino estadual que irão aplicá-lo nas escolas. O treinamento começou na última terça (27) e segue até quinta. Além dos instrutores, participam representantes do Sistema OCB no Maranhão, das Secretarias de Educação de Santa Izabel e Castanhal, Instituto Sicoob, Sicoob Unidas e CEAC.
Foram apresentados os objetivos do Programa, assim como se alinhou a sua linha de atuação com as diretrizes nacionais que visam desenvolver uma melhoria no processo de ensino e aprendizagem da educação brasileira a partir do cooperativismo. A instrutora foi a Coordenadora Nacional do COOPERJOVEM. Edlane Rezende.

“A percepção nacional do COOPERJOVEM Nacional é que o Pará é um Estado vencedor. Desde a metodologia antiga, conquistou escolas, parcerias e cooperativas. A semente nunca morreu mesmo quando as atividades foram paralisadas temporariamente, sendo retomadas com toda a força já com mais de 6mil alunos. Quando disseminamos a cultura da cooperação, essa semente verdadeiramente fica na sociedade. Por isso, estamos nos apropriando da nova metodologia com esse grupo de instrutores do SESCOOP no Pará. Começamos aqui em Belém e no final de março iremos para o Rio de Janeiro”.
O COOPERJOVEM já está atuando em 16 Estados no Brasil, abrangendo 158 municípios, 76 cooperativas envolvidas, 582 escolas, 2.559 professores e 109.223 alunos beneficiados. De acordo com a coordenadora, ocorreram algumas mudanças estruturais, aumentando a integração do Programa com as demais áreas do Sistema OCB, por se considerar a difusão dos princípios cooperativistas como uma medida estratégica para desenvolver o setor, contribuindo tanto na Promoção Social, quanto na Formação Profissional e Monitoramento.
O Programa fomenta o cooperativismo em parceria com as escolas pela inserção de uma proposta educacional construída com os princípios, valores e a prática da cooperação. O professor recebe uma formação em cooperativismo e material de suporte para trabalhar com o tema cooperação, transitando pelas disciplinas e pelos conteúdos que já tem que ministrar.
“Já participei de algumas qualificações voltadas aos professores, como na última formação das escolas Santa Izabel. O Programa permite abrir o leque de possibilidade na escola nos seus fazeres e saberes educacionais voltados não somente aos alunos, mas envolvendo também os pais e toda a comunidade, principalmente na cooperação entre os professores para atuarem juntos e promoverem condições melhores de ensino”, afirmou Alessandra Souza, instrutora participante da capacitação.
Na oportunidade, foi feita a apresentação institucional do Sistema OCB/PA e do COOPERJOVEM no Pará, que iniciou em 2007, mas só em 2010 passou a ter indicadores das ações que tínhamos desenvolvidos. Em 2015, foi assinado um termo de cooperação entre o SESCOOP/PA e o Instituto Sicoob para que realizassem as ações de Promoção Social em conjunto nos municípios onde o SICOOB possui agências de atendimento, identificando as prefeituras com interesse de aplicar o programa. Em 2016, foi instituído um marco regulatório com a Lei Municipal de Castanhal que tornou obrigatória a inserção do Programa na educação básica do município.
“Esse é um grande diferencial que conseguimos através da parceria com as prefeituras a partir dos resultados, que são perceptíveis quando trabalhamos a educação cooperativista de forma transversal com a disciplinas em que os professores já trabalham. A Lei veio garantir isso. Ao aplicarmos e aprovarmos o projeto de lei, protegemos o COOPERJOVEM mesmo com as mudanças de gestão. Todo o Secretária de Educação terá que permanecer com o Programa”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
No Pará, são atendidos os municípios de Castanhal e Santa Izabel com a parceria de duas cooperativas: Sicoob Cooesa e Sicoob Unidas. No total, 22 escolas estão executando o COOPERJOVEM com 292 professores capacitados e 6.043 alunos beneficiados no ensino fundamental. O objetivo neste ano é potencializar esses números nos municípios envolvidos. “Decidimos não expandir para outras regiões ainda em 2018, mas começar a articulação com as prefeituras, secretarias de educação e escolas, levando o conhecimento sobre o Programa para implantá-lo posteriormente. Nosso objetivo é efetivar Ananindeua, Marituba, Abaetetuba e Santarém”, afirmou a analista de Projetos do Instituto Sicoob, Priscila Fonseca.

O Sicredi Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Acre, pretende mais que dobrar o número de agências abertas em 2018 na comparação com o ano anterior. Está prevista para este ano a inauguração de 13 novas agências, 116% a mais que a quantidade registrada em 2017, quando seis unidades foram abertas, incluindo duas no Acre, que passou a ser atendido pela instituição financeira cooperativa em maio. Os estados contemplados com novas agências são Mato Grosso, com cinco unidades, Pará e Rondônia, ambos com quatro cada. A maior parte das agências está em processo avançado de definição da localidade, e a estimativa é que tenham potencial para atender cerca de 55,5 mil pessoas, considerando a População Economicamente Ativa (PEA) dessas cidades.
As inaugurações previstas para 2018 envolvem um total de 11 municípios, sendo que na maioria deles o Sicredi abrirá a sua 1ª agência. Destes, alguns serão incluídos ao sistema financeiro, já que ainda não são atendidos por nenhuma instituição financeira. A abertura de novas agências ocorrerá ao longo do ano e conta com apoio expressivo das comunidades locais. Tem o objetivo de atender as necessidades da população por serviços financeiros, crédito e investimentos destinados a pessoas físicas, produtores rurais e empresas, o que cria um ciclo virtuoso de reinvestimento e desenvolvimento nos municípios. Isso porque, as movimentações financeiras realizadas pelos associados ficam na região onde eles moram, o que ajuda a promover o crescimento dos negócios, das pessoas e consequentemente das cidades.
O presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Spenthof, destaca que a chegada do Sicredi a essas cidades é motivada também pela vontade da comunidade de ter a instituição financeira cooperativa. “Com isso fortalecemos o cooperativismo de crédito, que tem um viés diferente dos bancos tradicionais, que visam o lucro. Somos diferentes, nos preocupamos em melhorar a condição econômica dos nossos associados e planejamos expandir a nossa atuação. Acreditamos na capacidade empreendedora dos nossos sócios, nos seus negócios e na retomada da economia regional e nacional”.
A chegada a novas cidades terá como consequência natural o crescimento na base de associados do Sicredi, que em 2017 chegou a 376 mil na região Centro Norte, onde o Sicredi mantém 10 cooperativas de crédito. O número é 3,5% maior que o contabilizado no encerramento de 2016, quando eram 363 mil. Em todo o país são mais de 3,7 milhões. “Para 2018 projetamos mais crescimento, cerca de 10% e vamos trabalhar fortemente para trazer mais pessoas ao cooperativismo de crédito, para a instituição financeira que quer crescer junto com os associados, fazendo a diferença no mercado brasileiro”, diz Spenthof ao destacar que a expansão no número de agências também contribui para a geração de novos postos de trabalho nas cooperativas. Em 2017, o Sicredi Centro Norte contabilizou 2,886 mil colaboradores (com atuação nas cooperativas e na Central, que tem sede em Cuiabá), avanço de 5% sobre os 2,750 mil do ano anterior. Neste número não entram cargos de presidência, vice-presidência, conselho e diretoria.
A expansão do Sicredi a outros territórios é sustentada pelo desempenho que a cooperativa de crédito registra ano a ano. Na região Centro Norte, os números obtidos mostram a força dessa organização econômica. Para se ter uma ideia, o Sicredi Centro Norte fechou 2017 com R$ 8,844 bilhões em ativos, crescimento de 20,1% sobre o ano anterior, de R$ 7,361 bilhões. As operações de crédito somaram R$ 4,788 bilhões no ano passado, contra R$ 3,684 bilhões em 2016, avanço de 30%. Os depósitos totais expandiram 15,7% de um ano para outro, ao passar de R$ 3,129 bilhões para R$ 3,622 bilhões.
Para este ano, as perspectivas estão ainda melhores, como avalia o gerente de Projetos de Desenvolvimento da Central Sicredi Centro Norte, Fernando Heemann. Ele pontua que há uma expectativa de melhora na economia regional e nacional, o que cria um novo ânimo às empresas, que retomam seus investimentos nas mais diferentes áreas econômicas. “O mercado projeta um Produto Interno Bruto (PIB) maior este ano e, na região Centro Norte, onde o agronegócio é forte, com destaque para Mato Grosso, também há uma crença na retomada da economia e que novos negócios serão criados”.
Ele acrescenta que, por ser uma região com extensão territorial grande, existe a necessidade de se instalar novas agências para atender as comunidades e que o Sicredi faz constantes estudos de viabilidade para chegar até essas localidades. “Por mais que a tecnologia ajude, que o computador, o celular e o tablet permitam a realização de operações financeiras, ainda se fazem necessários a presença física e o contato face a face com os associados, do nosso jeito simples, próximo e ativo, para orientar e apoiar suas necessidades, sejam eles pessoas físicas, produtores rurais ou empresários”.
No caso dos empresários, João Spenthof emenda lembrando da Paguecom, máquina de cartões própria lançada pelo Sicredi em setembro passado e que passa a ser uma grande aliada dos empresários e prestadores de serviços, por ser mais competitiva se comparada a outras existentes no mercado. “Trabalhamos para oferecer os melhores produtos e serviços aos nossos associados. Entramos no mercado de adquirência com a maquininha do Sicredi, com a vantagem de termos melhores condições”.
Retrospectiva 2017
No que se refere às inaugurações, no último ano foram abertas seis agências na região Centro Norte. A primeira delas ocorreu em maio, na cidade de Acrelândia, marcando a entrada do Sicredi no estado do Acre, que recebeu a 2ª agência em junho, na capital Rio Branco. Em agosto foi a vez de Acorizal, em Mato Grosso, seguida por São José do Povo e Primavera do Leste, ambas abertas em outubro. O calendário de inaugurações terminou em dezembro, com a abertura de uma agência no Distrito de União do Norte, em Peixoto de Azevedo.
Com essas inaugurações, o Sicredi Centro Norte encerrou 2017 com um total de 168 agências, espalhadas por 134 municípios nos quatro estados onde atua. Em 31 deles é a única instituição financeira. Estratificando os dados, em Mato Grosso são 139 agências localizadas em 109 cidades; no Pará são 19 agências em 16 municípios; em Rondônia são oito agências espalhadas por sete cidades e no Acre são duas agências, em duas cidades.
Além das agências inauguradas, no ano passado 14 unidades foram reformadas/ampliadas e outras oito foram reinauguradas em novo endereço, em um prédio mais moderno e com melhor estrutura para atender aos associados. As melhorias ocorreram em unidades localizadas em Mato Grosso (20) e no Pará (2).

Um lugar para tomar um bom café, servido de pão de queijo e chocolates de todos os tipos, sabores e aromas. Esse é o espaço que a Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica (Coopatrans) inaugurou nesta segunda (26) para incrementar sua loja na capital paraense, para delírio dos amantes de chocolate. Assim como nos outros pontos de atendimento espalhados pelo Pará e fora do Estado, a de Belém terá cafeteria, espaço para leitura e reuniões empresariais. A loja mudou de endereço e agora está localizada na Rui Barbosa, entre Nazaré e Brás de Aguiar.
A cooperativa, que detém a marca CACAUWAY, decidiu investir nesse novo segmento para proporcionar uma opção a mais para o consumidor. “Entendemos que uma loja de chocolate precisa ter algo mais agregado, não somente chocolate. Hoje, é difícil ir apenas para compra-lo, por isso tivemos a ideia do café como uma forma de atrair o consumidor, que também pode se interessar por outros produtos. Se algumas empresas precisarem fazer uma pequena reunião ou encontros, também temos um espaço reservado para isso”, explicou a presidente da COOPATRANS, Rita Aguiar.

O café é oriundo de Minas Gerais e os coquetéis, assim como os cappuccinos são produzidos com o chocolate genuinamente amazônico da cooperativa. Atualmente, apenas as lojas de Altamira, Belém e Macapá possuem a cafeteria, mas a intenção é expandir também para os demais pontos localizados em Santarém, Medicilândia e Ceará.
O chocolate CacauWay é reconhecido como um dos melhores do mundo pelo Salão de Chocolate em Paris.
Os produtos são apurados a partir de amêndoas selecionadas e fermentadas, dispensando o uso de corantes e aromatizantes artificiais, surgindo assim um terruá autêntico e de sabor único na Amazônia. A cooperativa conseguiu o segundo lugar no concurso de melhores amêndoas do Salão de Chocolate em Paris. No Festival Internacional do Chocolate em Belém, os cooperados conseguiram a primeira, segunda e terceira colocação. No concurso nacional, a COOPATRANS ficou entre as dez melhores.
O diferencial dos produtos da marca é a qualidade do Cacau. Os chocolates possuem diferentes percentuais da fruta, agradando aos mais variados gostos. A CacauWay produz tabletes com 30%, 60%, 65% e 70% de cacau com 16 variedades de recheios. É utilizada uma grande quantidade da massa da fruta, priorizando o controle de qualidade com a seleção dos frutos e garantindo a produção de um chocolate delicioso. Outro fator de destaque é que não é adicionada outra gordura que não seja do próprio cacau.
A marca já conquistou o estado do Pará e pretende expandir mercado para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil neste ano. Todas as metas de 2018 e a avaliação das atividades desempenhadas ao longo dos sete anos de atuação da COOPATRANS foram apresentadas no primeiro encontro comercial da singular agropecuária, ocorrido no final do ano passado. As perspectivas para este ano são positivas, com a organização e implantação do projeto de apoio para ampliação de máquinas, acompanhamento técnico para melhoramento da produção, assim como a conquista de novos mercados. A intenção é atender o Sul, Centro-Oeste, e Sudeste, mesmo que em pequenas inciativas.
Na semana passada, já foi aberta uma loja em Goiás. Uma possibilidade também é a articulação com a Central Aurora de Alimentos sediada em Santa Catarina. Após o intercâmbio promovido pelo Sistema OCB/PA no último mês, foi discutido sobre uma intercooperação comercial para escoamento da produção para os nichos da Aurora, que possui uma rede de 53 supermercados.
Para o presidente Ernandes Raiol, o momento é de consolidação. “Acompanhamos os cooperados durante todos esses anos no processo de entrar no mercado, mas agora, como foi discutido no Encontro, é preciso criar uma política de como continuar nesse cenário competitivo, galgando espaços cada vez maiores, viabilizando economicamente esse objetivo, construindo a ideia de logística para uma quantidade maior de produção. Ficamos felizes pelos cooperados estarem discutindo até a possibilidade de sobras, o que gera mais garantia e retorno para o sócio. Isso é muito importante. A COOPATRANS pode contar com o nosso apoio”.

Singulares de Parauapebas, Benevides, Barcarena e São Félix do Xingú aproveitaram o último final de semana para realizar as suas Assembleias Gerais Ordinárias (AGO), como regula a constituição cooperativista. A equipe técnica do Sistema OCB/PA também esteve nestes municípios, participando das reuniões e prestando orientações acerca dos procedimentos corretos na condução de uma AGO. A COOPABEN, COOPERMODAS, COOPER e CAMPPAX foram algumas destas singulares que deliberaram sobre prestações de contas, planejamento estratégico, eleições, entre outros.
Na Cooperativa Agropecuária de Benevides (COOPABEN), o Gerente do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues, acompanhou a Assembleia que reelegeu a presidente Maria Eulina. A cooperativa completa 10 anos de constituição no próximo mês. Também foi feita eleição para os novos conselheiros administrativos e fiscais. Já na assembleia da Cooperativa de Costura e Moda de Barcarena (COOPERMODAS), foi feita a prestação de contas. As cooperadas se comprometeram a se regularizar junto ao Sistema OCB/PA.
O analista de desenvolvimento de cooperativas, Jamerson Carvalho, esteve na AGO da Cooperativa Alternativa Mista dos Pequenos Produtores do Alto Xingu (CAMPPAX), que também teve participação da Secretária Municipal Adjunta, Marta Lelis. As contas foram aprovadas através da apresentação de demonstrações contábeis, bem como foram eleitos a nova diretoria e o conselho fiscal. Na ocasião, se apresentou a fábrica que beneficia a Castanha do Pará e se constatou os aspectos operacionais e produtivos da cooperativa que, atualmente, encontra-se em alta com o volume de produção.
“Ficamos contentes com o grau de evolução da maturidade das cooperativas, que estão compreendendo a importância das assembleias nas tomadas de decisões, se preocupando também com o bom andamento desses processos para que se faça o registro adequado e não ocorra nenhum entrave na Junta Comercial do Pará. Estamos totalmente disponíveis neste sentido, participando das assembleias em qualquer região do Estado em que houver cooperativas”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Para receber a diretoria da OCB/PA, deve-se enviar as solicitações para o e-mail secretariaparacooperativo.coop.br com a data e os respectivos editais. No mês de abril, o Sistema OCB/PA irá realizar a AGO do setor, reunindo todas as cooperativas do Estado.

A mandioca é um produto base da agricultura familiar e alimento certo na mesa do paraense, o que aumenta a responsabilidade do produtor rural em manter a qualidade de seus derivados. Neste ano, Belém é a sede dos Congressos Brasileiro, Latino-Americano e Caribenho da Mandioca, que ocorrem em conjunto no período de 12 a16 de março, no Hangar. Com promoção da Sociedade Brasileira de Mandioca (SBM), realização da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP) juntamente a Corporación CLAYUCA, a programação terá participação maciça das cooperativas. O Sistema OCB/PA, que é um dos parceiros do evento, proporcionará o investimento para os custos de logística de singulares da Região Oeste. Já as cooperativas de municípios mais próximos à capital serão conduzidas pela Emater/PA. As inscrições podem ser feitas no site: https://cbmandioca2018.com.br/br/node/1143 e custam R$ 30,00 para produtor rural.
Os Eventos constituem o principal fórum de integração dos agentes da cadeia produtiva da mandioca, representados por instituições de ensino, pesquisa, fomento, assistência técnica e extensão, defesa vegetal, produtores agrícolas e empresários. São também fortes oportunidades para apresentação de inovações geradas no setor de máquinas e equipamentos, bem como para levantamento e prospecção de novas demandas de interesse.

“A finalidade é transmitir esse conhecimento aos produtores. Muitos ficam refém da venda da mandioca para outras empresas e o valor agregado é repassado para estas. Por que não processar? Os produtores não querem ou não conhecem? O Congresso vai trabalhar neste sentido. Virão convidados de outros Estados e palestrantes de fora que trabalham com a pesquisa da genética da mandioca. Haverá bastante informação para troca de conhecimentos. É importante que o cooperativismo esteja bem representado para aprimorar os processos que desenvolvemos na produção da farinha”, afirmou o Gerente do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.
Dos temas a serem discutidos em ambos os eventos, destacam-se aqueles relacionados à cadeia produtiva da mandioca, os quais perpassam desde o aproveitamento da raiz para alimentos funcionais, práticas culturais, alta gastronomia, importância para a segurança alimentar, políticas públicas, mercados alternativos, até a sua contribuição para redução de impactos ambientais. O aspecto científico do Congresso se completa com a apresentação de trabalhos científicos em grupos de trabalho e em formato de pôsteres.
Em reunião com a equipe de coordenação do Congresso da SEDAP, foram definidos os papeis de cada parceiro. O Sistema OCB arcará com os custos de passagens aéreas e hospedagens para alguns participantes que sejam ligados a cooperativas da região Oeste, como COOPRUSAN, CAAM e COOPBOA, que operam com a mandioca, maniva e farinha. Dos outros municípios mais próximos, a Emater/PA trará em um veículo próprio. “Vamos avaliar, dentro das limitações orçamentárias, se traremos dois ou três participantes de cada cooperativa. Faremos a avaliação dos custos para definirmos isso, verificando quem são as pessoas com perfil mais adequado, as quais estejam aptas para receber as informações, participar das capacitações e retransmitir aos demais cooperados”, afirmou o Gerente.
Do Nordeste ao Sudeste do Pará, o Sistema OCB/PA está executando diversas ações em prol do desenvolvimento das cooperativas ao longo desta semana. Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!
#ocbsescooppa #capacitandoparacrescer


Ampliando sua credibilidade no mercado financeiro, a Cooperativa de Livre Admissão do Estado do Pará (Sicoob Cooesa) é um dos exemplos de boas práticas de gestão que vêm posicionando o cooperativismo como uma das instituições mais competitivas. Alguns dos segredos para este sucesso foram compartilhados com os alunos da Unimed Belém que fazem parte do Programa Aprendiz Cooperativo, coordenado pelo Sistema OCB/PA. O intercâmbio ocorreu nesta semana na sede da COOESA.
Foi feita uma apresentação institucional da cooperativa em seus quase 24 anos de história. Sua constituição ocorreu em 1994, quando 42 funcionários da ALEPA tiveram a ideia de cooperar para se ter uma alternativa de crédito acessível. A singular faz parte do SICOOB, que é o maior sistema do Brasil com 4 milhões de associados. Na COOESA, existem mais de 2.200 pessoas associadas. De acordo com dados do último exercício, o ativo total da cooperativa é de R$ 40.202.142,61 e o patrimônio líquido é de R$ 11.011.661,28. Os dados serão atualizados na próxima AGO que ocorre no dia 31 de março.
Os aprendizes também foram apresentados a cada setor de trabalho da cooperativa, desde o atendimento, caixas, até a diretoria. “Conversamos sobre o que é o cooperativismo de uma forma bem direta, mostrando como funciona no dia a dia. Foi uma oportunidade ótima de conhecer essa turma bastante animada e enriquecedora. Fizeram muitas perguntas, se posicionaram e mostraram interesse pelo tema, o que nos dá esperança de uma geração com muito potencial para desenvolver o setor”, afirmou a presidente da COOESA, Francisca Uchôa.

A Cooperativa já chegou a executar o programa de aprendizagem, mas precisou paralisá-lo. De acordo com a presidente, a previsão é que a singular retome a iniciativa ainda este ano, formando uma turma de aprendizes em parceria com o Sistema OCB/PA. “Além da questão do envolvimento social e da contribuição ao contratá-los, também auxiliamos na formação profissional dos jovens acerca da realidade do mercado, da vida e do seu próprio entendimento como pessoa. Ficamos felizes em participar disso, além de que podemos aproveitá-lo no futuro. Dentro da cooperativa, eles aprendem os princípios éticos do cooperativismo para trabalharem em equipe. É uma obrigação legal, mas não deixa de ser uma medida estratégica”.
A cooperativa oferece todos os serviços de uma rede bancária tradicional, tais como conta corrente, poupança, financiamentos, convênios (arrecadações), consórcios, seguros, câmbio, cartões de crédito e caixas eletrônicos. É uma instituição financeira controlada pelo Banco Central do Brasil como qualquer banco, porém, com algumas vantagens. Ao invés de um único dono, os clientes, ao se associarem, também se tornam donos do negócio. É um empreendimento coletivo regido de forma democrática por assembleias gerais dos clientes-sócios que decidem, por exemplo, as taxas de juros, os integrantes da diretoria e ainda dividem o lucro anual proporcionalmente.
A Sicoob Cooesa possui pontos de atendimento em Castanhal, Santarém e três agências em Belém. Há ainda projetos para atingir outros municípios como Bragança, Monte Alegre e os demais da região do Tapajós, mas ainda sem previsão. A cooperativa, apesar de ter enfrentado momentos delicados manteve o crescimento com as projeções e planejamentos perto de 20% nos últimos anos, tendo aumento no patrimônio e na administração de recursos de terceiros. As sobras acumuladas R$ 406.400,06 neste ano.
“Como um sócio cooperado da COOESA, tenho acompanhado a evolução da cooperativa na expectativa de que esses resultados ainda sejam superados. É um empreendimento que vem se mostrando sustentável e, por isso mesmo, incentivamos a visita dos aprendizes. Sem dúvida alguma, são conhecimentos importantes para a formação desses jovens à medida que saem da realidade do ramo saúde, onde trabalham junto à Unimed Belém, para se ambientarem ao ramo crédito, que possui necessidades e procedimentos de gestão semelhantes”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
