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Unimed Belém e Shopping Metrópole oferecem comodidades aos clientes

Unimed Belém e Shopping Metrópole oferecem comodidades aos clientes

 

Fazer um passeio com a família é prazeroso e renovador, mas, com criança pequena, sair de casa pode se tornar um desafio. Em alguns locais, não há um recinto adequado para amamentar, em outros não há ambiente confortável para o bebê e há lugares onde nem mesmo tem banheiro infantil. Para suprir essas necessidades, a Unimed Belém, em parceria com o Shopping Metrópole Ananindeua, lançou o Espaço Família, possibilitando que o passeio com os pequenos seja uma experiência livre de estresse.

 

O Espaço Família está localizado no 3º piso do shopping e oferece diversos serviços fundamentais para o conforto do bebê e seus familiares. Foi inaugurado no mesmo dia do shopping, 21 de novembro de 2017, e, desde então, tem sido sucesso absoluto. Funciona no mesmo horário do Metrópole: todos os dias, de 10h às 22h.

 

Segundo a gerente de Marketing do Shopping Metrópole Ananindeua, Gabriella Bayma, o Grupo Sá Cavalcante, proprietário do shopping, já utilizava esse formato de espaço em outras unidades e, em Ananindeua, escolheu a Unimed Belém por seu compromisso com a promoção da saúde e pela proximidade do local com um dos hospitais de urgência e emergência da cooperativa médica, na BR-316. “O projeto é assinado pela arquiteta Jéssica Lopes, que também planejou o shopping, e a comunicação visual do espaço foi feita pela Unimed. É tudo pensado para as necessidades específicas do bebê e da criança, como ter uma luz mais fraca que o normal, uma temperatura mais amena e usar produtos de limpeza neutros”, explica Gabriella.

 

CADASTRO

Para usar qualquer serviço do Espaço Família só é preciso fazer um cadastro na hora tendo um documento com foto em mãos. Logo na entrada do espaço que fica próximo à Praça de Alimentação, estão os carrinhos de bebê, disponíveis gratuitamente para passeios pelo shopping. A vigilante Sheila Fernando aproveitou essa facilidade para passear com a filha Gabriele, de 1 ano e 2 meses, com conforto. “Adorei todo o Espaço Saúde, fui muito bem recebida e o carrinho é muito prático”, disse.

 

Mas há muito mais opções no Espaço Saúde. Uma delas é a Brinquedoteca, onde a garotada se diverte enquanto os pais descansam um pouco nos sofás. Na hora de amamentar, a mamãe pode relaxar em poltronas confortáveis e espaçosas, como fez a operadora de caixa Lídia Amaral, quando o Samuel, de apenas dois meses, ficou com fome. “Fiquei surpresa com o espaço. Achei que fosse apenas um fraldário, mas é grande, agradável e confortável”, conta.

 

COMODIDADES

Na área do fraldário, as famílias têm a seu dispor uma bancada adequada para trocar o bebê, além de lenços umedecidos e até uma banheira do tamanho do neném. O Espaço Família também é onde responsáveis e crianças encontram banheiros infantis e adultos no mesmo local, ideal para um pai que esteja com uma filha, por exemplo, poder acompanhar a garota. Se for necessário tomar um banho depois, não é preciso preocupação: há chuveiros com água fria e morna. Caso falte fralda ou outros produtos de higiene, o cliente pode encontrar gratuitamente no Espaço Saúde. Além disso, o ambiente tem uma copa baby equipada com micro-ondas, filtro d’água e cadeiras adequadas para o bebê comer.

 

A gerente de marketing do shopping garante que a recepção tem sido extremamente positiva e antecipa que há planos para continuar o trabalho em conjunto com a cooperativa médica. “Os clientes e nós, do shopping, estamos muito satisfeitos e essa é só a primeira de muitas parcerias que pensamos em fazer com a Unimed Belém”, afirma Gabriella Bayma.

 

CUIDADO

O compromisso com o bem-estar de pais e filhos é constante na Unimed Belém. Além dos serviços em clínicas associadas, desde 2016, a cooperativa possui o Hospital Pediátrico (HPU), na Rua Bernal do Couto, com dezenas de leitos, incluindo UTI. O Hospital é capacitado para atendimento especializado, dotado de equipamentos modernos e é referência no Estado. Entre os serviços disponibilizados estão internação clínica e cirúrgica e diagnóstico por imagem.

 

 Fonte: Ascom Unimed Belém

Cooperativas irão definir planejamento da OCB/PA na AGO de abril

Cooperativas irão definir planejamento da OCB/PA na AGO de abril

 

O foco de atuação do Sistema OCB/PA vem sendo construído ao longo dos últimos anos de acordo com as necessidades identificadas no contato diário com as cooperativas. Com base nisso, o planejamento para 2018 foi elaborado em parceria com a NÓS Consultoria e será apresentado, discutido, avaliado, revisado e aprovado por cada singular na Assembleia Geral Ordinária (AGO) a ocorrer em abril. A equipe interna da Unidade Estadual se reuniu nesta sexta (02) para consolidar as informações.

 

Todas os setores da Unidade participaram da construção do produto preliminar, fazendo contribuições conforme a realidade vivenciada na rotina de trabalho. No total, 133 contribuições foram feitas, sendo agrupadas em 17 objetivos estratégicos que nortearão as ações do Sistema. Cerca de 50% destes deverá ser implementado em 2018, mas também há previsão para três e cinco anos.

 

Serão realizados 6 programas macro e 11 projetos, dentre os quais destaca-se o Projeto da Nova Sede e investimento em Comunicação Estratégica com as cooperativas. A área de tecnologia também será beneficiada com o objetivo de promover soluções informacionais de qualidade e inovadoras. Por exemplo, planeja-se elaborar um software exclusivo para o ramo agropecuário. “Todo o planejamento será apresentado para as cooperativas também inserirem os seus anseios e demandas, pois a intenção é que contribuam. Não será algo desenvolvido aleatoriamente, mas sim em conjunto. É importante que as singulares sejam ouvidas”, afirmou o Superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

 

As ações serão acompanhadas de acordo com a estrutura da entidade com a atuação dos representantes dos ramos, assim como os Conselhos de Administração tanto do SESCOOP/PA quanto da OCB/PA que se reúnem mensalmente. “A participação das cooperativas na Assembleia Geral será muito importante para o futuro do Sistema OCB/PA e para continuar o crescimento obtido pelo setor cooperativista nos últimos anos. Por isso, desde já as convocamos para estarem neste momento singular”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA.

Instrutores recebem 2ª etapa da formação do GESCOOP

Instrutores recebem 2ª etapa da formação do GESCOOP

 

Um dos principais investimentos previstos no planejamento estratégico do Sistema OCB/PA para 2018 é a profissionalização do setor através do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP). O objetivo é alcançar pelo menos 50 singulares do Estado com a ferramenta. Para atingir esta meta, o Sistema está qualificando o seu banco de instrutores com o repasse metodológico específico do GESCOOP. Na última quarta (31), foi realizada a segunda etapa da formação dos instrutores.

 

Neste segundo repasse metodológico, o objetivo foi demonstrar a usabilidade da ferramenta. Ela estabelece um Plano de Ação Estratégico que analisa o negócio da Cooperativa; O ambiente externo, considerando fatores políticos, econômicos, sociais e tecnológicos; As forças de intensidade da competitividade do setor; Os fatores críticos de sucesso, analisando a entrega, padronização, continuidade na entrega, condições de venda dos produtos e serviços e o relacionamento com fornecedores; O ambiente interno, em relação às práticas desenvolvidas pela Cooperativa; Análise da atual missão e visão da cooperativa, com auxílio na estruturação ou reestruturação.

 

A partir disso, se faz a construção de objetivos e estratégias gerais, assim como as específicas em cada área funcional da cooperativa. As informações irão subsidiar o Plano de ação, definindo quais são os próximos passos, como serão realizados, os prazos de início e término, os recursos necessários e os responsáveis por cada ação.

 

 

“Foi uma ótima oportunidade para tirar todas as dúvidas dos instrutores. Fizemos uma revisão e explicação mais detalhada da forma de utilização da ferramenta por meio de uma capacitação em formato de oficina participativa, o que proporcionou uma assimilação mais assertiva”, afirmou o analista do Sistema OCB/PA responsável pelo repasse, Diego Andrade.

 

Na apresentação, também se demonstrou o material utilizado na aplicação do GESCOOP. O grupo debateu na prática como precisa trabalhar e o foco a ser mantido no direcionamento das atividades. “Nosso objetivo é padronizar a metodologia de trabalho, de modo que os instrutores possam se apropriar dessa tecnologia com segurança, efetividade e autonomia. Desta forma, conseguiremos desenvolver as cooperativas com o mesmo nível de qualidade”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

GESCOOP busca potencializar loja da CAMTA

GESCOOP busca potencializar loja da CAMTA

 

 

Como uma opção de renda extra para os produtores e de inclusão das mulheres dos associados, a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) está executando o Projeto da Casa do Cooperado, um espaço de comercialização dos produtos não beneficiados diretamente e não produzidos em grande escala. Com o suporte do Sistema OCB/PA a partir do Programa de Aprimoramento da Gestão Cooperativista (GESCOOP), a ideia é dar sustentabilidade e maior lucratividade ao negócio social.  A segunda etapa do Programa ocorreu na última terça (29).

 

A Casa funciona como uma loja que pertence à CAMTA. Além dos produtos beneficiados pela cooperativa como polpa de frutas, pimenta-do-reino, geleias e óleo de andiroba, também são comercializados os produtos não processados, tais como hortifrútis de forma geral, conservas de pimenta, “chop”, arroz, café, sabão caseiro, lanches, banana chip, mandiopam (biscoito feito como goma de tapioca e arroz), entre outras variedades de gêneros alimentícios.

 

“O objetivo inicial foi apenas manter a venda desses produtos através da Casa, dando um apoio na renda do cooperado. As esposas se engajaram e, hoje, participam bem do projeto, trazendo produtos artesanais que fazem nas propriedades como salgados e outras peculiaridades da culinária oriental. Entretanto, entendemos que é preciso gerar uma lucratividade mais efetiva não apenas para o cooperado, mas para a mantenedora do espaço que é a cooperativa.  Não adianta ser social, sem ser financeiramente sustentável. A loja precisa se manter”, afirmou a Gerente da CAMTA, Núbia Maia.

 

O Sistema OCB/PA, então, foi acionado para a implantação do GESCOOP, um Programa de diagnóstico das cooperativas a partir de uma avaliação geral, propondo alternativas viáveis junto com os principais interessados: os cooperados. Se identificam os serviços disponibilizados para o mercado, perspectivas de futuro, autoavaliação sobre atendimentos aos normativos e a inserção dos mesmos critérios do Programa de Desenvolvimento da Gestão Cooperativista (PDGC), baseado no modelo de excelência de Gestão da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

 

O GESCOOP reuniu os gestores internos e cooperados para levantar as principais demandas. Como prioridade, se estipulou um prazo para elaboração de um plano de negócios a ser apresentado em Assembleia Geral. Na ocasião, se definirá qual é a missão da Casa do Cooperado, se continuará apenas o com cunho social ou se acrescentará ao projeto ações mercadológicas, com vista à ampliação das vendas. A intenção é verificar o ponto de equilíbrio, estabelecendo uma margem de contribuição em cada produto sobre as porcentagens a serem destinadas ao produtor e à cooperativa.

 

Também se levantou os pontos críticos da análise interna com dicas e tarefas para poder melhorar a administração, criando procedimentos com foco na gestão financeira, além de processos internos de recrutamento, seleção de funcionários e plano de cargos e salários. Na área do marketing, planeja-se promover a Casa de forma mais efetiva, tendo um slogan próprio vinculado à CAMTA, revendo a proposta de layout interno e a fachada da loja.

 

“Esses serão os nossos primeiros passos. Os outros ocorrerão conforme formos evoluindo, fazendo as adequações necessárias. É uma ferramenta mutável e poderemos detalhar mais à medida que selecionamos os pontos mais críticos. Acredito que vai nos ajudar muito. As estratégias e objetivos traçados durante o curso clarearam bastante o nosso foco que, antes, estava um pouco travado no sentido do que fazer e por onde começar. Agora temos metas, prioridades e prazos”, completou Núbia.

 

As ações estabelecidas seguem prazos mensais com o objetivo de serem finalizadas integralmente ainda neste ano. Para fevereiro, está prevista a apresentação em Assembleia do plano de negócio, constando todas as estratégias a serem promovidas. Também se verificará a possibilidade de modernização do sistema de pagamento, com inclusão de cartão de crédito e débito. “Estamos contentes com a inclusão da CAMTA nessa ferramenta, posto que é a nossa primeira singular constituída no Estado e uma das mais estruturadas atualmente. Sempre há o que melhorar e evoluir. A CAMTA prova isso para as demais, valorizando a importância de se promover práticas de melhoramento da gestão”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Sicredi Belém e D´Irituia firmam parceria

Sicredi Belém e D´Irituia firmam parceria

 

Todos os dias, as 300 pessoas que transitam em média pela sede da cooperativa Sicredi Belém são recebidas com música ambiente ao vivo, atendimento personalizado e quitutes especiais. Até nestes quitutes, os associados poderão experimentar a pegada ecológica da Sicredi, que firmou intercooperação com a cooperativa D´Irituia para fornecimento de produtos orgânicos oriundos da agricultura familiar do Estado, livres de conservantes e agrotóxicos. Na última quarta (25), a Diretoria e os colaboradores oficializaram a parceria em cerimônia de comemoração dos aniversariantes do mês, que contou com exposição e degustação dos produtos. A D´Irituia também é associada ao Sicredi e vislumbra acessar crédito para incrementar suas atividades.

 

Serão comercializados preliminarmente polpas de frutas para suco, brigadeiro de chocolate natural, mel de abelha, café, biscoito de castanha e o “mandioqueijo”, um pão de queijo feito da massa de macaxeira que não endurece com o passar do tempo. A perspectiva é que o fornecimento dos produtos represente um acréscimo financeiro de pelo menos R$ 500 mensais para a D´Irituia, além de ser uma forma de divulgá-la para os 1.600 sócios que podem se tornar futuros clientes.  “A Sicredi Belém tem um atendimento diferenciado e, conversando com a Diretoria, propus que comprassem de Irituia. São adquiridos 10kg de café por mês que, se juntado à encomenda de salgados, sucos e brigadeiros, dá uma renda a mais para o agricultor. A ideia é fornecer aos poucos esses produtos. Além do mais, poderemos divulgar para outros potenciais clientes”, afirmou o Diretor Administrativo da D´Irituia, José Romano.

 

 

A intenção é que o dinheiro gerado dessa produção fique na conta da cooperativa D´Irituia no Sicredi. Movimentando a conta mensalmente, o acúmulo de capital dará condições para solicitar financiamento aos projetos de infraestrutura em andamento. Estuda-se a estruturação de uma cozinha industrial para o beneficiamento em escala dos produtos artesanais como biscoito e café. Pelo cálculo feito, em seis meses já se terão recursos disponíveis para a cooperativa solicitar o crédito.

 

“Pensamos nos três estágios: ampliar a produção, agregar valor e verticalizar. Beneficiando artesanalmente, já agregamos ao não vender somente a matéria prima. Queremos sair do estágio de artesanal para mais avançado, trabalhando a questão da embalagem e dos equipamentos necessários. Porém, também preciso ter área para escala de produção. O crédito é fundamental neste sentido”, completou Romano.

 

A intercooperação entre as singulares já ocorre há 2 anos, quando a cooperativa D´Irituia acessou a Fundação Banco do Brasil e conseguiu um caminhão que, entretanto, precisava de uma carroceria. O Sistema OCB, indicou a Sicredi Belém, na época UNICRED que disponibilizou o recurso para a compra. “Notícias como essa sempre nos deixam animados porque acredito, sim, na intercooperação. É a forma mais fácil de conseguirmos suprimir os gargalos de cada ramo. Estamos em uma grande rede. Cada um precisa do outro. Por isso, precisamos desse olhar mais cooperativista nos negócios que estabelecemos. Parceria é tudo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Sebrae/PA discute plano de ação integrado em Juruti

Sebrae/PA discute plano de ação integrado em Juruti

 

A parceria entre o Sebrae/PA, Sistema OCB/PA e a Prefeitura de Juruti pretende ampliar a capilaridade de negócios do município.  Na última quarta (24), foi feita uma reunião em conjunto para levantar os focos estratégicos de atuação neste ano. O objetivo é buscar soluções para os principais problemas das cooperativas e micro e pequenas empresas, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento dos pequenos negócios.

 

Participaram da reunião o Prefeito exercício, West Lima e o secretariado do município, Michell Martins Gerente Regional do SEBRAE, Ernandes Raiol Presidente da OCB/SESCOOP-PA e Gustavo Hamoy, presidente do IJUS. Sala do Empreendedor, Turismo Cultural (Festribal) e organização da produção oriunda da Agricultura Familiar foram alguns dos principais temas abordados durante o encontro.

 

“Tenho dito e reafirmado que as parcerias são um elemento decisivo para o sucesso de um empreendimento. Sem parceria, fica bem mais difícil. Por isso, discutimos o que pode ser feito em conjunto, extraindo o melhor de cada entidade conforme sua expertise. A expectativa é que possamos potencializar a capacidade produtiva das cooperativas, em especial do ramo agropecuário, fortalecendo o pequeno produtor”, afirmou Ernandes Raiol.

 

O presidente ainda visitou a Cooperativa da Agricultura Familiar de Juruti (COOAFAJUR), que trabalha com produtos oriundos da Agricultura Familiar, como verduras, hortifrútis, farinha de mandioca e seus derivados. Em apenas três anos de operacionalização das suas atividades, a cooperativa já conseguiu expandir mercado e a perspectiva é continuar o crescimento. A singular é um dos resultados do Programa de Apoio à Produção Familiar, dos Planos de Controle Ambiental (PCA) da Alcoa, companhia líder global dos segmentos de bauxita, alumina e alumínio. O objetivo da visita foi conhecer a nova diretoria eleita em Assembleia geral no início deste mês.

 

 

Fonte: SEBRAE/PA

Contribuição Sindical garante benefícios para as cooperativas

Contribuição Sindical garante benefícios para as cooperativas

 

A aprovação de uma lei própria do setor, participação nas esferas de discussão política e a estruturação competitiva do cooperativismo são apenas alguns dos vários avanços obtidos pela representatividade do Sistema OCB/PA ao longo dos últimos anos. O cenário ainda aponta para muitas necessidades de articulação do setor, mas que precisam do suporte das cooperativas filiadas. A orientação é que as singulares devem permanecer recolhendo a contribuição sindical apesar do fim da obrigatoriedade sancionada na nova lei trabalhista. As cooperativas que optarem pelo não recolhimento serão consequentemente identificadas como inadimplentes, ficando impedidas de acessarem a todos os serviços disponibilizados.

 

No final do último ano, entrou em vigor a Lei 13.467/2017 (reforma trabalhista), que altera mais de 100 dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como uma forma de atender às novas dinâmicas das relações de trabalho e modernizar a legislação. Uma das alterações ocorreu na sistemática da contribuição sindical, cujo recolhimento passou a ser facultativo. A sociedade cooperativa não é mais obrigada a pagá-la.

 

“Mesmo não sendo obrigatório o pagamento da contribuição sindical é instrumento de fortalecimento do trabalho diário de representatividade cooperativista ante o Estado, bem como perante a própria sociedade e entidades representativas de funcionários. Para que nosso sindicato seja representativo, é preciso que ele tenha força para implementar as políticas necessárias à defesa dos direitos e interesses da categoria representada e, somente com o apoio de suas cooperativas filiadas é possível alcançar todos os objetivos da categoria”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Embora a reforma trabalhista torne o recolhimento facultativo, ela também valorizou e fortaleceu a negociação coletiva, que poderá prevalecer, em alguns pontos, sobre a própria legislação brasileira. A possibilidade de alteração de disposições da legislação trabalhista, nos limites da Lei 13.467/17 e de acordo com as necessidades da cooperativa, por meio das negociações coletivas, é um grande avanço num país que tem diversos níveis de desenvolvimento social e econômico.  Assim, as entidades sindicais, após a reforma trabalhista, passaram a ter uma importância muito maior no cotidiano das cooperativas, pois terão maior autonomia para auxiliá-las nas soluções de divergências e harmonização das relações de trabalho.

 

Além disso, a OCB/PA continuará oferecendo serviços exclusivos às cooperativas, como auxílio em negociações coletivas de trabalho, consultoria jurídica a seus associados, promoção de eventos, cursos e treinamentos, bem como permanecerão exercendo a prerrogativa de colaborar com o Poder Público e participar de órgãos públicos e privados em defesa dos interesses das cooperativas.

 

“Sem o apoio das cooperativas será impossível a continuidade dos trabalhos, é por isso que toda cooperativa, sindicalizada ou não, deve continuar recolhendo, uma vez por ano, a contribuição sindical patronal em favor de nosso Sindicato, a fim de garantir a manutenção e o fortalecimento do Sistema Sindical Cooperativista”.

 

O cálculo da contribuição sindical é feito com base no capital social de cada cooperativa. As cooperativas cujo Capital Social é igual ou inferior a R$ 12.199, 50 correspondem ao recolhimento da contribuição mínima de R$ 97,60. As de capital superior a R$ 130.128.000,01 recolhem a contribuição máxima de R$ 45.935,00, de acordo com o disposto no artigo. 580 da CLT.

 

 

Classe de capital social

(R$)    Alíquotas %

Parcela a adicionar (R$)

De 0,01 a 12.199,50

Contribuição mínima

97,60

De 12.199,50 a 24.399,00

0,80

-

De 24.399,00 a 243.990,00

0,20

146,39

De 243.990,00 a 24.399.000,00

0,10

390,38

De 24.399.000,00 a 130.128.000,00

0,02

19.909,58

De 130.128.000,01 em diante

Contribuição máxima

45.935,18

                       

 

‘Itinerante Rural’ chega a Mojuí dos Campos para aprimorar o cultivo de pimenta-do-reino

‘Itinerante Rural’ chega a Mojuí dos Campos para aprimorar o cultivo de pimenta-do-reino

 

Com o objetivo de melhorar as atividades econômicas e cultivos existentes na comunidade do Piranha, no município de Mojuí dos Campos, oeste do Pará, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae) e parceiros, realizaram no último sábado (20) o primeiro Itinerante Rural de 2018. A iniciativa tem a parceria do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/PA) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O presidente Ernandes Raiol esteve presente.

A ação visou levantar o perfil empresarial dos produtores rurais, para com base no resultado, elaborar um plano de ação para melhoria das atividades. Além disso, o conhecimento também foi um dos focos: informações sobre novos mercados foram discutidos, como a venda para a merenda escolar por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A comunidade visitada tem como carro-chefe o cultivo de pimenta do reino, e tem planos para o futuro com a exportação dessa produção. Contudo, o Sebrae defende que para chegar nesse patamar há necessidade de desenvolvimento gerencial, técnico e mercadológico, melhorando também a qualidade e produtividade da pimenta.

 

Fonte: Portal G1

Santarém registra cooperativa de Reciclagem

Santarém registra cooperativa de Reciclagem

 

Enquanto os municípios se ajustam à Política Nacional de Resíduos Sólidos, as cooperativas de catadores também precisam se adequar à legislação. Uma das obrigatoriedades previstas para o empreendimento ser considerado devidamente ativo é o registro na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Nesta segunda (22), a Cooperativa de Reciclagem de Santarém (COOPRESAN) recebeu visita técnica, que é uma das etapas do processo. Estiveram presentes o Analista do Sistema OCB/PA, Diego Andrade, o Presidente Ernandes Raiol e o Gerente Regional do SEBRAE, Michell Martins.

 

A cooperativa já existia atuando com a coleta seletiva de material reciclável no aterro sanitário de Santarém. Porém, não estava formalmente organizada. Os cooperados, então, se regularizaram na Junta Comercial do Pará (JUCEPA), com arquivamento de ata e estatuto. Para buscar projetos e acessar financiamento bancário, também se efetuou registrou à OCB.

 

“A OCB Nacional alterou o método de filiação das cooperativas, inserindo essa visita técnica para verificação da autenticidade dos dados. É uma garantia para a sociedade e para o poder público de que realmente é uma cooperativa regular, com viabilidade econômica do grupo, que produz e exerce a atividade”, afirmou o Analista Diego Andrade.

 

Após a visita in loco, o técnico preenche a planilha com questionamentos acerca da governança e da gestão da cooperativa a ser encaminhada ao setor jurídico. As informações ficam na base de registro para deferência ou não. Quem autoriza o registro é a diretoria executiva, sendo depois validado também pelos membros do conselho de administração.  A verificação posterior permite enquadrar o empreendimento em três status de registro: ativo, cancelado (que teve o registro interrompido) e inativo (não exerce atividade ou não cumpre o estatuto da OCB).

 

A COOPRESAN possui 87 cooperados, sendo 62 ativos. Eles trabalham com a catação de recicláveis como papel, pets e metais. Atualmente, comercializam o material bruto para somente uma empresa que cedeu o maquinário de prensar. “É uma cooperativa com boa produtividade. Porém, pela ausência dos equipamentos necessários, ainda não pensam na verticalização. Vamos trabalhar nessa perspectiva de evolução, estruturando a parte organizacional da cooperativa com a linha de cursos básicos e de governança”, explicou o presidente Ernandes Raiol.

 

Comunidades de Afuá são beneficiadas por ação da Unimed JM e Paróquia de Minas Gerais

Comunidades de Afuá são beneficiadas por ação da Unimed JM e Paróquia de Minas Gerais

 

Sentar à mesa e ter um prato de comida parece algo tão trivial para alguns que até se esquecem de agradecer pelo que comem, mas esta não é realidade de 46% da população da cidade de Afuá, localizada na Mesorregião do Marajó, que convive diariamente com alarmantes Índices de Desenvolvimento Humano. Seis municípios da Região, inclusive, estão entre os oito últimos IDHs do Brasil. Afuá é um deles.  Para proporcionar momentos mais felizes nas festas de fim de ano, a Unimed João Monlevade, de Minas Gerais, e a Paróquia Nossa Senhora da Conceição organizaram uma grande campanha de arrecadação de alimentos no último mês. Foram recolhidos cerca de R$ 88mil destinados para mais de mil famílias de Afuá, as quais receberam cestas com gêneros alimentícios de primeira linha.

 

O município de Afuá foi escolhido em decorrência de parceria criada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) entre dioceses mais estruturadas e outras que possuíam extrema necessidade, na década de 70. A prelazia de Marajó é Igreja irmã da Diocese de Itabira – Coronel Fabriciano e a Paróquia Nossa Senhora da Conceição em João Monlevade, desejosa de aumentar a proximidade, participou da 2ª Edição da Campanha Natal Sem Fome – “Quem tem fome pressa!” “Morei dois anos em Afuá e conheci algumas realidades de comunidades ribeirinhas. A paróquia local já executava a campanha desde 1988. Quando voltei para Itabira, propus que minha paróquia seria pelo menos prima de uma das dez paróquias do Marajó. Adotamos esse gesto concreto. Fizemos duas edições da campanha e já tivemos resultados muito satisfatórios” afirmou o Padre Marco José de Almeida.

 

A Cooperativa Unimed João Monlevade abraçou a campanha e passou a coordenar a iniciativa em conjunto com a Paróquia. A segunda edição arrecadou R$ 87.705,85, dos quais cerca de R$40mil foi conseguido pela Unimed e outros parceiros como a cooperativa CREDMEPI e associações comercias. Foram selecionados alimentos de valor nutricional componentes da realidade de Afuá, como farinha de mandioca e charque, arroz, óleo, feijão, café e açúcar. A cesta continha produtos de primeira linha cuja cotação foi de R$ 101, 00 cada.

 

 

 

Os itens foram comprados através do fornecedor Districon Alimentos, com sede em Macapá, que também se solidarizou e doou mais de 20 cestas, além do traslado de Macapá até Afuá.  No mês de setembro, ocorreu uma missão preliminar no município para se conhecer de perto a realidade local. A visita teve acompanhamento de médicos que realizaram atendimentos e palestras de saúde.

 

Inicialmente, a estimativa da campanha era arrecadar R$45mil, mas o valor chegou aproximadamente ao dobro. Seriam beneficiadas apenas 450 famílias, mas com o aumento da arrecadação, 1.012 casas receberam as cestas de alimentos em comunidades carentes de Afuá. De acordo com a Gerente Geral da Unimed JM, Aparecida Barbosa, o sucesso da campanha foi decorrente da união de diversos parceiros. “Elaboramos um planejamento comunicacional, utilizando veículos de rádio e jornal, através dos quais conseguimos abrir um espaço para sensibilizar a população a sair da zona de conforto, repensar o olhar sobre a generosidade, a compaixão com o outro. Lançamos a campanha no dia 19 de novembro, em todas as oito paróquias, data instituída pelo Papa Francisco como o Dia Mundial dos Pobres”.

 

O município apresenta alto índice de analfabetismo, em especial na faixa etária de 10 a 14 anos. Mais de 40% da população não tem acesso à educação. Afuá também sofre com a violência infantil, prevalência do tráfico de drogas, de armamentos e crianças, assim como vulnerabilidade a doenças já erradicadas em outros lugares. Em decorrência de políticas locais, desde a década de 90, o município vive forte êxodo rural, o que provocou um processo descontrolado de ocupação irregular da cidade.

 

 

“Vivenciamos de perto a carência educacional, bastante distante do que vivemos em João Monlevade. Levamos folders, cartazes e cartilhas para trabalhar temas importantes, mas nos sentimos impotentes devido o alto índice de analfabetismo. A cidade não tem água potável, nem rede de esgoto, tornando-a fonte muito grande de doenças. Percebemos ainda a questão do descaso das autoridades e ausência do Estado. A fome é recorrente para 46% dos munícipes que vivem em estado de pobreza extrema e miséria absoluta”, completou Aparecida.

 

Apesar de ser um projeto pontual, a Unimed João Monlevade estuda a possibilidade de manter uma parceria com Paróquia Nossa Senhora da Conceição que não seja apenas assistencialista, mas também sustentável. Como a atividade econômica predominante em Afuá é o cultivo e extração do açaí, um dos projetos possíveis é a criação de uma cooperativa do ramo em parceira com o Sistema OCB/PA e o Sebrae/PA, o que acabaria com a necessidade de atravessadores, aumentaria o nível de profissionalização da atividade e desenvolveria a autossuficiência econômica.

 

“Ficamos muito felizes com a iniciativa da Unimed e da Paroquia Nossa Senhora da Conceição que se propôs a vir de tão longe proporcionar momentos inesquecíveis para paraenses de regiões carentes. É evidente que o Sistema OCB/PA está totalmente disponível para auxiliá-los nessa empreitada, agregando ainda mais parceiros que possam promover auxílio social, mas também profissional. O cooperativismo, por si só, é capaz de transformar a miséria em desenvolvimento socioeconômico”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Cooperativas Educacionais investem em parcerias e promoções para burlar a crise

Cooperativas Educacionais investem em parcerias e promoções para burlar a crise

 

Apesar da leve melhoria dos números da economia brasileira, o desemprego continua em alta e um dos resultados disso é a inadimplência. O ramo educacional é um dos que mais sofre por especificidades da constituição que impede o rompimento de contrato dos devedores ao longo do ano.  No Colégio Batista de Santarém, por exemplo, a inadimplência teve variações, chegando até 30%. Para diminuir esses números, a Sociedade Cooperativa de Educação Sóstenes Pereira de Barros, mantenedora do Colégio, ofertou promoções mais vantajosas para facilitar o pagamento e investiu em parcerias fortes como o Positivo e o Sistema Equipe. Já a Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC) oferece preços mais acessíveis de mensalidade em relação ao mercado. Ainda tem o diferencial de Programas Educacionais como o Cooperjovem, o que fez aumentar o ingresso de alunos e segurar a média de inadimplência no máximo de 5%.

 

O Colégio Batista encerrou o último ano com 693 alunos matriculados. A meta estipulada em Planejamento Estratégico elaborado junto ao Sistema OCB/PA é atingir 800 alunos, mas a crise teve fortes efeitos em Santarém. “Tivemos problemas com a inadimplência que oscila muito. Em outubro e novembro tivemos as maiores taxas, chegando próximo de 30%. Se conseguirmos alcançar a meta do planejamento de no mínimo 800, caminharemos com mais folga financeira”, afirmou a presidente da Sóstenes, Carlina Fialho.  

 

De acordo com Carlina, o Colégio aproveitou dezembro como mês promocional, oferecendo alguns atrativos. Os pais que matricularam os filhos antecipadamente pagaram o mesmo valor da mensalidade do ano de 2017.  Para aproveitar a promoção, muitos pais inadimplentes procuraram a cooperativa para negociar e quitar as dívidas. Na próxima semana, também se iniciará uma nova campanha comemorativa aos 70 anos da instituição com o objetivo de prospectar novos alunos. A matrícula já será o valor da primeira mensalidade e o restante das 11 parcelas terá desconto de 50%.

 

Durante as sete décadas de sua existência, o Colégio se tornou tradicional no município na Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 e 2, assim como Ensino Médio. É uma escola confessional, que mantém a filosofia cristã e evangélica, assim como os princípios do cooperativismo. Um dos diferenciais é o forte investimento no ensino a partir de parcerias como o Sistema Positivo, de Curitiba, que fornece o material didático para o Ensino Fundamental. Já o Sistema de Ensino Equipe de Belém, que ocupa o primeiro lugar do Estado em aprovação no Enem e terceiro do Brasil, fornece o material didático do Ensino Médio.

 

 

 

 

 

 

CEAC

Já a Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC) teve um ano positivo, apesar da crise. Houve um crescimento considerável de alunos nos seis núcleos que possui, terminando  2017 com uma média 547 alunos. A expectativa é manter o mesmo número, trabalhando a educação Infantil com crianças de 4 e 5 anos e o fundamental menor, do primeiro ao quinto ano.

 

Um dos atrativos é o preço trabalhado pela cooperativa, que, em virtude disso, não sentiu o impacto negativo da crise. A inadimplência teve índices muito baixos. “Estamos crescendo em Castanhal em vista da qualidade de ensino e as mensalidades com preços mais acessíveis. Nosso público alvo é a classe média. Também não trabalhamos com boleto. Os pais pagam diretamente na Escola e possuem maiores facilidades por isso, como os descontos nas mensalidades quitadas antes do vencimento. Também fazemos negociação direta e não cobramos os juros”, afirmou a presidente da CEAC, Kátia Santos.

 

O Programa COOPERJOVEM, desempenhado em parceria com o Sistema OCB/, Instituto SICOOB e SICOOB Cooesa, é o carro-chefe da cooperativa, através do qual utiliza o cooperativismo como a forma de trabalho. Na escola, os alunos aprendem sobre os valores da cooperação, do respeito e da ajuda mútua. De acordo com Kátia, a parceria com o SICOOB aprimorou ainda mais o Programa a partir dos treinamentos com os professores, premiação para produções dos alunos e projetos educacionais.

 

Uma das metas da CEAC é aumentar a estrutura física e o atendimento educacional, disponibilizando o Ensino Fundamental maior.  O planejamento estratégico ainda está sendo elaborado, mas a intenção é adquirir uma nova sede que possa receber todos os alunos egressos do quinto ano em todos os seis núcleos da cooperativa. “É uma demanda levantada pelos próprios pais, desejosos por continuar conosco, mas ainda não temos esse espaço. Vamos discutir com os cooperados para identificar as melhores formas de se executar essa expansão. Queremos inserir essa clientela o quanto antes”, conclui Kátia.

 

Cooperativas podem solicitar participação da OCB/PA nas AGOs

Cooperativas podem solicitar participação da OCB/PA nas AGOs

 

As Assembleias Gerais são um dos principais mecanismos para a garantia de uma gestão democrática, que define o regime de cooperativas. Contudo, elas seguem alguns procedimentos padrões que devem ser obedecidos para o registro da Assembleia ser validado. O Sistema OCB/PA está disponibilizando sua equipe técnica para auxiliar as cooperativas em todas as etapas desse processo e garantir a legitimidade das AGOs. Basta enviar formulário com os dados preenchidos da Assembleia para que se possa atender organizada e antecipadamente.

 

A gestão democrática é um dos sete princípios que regem o modelo de negócio cooperativista. Todas as ações são decididas em conjunto, priorizando sempre o bem comum dos associados. E é nas Assembleias Gerais Ordinárias que esse princípio é colocado em prática. As AGOs são a oportunidade de balanço das atividades do exercício anterior e de planejamento para o ano que se segue.

 

Como entidade máxima de representação sindical, política e cooperativista, a OCB/PA deve acompanhar o andamento dos processos gerenciais decisivos do setor. De acordo com o Presidente Ernandes Raiol, a participação da OCB/PA pode ser decisiva para o planejamento estratégico dos cooperados. “É indispensável que, como cooperativistas que somos, tudo seja feito de modo coletivo, considerando desde os cooperados até as entidades responsáveis pelo desenvolvimento econômico, social e político dos ramos de atividade específicos. Nossa diretoria executiva está totalmente disponível para ouvir as cooperativas, contribuindo no que for possível para a viabilidade dos projetos, gerando competitividade, progresso financeiro e, consequentemente, felicidade”.   

 

As realizações das Assembleias Gerais partem de um caráter de dispositivo de lei. O Artigo 44 da Lei 5.764/71 regulamenta e normatiza essas reuniões. Além disso, para a tomada de qualquer decisão, a comunicação é necessária, como também é imperativo que uma organização de pessoas não pode funcionar sem haver um instrumento de trabalho que represente a coletividade. “É o que possibilita o intercambio de ideias e experiências. É possível, através da discussão coletiva, ouvir as sugestões dos cooperados, as alternativas possíveis e outros caminhos que eles enxergam. Com isso, a tendência é um aumento de produtividade: todos colaboram com todos. Os associados se sentem pertencentes do empreendimento, como, de fato, devem ser. Isso é cooperativismo”.

 

Para receber a diretoria da OCB/PA, deve-se enviar as solicitações para o e-mail secretariaparacooperativo.coop.br com a data e os respectivos editais. No mês de abril, o Sistema OCB/PA irá realizar a AGO do setor, reunindo todas as cooperativas do Estado.

 

Unimed Belém agiliza atendimento por aplicativo

Unimed Belém agiliza atendimento por aplicativo

 

 

O investimento em tecnologias é um dos diferenciais competitivos da Cooperativa Médica Unimed Belém, que lançou um aplicativo para facilitar o atendimento aos usuários da singular. Através da plataforma, é possível acessar diversos serviços como aquisição de planos, tirar segunda via de boletos e conferir as atualizações do guia médico. O aplicativo “Unimed Com Você” é exclusivo para utilização dos beneficiários de planos de saúde.

 

Para acessá-lo, o usuário que já possuir login no Canal do Beneficiário terá de informar o número da carteirinha e a sua senha cadastrada. Caso ainda não possua, poderá fazer o seu autocadastro para ter acesso ao aplicativo.

 

As funcionalidades da ferramenta são várias. No Guia Médico, o usuário pode realizar buscas por localidade, tipo de recurso (como por exemplo, hospitais, clínicas, laboratórios e serviços especializados), especialidade, nome do prestador e bairro. A partir da seleção dos dados, aparecem as informações do serviço buscado. O usuário pode reportar correção, como atualização de endereço e telefone do médico. Outra funcionalidade disponível é a possibilidade de fazer ligação diretamente para o local de atendimento e visualizar a localização. O usuário também saberá a distância do local do atendimento com relação ao ponto onde se encontra, com a liberação de acesso do aplicativo à localização. A busca pode ser realizada, também, por letra e as informações pesquisadas pode serão compartilhar com outros contatos.

 

“Essa é uma tendência mundial em termos de evolução de tecnologia. A Unimed não poderia ficar de fora sem acompanhar isso no sentido de atingir benefícios para os nossos usuários e também, tentar reduzir a avalanche de beneficiários que vão até os nossos postos de atendimento. Como, hoje, o Brasil tem mais celulares do que habitantes, acompanhamos as grandes empresas que já mandam seus boletos por sms, e-mail. Nós também adquirimos essa plataforma e estamos aplicando-a”, afirmou o Vice-presidente da Unimed Belém, Antônio Travessa.

 

Ainda na seção “Guia Médico”, o usuário pode marcar o tipo de atendimento ou o médico para que apareça em sua lista de favoritos, clicando no ícone "estrela", no campo superior direito do Guia. O aplicativo apresenta também uma Carteirinha Virtual, disponível para consulta dos dados do beneficiário. O titular também pode ter acesso às carteirinhas de seus dependentes. Em alguns prestadores, pode ser que a apresentação da carteirinha física seja necessária. É sempre importante estar com o documento de identidade no momento do atendimento.

 

Através da plataforma, é possível emitir a 2ª via de boleto para pagamento referente ao mês vigente. Clicando na opção “Urgência/Emergência”, o guia já realiza busca automática por rede de atendimento nesta categoria. Na área “Unimed mais Próxima”, indica-se a sede administrativa da Unimed mais perto do local onde está o usuário mediante autorização de acesso à localização.

 

“Apesar de ser recente, já percebemos uma melhora significativa. Estamos vendendo muitos planos via plataforma online. Inclusive, temos um box no shopping Boulevard com todo o sistema informatizado para que o cliente se cadastre e verifique o melhor plano para operacionalizar tudo pela internet”, completou Travessa.

 

Na seção “Meus Dados”, é possível ter acesso a nome do beneficiário, data de nascimento, número do Cartão Nacional de Saúde (CNS), número da carteirinha, dentre outros dados para exibição. Lança o Extrato de Utilização, exibindo as informações referentes à utilização do plano nos últimos 12 meses e o Extrato de Coparticipação, com as informações referentes ao valor a ser pago do plano no mesmo período.

 

“É uma medida muito propícia, nesse mundo das novas mídias, para a Unimed Belém chegar mais próximo dos seus clientes e se comunicar de forma mais assertiva, atendendo com maior agilidade dinamismo e eficiência. Como um usuário da Unimed que sou, fiquei bastante satisfeito com o aplicativo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Portadores do cartão Sicredi Visa concorrem a viagens para a Copa do Mundo

Portadores do cartão Sicredi Visa concorrem a viagens para a Copa do Mundo

 

 

A Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 terá início no dia 14 de junho, na Rússia, mas, no Brasil, os preparativos do evento já começaram com o lançamento da promoção Sicredi Visa. O cartão Visa, emitido pelo Sicredi, instituição financeira cooperativa que possui mais de 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros, lança a promoção “Juntos na Rússia com seu Cartão Sicredi Visa”, que terá vigência até 18 de abril de 2018. Nela, mais de dois mil prêmios serão sorteados, como bolas oficiais da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 da Adidas, vouchers de compras e pacotes de viagem para ir ao evento esportivo, cortesia Visa.

 

Para participar, é necessário ter o cartão Sicredi Visa, pessoa física ou pessoa jurídica, e cadastrar-se pelo site www.promocaosicredivisa.com.br ou pelos telefones 0800 6427161 e 4020 7161. As transações na função crédito e débito que acumularem um valor mínimo de R$ 120,00 em compras por semana receberão um número da sorte.

 

“A promoção tem entre seus objetivos beneficiar o associado que faz o uso do cartão como forma de pagamento no dia a dia, afirma Eduardo Goni, gerente da Sicredi Cartões.

 

A ação da Visa em parceria com o Sicredi já ocorreu nas edições de 2010 e 2014. “Por patrocinar o evento por mais de 10 anos, sabemos da importância e da expectativa que a Copa do Mundo da FIFA gera nos brasileiros. É com muita satisfação que estendemos os benefícios desse patrocínio ao Sicredi e assim possibilitar que seus associados vivam um momento único na Rússia. Vamos repetir, com certeza, o sucesso das edições anteriores com essa nova campanha”, aposta  Eduardo Barreto, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Visa do Brasil.

 

 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

 Sobre a Visa

Visa Inc. (NYSE:V) é a empresa líder em pagamentos digitais no mundo. Tem como missão conectar o mundo por meio do que há de mais inovador, confiável e seguro em meios de pagamentos – permitindo que pessoas, negócios e economias prosperem. Conta com avançada rede de processamento global, a VisaNet, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo e é capaz de processar mais de 65.000 transações por segundo. O foco implacável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força motriz por trás do sonho de um futuro sem dinheiro em papel para todos, em todos os lugares. À medida que o mundo passa do analógico para o digital, a Visa insere sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para mais informações visite www.visa.com.br, nossa página no Linkedin ou siga-nos no twitter @VisaNewsBr

COOPMASP regulariza-se com o Sistema OCB/PA

COOPMASP regulariza-se com o Sistema OCB/PA

 

Com a meta de atingir todo o Pará no reaproveitamento de madeiras de áreas suprimidas por barragens, mineração, ferrovias e outros grandes projetos, a Cooperativa da Indústria Moveleira e Serradores de Parauapebas (COOPMASP) está 100% regularizada com os órgãos regulatórios da atividade. Nesta semana, a Diretoria negociou o parcelamento da dívida junto ao Sistema OCB/PA para acessar todos os serviços disponibilizados pela entidade máxima de representação do cooperativismo no Estado.

 

O total da dívida era de R$ 7mil. Para facilitar o pagamento, o valor será divido em 13 parcelas de R$ 350,00. “Conseguimos encontrar uma forma mais viável para a cooperativa que compreendeu a necessidade de valorizar o sistema na região e da importância de se estar ligado à entidade. Poderemos contar com apoio da organização na questão jurídica, contábil, assim como participar de treinamento e cursos. Foi o que nos motivou a buscar a regularidade”, afirmou o presidente da COOPMASP, Sérgio Ferreira.

 

Além do Registro e Filiação prevista pela lei 5.764/71, o Sistema OCB/PA também atua na Representação e Defesa Sindical; Fomento do cooperativismo através de consultorias, palestras e apoio técnico à gestão; Representação política e econômica; Consultorias Jurídica, Contábil e Comunicacional; Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas através de programas de auxílio à Gestão e Governança Cooperativa. As ações são dividas no Tripé de Formação Profissional, Promoção Social e Monitoramento.

 

Uma das demandas levantadas pela COOPMASP é o curso de Contabilidade Para Cooperativas, que será feito junto a outras singulares de Parauapebas para aproximar mais o Sistema OCB/PA das regiões Sul e Sudeste.

 

No último mês, a cooperativa completou 20 anos. É a única singular que trabalha no ramo dentro da Região Norte. Através dela, se criou o polo moveleiro de Parauapebas com os cooperados que formam 96 movelarias instaladas em uma área de 250mil metros. A cooperativa presta serviços na parte de gerência do polo, garantindo acesso a infraestruturas básicas como água, asfaltamento e luz, além de organizar o licenciamento dos cooperados. O principal produto é a serragem da madeira para o moveleiro a preço de custo. A unidade da cooperativa tem capacidade de serrar 35metros cúbicos por dia. 

 

Os cooperados é quem transformam a madeira em moveis coloniais, rústicos e de fino acabamento. A cooperativa cede a madeira. A transformação segue os procedimentos estipulados pela Secretaria de Meio Ambiente. Cada tora gera 35% de madeira boa reaproveitável e 55% vira resíduo industrial. A ideia no futuro é que a cooperativa, quando tiver madeira suficiente, seja responsável por capitalizar empresas para distribuir no polo.

 

 

Madeira Legal

 

Após uma longa espera, que perdurou por duas décadas, o Polo Moveleiro de Parauapebas começou a reescrever a sua história com a assinatura do termo de cooperação com a Vale no último ano, que permite a doação de madeira legal da empresa para a COOPMASP. A parceria prevê a geração de cerca de 400 empregos diretos pela necessidade de contratação de trabalhadores para a construção de moveis diante da doação de dois mil metros cúbicos de madeira das mais variadas espécies, suprimidas do solo da Floresta de Carajás, devidamente autorizado pelo órgão ambiental, para dar espaço à mineração.

 

O projeto tem apoio da Vale, da Prefeitura Municipal de Parauapebas, Governo do Estado, OCB, Alepa e ICMBio.“A intenção é que tenhamos capacidade para canalizar toda a madeira que sai da área da mineração. Já serramos 200m cúbicos em cinco meses, que corresponde a 25% do projeto. Deste percentual, 50% dos moveleiros já foram beneficiados com as madeiras. O termo tem duração de um ano, podendo ser renovado. Desde o início do projeto, só a Serraria da cooperativa já contratou 15 funcionários. As marcenarias, também acabam contratando mais”, afirmou o presidente Sérgio Ferreira.

 

 

 

 Cooperativas não aderiram ao App 'táxi.belem'

Cooperativas não aderiram ao App 'táxi.belem'

 

Os aumentos sucessivos do preço da gasolina, as despesas para manutenção do aplicativo e a queda no faturamento foram fatores decisivos para que os associados das cooperativas de táxi da Região Metropolitana não aderissem à plataforma lançada pelo Sindicato dos Taxistas de Belém, no final do ano passado. O aplicativo oficial da categoria na capital paraense garante desconto de 30% nos valores das corridas, que é avisado previamente aos usuários a exemplo de outros como Uber e YetGo. Para tentar burlar os números negativos, as cooperativas planejam outras ações como promoções e uso de aplicativos próprios que facilitam a solicitação do serviço, o pagamento e o monitoramento do percurso.

 

O Sindicato informou que a onda de aplicativos de transporte de passageiros causou uma perda de 60% das corridas dos taxistas. Muitos estavam devendo para bancos, entraram em crise e tiveram de vender seus carros. Do total dos taxistas, 43% dos taxistas possuem idade acima de 50 anos e, principalmente os idosos, precisavam de uma alternativa. Por isso, o sindicato decidiu desafiar a concorrência.

 

“Nós tivemos muito prejuízos com essa diminuição no faturamento. É totalmente inviável conceder descontos nas viagens com a crise que passamos. Além disso, tivemos o aumento da gasolina, dos impostos e tributos. A despesa está muito alta. Não podemos pagar para trabalhar. Vamos investir em outras estratégias para abranger mais clientes como promoções, porém, não há como aderir ao app, nem como conceder desconto”, afirmou o Diretor Administrativo da Cooperativa Dos Taxistas da Duque de Caxias (COOPERDUQUE), José Moreira.

 

De acordo com o Diretor da COOPERDUQUE, houve uma perda de 45 a 50% das rendas diária e mensal, o que também levou a uma diminuição do quadro funcional da cooperativa, que já demitiu seis colaboradores desde a chegada dos novos aplicativos.  Em contrapartida, a cooperativa também dispõe de aplicativo próprio no mercado, através do qual é possível visualizar a média do preço a ser cobrado, o deslocamento do veículo até o local de início do percurso, assim como o deslocamento até o destino final.  A Cooperativa dos Motoristas de Táxi da Doca (COOPERDOCA), que também não aderiu ao App 'táxi.belem', possui aplicativo semelhante que ainda permite escolher a forma de pagamento, se no dinheiro ou cartão de crédito.

 

As cooperativas se apoiam no diferencial competitivo de segurança na execução do serviço. “Se eu estiver em mosqueiro e meu filho em Belém, posso solicitar um dos nossos táxis para buscá-lo mesmo de longe, rastreando o carro em todo o percurso. Também pago pelo aplicativo, dependendo do acerto com a Cooperdoca, e tenho a segurança de poder confiar em um empreendimento devidamente regularizado, com muito tempo de mercado, que faz uma vistoria constante nos carros, diferente dos motoristas desses aplicativos que nem regulamentados são”, afirmou o presidente da COOPERDOCA, Ewerson Lobato.

 

Projeto de Lei

 

O projeto que regulamenta os aplicativos de transporte continua parado no Congresso Nacional, apesar de já ter sido aprovado pelo Senado em 2017 com quatro alterações em relação ao texto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados: o fim da obrigatoriedade da placa vermelha, da exigência de que os carros usados sejam de propriedade dos condutores, da necessidade de licença municipal para a atuação dos aplicativos e da restrição territorial para que um carro emplacado em um município possa pegar passageiros em outra região metropolitana. Devido às alterações, o projeto teve que voltar para a Câmara e ainda não entrou na pauta da Casa.

 

Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA), Ernandes Raiol, o assunto deve ser o mais rapidamente discutido em âmbito político. “Precisamos de uma definição no sentido de regulamentação da atividade para uma concorrência não desleal, salvaguardando os direitos da categoria. A concorrência é importante para a população ter opções melhores de transporte, forçando até mesmo as cooperativas a se adequarem, mas deve partir de um pressuposto de igualdade de direitos e deveres. Os taxistas não podem continuar pagando devidamente seus impostos enquanto outra categoria trabalha sem qualquer conformidade constitucional”.

COOAFAJUR define nova diretoria em AGO

COOAFAJUR define nova diretoria em AGO

 

No último ano, a Cooperativa da Agricultura Familiar de Juruti (COOAFAJUR) teve um crescimento significativo de 67,53% nas suas vendas.  Os dados do último exercício foram apresentados durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da cooperativa, ocorrida na última segunda (08). Foram repassados o relatório de gestão, o balanço de 2017 e a destinação dos resultados, assim como eleição do novo conselho de administração e do conselho fiscal. Na oportunidade, também ocorreu uma Assembleia Extraordinária para revisão de estatuto.

 

A COOAFAJUR trabalha com produtos oriundos da Agricultura Familiar, como verduras, hortifrútis, farinha de mandioca e seus derivados. Em apenas três anos de operacionalização das suas atividades, a cooperativa já conseguiu expandir mercado e a perspectiva é continuar o crescimento. A cooperativa é um dos resultados do Programa de Apoio à Produção Familiar, dos Planos de Controle Ambiental (PCA) da Alcoa, companhia líder global dos segmentos de bauxita, alumina e alumínio. O Programa é executado no Município de Juruti, em parceria com o Instituto Vitória Régia-IVR que realiza as atividades de Assistência Técnica Rural. A Alcoa canaliza 40% da produção da cooperativa e os outros 60% são destinados ao mercado local, no município.

 

A Nova Diretoria está assim composta: Ivan da Silva Pimentel como Presidente e Marliane das Chagas Soares como Vice Presidente. Diretor de Produção: João Alexandre Bentes de Souza. Diretor Administrativo e Financeiro: Sônia Maria Lima do Nascimento

 

“Tivemos um crescimento bastante positivo se considerarmos os quatro anos de constituição e três anos de funcionamento da cooperativa. A primeira diretoria conseguiu alavancar bastante o negócio. Precisamos ressaltar o apoio do Instituto Vitória Régia, instituição de Belém com escritório em Juruti que nos ajudou desde a constituição”, afirmou o novo presidente.

 

Na AGO, a Diretoria anterior fez o demonstrativo dos três anos de atuação, mostrando pontos positivos e negativos, como a demanda pela busca de novos mercados. Em relação à destinação dos resultados, os cooperados aprovaram que o recurso ficasse na própria cooperativa como fundo de reservas para reinvestimento na compra de insumos para a produção.

 

Na Assembleia Extraordinária, foram realizadas alterações estatutárias conforme resultados obtidos do Programa de Acompanhamento de Gestão de Cooperativas (PAGC). Definiu-se pela diminuição do tempo de mandato de quatro para três anos. Também foi feita a alteração na razão social da cooperativa, onde era identificada como do ramo trabalho por regulamentação da Junta Comercial do Pará (JUCEPA). Contudo, os cooperados conseguiram provar que se trata de um singular do ramo agropecuário. A Nova Diretoria ainda irá marcar uma nova assembleia extraordinária para apresentar o plano de trabalho dos próximos três anos.

 

Unidades da OCB em todo o Brasil receberam produtos da CAMTA

Unidades da OCB em todo o Brasil receberam produtos da CAMTA

 

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em âmbito nacional, selecionou produtos singulares de cooperativas do país para presentear presidentes e superintendentes das unidades estaduais da entidade. Entre grandes potências do setor, como Central Aurora de Alimentos, Frimesa e Cooxupé, o kit contém a produção da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), que é a representante paraense e da Região Norte. Com 84 anos de existência, ela é referência em Sistemas Agroflorestais.

 

No kit montado pela OCB Nacional, foram enviados vinho e salame da Central Aurora de Alimentos, que é a 17ª maior empresa do Sul do país; O Queijo Parmesão da Frimesa, que foi eleito o melhor Parmesão do Brasil por três anos consecutivos no Concurso Nacional de Produtos Lácteos, em Minas Gerais, assim como o Café Prima Qualità Mister, produzido pela Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), a partir de grãos 100% arábica selecionados do Sul de Minas.

 

O produto da CAMTA foi o kit de geleias 100% natural, nos sabores Cupuaçu, Goiaba e Açaí. A Cooperativa já tem uma larga experiência em processos de exportação. Ela vende para outros países desde 1955. Os principais consumidores externos são o Japão, Estados Unidos e a Alemanha. Também são consumidores a Argentina, Israel e Canadá.

 

“Para o cooperativismo paraense, é um sinal de que estamos avançando, de modo a estar lado a lado com grandes empreendimentos do setor. Temos consciência de que há muito para avançar, mas estamos no caminho certo. Os intercâmbios promovidos nos aproximam dessas boas práticas de gestão, além de proporcionarem possibilidades maiores de intercooperação. O crescimento é uma consequência disso”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Cooperativas de crédito podem captar recursos de municípios

Cooperativas de crédito podem captar recursos de municípios

 

 

O Diário Oficial da União publicou, na última sexta (05), a Lei Complementar que permite que cooperativas financeiras recebam depósitos de prefeituras e órgãos ou entidades/empresas controladas pelos municípios. Também estão autorizadas a gerirem as disponibilidades financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP). Antes da medida, as cooperativas eram autorizadas apenas a prestar serviços como arrecadação de tributos e pagamento da folha de proventos dos servidores. Com o acesso aos depósitos, fica vedada somente a concessão de empréstimos.

 

A captação desses recursos municipais está limitada, segundo a lei, ao valor hoje garantido pelo Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) de R$ 250 mil por depositante, seja pessoa física ou jurídica. Para montantes superiores a esse valor, o dispositivo abre a possibilidade para o Conselho Monetário Nacional (CMN) disciplinar, por meio de regras prudenciais, como as cooperativas de crédito poderão fazer a captação.

 

A conquista é um marco histórico para o cooperativismo brasileiro, especialmente para o Ramo Crédito. “A OCB, com o apoio fundamental da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), conseguiu mostrar ao Congresso Nacional a relevância das cooperativas de crédito para economia dos municípios, sendo que em mais de 500 deles, essa conquista representa a sobrevivência econômica da região”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

 

Distribuídas por todo país, as cooperativas de crédito, instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil, reúnem mais de 9 milhões de cooperados, com ativos, em 2017, na ordem de R$ 220 bilhões, depósitos de R$ 103 bilhões e empréstimos de R$ 81 bilhões, estando presentes e devidamente estruturadas em aproximadamente 95% dos municípios, com mais de 5,5 mil pontos de atendimento.

 

Texto: Ascom OCB

Recicron é homenageada pela Câmara Municipal de Vigia

Recicron é homenageada pela Câmara Municipal de Vigia

 

A destinação de resíduos sólidos e orgânicos, que é um problema ambiental para muitos municípios, vem se tornando solução de inclusão econômica e social para Vigia. São coletados todos os meses uma média de 75 toneladas de material a ser reciclado, além de 24 toneladas de ossos bovinos e 4mil litros de óleo que são comercializados, através da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis de Vigia de Nazaré (RECICRON), com empresas para fora do Estado. Pelos serviços prestados ao longo de 6 anos de existência, a cooperativa recebeu a mais alta honraria do Poder Legislativo com a Medalha de Mérito “Barão de Guajará”, no último sábado (09). O presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, prestigiou a sessão.

 

A Comenda é outorgada pela Câmara às personalidades que realizaram assináveis benefícios que enalteceram o nome ou honraram a história de Vigia. A outorga ocorreu em Sessão Solene no Palácio Legislativo “Trem de Guerra”, no último sábado, quando se comemorou o Aniversário de Vigia. A cooperativa faz o trabalho de coleta seletiva e de orientação acerca das melhores práticas ambientais de tratamento do lixo. Atualmente, são 17mil casas cadastradas no projeto de coleta, executado diariamente pela RECICRON.

 

“Alguns anos atrás ninguém acreditava que a cooperativa fosse permanecer por muito tempo, mas o trabalho foi crescendo e se tornou uma questão de utilidade pública. Vieram parceiros de fora, como o projeto da Coca-Cola e a Farinorte, que fechou parceria conosco. É um trabalho de suma importância para os empresários que não tinham uma alternativa para destinar os resíduos. Através da cooperativa, surgiu essa alternativa”, afirmou a Diretora de Projetos, Maria Damiana Silva.

 

 

Nas empresas que compram o material, os ossos bovinos vindos de frigoríficos da região são beneficiados em ração para peixe e o óleo, coletado em padarias, restaurantes e lanchonetes, é destinado à produção de biodiesel. “Também estamos conseguindo um volume bem melhor das residências após muito trabalho de conversa, sensibilização e educação. Com isso, mudamos a realidade da comunidade local porque não tinham o costume de fazer essa coletiva seletiva, nem mesmo sabiam a diferença entre o sólido, o orgânico e reciclado. Não sabiam o quanto é grave o ato de jogar óleo no rio. Hoje, já nos entregam o resto do óleo organizadamente em garrafas pets”.

 

A intenção é que a cooperativa também opere a verticalização dos resíduos. A Diretoria está traçando as metas em planejamento, mas já espera que se consiga adiantar o processo de implantação de uma mini-usina de processamento ainda em 2018. A cooperativa tem recurso aprovado pela FUNASA para receber todos os equipamentos de nivelamento para tratar o lixo. Já a Fundação do Banco do Brasil destinará recurso para a mini-usina de beneficiamento do óleo, onde será refinado para produção do biodiesel de forma direta.

 

De acordo com Damiana, a Câmara Municipal deliberará já na próxima sessão acerca do processo de doação de uma área para cooperativa instalar o próprio galpão. Enquanto isso, a Prefeitura assinou convênio para reforma do atual espaço. Com a expansão, a cooperativa planeja atingir outros municípios vizinhos como Colares e São Caetano, abrangendo a coleta nestas localidades para poder atender a uma demanda maior. As outras singulares pertencentes à mesma Rede da Recicron, a Recicla Pará, também poderão ser inseridas neste processo.


A RECICRON possui 24 cooperados, sendo 5 homens e 18 mulheres. Para o presidente Jildaro Siqueiro Souza, a parceira com o Sistema OCB/PA foi fundamental nestas conquistas. “Quem quer ter visão do que é cooperativismo, de que forma agir e crescer, precisa da parceria da OCB/PA, que é o órgão especifico desta área. Os profissionais, além de serem pessoas competentes, cientes do que fazem, também são amigos. Quando começamos, em 2009, trabalhávamos no sistema de associação. Em 2011, procuramos a OCB/PA e transformamos em cooperativa, o que alavancou nosso negócio. Antes, só a diretoria assumia a responsabilidade. Hoje, começaram a ter consciência de que o empreendimento é de todos. Fizemos os cursos, fornecidos pelo Sistema e aprendemos muito com a entidade. É a nossa mãe adotiva”.

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