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Notícias

BNDES oferece linha para modernizar frotas

BNDES oferece linha para modernizar frotas

 

O Governo Federal, por meio da linha Moderforta do BNDES, está oferecendo um montante adicional de R$ 740 milhões para suprir a demanda de financiamentos ao setor agropecuário. Cooperativas e produtores rurais podem solicitar financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plataformas de corte, pulverizadores, plantadeiras, semeadoras e equipamentos para beneficiamento de café.

 

O BNDES não limita valor máximo de financiamento e admite a concessão de mais de um crédito para o mesmo cliente final por Ano Safra, quando a atividade assistida requerer e ficar comprovada a capacidade de pagamento do cliente. Produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas) e cooperativas de crédito com faturamento até R$ 45 milhões podem solicitar o crédito diretamente ao Banco ou por meio dos agentes financeiros credenciados.

 

Pode ser financiado, de forma isolada ou associada a um projeto de investimento, os itens: Tratores e implementos associados; colheitadeiras e suas plataformas de corte; equipamentos para preparo, secagem e beneficiamento de café; máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação. Os bens devem ser credenciados pelo BNDES ou importados sem similar nacional, com a devida comprovação.

 

Também é possível financiar Itens usados, desde que revisados e com certificado de garantia emitido por Concessionário Autorizado: Tratores e colheitadeiras com idade máxima de 8 e 10 anos, respectivamente, isolados ou associados com sua plataforma de corte; máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação, plantadeiras e semeadoras com idade máxima de cinco anos.

 

Para solicitar, basta procurar uma instituição financeira credenciada (agente financeiro) que informará a documentação necessária, analisará a possibilidade de concessão do crédito e negociará as garantias. Após aprovada, a operação será encaminhada ao protocolo do BNDES para homologação e posterior liberação dos recursos.

 

Para empresas que faturem acima de R$ 40 milhões e pedidos de financiamento acima de R$ 10 milhões, é necessário, Antes do envio da solicitação de apoio direto, que o cliente possua habilitação junto ao BNDES. Para isso, é necessário acessar o Portal do Cliente. O sistema realiza diversas análises automáticas e o pleito poderá ser redirecionado para outros canais.

 

Após a conclusão dessa etapa, basta acessar o mesmo Portal do Cliente e protocolar o seu pedido de financiamento, na parte de Solicitações de Financiamento.

 

Para mais informações: (91) 99346-9466 - Edilson Oliveira
(Analista de Desenvolvimento do SESCOOP/PA)

Declaração de Aptidão é a porta de entrada de pequenos produtores às políticas Públicas

Declaração de Aptidão é a porta de entrada de pequenos produtores às políticas Públicas

Representantes SEDAP, SISTEMA OCB-SESCOOP/PA, EMATER/PA e SENAR/PA

 

É por meio dela que se acessa desde o Pronaf à aposentadoria rural.

 

A Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) é gratuita e é um dos documentos mais importante para a vida do agricultor familiar. É por meio dela que as famílias podem acessar diferentes políticas públicas, como: crédito à reforma agrária (assentamentos do Governo Federal), programa de habitação rural, certificações e comercialização de alimentos para a merenda escolar.

 

A DAP é direcionada para os agricultores familiares tradicionais, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária e do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) (esses públicos estão definidos pela Lei 11.326, de 24 de julho de 2006). É um documento que funciona como o RG do agricultor familiar. É expedido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Superintendência do Patrimônio da União (SPU) e sindicatos rurais. Pode ser obtida tanto pela agricultora e agricultor familiar (pessoa física) quanto pelo empreendimento familiar rural como associações, cooperativas e agroindústrias (pessoa jurídica).

 

Em média, são emitidas 20 mil declarações pela Emater por ano. O prazo é de até 30 dias para a emissão do documento. Em via de regra, há algumas exigências para que o produtor acesse a declaração: a propriedade deve ter até quatro módulos fiscais, a renda bruta familiar deve ser 51% proveniente da propriedade, a mão de obra deve ser na maioria composta de membros da família e – sobretudo – o negócio deve ser conduzido pela família. É realizada uma vistoria na propriedade para validar todas as informações.

 

“Quando a DAP foi criada nos anos de 1990, a principal finalidade dela é o crédito rural (Pronaf), mas isso mudou, amadureceu. Hoje, são 15 políticas públicas disponíveis, como eletrificação rural, aposentadoria rural, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). São diversas políticas públicas ao alcance dos pequenos produtores que, sem a DAP, eles não vão conseguir acessá-las”, esclarece Thiago Leão, coordenador do Núcleo de Supervisão Estadual II da Emater Pará.

 

Por toda essa importância e como forma de proteger as famílias, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), prorrogou o prazo de validade das DAPs devido à pandemia do novo coronavírus. A Portaria n° 129, publicada no Diário da União, no dia 24 de setembro, estabelece que será prorrogada por 6 meses a vigência das declarações com vencimento entre os dias 24 de setembro e 31 de dezembro de 2020. Já as declarações que expiram entre os dias 1º de janeiro de 31 de março de 2021 terão a validade estendida por 3 meses.

 

As alterações serão realizadas diretamente nas DAPs, de forma automática, e poderão ser consultadas no "Extrato DAP" que está disponível no endereço eletrônico http://smap14.mda.gov.br/extratodap/. Em março, o Mapa já havia feito uma primeira prorrogação da validade das DAPs por causa da pandemia.

 

A medida ocorre com o objetivo de evitar a locomoção de agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP na busca pela renovação do documento e para garantir aos beneficiários a continuidade do acesso às políticas públicas da agricultura familiar. A decisão leva em consideração o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, do Congresso Nacional, decorrente da pandemia da Covid-19 causada pelo Coronavírus.

 

Levantamento realizado pela Coordenação do Cadastro da Agricultura Familiar da SAF aponta que, com a iniciativa, mais de 846 mil DAPs terão sua vigência prorrogada, garantindo que milhares de agricultores familiares continuem acessando programas e projetos executados pelo Mapa.

 

No Pará, as DAPs de Pessoa Física, o número de DAPs expiradas (fora da validade) é de 256.508 (75%), canceladas 11.152 (3%), suspensas 21.103 (6%) e apenas 55.990 (16%) válidas. De Pessoa Jurídica, ativas 181 (40%), expiradas 232 (51%), canceladas 2 (0,4%), suspensas 42 (9%).

 

“É muito importante que os agricultores estejam cientes do quanto essa DAP é importante e o quanto isso é essencial para a vida deles quanto empreendedores rurais”, enfatiza Ernandes Raiol, presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB-PA).

 

Para melhorar evidenciar a importância desse documento, a Sedap realizou uma reunião com o Sistema OCB-PA, Emater, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP/PA), Pará Rural e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA), no último dia 3, na sede da Secretaria, com o objetivo de apresentar esse cenário das DAPs no Estado.

 

“O nosso objetivo é atuar em parceria com todas as entidades que atuam com a agricultura familiar para que juntas possamos fazer uma campanha de esclarecimento desse público sobre a importância desse documento”, explica Nonato Ferreira, coordenador de planejamento da Sedap.

 

Para obter a DAP são necessários os seguintes documentos:

 

- Carteira de identidade (RG);      
- CPF;   
- Documentos do/a cônjuge: RG e CPF (apenas para as pessoas casadas ou sob regime de união estável).

- Documento que comprove a propriedade ou utilização do imóvel: escritura, contrato, título de posse, entre outros;         
- Comprovante de residência;
- Relatório do rendimento bruto obtido nos últimos 12 meses, relativo à atividade rural.

 

Quando é necessário renovar sua DAP?    

  
A DAP é renovável a partir do momento que a validade chegar ao fim (ao completar dois anos de emissão) ou ocorrer alguma mudança significativa na condição de vida do(a) agricultor(a) familiar:  


- Estado Civil (Ex: separação, casamento etc.)       
- Condição e uso da terra (Ex: mudança de localização do imóvel)
- Endereço do imóvel utilizado ou de residência do agricultor familiar       
- Renda. (Ex: demissão, novo emprego, etc.)

Na Mídia destaque para a COOPERCON/PA

Na Mídia destaque para a COOPERCON/PA

 

O cooperativismo é destaque na mídia nos jornais Diário do Pará e O Liberal.


MBA leva novas perspectivas para o cooperativismo do oeste do Pará

MBA leva novas perspectivas para o cooperativismo do oeste do Pará

Um dos resultados está na consolidação da intercooperação em um dos principais polos da região, a cidade de Santarém.

 

A região oeste do Pará é uma das mais prósperas para a consolidação do cooperativismo. Santarém foi o primeiro município a receber serviços locais, fora da capital paraense, e grandes projetos do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizado do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) como o Dia de Cooperar, em 2014 e o primeiro Escritório do Sistema OCB-SESCOOP/PA. Não à toa a região mostra-se cada vez mais atrativa ao crescimento de negócios cooperativistas e foi por esse motivo que o Sistema iniciou em 2019, em parceria com a Faculdade Unimed, o MBA em Gestão de Cooperativas no município de Santarém. No total, são 35 alunos de nove cooperativas da região.

 

De acordo com a Faculdade Unimed, o MBA em Gestão de Cooperativas visa estimular e contribuir para uma formação crítica, reflexiva e criativa para que os gestores sejam capazes de intervir do negócio cooperativo com uma visão ampla, com maior eficiência nos processos de decisão, formulação de estratégias junto às cooperativas e ao mercado. Para isso, o MBA possui disciplinas que incentivam e facilitam a competência de estruturar, analisar e sintetizar informações relacionadas às áreas da gestão, governança, comunicação, planejamento e liderança com maior compreensão sobre as especificidades das cooperativas, tanto em relação ao referencial teórico-metodológico, quanto à práxis cooperativa e sua realidade organizacional.

 

A carga horária total do curso é de 370 horas, com encontros mensais. Dentro da grade curricular, são trabalhadas as disciplinas: Pensamento Econômico Cooperativo, Introdução à Economia Brasileira, Planejamento Estratégico, Direito das cooperativas, Governança corporativa: gestão e direção nas sociedades cooperativas, Plano de negócios, Contabilidade e análise do desempenho das empresas, Técnica de negociação, Estratégias e marketing, Gestão de pessoas e equipes, Gestão financeira, Sistemas de informação gerencial e processos decisórios, Investimentos e planejamento financeiro, entre outras previstas em edital.

 

De acordo com a plataforma SOU.COOP, que reúne dados atualizados das cooperativas registradas no Sistema OCB/PA, o cooperativismo está presente em dez municípios na região oeste: Santarém, Óbidos, Oriximiná, Belterra, Alenquer, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Uruará, Rurópolis e Juruti. No total, são 33 cooperativas que congregam 24.369 cooperados e 384 empregados.

 

Desse total, Santarém congrega 22 cooperativas ativas e regulares com o Sistema OCB-SESCOOP/PA, sendo que, aproximadamente, 50% são do ramo agropecuário, que também possui o maior número de cooperados: 727. Outro destaque é o ramo da Educação, que congrega 60% do total das cooperativas desse segmento no Estado. Em geração de empregos, o ramo Saúde lidera com 190 empregados. A Unimed Oeste possui 92% deste total. Isso significa que sozinha, a Pérola do Tapajós possui 6.125 cooperados e 206 empregados.

 

Irineu Grigoletto, gerente regional de Desenvolvimento da SICREDI Grandes Rios.

 

“O maior ganho deste MBA é a possibilidade que as cooperativas tiveram em olhar para dentro das próprias estruturas e avaliar quais mudanças deveriam realizar para que o processo de governança evolua e também possa estruturar a sua atividade para estar de forma competitiva no mercado e por esse MBA ser regionalizado possibilita tratar de assuntos relacionados ao dia a dia das cooperativas daqui. Isso é muito mais assertivo. Esse envolvimento com todas as cooperativas de todos os segmentos enriquece a dinamicidade e o aprofundamento dos temas abordados por meio das disciplinas apresentadas pela Faculdade Unimed”, comentou Irineu Grigoletto, gerente regional de Desenvolvimento da SICREDI Grandes Rios.

 

Segundo o presidente do Sistema OCB-SESCOOP/PA, Ernandes Raiol, essa primeira turma já demonstra um bom resultado no fortalecimento do cooperativismo na região. “Já percebemos melhorias na adoção de novas práticas, na demonstração de um grau de profissionalismo, ousadia e inovação, sobretudo com os movimentos que temos visto, desde a participação dos alunos na campanha do Dia de Cooperar 2020 e – mais recentemente – no “InterCoopera Santarém”, organizado pela Unimed Oeste”, comenta Raiol.

 

Este ano, a já tradicional campanha nacional de voluntariado cooperativista precisou ser reformulada e aplicar o princípio mais importante do cooperativismo: a ajuda mútua. Com a crise provocada pela pandemia, dezenas de pessoas de cooperativas ficaram em situação de vulnerabilidade social e econômica. Para amenizar esses efeitos, a campanha do Dia de Cooperar 2020 se voltou para a arrecadação de cestas básicas e produtos de higiene. Em Santarém, esse movimento foi liderado pela professora do MBA de Gestão de Cooperativas, Carmem Andrade, que incentivou os alunos a realizaram uma campanha singular para ajudar esse público. Resultado: surgiu a campanha “Convide-19”, em que cada aluno se comprometia em convidar pelo menos 19 pessoas para participar ou fazer alguma doação.

No total, foram arrecadas 360 cestas básicas e 153 itens de higiene e mais cestas com frutas, hortaliças e legumes, tudo entregue para quatro cooperativas e instituições beneficentes de Santarém.

 

Ainda dentro das ações do Dia de Cooperar, as cooperativas Coopsostenes e Unimed Oeste do Pará realizaram uma ação de intercooperação para disponibilizar serviços de saúde e de teleatendimento para a população, tudo de maneira gratuita. A ação ocorreu no Colégio Batista, mantido pela Coopsostenes, no Dia Internacional do Cooperativismo.

 

No último dia 6, a Unimed Oeste do Pará realizou mais um evento de intercooperação: o InterCoopera Santarém, que abordou temas essenciais para o crescimento do setor, como gestão financeira, marketing digital e contabilidade para cooperativas, tudo de maneira gratuita na sede da cooperativa.

 

“A Unimed Oeste é um grande exemplo de que o cooperativismo dá certo. Por isso, essas iniciativas evidenciam as excelentes oportunidades para colocarmos em prática o princípio da intercooperação, de trabalharmos juntos em prol de um cooperativismo mais forte”, enfatiza Raiol.

OCB/PA beneficiou mais de 4 mil pessoas em outubro

OCB/PA beneficiou mais de 4 mil pessoas em outubro

 

Em outubro, foram beneficiadas 4.707 pessoas em ações como fomento a mercado, monitoramento e formação profissional. Um dos destaques foi a apresentação da Agenda Política do Cooperativismo Paraense 2020 aos candidatos a vereador e prefeito. As 122 ações do Sistema OCB/PA no mês atenderam diretamente 1.154 pessoas em diversos municípios do Pará.

 

Na área de representação política, o Sistema OCB/PA realizou o lançamento oficial da “Agenda Política”. Para o evento foram convidados os candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. Participaram o candidato à Prefeitura de Belém Delegado Federal Eguchi (Patriota) e o candidato a vice-prefeito na chapa de Vavá Martins (Republicanos), Sargento Gonçalves.  José Priante (MDB), que havia confirmado presença, não compareceu.

 

“O nosso objetivo com esse documento é deixar claro que nós sabemos quem somos, sabemos onde podemos chegar e de que forma precisamos chegar. Nós queremos levar essa experiência da Frencoop estadual para a esfera municipal porque já estamos tendo resultado e queremos levar para mais perto das cooperativas. Por isso, fizemos esse documento com o foco nos municípios”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Na área de formação profissional, foram realizadas 28 ações com 532 pessoas atendidas diretamente e 842 beneficiadas de 43 cooperativas. Alguns deles foram o Curso de Análise de Crédito para cooperativas financeiras; Curso de Atualização de Técnicos de Cooperativas no Sistema de Produção de Soja; Módulo de Empreendedorismo do Programa Aprendiz Cooperativo; Curso de Desenho Institucional (6DS + DI); entre outros.

 

Na área de monitoramento, foram realizadas 37 ações com 126 pessoas atendidas diretamente e 1915 pessoas beneficiadas. As orientações para cadastramento na plataforma SOUCOOP foi o destaque. O objetivo da plataforma é poder congregar dados das cooperativas para diagnóstico nacional. Também foi feita participação em assembleias gerais ordinárias e extraordinárias de cooperativas, como a COOPSAN, UNIFARMA, COOPERBELÉM e na constituição da Cooperativa de Serviços de Refrigeração.

 

Já o Programa de Orientação Cooperativista (POC) beneficiou 590 pessoas de 21 grupos, entre os quais: Cooperativa Agropecuária de Uruará; Quilombo no Moju; Comunidade Santo Antônio de Ulindeua; Cooperativa COOPERMARÓ de Santarém; Cooperativa COOAMA; Grupo de extrativistas vegetais de Belterra; Cooperativa de Engenheiros Civis COOPERCON; Cooperativa CEMTA

 

Na área de fomento a mercado, foi feito um teste de lançamento do aplicativo ComprasCoopPa em Belém, na Feira do Produtor Rural do SEBRAE/PA. Também foi feita visita técnica na D’IRITUIA para apresentação do projeto de verticalização à SEDEME. A singular busca projeto de extração e beneficiamento de óleo tucumã.

 

“Os números do relatório mostram que, embora seja um ano difícil, o Sistema OCB/PA e as cooperativas continuam na missão de desenvolver o cooperativismo no Estado. Esse é o caminho, por meio da formação profissional, organização produtiva e aprimoramento da gestão”, reiterou Raiol.

 

Veja o relatório na íntegra

OCB e BC realizam Semana da Educação Financeira

OCB e BC realizam Semana da Educação Financeira

 

 

Vem aí a Semana Nacional de Educação Financeira!

 

Para ir entrando no clima, participe do webinário “Histórias de vida e ideias para a Semana Enef 2020”,  uma parceria do Sistema OCB com o Banco Central do Brasil.

 

Vamos discutir temas como finanças pessoais e endividamento.

 

‍ O encontro é parte do Programa de Formação de Facilitadores em Gestão de Finanças Pessoais (PFFGFP), do SESCOOP, mas a participação é aberta ao público em geral.

 

Data: 13/11

Horário: de 14h às 15h30

 

Participe! Para se inscrever, é só clicar aqui.

 

#educaçãofinanceira

#somoscoop

 

InterCoopera: Unimed Oeste do Pará fará mentoria de cooperativas

InterCoopera: Unimed Oeste do Pará fará mentoria de cooperativas

 

Em iniciativa inovadora e pioneira de intercooperação, a Unimed Oeste do Pará fará o acompanhamento da gestão de cooperativas de menor porte da região. Durante a programação do InterCoopera Santarém foi feito um sorteio entre as cooperativas presentes e a selecionada foi a CoopSóstenes, que receberá seis meses de mentoria de profissionais especialistas da singular médica. A programação ocorreu na última sexta (06), com a participação de 11 cooperativas.

 

O evento foi totalmente gratuito e teve o objetivo de fomentar conhecimento técnico e prático para o crescimento das cooperativas. Na Programação, houve palestras sobre Gestão de Cooperativas, Sustentabilidade, Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará.

 

“Por sermos um setor muito auditado, passamos por muitas fiscalizações e, consequentemente, por diversas atualizações profissionais. No entanto, era um conhecimento que até então estava restrito a quatro paredes. Por isso sentimos a necessidade de nos aproximar das cooperativas e fazer com que todos cresçam juntos”, explicou o gerente da Unimed Oeste do Pará, Carlos Eduardo Miléo.

 

Participaram as cooperativas COOPSÓSTENTES, COOPAFS, COOPBOA, TURIARTE, MUIRAQUITÃ COOP, CRISTÃ CATARINA UBER, COOPERATALAIA, COOPERAMAZON, COOPERCAT, COOPRESAN, COOPSOL. O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, também este presente.

 

“A COOPBOA agradece pelo incentivo e a parceria da Unimed Oeste do Pará, em se importar com o crescimento do cooperativismo santareno. Parabenizamos a todos os diretoria da cooperativa pela grande iniciativa e que venham outros eventos como o Intercoopera”, comentou o presidente da COOPBOA, Francisco Tarcísio.

 

Um dos diferenciais do Intercoopera foi a praticidade dos conteúdos trabalhos. Discutiram-se questões práticas de como fazer e, posteriormente, todos os materiais foram repassados por e-mail aos participantes. Na palestra sobre Gestão Financeira, por exemplo, a gestora comentou sobre renegociação e passou técnicas de como o setor de atendimento deve falar e fazer essa renegociação.

 

“Identificamos, anteriormente, quais os principais assuntos que as cooperativas queriam tratar. Buscamos trabalha-los da maneira mais prática possível, para que as técnicas e tecnologias ensinadas pudessem ser utilizadas no dia a dia dos participantes. Também entregamos essas ferramentas prontas para que deem andamento ao que aprenderam no Intercoopera”, enfatizou a gestora de marketing da Unimed Oeste do Pará, Andressa Aguiar.

 

Dentro do planejamento da cooperativa, pretende-se realizar 3 edições do InterCoopera Santarém por ano, sempre desenvolvendo temas de interesse das cooperativas. No próximo, também participarão com palestras o setor de Qualidade e do RH da Unimed Oeste do Pará, tratando especificamente sobre selos e certificações às cooperativas. O cronograma de eventos está sendo construído e deve ser divulgado em dezembro.

 

 

MENTORIA

Como resultado do InterCoopera, a Unimed Oeste do Pará fará a execução do Projeto de Mentoria de Cooperativas. Será feito o assessoramento técnico dos especialistas do setor financeiro, de gestão, sustentabilidade, contabilidade e marketing digital. Os profissionais irão construir diagnóstico analítico da cooperativa para, então, desdobrar em planos de trabalho a serem implementados durante seis meses.

 

“Ainda é um projeto piloto, mas tem tudo para dar certo. A intenção é que, a cada ano, uma cooperativa seja escolhida para receber esse trabalho de mentoria e, assim, beneficiarmos o maior número de singulares possível”, reiterou o presidente da Unimed Oeste do Pará, Alberto Tolentino.

 

Estarão envolvidos na mentoria cerca de 20 colaboradores da Unimed Oeste do Pará. No final do período, será feito um relatório para análise dos ganhos em crescimento gerado pelas ações. A intenção é que seja um projeto continuado, beneficiando também outras cooperativas de Santarém.

 

Outra iniciativa de Intercooperação a ser desenvolvida pela Unimed Oeste do Pará é a priorização de compras por meio de cooperativas, especialmente as do ramo agropecuário, para fornecimento de alimentos, e das cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços, para execução de serviços terceirizados.

 

“É algo inovador no Estado e na região Norte. Sintetiza bem o que entendemos pelo sexto princípio do cooperativismo: a intercooperação. Queremos ver também outras cooperativas grandes apoiando cooperativas menores a crescer, tanto na questão comercial quanto na troca de conhecimentos”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

 

OCB fará o Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde

OCB fará o Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde

O prazo para que as cooperativas respondam aos questionários vai até o dia 13 de novembro.

 

No atual contexto, o mercado de saúde vem sendo pautado pelas medidas mundiais de contenção fitossanitárias do novo coronavírus. Com isso, as atividades econômicas das cooperativas – sobretudo – das que atuam nesse segmento foram diretamente impactadas. Para conhecer melhor de que forma essas cooperativas foram afetadas, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) iniciou a primeira etapa de elaboração do Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde, com a aplicação do questionário para o levantamento de dados. O prazo para o preenchimento segue até o dia 13 de novembro.

 

O objetivo dessa primeira etapa é conhecer mais e melhor os modelos cooperativos atuantes no Ramo Saúde, em especial as cooperativas de especialidades médicas, as de trabalho médico e as constituídas por outros profissionais da saúde (fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, dentre outros).  O diagnóstico foi sugerido na mais recente reunião do Conselho Consultivo do Ramo Saúde, ocorrida em 21 de agosto. A consolidação das informações dará parâmetro para a atuação junto ao poder público e auxiliará na construção de uma agenda decisória positiva para o cooperativismo de saúde.

 

“Mais do que nunca precisamos dessas informações porque só com informações da realidade das cooperativas é possível atuar de maneira assertiva. Por isso, é muito importante que as cooperativas respondam e nos enviem as informações”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

 

Serviço: Para acessar o questionário, basta clicar aqui. 

 

Mais informações: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Seminário Online reúne cooperativas do Ramo Transporte

Seminário Online reúne cooperativas do Ramo Transporte

O Cenário Econômico e Financeiro das Cooperativas de Transporte no Norte do Brasil será discutido em seminário online promovido pelo Sistema OCB. O objetivo é construir alinhar medidas para o fortalecimento do setor pós pandemia. Será no dia 17 de novembro, a partir das 16h pela plataforma Zoom. Faça já sua inscrição!

 

Apesar das medidas de segurança adotadas durante a pandemia, as cooperativas sentiram os efeitos da crise provocada pelo isolamento social e consequente diminuição da circulação de pessoas. A Central das Cooperativas de Transporte do Estado do Pará (CENCOPA), que atua com o transporte intermunicipal, chegou a funcionar com 10% da sua frota.  O número de usuários diminuiu cerca de 90%, o que também gerou diminuição do quadro de funcionários.

 

Já em cooperativas que atuam com o transporte complementar de passageiros na região metropolitana de Belém, houve uma queda de 50% no número de usuários de transporte. Chegou-se a estudar a possibilidade de adotar um sistema de revezamento de veículos nas ruas para diminuir os custos.

 

“Com o relaxamento das medidas restritivas, o setor do transporte conseguiu respirar melhor e iniciar a volta às atividades. Isso foi muito importante para retomarmos a normalidade. No entanto, a pandemia mostrou que nossas cooperativas precisam de um maior planejamento de gestão e organização documental e contábil, que foram barreiras à tomada de medidas como acesso ao crédito”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Atualmente, no Pará, o Transporte é o ramo com maior número de cooperativas de acordo com o Diagnóstico do Cooperativismo de 2019. Está representando por 75 Cooperativas, correspondendo ao percentual de 34,88% de todo o universo de Cooperativas ativas registradas no Sistema da OCB/PA.

 

O Seminário Online terá como tema “Perspectivas e Fortalecimento do Ramo Transporte”. Na programação, estão previstas palestras com apresentação do cenário econômico, oportunidades de mercado, linhas de crédito e cases de sucesso de cooperativas.  

 

Confira a Programação:

COOPERCON|PA garante vantagens em compra coletiva de construtoras

COOPERCON|PA garante vantagens em compra coletiva de construtoras

A cooperativa garante melhores preços e condições comerciais, em virtude do maior volume de compra ofertado
Em reunião com o SESCOOP/PA, foram definidas ações em conjunto para desenvolvimento da cooperativa

 

Em quase 6 anos de constituição, a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Pará (COOPERCON|PA) já movimentou aproximadamente R$ 111 milhões em negócios gerados. O principal objetivo é garantir melhores condições comerciais a construtoras que se unem em torno da compra de insumos e serviços.

 

A cooperativa permite que seus associados obtenham melhores preços e demais condições comerciais, em virtude do maior volume de compra ofertado. Apesar das vantagens financeiras obtida pela cooperativa, também por meio dela, é possível conseguir os insumos com várias condições diferenciadas no relacionamento com os fornecedores, como: prazos de entrega, atendimento diferenciado e maior garantia de compra em situações de aumento no consumo e restrição de matéria-prima.

 

De acordo com dados apurados até setembro de 2020, a COOPERCON|PA já obteve consumos expressivos, com 152 mil toneladas de cimento em aproximadamente 6 anos. Os principais insumos adquiridos são, além do cimento, aço, argamassa, portas, cabos elétricos, elevadores, concreto, blocos cerâmicos, tintas, cerâmicas, tubulações e conexões, cubas inox, metais sanitários, serviços de fundação e sondagem, louças sanitárias, ferramentas para construção civil, entre outros.

 

A média dos descontos barganhados como vantagem nas compras coletivas da COOPERCON varia conforme o insumo. No entanto, há compras em que a cooperativa consegue percentuais de redução entre 10% e 15%. Deste percentual, a receita da singular é obtida no valor de 2% em cima da operação realizada.

 

“A COOPERCON|PA traz uma importância muito grande para o segmento da construção civil na cidade de Belém e no Pará, visto que esse modelo cooperativista é uma realidade e representa uma inovação tecnológica e a diminuição do custo na aquisição de insumos e serviços aplicados no processo de edificação de moradias e de obras infraestruturas”, explicou o presidente da cooperativa, Fabrizio Gonçalves.

 

Presidente da cooperativa, Fabrizio Gonçalves.

 

Durante todo esse período de atuação, a cooperativa gerou sobras aos seus cooperados. O faturamento da COOPERCON|PA chegou a R$ 23 milhões em 2018 e a previsão em 2020 é chegar a casa de R$ 25 milhões, mesmo com os efeitos da pandemia. Em outubro, por exemplo, a cooperativa atingiu o melhor resultado do ano, tanto em receita quanto em operação. O fluxo de caixa também teve a menor inadimplência.

 

“A princípio, nossa avaliação é que este ano será melhor do que 2019, mesmo com a pandemia. Recentemente participamos da maior compra nacional pela Coopercon Brasil para aquisição de elevadores. Alguns deles, inclusive, serão utilizados na construção do novo hospital da cooperativa Unimed Belém”, explicou o diretor executivo da COOPERCON|PA, Cláudio Rogério Costa.

 

A singular possui relacionamento comercial com diversos dos principais fornecedores na área da construção civil, como Nassau, Apodi, Votorantim, Concrem Wood, Alubar, Thyssenkrupp, Tramontina, Coral, Tabalmix, Arcelor Mittal, Weg, Fortlev, Icatil, Docol, Elizabeth, Ibratim, Geonort, Ceramica Vermelha e Cordeiro Cabos Elétricos.

 

Atualmente, a cooperativa está em 4º lugar no ranking nacional das singulares vinculadas à COOPERCON Brasil. Reúne como cooperados várias pessoas jurídicas tradicionais no ramo da construção civil, como a ACM,MARKO, QUADRA ENGA, QUANTA ENGA, GM ENGA , ENGEFIX, ATAN ENGA, CONSTR. BRUNO MILEO; KARAJAS , FREIRE MELLO, LAJE Construções, LEST,LUIZ MAIA CONSTRUÇÕES, MAPE, MODENA, NEO, PREMAZON, ROMA, SANTA RITA ENGA, SENENGE, SERVIC, STATUS, ATAN, MD CONSTRUTORA, CIRIO, LEAL MOREIRA, MULTISUL, CITY, MDS, POLIENGE, SERVMIX, BRT CONSTRUTORA, SOTEARE, RBH CONSTRUÇÕES, TOPO ENGA , PLANCON PLAN E CONSTRUÇÕES.

 

Diretor executivo da COOPERCON|PA, Cláudio Rogério Costa

 

Dentro do planejamento estratégico, que está sendo construído em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Pará (SESCOOP/PA), a COOPERCON/PA vislumbra várias metas, como retornar para o posto de 3ª cooperativa do setor a nível nacional em 2020; Realizar a importação do aço para os cooperados, e assim reduzir o custo de consumo do insumo; Implementar o sistema de gestão e controle; realizar o workshop da construção civil para até julho/2021; entre outros.

 

“Enxergamos a cooperativa como estratégica dentro do Estado, tanto pelo cenário da construção civil no Pará quanto pela possibilidade de ampliarmos a intercooperação no segmento. Iremos acompanhar o desenvolvimento da singular, auxiliando no aprimoramento da gestão e na formação profissional de cooperados e colaboradores”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

HISTÓRIA
A COOPERCON Pará foi fundada em dezembro de 2014 com a presença de 22 associados. Em maio de 2015 iniciou suas atividades, trazendo em sua missão a implementação na gestão de negócios comuns e representativos ao setor da Industria da Construção Civil, possibilitando a melhoria da qualidade dos serviços, ampla e saudável competitividade empresarial dos associados. Atualmente a COOPERCON|PA possui 37 cooperados e 2 em negociação para adesão.

Amazônia tem a primeira Sociedade Garantidora de Crédito

Amazônia tem a primeira Sociedade Garantidora de Crédito

 Ela é paraense e nasceu em berço cooperativista

 

Estabelecida no estado do Pará, a Sociedade Garantidora de Crédito Amazônia (SGC Amazônia) é a primeira nesse modelo a atuar na região amazônica e traz o conceito moderno inspirado no mercado de europeu de complementariedade e afiança garantias para tomadores de crédito. No Brasil, são ao todo 17 sociedades garantidoras de crédito. Atualmente, a SCG Amazônia é a maior em termos de cobertura de território no mundo.

A SGC Amazônia é uma Sociedade Garantidora de Crédito criada em 2016, que tem a finalidade é prestar garantia complementar para quem pretende tomar crédito na rede bancária. A ideia nasceu em berço cooperativista na cooperativa de crédito Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas que mais crescem no Estado. A Sociedade possui um Conselho de Administração, cujo presidente é Antônio Henrique Gripp, formada pelas Federações da Agricultura e Pecuária do Pará, do Comércio, da Indústria, pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB-PA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae-PA).

Além do Sicoob Transamazônica, a Sociedade possui convênio com a Sicoob Cooesa e com a Sicoob Unidas. Em âmbito nacional, mantém convênio com o Sistema Cressol. Também mantém tratativas com o Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Banpará. Esses últimos – em especial, participaram da criação da Sociedade.

Lacuna Fundiária

No Pará, principalmente no interior, há uma grande falta de documentação de imóveis rurais e urbanos e isso dificulta – não raro impede – que essas pessoas deem esses bens como garantia nas operações de crédito. “Isso é um importante parâmetro que mostra o porquê de o empresário rural e urbano paraense tomar pouco crédito no sistema financeiro nacional por conta da ausência de garantias. A SGC Amazônia nasce nesse sentido para preencher essa lacuna. É uma Sociedade que vai poder contribuir para o desenvolvimento do Pará”, explica Lucas Gelain, diretor executivo da SGC Amazônia.

Assembleia de Constituição da SGC Amazônia

 

Além de diretor executivo da SGC Amazônia, Gelain é diretor executivo da Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas de crédito que mais crescem no Estado, também criada em 2016. Para se ter uma ideia da velocidade de expansão da Sicoob Transamazônica, em janeiro, a singular possuía 5 mil associados e R$50 milhões em ativos. Em seis meses, dobrou o número de ativos e ultrapassou o dobro de cooperados. A meta é associar mais 4 mil até dezembro. Para 2021, mais ousadia: 30 mil cooperados.

Recentemente, a Transamazônica foi autorizada a repassar recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), modalidade Emergencial à totalidade dos municípios paraenses, criada para ajudar na recuperação econômica da região, com taxa de 2,5% ao ano. O FNO pode financiar investimentos de longo prazo, capital de giro ou custeio. É destinado aos segmentos agropecuário, agroindustrial, industrial, comércio, serviços, turismo, cultural e infraestrutura.

Como funciona

A SGC Amazônia faz uma análise de crédito, emite a fiança, o associado de posse dessa fiança vai à instituição financeira – cooperativista ou não – a fim de tomar o crédito. Em caso de inadimplência, a SGC Amazônia garante essa operação. “Estamos em contato com o Sebrae-PA para aporte de recursos para esse fundo de risco, que garante as operações. O Sebrae Nacional foi apoiador na constituição das demais SGCs do país”, acrescenta Antônio Henrique Gripp, presidente do Conselho de Administração da SGC Amazônia.

A instituição é filiada à Central das Sociedades Garantidoras, com sede no Paraná, em que toda a área contábil, recursos humanos, análises é realizada nessa Central e – no Pará – as áreas operacionais e de comercial junto às cooperativas. “Estamos à disposição para credenciar com os demais sistemas de cooperativas e à disposição do Estado do Pará nesse sentido de contribuir para o desenvolvimento, no tocante à concessão de crédito”, enfatiza o diretor executivo.

Dados

O segmento cooperativista de crédito é um dos principais no Estado. Dados do Diagnóstico do Cooperativismo do Estado do Pará 2019, da OCB-PA, apontam o setor como o segundo maior em número de cooperados (associados), com 30.136 mil pessoas, o que corresponde a 32,22% do número total de cooperados no Pará.

As cooperativas financeiras disponibilizam serviços bancários devidamente autorizados pelo Banco Central, como conta corrente, poupança, consórcio, financiamentos, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, de débito, crédito pessoal, investimentos, aplicativo e internet bank. Tudo com taxas e juros, em média, até 30% mais baixos que as instituições bancárias convencionais.

“Ver uma iniciativa dessas, que permite desburocratizar o acesso ao crédito, tendo a SGC como avaliadora e garantindo o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Banco Central, nos faz perceber a inovação e os benefícios reais e concretos para o nosso mercado e ainda sendo feito por uma cooperativa, é a evidência que podemos chegar muito mais longe cooperando e tendo a visão de futuro promissor para o Estado”, finaliza Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

Agenda Política e ações em parcerias são o destaque na mídia

Agenda Política e ações em parcerias são o destaque na mídia

 

No nosso radar do Na Mídia, desta semana, muita notícia boa sobre os avanços do cooperativismo, lançamento da Agenda Política para as eleições 2020, parcerias com a Sedeme, Sedap, Jucepa, Ufra, Unimed Belém, Sebrae/PA, e muito mais.

 

É a força do cooperativismo mostrando para a sociedade a sua importância e o seu jeito único de trabalhar.

 

#namidia 

#cooperativismo

COOPERARUIM realiza 1ª entrega de alimentos para IFPA Paragominas

COOPERARUIM realiza 1ª entrega de alimentos para IFPA Paragominas

A feira da COOPERARUIM é toda quinta e sábado em Paragominas.

 

Por meio de uma Chamada Pública, a cooperativa COOPERARUIM realizou no último dia 13 a entrega dos primeiros kits de alimentos de merenda escolar destinados aos alunos do Instituto Federal do Pará Campus Paragominas (IFPA Paragominas). Ainda estão previstas mais duas entregas, uma em novembro e a última em dezembro. No total, foram 120 cestas de alimentos entregues.

 

A cooperativa possui 9 anos de mercado, com a produção da agricultura familiar de 38 cooperados. Os alimentos são variados, desde frutas, hortaliças e polpa de frutas. Segundo a responsável técnica, Samara Costa, o momento exigiu muito mais da cooperativa e conseguir essa Chamada Pública, dentro do contexto da pandemia, significou muito mais do que trabalho. “A palavra é união. Foi um período muito difícil para todos os cooperados e fomos nos ajudando o tempo todo. Estamos trabalhando com a feira, toda quinta e sábado, estamos no app Compras.COOP.PA, tudo para facilitar o nosso fluxo no mercado”, explicou Samara.

 

Segundo o Censo Agropecuário, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017, 85% da produção agropecuária paraense é proveniente da agricultura família e é responsável por 38,65% do valor total da produção do Estado. No cenário cooperativista, a maioria das cooperativas agro também é de produção familiar.

 

Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, esse é um exemplo de ação e cooperação verdadeiramente cooperativista. “Estamos investindo nos mercados institucionais porque eles se mostraram mais estáveis e também se abrir para uma nova forma de estar no mercado, com o foco no cliente, nos consumidores, estabelecendo parcerias, tudo isso reflete no bom andamento da cooperativa, na confiança do cooperado e na saúde econômica de todos. Parabéns a todos da COOPERARUIM por fazem da cooperação uma estratégia de acolhimento e de mercado”, congratulou Raiol.

 

 

Aplicativo

 

A COOPERARUIM foi a primeira cooperativa a utilizar o aplicativo Compras.COOP.PA, desenvolvido pelo Sistema OCB/PA e a Universidade Federal Rural da Amazônia. No app, é possível ver a agenda de feiras, os produtos disponíveis com a retirada em sistema de drive thru, seguindo todas as recomendações estabelecidas pelos órgãos sanitaristas de saúde pública. Dá para comprar frutas, legumes e hortaliças, escolher as quantidades e fechar as compras no carrinho. Ao chegar ao local, efetuar o pagamento e pegar os produtos. Tudo de maneira prática e segura.

 

 

Serviço: Feira da Agricultura Familiar da COOPERARUIM ocorre todos os sábados, na Av. Teresina, em frente à Agência da Calimã.  

COOPERNORTE comemora 9 anos de atuação em Paragominas

COOPERNORTE comemora 9 anos de atuação em Paragominas

A COOPERNORTE é a maior cooperativa de grão do Pará.

 

Fundada em 2011, por um grupo de 33 produtores rurais, a Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPERNORTE) completou nove anos de atuação com a produção de grãos, sendo o milho, a soja, o milheto e o sorgo as principais culturas. A cooperativa é uma das maiores empresas do agronegócio paraense, presente em sete municípios e responsável por 30% da produção dos polos agrícola do sudeste e do nordeste paraense e mais 50% da produção total de Paragominas.


A comemoração foi na unidade 1 da cooperativa, localizada no KM 15 de Paragominas, no último dia 16. Estiverem presentes cooperados, colaboradores e parceiros. Segundo o presidente da COOPERNORTE, Basílio Carloto, o momento é mais que especial. “Esse dia é para nós muito especial porque é uma história de muito trabalho, muita dedicação, muita persistência, muito coração. Começamos do nada e hoje é um em que nos reunimos para relembrar esse início, valorizar o que já foi conquistado para continuar o trabalho rumo a mais vitórias”, contou.


Além da produção de grãos, a cooperativa está investindo em estudos para verticalizar a produção, agregar valor e ampliar mercados. “Hoje, estamos plantando as sementes da verticalização para que no futuro tenhamos produtos com maior valor agregado no produto do produtor lá da fazenda, transformado o grão ração, por exemplo”, adiantou Carloto.

 

 

É também uma das cooperativas que mais gera empregos na região.



A cooperativa também é reconhecida pelo trabalho social e pela valorização da mulher no ambiente do agronegócio. Não à toa, a cooperativa mantém o Núcleo de Mulheres Cooperativistas, coordenada pela cooperada Cirede Carloto, que incentiva a participação das mulheres no agronegócio, agregando as esposas dos associados ao processo de desenvolvimento da cooperativa, por meio de palestras, capacitações e de atividades de cunho social.

A cooperada Olinda Machado é está na COOPERNORTE há mais de sete anos. Para ela, é um  momento ímpar para todos que fazem parte da cooperativa. “A COOPERNORTE é um marco. Um divisor de águas na nossa região. Tem uma época da agricultura antes da cooperativa e tem a época da agricultura após cooperativa. Nós viemos aqui para somar, para agregar, para tornar o nosso negócio viável, mostrar a nossa competência  e que estamos aqui para vencer”, enfatizou a cooperada.

“A COOPERNORTE é um modelo de empreendimento cooperativista, que inspira e une espírito de empreendedorismo coletivo, profissionalismo e responsabilidade. O Sistema OCB/PA parabeniza a COOPERNORTE pelos 9 anos de crescimento e desenvolvimento do nosso Estado, sobretudo, por manter a cultura do cooperativismo presente no dia a dia da cooperativa. Isso também é prova de uma nova mentalidade de sucesso”, enfatizou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/Pará.

Candidatos participam do lançamento da Agenda Política do Cooperativismo Paraense

Candidatos participam do lançamento da Agenda Política do Cooperativismo Paraense

O presidente do Sistema OCB-SESCOOP/PA, Ernandes Raiol, apresentou as principais propostas do cooperativismo

para o desenvolvimento social e econômico dos municípios.

 

Nesta terça-feira (03), o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) realizou o lançamento oficial da “Agenda Política do Cooperativismo Paraense”, na sede do Sistema em Belém, para apresentar e orientar os interessados em incluir em seus projetos de governo as demandas das cooperativas. Em linhas gerais, são sete propostas transversais presentes na quase totalidade dos municípios do Estado. Para o evento foram convidados os candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. Participaram o candidato à Prefeitura de Belém Delegado Iguchi (Patriota) e o vice Sargento Gonçalves, na chapa de Vavá Martins (Republicanos).  José Priante (MDB), que havia confirmado presença, não apareceu. O candidato à prefeitura de Concórdia do Pará, Fábio do Hospital (Republicanos) também esteve presente. Também foi convidado um representante de cada cooperativa atuante em Belém. O evento teve transmissão ao vivo pelos canais institucionais do Sistema no YouTube, Instagram e Facebook.

 

A Agenda Política do Cooperativismo Paraense é um documento em que o Sistema OCB-SESCOOP/PA aponta as principais necessidades das cooperativas, as demandas e as potencialidades econômicas em caráter municipal. As propostas foram validadas pelos Conselhos de Administração da OCB/PA e do SESCOOP/PA. O documento foi enviado a todos os candidatos, sem distinção de bandeira partidária, conforme os princípios que regem o movimento cooperativista.

 

No mundo, o modelo de negócio cooperativista abrange 1,2 bilhão de pessoas. Para cada 6, uma está associada a uma cooperativa. As cooperativas estão presentes em 105 países e geral 250 milhões de empregos. No Pará, cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas direta ou indiretamente em 659 cooperativas, desde a alimentação aos serviços médicos. Dados do Diagnóstico do Cooperativismo Paraense de 2019 do Sistema OCB-SESCOOP/PA, o número de profissionais que decidiram atuar no mercado de trabalho hoje chega a 139.346 mil cooperados, sendo o líder o setor mineral, com 47 mil cooperados, seguido do crédito, com mais de 30 mil, e o agropecuário – com 6.215 cooperados.

 

Todos os protocolos de segurança e saúde foram respeitados.

 

Em 2018, o Sistema OCB-SESCOOP/PA lançou a primeira agenda política para as eleições de governador e deputados estaduais e federais. Em 2019, foi reativada a Frente Parlamentar do Cooperativista, tendo a deputada Nilse Pinheiro como presidente, ao lado do Dirceu Tem Caten, Igor Normando, Ozório Juvenil, Carlos Bordalo e Heloísa Guimarães.

 

“O nosso objetivo com esse documento é deixar claro que nós sabemos quem somos, sabemos onde podemos chegar e de que forma precisamos chegar. Nós queremos levar essa experiência da Frencoop estadual para a esfera municipal porque já estamos tendo resultado e queremos levar para mais perto das cooperativas. Por isso, fizemos esse documento com o foco nos municípios porque nós sabemos da nossa capacidade de trabalho e geração de renda, consequentemente, emprego e arrecadação de impostos”, explicou Raiol.

 

Os candidatos presentes assinaram uma “Carta de Compromisso” em que se “comprometem”, se eleitos, em colocar em prática a Agenda Política do Cooperativismo Paraense, composta por sete propostas consideradas chaves e transversais a fim de alavancar e destravar cadeias produtivas locais. São elas:

 

1 – Política Municipal do Cooperativismo: Criação de Lei Municipal voltada para o incentivo às cooperativas conforme os dispositivos constitucionais, leis ordinárias e lei estadual 7.780/2013.

 

2 – Aplicação dos dispositivos constitucionais: As Constituições Federal e Estadual preveem uma série de benefícios para as cooperativas que precisam ser colocados em prática.

 

3 – Política de Microcrédito para as cooperativas: disponibilizar por meio de políticas públicas linhas de crédito específicas para as cooperativas.

 

4 – Diferimento de tributos e taxas municipais: Promover diferimento de impostos, taxas e demais obrigações municipais às cooperativas em razão de seu caráter social e sem fins lucrativos.

 

5 – Criação da Coordenação Municipal do Cooperativismo: Proporcionar a criação de coordenadoria ou diretoria voltada para atender às demandas do cooperativismo local, atrelada à secretaria responsável pelo desenvolvimento municipal.

 

6 – Estímulo ao mercado cooperativista: Por meio de políticas públicas, estimular a contratação e aquisição de produtos de cooperativas locais. Administrativamente, promover a efetivação do cumprimento da legislação do PNAE para a aquisição de produtos da agricultura familiar, assim como promover o incentivo à organização do Transporte através de cooperativas.

 

7 – Fomento ao cooperativismo: Criar instrumentos e mecanismos que estimulem o crescimento e o fortalecimento da atividade cooperativista como alternativa de desenvolvimento social e econômico para o município.

 

Clique aqui para ver o nosso álbum de fotos.

 

 

Coopermodas possui portfólio variado de produtos em corte e costura

Coopermodas possui portfólio variado de produtos em corte e costura

 

Uma costura caseira e industrial com o selo da cooperação e do empoderamento feminino. A Coopermodas atua na produção de uniformes, malharia, materiais de proteção individuais, ecobags, brindes, entre outros. É a opção de trabalho e renda para 10 mulheres empreendedoras de Barcarena.

 

A cooperativa tem 13 anos de atuação. A motivação foi gerar trabalho e renda para as cooperadas. Dona Aúrea, a saudosa fundadora, convidou pessoas e montou um grupo inicial de 31 mulheres. Algumas atuavam de forma isolada, individualmente em suas casas. Outras não tinham qualquer ocupação. Foi uma opção de trabalho para ajudar na renda de casa.

 

“Melhorou muito pra mim. Era apenas dona de casa e não tinha nenhuma ocupação profissional. Me ajudou a ganhar uma renda a mais. Conseguimos estrutura e clientes para trabalhar”, explicou a atual presidente da Coopermodas, Florisvalda Amaral.

 

O perfil das cooperadas são mulheres, com idade entre 38 e 55 anos. Todas são donas de casa com filhos, que cuidam tanto da casa quanto do trabalho. A cooperativa trabalha essa questão social com a inclusão da mulher no mercado de trabalho.

 

Atualmente, o principal cliente é a Hydro Alunorte. O produto com maior saída é o porta Diphoterine, que serve para guardar, transportar e proteger o medicamento, oferecendo praticidade e rapidez em caso de emergência no combate de queimaduras químicas. Também na época da pandemia, a empresa de mineração comprou aproximadamente 9 mil máscaras. As 10 cooperadas concluíram o trabalho em dois meses, dentro do prazo solicitado.

 

A cooperativa prioriza produtos de qualidade, conforme a demanda do próprio cliente. São camisas, fardas de empresas, uniformes de colégio, entre outros. O grande objetivo das cooperadas é conseguir contrato fixo para poder desenvolver a cooperativa. Além da Hydro, a cooperativa atende com frequência ao Clube 1 de Barcarena, escolas privadas do município, empresas de batedores de Açaí e cooperativa de vans.

 

“Onze famílias da comunidade têm no trabalho da cooperativa a principal fonte de renda. Unimos esse fator com a necessidade de materiais de proteção, que estão em falta no mercado, diante do cenário de pandemia que está crescendo no Pará”, Mira Brito – Diretora financeira e administrativa da Coopermodas.

 

A nova diretoria retomou a parceria com o Sistema para buscar a organização social, administrativa e contábil. O objetivo é encontrar novos fornecedores, contratos e organização interna das atividades. Um dos serviços a serem acessados é o Projeto Incubcoop, que faz o acompanhamento contábil das cooperativas.

 

Serviço: Encomendas pelo número (91) 981676952 ou (91) 981545838 e e-mail e-mail:Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.. A sede da Coopermodas fica localizada na Rua Nova II, nº 97 – São Francisco, Barcarena, e funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h.

InterCoopera reúne cooperativas de Santarém

InterCoopera reúne cooperativas de Santarém

 

A Cooperativa Unimed Oeste está preparando um evento super especial para a região. De cooperativa para cooperativa, serão abordados temas essenciais para o crescimento do setor, como Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. Será no dia 06 de novembro, das 08h às 17h na sede administrativa da Unimed. Faça já sua inscrição!

 

O evento é totalmente gratuito e tem o objetivo de fomentar conhecimento técnico e prático para o crescimento das cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará. “Convidamos a diretoria das cooperativas de Santarém e ou seus cooperados para aprender lições valiosas. Queremos o setor cooperativista no rumo do desenvolvimento”, reiterou o presidente da Unimed Oeste, Alberto Tolentino.

 

A cooperativa atua há 34 anos com a comercialização de planos de saúde empresariais, familiares e individuais. Possui uma rede de atendimentos que abrange 25 municípios do oeste paraense e mais de 30 mil beneficiários. A singular está se preparando para inaugurar um novo hospital Unimed, que terá um investimento de mais de R$ 70 milhões e a parceria com cooperativas de crédito da região.

 

O objetivo do evento é justamente trabalhar o pilar da intercooperação. Em virtude do crescimento acelerado que a Unimed Oeste tem experimentado nos últimos anos, a cooperativa busca agregar as demais singulares para que também cresçam juntas.  Um dos caminhos é o compartilhamento de conhecimento.

 

Na Programação, haverá palestras sobre Gestão de Cooperativas, Sustentabilidade, Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará.

 

“A Unimed Oeste é um grande exemplo de que o cooperativismo dá certo. Por isso, a programação é uma excelente oportunidade para colocarmos em prática o princípio da intercooperação, de trabalharmos juntos em prol de um cooperativismo mais forte. Além do conhecimento a ser agregado como ferramenta de gestão, é uma oportunidade para as cooperativas estarem juntas e ampliarem vínculos de negócio”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Serviço: As inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.sympla.com.br/intercoopera__1027830. A programação ocorre no dia 06 de novembro, das 08h às 17h no auditório Waldemar Pena na sede administrativa da Unimed, localizado na Tv. Dom Amando, 911, Santa Clara - Santarém, PA.

OCB/PA apresentará cooperativismo a candidatos de Belém

OCB/PA apresentará cooperativismo a candidatos de Belém

 

As Eleições em 2020 são mais uma oportunidade para construir um cooperativismo mais forte. Para tanto, o Sistema OCB/PA elaborou a Agenda Política com as principais demandas do setor em âmbito municipal. O documento foi enviado aos candidatos a prefeito e vereador e será apresentado oficialmente em Belém na próxima terça (03), às 16h na sede do Sistema OCB/PA. Já confirmaram presença o Delegado Federal Eguchi (Patriota) e Priante (MDB).

 

Muitos candidatos à câmara de vereadores municipais e às prefeituras estão buscando informações sobre o sistema cooperativista. Para facilitar a inclusão de ações pró-cooperativistas, o Sistema OCB/PA disponibilizou a “Carta Aberta do Cooperativismo Paraense 2020”, em que apresenta as sete prioridades para que os interessados possam incluir em seus respectivos planos de governo.

 

Esta é a segunda vez que a instituição realiza um documento apresentando essas prioridades. “Validamos a Agenda Política com o Conselho de Administração da OCB/PA, que é formado pelos representantes das nossas cooperativas. Recebermos todos os candidatos dispostos a investir nesse sistema e analisar nossas demandas, sem distinção ou bandeira partidária. No cooperativismo o que impera é a cooperação”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

 

No Pará, cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas direta e indiretamente em 7 segmentos econômicos: Trabalho, Produção de Bens e Serviços; Agropecuário; Transporte; Saúde; Infraestrutura e Crédito. Ao longo de quase cinco décadas de atuação, o cooperativismo paraense chegou a um patamar Fomento ao cooperativismo de considerável expressividade econômica, conseguindo caminhar com autonomia.

 

O número de profissionais autônomos empreendendo através do cooperativismo vem crescendo nos últimos anos. Atualmente, o número são mais de 139 mil cooperados. O ramo Crédito lidera com 19.948 cooperados, seguido do ramo Agropecuário com 6.215 e do Saúde com 4.394.

 

 

Conheça as 7 Prioridades do Cooperativismo Paraense para as eleições de 2020.

 

 

 

1 – Política Municipal do Cooperativismo

Criação de uma lei municipal que estabeleça diretrizes e regras voltadas para o incentivo à atividade cooperativista no município, tomando por base as disposições constitucionais, lei ordinária e lei estadual 7.780/13.

 

2 – Aplicação dos dispositivos constitucionais

As Constituições Federal e Paraense preveem uma série de dispositivos que beneficiam o segmento cooperativista.

 

3 – Estímulo ao mercado cooperativista

Por meio de Políticas Públicas, estimular a contratação e aquisição de produtos de cooperativas locais. Administrativamente, promover a efetivação do cumprimento da legislação do PNAE para a aquisição de produtos da agricultura familiar. Assim como promover o incentivo à organização do Transporte através de cooperativas.

 

4 – Diferimento de taxas e tributos municipais

Promover o diferimento de impostos, taxas e demais obrigações municipais às cooperativas em razão de seu caráter social, sem finalidade lucrativa.

 

5 – Política de microcrédito para cooperativas

Disponibilizar por meio de Políticas Públicas linhas de crédito específicas para as cooperativas.

 

6 – Criação de coordenação municipal do cooperativismo

Proporcionar a criação de coordenadoria/ diretoria voltada para atender as demandas do cooperativismo local, atrelada à secretaria responsável pelo desenvolvimento municipal.

 

7 - Fomento ao cooperativismo

Criar instrumentos e mecanismos que estimulem o crescimento e o fortalecimento da atividade cooperativista como alternativa de desenvolvimento social e econômico para o município.

 

 

 

Serviço: Para acessar o documento na íntegra, clique aqui.

Sedeme aprova carta consulta da CART

Sedeme aprova carta consulta da CART

Representantes da Sedeme, do Sistema OCB/PA e da CART

 

A Cooperativa dos Agricultores da Região de Tailândia (CART) pretende expandir a área de atuação, diversificar a produção e estabelecer um novo modelo de sustentabilidade energética para a agroindústria, com o uso de energia fotovoltaica. Para executar o projeto, buscou apoio do Sistema OCB/PA e da Sedeme, que validou “Carta Consulta” para financiamento no valor de R$600 mil por meio do Banpará.

Com 30 anos de atuação, a cooperativa possui 35 cooperados e é uma das mais tradicionais do Estado com abastecimento prioritário do mercado interno, fornecendo castanha de caju para grandes redes supermercadistas de Belém e do Sudeste brasileiro. “O nosso objetivo é melhorar a nossa estrutura que já existe para ampliar ao segmento de polpa de frutas, aumentar o nosso estoque de castanha de caju e instalar placas de energia solar”, conta Jeane Carvalho, gerente administrativa da CART.

Para esse processo, a cooperativa conta com o apoio do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA), que promoveu visita técnica à cooperativa com a presença de representantes do próprio Sistema e da Sedeme. Estiveram presentes o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o coordenador da DDICS na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME), Mauro Barbalho e o empresário da Ação Sustentável da Amazônia (ASA Açaí), João Hermeto.

“A gestão pública precisa ver de perto a realidade e as potencialidades das nossas cooperativas para que possam acessar os recursos disponíveis hoje nos diversos programas e projetos vigentes. A CART é uma dessas cooperativas, que possuem um trabalho sério, capaz de alçar voos mais longos e com qualidade”, afirma Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

A “Carta” foi validada pela Sedeme e está em processo de avaliação pelo Banpará. Após aprovada, será iniciado o processo de elaboração do projeto para que cada etapa e utilização dos recursos sejam evidentes e verificáveis para a prestação de contas.

Para se ter uma ideia do quanto a CART é uma cooperativa sólida, em média, comercializa cerca de 130 toneladas de castanha de caju por ano, mas em 2019, esse número foi de 160 toneladas

IFPA Belém lança edital para aquisição da Agricultura Familiar

IFPA Belém lança edital para aquisição da Agricultura Familiar

 

 

 

As cooperativas poderão participar de chamada pública do Instituto Federal do Pará Campus Belém, para a aquisição de gêneros alimentícios destinados ao atendimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Serão adquiridos itens como feijão, farinha, banana e laranja. As propostas devem ser feitas no dia 04 de novembro.

 

Para a comercialização com as cooperativas, o montante máximo a ser contratado será o resultado do número de cooperados multiplicado pelo limite individual de até R$ 20 mil por cooperado. Terão preferência os fornecedores locais aos demais.


Na chamada, serão adquiridos os produtos: feijão caupi, ovo de galinha caipira, farinha de mandioca d'água, banana prata, couve manteiga, laranja pêra in natura, arroz beneficiado do tipo agulhinha. O prazo de vigência da contratação é de 12 meses prorrogáveis contados da data de sua assinatura.


A entrega dos envelopes com as propostas deve ser feita até o dia 04 de novembro. A Chamada será no dia 05 de novembro às 10h. Poderão participar agricultores familiares individuais e os organizados em grupos como cooperativas e associações, detentores de DAP Jurídica.

 

Além do extrato da DAP jurídica emitidos nos últimos 30 dias, também deverá a cooperativa apresentar prova de regularidade com a Fazenda Federal, relativa à Seguridade Social e FGTS; Cópias do estatuto e ata de posse da atual diretoria; Projeto de Venda de Gêneros Alimentícios da Agricultura Familiar para Alimentação Escolar; Declaração de que os gêneros alimentícios são produzidos pelos cooperados.

 

Por meio do Programa de Alimentação Escolar, o IFPA Campus Belém, atende, atualmente cerca de 2.216 alunos matriculados no Ensino Médio e Técnico Subsequente, podendo ter um aumento ou diminuição de número de alunos durante o ano letivo em virtude de transferências e evasão escolar.

 

A Lei Federal nº 11.947, de 16 de junho de 2009, art. 14 determina que do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo 30% (trinta por cento) deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.

 

“Temos feito um trabalho de articulação junto às instituições do serviço público para o cumprimento da legislação, na compra da agricultura familiar. Também temos orientado no sentido de chamadas públicas que estejam de acordo com a realidade dos produtos ofertados pelas cooperativas. Parabenizamos, inclusive, o IFPA campus Belém pelo excelente trabalho de pesquisa para uma licitação assertiva”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

 

Veja o edital na íntegra

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