
Vem aí a Semana Nacional de Educação Financeira!
Para ir entrando no clima, participe do webinário “Histórias de vida e ideias para a Semana Enef 2020”, uma parceria do Sistema OCB com o Banco Central do Brasil.
Vamos discutir temas como finanças pessoais e endividamento.
O encontro é parte do Programa de Formação de Facilitadores em Gestão de Finanças Pessoais (PFFGFP), do SESCOOP, mas a participação é aberta ao público em geral.
Data: 13/11
Horário: de 14h às 15h30
Participe! Para se inscrever, é só clicar aqui.
#educaçãofinanceira
#somoscoop

Em iniciativa inovadora e pioneira de intercooperação, a Unimed Oeste do Pará fará o acompanhamento da gestão de cooperativas de menor porte da região. Durante a programação do InterCoopera Santarém foi feito um sorteio entre as cooperativas presentes e a selecionada foi a CoopSóstenes, que receberá seis meses de mentoria de profissionais especialistas da singular médica. A programação ocorreu na última sexta (06), com a participação de 11 cooperativas.
O evento foi totalmente gratuito e teve o objetivo de fomentar conhecimento técnico e prático para o crescimento das cooperativas. Na Programação, houve palestras sobre Gestão de Cooperativas, Sustentabilidade, Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará.
“Por sermos um setor muito auditado, passamos por muitas fiscalizações e, consequentemente, por diversas atualizações profissionais. No entanto, era um conhecimento que até então estava restrito a quatro paredes. Por isso sentimos a necessidade de nos aproximar das cooperativas e fazer com que todos cresçam juntos”, explicou o gerente da Unimed Oeste do Pará, Carlos Eduardo Miléo.
Participaram as cooperativas COOPSÓSTENTES, COOPAFS, COOPBOA, TURIARTE, MUIRAQUITÃ COOP, CRISTÃ CATARINA UBER, COOPERATALAIA, COOPERAMAZON, COOPERCAT, COOPRESAN, COOPSOL. O superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, também este presente.
“A COOPBOA agradece pelo incentivo e a parceria da Unimed Oeste do Pará, em se importar com o crescimento do cooperativismo santareno. Parabenizamos a todos os diretoria da cooperativa pela grande iniciativa e que venham outros eventos como o Intercoopera”, comentou o presidente da COOPBOA, Francisco Tarcísio.
Um dos diferenciais do Intercoopera foi a praticidade dos conteúdos trabalhos. Discutiram-se questões práticas de como fazer e, posteriormente, todos os materiais foram repassados por e-mail aos participantes. Na palestra sobre Gestão Financeira, por exemplo, a gestora comentou sobre renegociação e passou técnicas de como o setor de atendimento deve falar e fazer essa renegociação.
“Identificamos, anteriormente, quais os principais assuntos que as cooperativas queriam tratar. Buscamos trabalha-los da maneira mais prática possível, para que as técnicas e tecnologias ensinadas pudessem ser utilizadas no dia a dia dos participantes. Também entregamos essas ferramentas prontas para que deem andamento ao que aprenderam no Intercoopera”, enfatizou a gestora de marketing da Unimed Oeste do Pará, Andressa Aguiar.
Dentro do planejamento da cooperativa, pretende-se realizar 3 edições do InterCoopera Santarém por ano, sempre desenvolvendo temas de interesse das cooperativas. No próximo, também participarão com palestras o setor de Qualidade e do RH da Unimed Oeste do Pará, tratando especificamente sobre selos e certificações às cooperativas. O cronograma de eventos está sendo construído e deve ser divulgado em dezembro.

MENTORIA
Como resultado do InterCoopera, a Unimed Oeste do Pará fará a execução do Projeto de Mentoria de Cooperativas. Será feito o assessoramento técnico dos especialistas do setor financeiro, de gestão, sustentabilidade, contabilidade e marketing digital. Os profissionais irão construir diagnóstico analítico da cooperativa para, então, desdobrar em planos de trabalho a serem implementados durante seis meses.
“Ainda é um projeto piloto, mas tem tudo para dar certo. A intenção é que, a cada ano, uma cooperativa seja escolhida para receber esse trabalho de mentoria e, assim, beneficiarmos o maior número de singulares possível”, reiterou o presidente da Unimed Oeste do Pará, Alberto Tolentino.
Estarão envolvidos na mentoria cerca de 20 colaboradores da Unimed Oeste do Pará. No final do período, será feito um relatório para análise dos ganhos em crescimento gerado pelas ações. A intenção é que seja um projeto continuado, beneficiando também outras cooperativas de Santarém.
Outra iniciativa de Intercooperação a ser desenvolvida pela Unimed Oeste do Pará é a priorização de compras por meio de cooperativas, especialmente as do ramo agropecuário, para fornecimento de alimentos, e das cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços, para execução de serviços terceirizados.
“É algo inovador no Estado e na região Norte. Sintetiza bem o que entendemos pelo sexto princípio do cooperativismo: a intercooperação. Queremos ver também outras cooperativas grandes apoiando cooperativas menores a crescer, tanto na questão comercial quanto na troca de conhecimentos”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

O prazo para que as cooperativas respondam aos questionários vai até o dia 13 de novembro.
No atual contexto, o mercado de saúde vem sendo pautado pelas medidas mundiais de contenção fitossanitárias do novo coronavírus. Com isso, as atividades econômicas das cooperativas – sobretudo – das que atuam nesse segmento foram diretamente impactadas. Para conhecer melhor de que forma essas cooperativas foram afetadas, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) iniciou a primeira etapa de elaboração do Diagnóstico Nacional do Ramo Saúde, com a aplicação do questionário para o levantamento de dados. O prazo para o preenchimento segue até o dia 13 de novembro.
O objetivo dessa primeira etapa é conhecer mais e melhor os modelos cooperativos atuantes no Ramo Saúde, em especial as cooperativas de especialidades médicas, as de trabalho médico e as constituídas por outros profissionais da saúde (fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, dentre outros). O diagnóstico foi sugerido na mais recente reunião do Conselho Consultivo do Ramo Saúde, ocorrida em 21 de agosto. A consolidação das informações dará parâmetro para a atuação junto ao poder público e auxiliará na construção de uma agenda decisória positiva para o cooperativismo de saúde.
“Mais do que nunca precisamos dessas informações porque só com informações da realidade das cooperativas é possível atuar de maneira assertiva. Por isso, é muito importante que as cooperativas respondam e nos enviem as informações”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.
Serviço: Para acessar o questionário, basta clicar aqui.
Mais informações:
O Cenário Econômico e Financeiro das Cooperativas de Transporte no Norte do Brasil será discutido em seminário online promovido pelo Sistema OCB. O objetivo é construir alinhar medidas para o fortalecimento do setor pós pandemia. Será no dia 17 de novembro, a partir das 16h pela plataforma Zoom. Faça já sua inscrição!
Apesar das medidas de segurança adotadas durante a pandemia, as cooperativas sentiram os efeitos da crise provocada pelo isolamento social e consequente diminuição da circulação de pessoas. A Central das Cooperativas de Transporte do Estado do Pará (CENCOPA), que atua com o transporte intermunicipal, chegou a funcionar com 10% da sua frota. O número de usuários diminuiu cerca de 90%, o que também gerou diminuição do quadro de funcionários.
Já em cooperativas que atuam com o transporte complementar de passageiros na região metropolitana de Belém, houve uma queda de 50% no número de usuários de transporte. Chegou-se a estudar a possibilidade de adotar um sistema de revezamento de veículos nas ruas para diminuir os custos.
“Com o relaxamento das medidas restritivas, o setor do transporte conseguiu respirar melhor e iniciar a volta às atividades. Isso foi muito importante para retomarmos a normalidade. No entanto, a pandemia mostrou que nossas cooperativas precisam de um maior planejamento de gestão e organização documental e contábil, que foram barreiras à tomada de medidas como acesso ao crédito”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Atualmente, no Pará, o Transporte é o ramo com maior número de cooperativas de acordo com o Diagnóstico do Cooperativismo de 2019. Está representando por 75 Cooperativas, correspondendo ao percentual de 34,88% de todo o universo de Cooperativas ativas registradas no Sistema da OCB/PA.
O Seminário Online terá como tema “Perspectivas e Fortalecimento do Ramo Transporte”. Na programação, estão previstas palestras com apresentação do cenário econômico, oportunidades de mercado, linhas de crédito e cases de sucesso de cooperativas.
Confira a Programação:

Em quase 6 anos de constituição, a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Pará (COOPERCON|PA) já movimentou aproximadamente R$ 111 milhões em negócios gerados. O principal objetivo é garantir melhores condições comerciais a construtoras que se unem em torno da compra de insumos e serviços.
A cooperativa permite que seus associados obtenham melhores preços e demais condições comerciais, em virtude do maior volume de compra ofertado. Apesar das vantagens financeiras obtida pela cooperativa, também por meio dela, é possível conseguir os insumos com várias condições diferenciadas no relacionamento com os fornecedores, como: prazos de entrega, atendimento diferenciado e maior garantia de compra em situações de aumento no consumo e restrição de matéria-prima.
De acordo com dados apurados até setembro de 2020, a COOPERCON|PA já obteve consumos expressivos, com 152 mil toneladas de cimento em aproximadamente 6 anos. Os principais insumos adquiridos são, além do cimento, aço, argamassa, portas, cabos elétricos, elevadores, concreto, blocos cerâmicos, tintas, cerâmicas, tubulações e conexões, cubas inox, metais sanitários, serviços de fundação e sondagem, louças sanitárias, ferramentas para construção civil, entre outros.
A média dos descontos barganhados como vantagem nas compras coletivas da COOPERCON varia conforme o insumo. No entanto, há compras em que a cooperativa consegue percentuais de redução entre 10% e 15%. Deste percentual, a receita da singular é obtida no valor de 2% em cima da operação realizada.
“A COOPERCON|PA traz uma importância muito grande para o segmento da construção civil na cidade de Belém e no Pará, visto que esse modelo cooperativista é uma realidade e representa uma inovação tecnológica e a diminuição do custo na aquisição de insumos e serviços aplicados no processo de edificação de moradias e de obras infraestruturas”, explicou o presidente da cooperativa, Fabrizio Gonçalves.
Durante todo esse período de atuação, a cooperativa gerou sobras aos seus cooperados. O faturamento da COOPERCON|PA chegou a R$ 23 milhões em 2018 e a previsão em 2020 é chegar a casa de R$ 25 milhões, mesmo com os efeitos da pandemia. Em outubro, por exemplo, a cooperativa atingiu o melhor resultado do ano, tanto em receita quanto em operação. O fluxo de caixa também teve a menor inadimplência.
“A princípio, nossa avaliação é que este ano será melhor do que 2019, mesmo com a pandemia. Recentemente participamos da maior compra nacional pela Coopercon Brasil para aquisição de elevadores. Alguns deles, inclusive, serão utilizados na construção do novo hospital da cooperativa Unimed Belém”, explicou o diretor executivo da COOPERCON|PA, Cláudio Rogério Costa.
A singular possui relacionamento comercial com diversos dos principais fornecedores na área da construção civil, como Nassau, Apodi, Votorantim, Concrem Wood, Alubar, Thyssenkrupp, Tramontina, Coral, Tabalmix, Arcelor Mittal, Weg, Fortlev, Icatil, Docol, Elizabeth, Ibratim, Geonort, Ceramica Vermelha e Cordeiro Cabos Elétricos.
Atualmente, a cooperativa está em 4º lugar no ranking nacional das singulares vinculadas à COOPERCON Brasil. Reúne como cooperados várias pessoas jurídicas tradicionais no ramo da construção civil, como a ACM,MARKO, QUADRA ENGA, QUANTA ENGA, GM ENGA , ENGEFIX, ATAN ENGA, CONSTR. BRUNO MILEO; KARAJAS , FREIRE MELLO, LAJE Construções, LEST,LUIZ MAIA CONSTRUÇÕES, MAPE, MODENA, NEO, PREMAZON, ROMA, SANTA RITA ENGA, SENENGE, SERVIC, STATUS, ATAN, MD CONSTRUTORA, CIRIO, LEAL MOREIRA, MULTISUL, CITY, MDS, POLIENGE, SERVMIX, BRT CONSTRUTORA, SOTEARE, RBH CONSTRUÇÕES, TOPO ENGA , PLANCON PLAN E CONSTRUÇÕES.

Dentro do planejamento estratégico, que está sendo construído em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Pará (SESCOOP/PA), a COOPERCON/PA vislumbra várias metas, como retornar para o posto de 3ª cooperativa do setor a nível nacional em 2020; Realizar a importação do aço para os cooperados, e assim reduzir o custo de consumo do insumo; Implementar o sistema de gestão e controle; realizar o workshop da construção civil para até julho/2021; entre outros.
“Enxergamos a cooperativa como estratégica dentro do Estado, tanto pelo cenário da construção civil no Pará quanto pela possibilidade de ampliarmos a intercooperação no segmento. Iremos acompanhar o desenvolvimento da singular, auxiliando no aprimoramento da gestão e na formação profissional de cooperados e colaboradores”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
HISTÓRIA
A COOPERCON Pará foi fundada em dezembro de 2014 com a presença de 22 associados. Em maio de 2015 iniciou suas atividades, trazendo em sua missão a implementação na gestão de negócios comuns e representativos ao setor da Industria da Construção Civil, possibilitando a melhoria da qualidade dos serviços, ampla e saudável competitividade empresarial dos associados. Atualmente a COOPERCON|PA possui 37 cooperados e 2 em negociação para adesão.

Ela é paraense e nasceu em berço cooperativista
Estabelecida no estado do Pará, a Sociedade Garantidora de Crédito Amazônia (SGC Amazônia) é a primeira nesse modelo a atuar na região amazônica e traz o conceito moderno inspirado no mercado de europeu de complementariedade e afiança garantias para tomadores de crédito. No Brasil, são ao todo 17 sociedades garantidoras de crédito. Atualmente, a SCG Amazônia é a maior em termos de cobertura de território no mundo.
A SGC Amazônia é uma Sociedade Garantidora de Crédito criada em 2016, que tem a finalidade é prestar garantia complementar para quem pretende tomar crédito na rede bancária. A ideia nasceu em berço cooperativista na cooperativa de crédito Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas que mais crescem no Estado. A Sociedade possui um Conselho de Administração, cujo presidente é Antônio Henrique Gripp, formada pelas Federações da Agricultura e Pecuária do Pará, do Comércio, da Indústria, pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB-PA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae-PA).
Além do Sicoob Transamazônica, a Sociedade possui convênio com a Sicoob Cooesa e com a Sicoob Unidas. Em âmbito nacional, mantém convênio com o Sistema Cressol. Também mantém tratativas com o Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Banpará. Esses últimos – em especial, participaram da criação da Sociedade.
Lacuna Fundiária
No Pará, principalmente no interior, há uma grande falta de documentação de imóveis rurais e urbanos e isso dificulta – não raro impede – que essas pessoas deem esses bens como garantia nas operações de crédito. “Isso é um importante parâmetro que mostra o porquê de o empresário rural e urbano paraense tomar pouco crédito no sistema financeiro nacional por conta da ausência de garantias. A SGC Amazônia nasce nesse sentido para preencher essa lacuna. É uma Sociedade que vai poder contribuir para o desenvolvimento do Pará”, explica Lucas Gelain, diretor executivo da SGC Amazônia.

Assembleia de Constituição da SGC Amazônia
Além de diretor executivo da SGC Amazônia, Gelain é diretor executivo da Sicoob Transamazônica, uma das cooperativas de crédito que mais crescem no Estado, também criada em 2016. Para se ter uma ideia da velocidade de expansão da Sicoob Transamazônica, em janeiro, a singular possuía 5 mil associados e R$50 milhões em ativos. Em seis meses, dobrou o número de ativos e ultrapassou o dobro de cooperados. A meta é associar mais 4 mil até dezembro. Para 2021, mais ousadia: 30 mil cooperados.
Recentemente, a Transamazônica foi autorizada a repassar recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), modalidade Emergencial à totalidade dos municípios paraenses, criada para ajudar na recuperação econômica da região, com taxa de 2,5% ao ano. O FNO pode financiar investimentos de longo prazo, capital de giro ou custeio. É destinado aos segmentos agropecuário, agroindustrial, industrial, comércio, serviços, turismo, cultural e infraestrutura.
Como funciona
A SGC Amazônia faz uma análise de crédito, emite a fiança, o associado de posse dessa fiança vai à instituição financeira – cooperativista ou não – a fim de tomar o crédito. Em caso de inadimplência, a SGC Amazônia garante essa operação. “Estamos em contato com o Sebrae-PA para aporte de recursos para esse fundo de risco, que garante as operações. O Sebrae Nacional foi apoiador na constituição das demais SGCs do país”, acrescenta Antônio Henrique Gripp, presidente do Conselho de Administração da SGC Amazônia.
A instituição é filiada à Central das Sociedades Garantidoras, com sede no Paraná, em que toda a área contábil, recursos humanos, análises é realizada nessa Central e – no Pará – as áreas operacionais e de comercial junto às cooperativas. “Estamos à disposição para credenciar com os demais sistemas de cooperativas e à disposição do Estado do Pará nesse sentido de contribuir para o desenvolvimento, no tocante à concessão de crédito”, enfatiza o diretor executivo.
Dados
O segmento cooperativista de crédito é um dos principais no Estado. Dados do Diagnóstico do Cooperativismo do Estado do Pará 2019, da OCB-PA, apontam o setor como o segundo maior em número de cooperados (associados), com 30.136 mil pessoas, o que corresponde a 32,22% do número total de cooperados no Pará.
As cooperativas financeiras disponibilizam serviços bancários devidamente autorizados pelo Banco Central, como conta corrente, poupança, consórcio, financiamentos, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, de débito, crédito pessoal, investimentos, aplicativo e internet bank. Tudo com taxas e juros, em média, até 30% mais baixos que as instituições bancárias convencionais.
“Ver uma iniciativa dessas, que permite desburocratizar o acesso ao crédito, tendo a SGC como avaliadora e garantindo o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Banco Central, nos faz perceber a inovação e os benefícios reais e concretos para o nosso mercado e ainda sendo feito por uma cooperativa, é a evidência que podemos chegar muito mais longe cooperando e tendo a visão de futuro promissor para o Estado”, finaliza Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB-PA.

No nosso radar do Na Mídia, desta semana, muita notícia boa sobre os avanços do cooperativismo, lançamento da Agenda Política para as eleições 2020, parcerias com a Sedeme, Sedap, Jucepa, Ufra, Unimed Belém, Sebrae/PA, e muito mais.
É a força do cooperativismo mostrando para a sociedade a sua importância e o seu jeito único de trabalhar.
#namidia
#cooperativismo
A feira da COOPERARUIM é toda quinta e sábado em Paragominas.
Por meio de uma Chamada Pública, a cooperativa COOPERARUIM realizou no último dia 13 a entrega dos primeiros kits de alimentos de merenda escolar destinados aos alunos do Instituto Federal do Pará Campus Paragominas (IFPA Paragominas). Ainda estão previstas mais duas entregas, uma em novembro e a última em dezembro. No total, foram 120 cestas de alimentos entregues.
A cooperativa possui 9 anos de mercado, com a produção da agricultura familiar de 38 cooperados. Os alimentos são variados, desde frutas, hortaliças e polpa de frutas. Segundo a responsável técnica, Samara Costa, o momento exigiu muito mais da cooperativa e conseguir essa Chamada Pública, dentro do contexto da pandemia, significou muito mais do que trabalho. “A palavra é união. Foi um período muito difícil para todos os cooperados e fomos nos ajudando o tempo todo. Estamos trabalhando com a feira, toda quinta e sábado, estamos no app Compras.COOP.PA, tudo para facilitar o nosso fluxo no mercado”, explicou Samara.
Segundo o Censo Agropecuário, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017, 85% da produção agropecuária paraense é proveniente da agricultura família e é responsável por 38,65% do valor total da produção do Estado. No cenário cooperativista, a maioria das cooperativas agro também é de produção familiar.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, esse é um exemplo de ação e cooperação verdadeiramente cooperativista. “Estamos investindo nos mercados institucionais porque eles se mostraram mais estáveis e também se abrir para uma nova forma de estar no mercado, com o foco no cliente, nos consumidores, estabelecendo parcerias, tudo isso reflete no bom andamento da cooperativa, na confiança do cooperado e na saúde econômica de todos. Parabéns a todos da COOPERARUIM por fazem da cooperação uma estratégia de acolhimento e de mercado”, congratulou Raiol.
Aplicativo
A COOPERARUIM foi a primeira cooperativa a utilizar o aplicativo Compras.COOP.PA, desenvolvido pelo Sistema OCB/PA e a Universidade Federal Rural da Amazônia. No app, é possível ver a agenda de feiras, os produtos disponíveis com a retirada em sistema de drive thru, seguindo todas as recomendações estabelecidas pelos órgãos sanitaristas de saúde pública. Dá para comprar frutas, legumes e hortaliças, escolher as quantidades e fechar as compras no carrinho. Ao chegar ao local, efetuar o pagamento e pegar os produtos. Tudo de maneira prática e segura.
Serviço: Feira da Agricultura Familiar da COOPERARUIM ocorre todos os sábados, na Av. Teresina, em frente à Agência da Calimã.

A COOPERNORTE é a maior cooperativa de grão do Pará.
Fundada em 2011, por um grupo de 33 produtores rurais, a Cooperativa Agroindustrial Paragominense (COOPERNORTE) completou nove anos de atuação com a produção de grãos, sendo o milho, a soja, o milheto e o sorgo as principais culturas. A cooperativa é uma das maiores empresas do agronegócio paraense, presente em sete municípios e responsável por 30% da produção dos polos agrícola do sudeste e do nordeste paraense e mais 50% da produção total de Paragominas.
A comemoração foi na unidade 1 da cooperativa, localizada no KM 15 de Paragominas, no último dia 16. Estiverem presentes cooperados, colaboradores e parceiros. Segundo o presidente da COOPERNORTE, Basílio Carloto, o momento é mais que especial. “Esse dia é para nós muito especial porque é uma história de muito trabalho, muita dedicação, muita persistência, muito coração. Começamos do nada e hoje é um em que nos reunimos para relembrar esse início, valorizar o que já foi conquistado para continuar o trabalho rumo a mais vitórias”, contou.
Além da produção de grãos, a cooperativa está investindo em estudos para verticalizar a produção, agregar valor e ampliar mercados. “Hoje, estamos plantando as sementes da verticalização para que no futuro tenhamos produtos com maior valor agregado no produto do produtor lá da fazenda, transformado o grão ração, por exemplo”, adiantou Carloto.

É também uma das cooperativas que mais gera empregos na região.
A cooperativa também é reconhecida pelo trabalho social e pela valorização da mulher no ambiente do agronegócio. Não à toa, a cooperativa mantém o Núcleo de Mulheres Cooperativistas, coordenada pela cooperada Cirede Carloto, que incentiva a participação das mulheres no agronegócio, agregando as esposas dos associados ao processo de desenvolvimento da cooperativa, por meio de palestras, capacitações e de atividades de cunho social.
A cooperada Olinda Machado é está na COOPERNORTE há mais de sete anos. Para ela, é um momento ímpar para todos que fazem parte da cooperativa. “A COOPERNORTE é um marco. Um divisor de águas na nossa região. Tem uma época da agricultura antes da cooperativa e tem a época da agricultura após cooperativa. Nós viemos aqui para somar, para agregar, para tornar o nosso negócio viável, mostrar a nossa competência e que estamos aqui para vencer”, enfatizou a cooperada.
“A COOPERNORTE é um modelo de empreendimento cooperativista, que inspira e une espírito de empreendedorismo coletivo, profissionalismo e responsabilidade. O Sistema OCB/PA parabeniza a COOPERNORTE pelos 9 anos de crescimento e desenvolvimento do nosso Estado, sobretudo, por manter a cultura do cooperativismo presente no dia a dia da cooperativa. Isso também é prova de uma nova mentalidade de sucesso”, enfatizou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/Pará.

O presidente do Sistema OCB-SESCOOP/PA, Ernandes Raiol, apresentou as principais propostas do cooperativismo
para o desenvolvimento social e econômico dos municípios.
Nesta terça-feira (03), o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) realizou o lançamento oficial da “Agenda Política do Cooperativismo Paraense”, na sede do Sistema em Belém, para apresentar e orientar os interessados em incluir em seus projetos de governo as demandas das cooperativas. Em linhas gerais, são sete propostas transversais presentes na quase totalidade dos municípios do Estado. Para o evento foram convidados os candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. Participaram o candidato à Prefeitura de Belém Delegado Iguchi (Patriota) e o vice Sargento Gonçalves, na chapa de Vavá Martins (Republicanos). José Priante (MDB), que havia confirmado presença, não apareceu. O candidato à prefeitura de Concórdia do Pará, Fábio do Hospital (Republicanos) também esteve presente. Também foi convidado um representante de cada cooperativa atuante em Belém. O evento teve transmissão ao vivo pelos canais institucionais do Sistema no YouTube, Instagram e Facebook.
A Agenda Política do Cooperativismo Paraense é um documento em que o Sistema OCB-SESCOOP/PA aponta as principais necessidades das cooperativas, as demandas e as potencialidades econômicas em caráter municipal. As propostas foram validadas pelos Conselhos de Administração da OCB/PA e do SESCOOP/PA. O documento foi enviado a todos os candidatos, sem distinção de bandeira partidária, conforme os princípios que regem o movimento cooperativista.
No mundo, o modelo de negócio cooperativista abrange 1,2 bilhão de pessoas. Para cada 6, uma está associada a uma cooperativa. As cooperativas estão presentes em 105 países e geral 250 milhões de empregos. No Pará, cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas direta ou indiretamente em 659 cooperativas, desde a alimentação aos serviços médicos. Dados do Diagnóstico do Cooperativismo Paraense de 2019 do Sistema OCB-SESCOOP/PA, o número de profissionais que decidiram atuar no mercado de trabalho hoje chega a 139.346 mil cooperados, sendo o líder o setor mineral, com 47 mil cooperados, seguido do crédito, com mais de 30 mil, e o agropecuário – com 6.215 cooperados.

Todos os protocolos de segurança e saúde foram respeitados.
Em 2018, o Sistema OCB-SESCOOP/PA lançou a primeira agenda política para as eleições de governador e deputados estaduais e federais. Em 2019, foi reativada a Frente Parlamentar do Cooperativista, tendo a deputada Nilse Pinheiro como presidente, ao lado do Dirceu Tem Caten, Igor Normando, Ozório Juvenil, Carlos Bordalo e Heloísa Guimarães.
“O nosso objetivo com esse documento é deixar claro que nós sabemos quem somos, sabemos onde podemos chegar e de que forma precisamos chegar. Nós queremos levar essa experiência da Frencoop estadual para a esfera municipal porque já estamos tendo resultado e queremos levar para mais perto das cooperativas. Por isso, fizemos esse documento com o foco nos municípios porque nós sabemos da nossa capacidade de trabalho e geração de renda, consequentemente, emprego e arrecadação de impostos”, explicou Raiol.
Os candidatos presentes assinaram uma “Carta de Compromisso” em que se “comprometem”, se eleitos, em colocar em prática a Agenda Política do Cooperativismo Paraense, composta por sete propostas consideradas chaves e transversais a fim de alavancar e destravar cadeias produtivas locais. São elas:
1 – Política Municipal do Cooperativismo: Criação de Lei Municipal voltada para o incentivo às cooperativas conforme os dispositivos constitucionais, leis ordinárias e lei estadual 7.780/2013.
2 – Aplicação dos dispositivos constitucionais: As Constituições Federal e Estadual preveem uma série de benefícios para as cooperativas que precisam ser colocados em prática.
3 – Política de Microcrédito para as cooperativas: disponibilizar por meio de políticas públicas linhas de crédito específicas para as cooperativas.
4 – Diferimento de tributos e taxas municipais: Promover diferimento de impostos, taxas e demais obrigações municipais às cooperativas em razão de seu caráter social e sem fins lucrativos.
5 – Criação da Coordenação Municipal do Cooperativismo: Proporcionar a criação de coordenadoria ou diretoria voltada para atender às demandas do cooperativismo local, atrelada à secretaria responsável pelo desenvolvimento municipal.
6 – Estímulo ao mercado cooperativista: Por meio de políticas públicas, estimular a contratação e aquisição de produtos de cooperativas locais. Administrativamente, promover a efetivação do cumprimento da legislação do PNAE para a aquisição de produtos da agricultura familiar, assim como promover o incentivo à organização do Transporte através de cooperativas.
7 – Fomento ao cooperativismo: Criar instrumentos e mecanismos que estimulem o crescimento e o fortalecimento da atividade cooperativista como alternativa de desenvolvimento social e econômico para o município.
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Uma costura caseira e industrial com o selo da cooperação e do empoderamento feminino. A Coopermodas atua na produção de uniformes, malharia, materiais de proteção individuais, ecobags, brindes, entre outros. É a opção de trabalho e renda para 10 mulheres empreendedoras de Barcarena.
A cooperativa tem 13 anos de atuação. A motivação foi gerar trabalho e renda para as cooperadas. Dona Aúrea, a saudosa fundadora, convidou pessoas e montou um grupo inicial de 31 mulheres. Algumas atuavam de forma isolada, individualmente em suas casas. Outras não tinham qualquer ocupação. Foi uma opção de trabalho para ajudar na renda de casa.
“Melhorou muito pra mim. Era apenas dona de casa e não tinha nenhuma ocupação profissional. Me ajudou a ganhar uma renda a mais. Conseguimos estrutura e clientes para trabalhar”, explicou a atual presidente da Coopermodas, Florisvalda Amaral.
O perfil das cooperadas são mulheres, com idade entre 38 e 55 anos. Todas são donas de casa com filhos, que cuidam tanto da casa quanto do trabalho. A cooperativa trabalha essa questão social com a inclusão da mulher no mercado de trabalho.
Atualmente, o principal cliente é a Hydro Alunorte. O produto com maior saída é o porta Diphoterine, que serve para guardar, transportar e proteger o medicamento, oferecendo praticidade e rapidez em caso de emergência no combate de queimaduras químicas. Também na época da pandemia, a empresa de mineração comprou aproximadamente 9 mil máscaras. As 10 cooperadas concluíram o trabalho em dois meses, dentro do prazo solicitado.
A cooperativa prioriza produtos de qualidade, conforme a demanda do próprio cliente. São camisas, fardas de empresas, uniformes de colégio, entre outros. O grande objetivo das cooperadas é conseguir contrato fixo para poder desenvolver a cooperativa. Além da Hydro, a cooperativa atende com frequência ao Clube 1 de Barcarena, escolas privadas do município, empresas de batedores de Açaí e cooperativa de vans.
“Onze famílias da comunidade têm no trabalho da cooperativa a principal fonte de renda. Unimos esse fator com a necessidade de materiais de proteção, que estão em falta no mercado, diante do cenário de pandemia que está crescendo no Pará”, Mira Brito – Diretora financeira e administrativa da Coopermodas.
A nova diretoria retomou a parceria com o Sistema para buscar a organização social, administrativa e contábil. O objetivo é encontrar novos fornecedores, contratos e organização interna das atividades. Um dos serviços a serem acessados é o Projeto Incubcoop, que faz o acompanhamento contábil das cooperativas.
Serviço: Encomendas pelo número (91) 981676952 ou (91) 981545838 e e-mail e-mail:

A Cooperativa Unimed Oeste está preparando um evento super especial para a região. De cooperativa para cooperativa, serão abordados temas essenciais para o crescimento do setor, como Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. Será no dia 06 de novembro, das 08h às 17h na sede administrativa da Unimed. Faça já sua inscrição!
O evento é totalmente gratuito e tem o objetivo de fomentar conhecimento técnico e prático para o crescimento das cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará. “Convidamos a diretoria das cooperativas de Santarém e ou seus cooperados para aprender lições valiosas. Queremos o setor cooperativista no rumo do desenvolvimento”, reiterou o presidente da Unimed Oeste, Alberto Tolentino.
A cooperativa atua há 34 anos com a comercialização de planos de saúde empresariais, familiares e individuais. Possui uma rede de atendimentos que abrange 25 municípios do oeste paraense e mais de 30 mil beneficiários. A singular está se preparando para inaugurar um novo hospital Unimed, que terá um investimento de mais de R$ 70 milhões e a parceria com cooperativas de crédito da região.
O objetivo do evento é justamente trabalhar o pilar da intercooperação. Em virtude do crescimento acelerado que a Unimed Oeste tem experimentado nos últimos anos, a cooperativa busca agregar as demais singulares para que também cresçam juntas. Um dos caminhos é o compartilhamento de conhecimento.
Na Programação, haverá palestras sobre Gestão de Cooperativas, Sustentabilidade, Gestão Financeira, Marketing Digital e Contabilidade para Cooperativas. A equipe de palestrantes é formada por especialistas da própria Unimed Oeste do Pará.
“A Unimed Oeste é um grande exemplo de que o cooperativismo dá certo. Por isso, a programação é uma excelente oportunidade para colocarmos em prática o princípio da intercooperação, de trabalharmos juntos em prol de um cooperativismo mais forte. Além do conhecimento a ser agregado como ferramenta de gestão, é uma oportunidade para as cooperativas estarem juntas e ampliarem vínculos de negócio”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: As inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.sympla.com.br/intercoopera__1027830. A programação ocorre no dia 06 de novembro, das 08h às 17h no auditório Waldemar Pena na sede administrativa da Unimed, localizado na Tv. Dom Amando, 911, Santa Clara - Santarém, PA.
As Eleições em 2020 são mais uma oportunidade para construir um cooperativismo mais forte. Para tanto, o Sistema OCB/PA elaborou a Agenda Política com as principais demandas do setor em âmbito municipal. O documento foi enviado aos candidatos a prefeito e vereador e será apresentado oficialmente em Belém na próxima terça (03), às 16h na sede do Sistema OCB/PA. Já confirmaram presença o Delegado Federal Eguchi (Patriota) e Priante (MDB).
Muitos candidatos à câmara de vereadores municipais e às prefeituras estão buscando informações sobre o sistema cooperativista. Para facilitar a inclusão de ações pró-cooperativistas, o Sistema OCB/PA disponibilizou a “Carta Aberta do Cooperativismo Paraense 2020”, em que apresenta as sete prioridades para que os interessados possam incluir em seus respectivos planos de governo.
Esta é a segunda vez que a instituição realiza um documento apresentando essas prioridades. “Validamos a Agenda Política com o Conselho de Administração da OCB/PA, que é formado pelos representantes das nossas cooperativas. Recebermos todos os candidatos dispostos a investir nesse sistema e analisar nossas demandas, sem distinção ou bandeira partidária. No cooperativismo o que impera é a cooperação”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
No Pará, cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas direta e indiretamente em 7 segmentos econômicos: Trabalho, Produção de Bens e Serviços; Agropecuário; Transporte; Saúde; Infraestrutura e Crédito. Ao longo de quase cinco décadas de atuação, o cooperativismo paraense chegou a um patamar Fomento ao cooperativismo de considerável expressividade econômica, conseguindo caminhar com autonomia.
O número de profissionais autônomos empreendendo através do cooperativismo vem crescendo nos últimos anos. Atualmente, o número são mais de 139 mil cooperados. O ramo Crédito lidera com 19.948 cooperados, seguido do ramo Agropecuário com 6.215 e do Saúde com 4.394.
Conheça as 7 Prioridades do Cooperativismo Paraense para as eleições de 2020.
1 – Política Municipal do Cooperativismo
Criação de uma lei municipal que estabeleça diretrizes e regras voltadas para o incentivo à atividade cooperativista no município, tomando por base as disposições constitucionais, lei ordinária e lei estadual 7.780/13.
2 – Aplicação dos dispositivos constitucionais
As Constituições Federal e Paraense preveem uma série de dispositivos que beneficiam o segmento cooperativista.
3 – Estímulo ao mercado cooperativista
Por meio de Políticas Públicas, estimular a contratação e aquisição de produtos de cooperativas locais. Administrativamente, promover a efetivação do cumprimento da legislação do PNAE para a aquisição de produtos da agricultura familiar. Assim como promover o incentivo à organização do Transporte através de cooperativas.
4 – Diferimento de taxas e tributos municipais
Promover o diferimento de impostos, taxas e demais obrigações municipais às cooperativas em razão de seu caráter social, sem finalidade lucrativa.
5 – Política de microcrédito para cooperativas
Disponibilizar por meio de Políticas Públicas linhas de crédito específicas para as cooperativas.
6 – Criação de coordenação municipal do cooperativismo
Proporcionar a criação de coordenadoria/ diretoria voltada para atender as demandas do cooperativismo local, atrelada à secretaria responsável pelo desenvolvimento municipal.
7 - Fomento ao cooperativismo
Criar instrumentos e mecanismos que estimulem o crescimento e o fortalecimento da atividade cooperativista como alternativa de desenvolvimento social e econômico para o município.
Serviço: Para acessar o documento na íntegra, clique aqui.

Representantes da Sedeme, do Sistema OCB/PA e da CART
A Cooperativa dos Agricultores da Região de Tailândia (CART) pretende expandir a área de atuação, diversificar a produção e estabelecer um novo modelo de sustentabilidade energética para a agroindústria, com o uso de energia fotovoltaica. Para executar o projeto, buscou apoio do Sistema OCB/PA e da Sedeme, que validou “Carta Consulta” para financiamento no valor de R$600 mil por meio do Banpará.
Com 30 anos de atuação, a cooperativa possui 35 cooperados e é uma das mais tradicionais do Estado com abastecimento prioritário do mercado interno, fornecendo castanha de caju para grandes redes supermercadistas de Belém e do Sudeste brasileiro. “O nosso objetivo é melhorar a nossa estrutura que já existe para ampliar ao segmento de polpa de frutas, aumentar o nosso estoque de castanha de caju e instalar placas de energia solar”, conta Jeane Carvalho, gerente administrativa da CART.
Para esse processo, a cooperativa conta com o apoio do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA), que promoveu visita técnica à cooperativa com a presença de representantes do próprio Sistema e da Sedeme. Estiveram presentes o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, o coordenador da DDICS na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME), Mauro Barbalho e o empresário da Ação Sustentável da Amazônia (ASA Açaí), João Hermeto.
“A gestão pública precisa ver de perto a realidade e as potencialidades das nossas cooperativas para que possam acessar os recursos disponíveis hoje nos diversos programas e projetos vigentes. A CART é uma dessas cooperativas, que possuem um trabalho sério, capaz de alçar voos mais longos e com qualidade”, afirma Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
A “Carta” foi validada pela Sedeme e está em processo de avaliação pelo Banpará. Após aprovada, será iniciado o processo de elaboração do projeto para que cada etapa e utilização dos recursos sejam evidentes e verificáveis para a prestação de contas.
Para se ter uma ideia do quanto a CART é uma cooperativa sólida, em média, comercializa cerca de 130 toneladas de castanha de caju por ano, mas em 2019, esse número foi de 160 toneladas

As cooperativas poderão participar de chamada pública do Instituto Federal do Pará Campus Belém, para a aquisição de gêneros alimentícios destinados ao atendimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Serão adquiridos itens como feijão, farinha, banana e laranja. As propostas devem ser feitas no dia 04 de novembro.
Para a comercialização com as cooperativas, o montante máximo a ser contratado será o resultado do número de cooperados multiplicado pelo limite individual de até R$ 20 mil por cooperado. Terão preferência os fornecedores locais aos demais.
Na chamada, serão adquiridos os produtos: feijão caupi, ovo de galinha caipira, farinha de mandioca d'água, banana prata, couve manteiga, laranja pêra in natura, arroz beneficiado do tipo agulhinha. O prazo de vigência da contratação é de 12 meses prorrogáveis contados da data de sua assinatura.
A entrega dos envelopes com as propostas deve ser feita até o dia 04 de novembro. A Chamada será no dia 05 de novembro às 10h. Poderão participar agricultores familiares individuais e os organizados em grupos como cooperativas e associações, detentores de DAP Jurídica.
Além do extrato da DAP jurídica emitidos nos últimos 30 dias, também deverá a cooperativa apresentar prova de regularidade com a Fazenda Federal, relativa à Seguridade Social e FGTS; Cópias do estatuto e ata de posse da atual diretoria; Projeto de Venda de Gêneros Alimentícios da Agricultura Familiar para Alimentação Escolar; Declaração de que os gêneros alimentícios são produzidos pelos cooperados.
Por meio do Programa de Alimentação Escolar, o IFPA Campus Belém, atende, atualmente cerca de 2.216 alunos matriculados no Ensino Médio e Técnico Subsequente, podendo ter um aumento ou diminuição de número de alunos durante o ano letivo em virtude de transferências e evasão escolar.
A Lei Federal nº 11.947, de 16 de junho de 2009, art. 14 determina que do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo 30% (trinta por cento) deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.
“Temos feito um trabalho de articulação junto às instituições do serviço público para o cumprimento da legislação, na compra da agricultura familiar. Também temos orientado no sentido de chamadas públicas que estejam de acordo com a realidade dos produtos ofertados pelas cooperativas. Parabenizamos, inclusive, o IFPA campus Belém pelo excelente trabalho de pesquisa para uma licitação assertiva”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

O registro de processos em cooperativas segue normativos diferenciados, o que demanda um maior alinhamento entre a Junta Comercial do Estado do Pará (JUCEPA), Sistema OCB/PA e cooperativas. A renovação da parceria entre as instituições dará continuidade às ações já realizadas. Na última terça (20), o presidente da OCB/PA, Ernandes Raiol, e a presidente da Jucepa, Cilene Sabino, assinaram o termo de cooperação.
O objetivo institucional da Jucepa é dar legalidade aos atos do registro público de empresa mercantil e atividades afins, garantindo a sua segurança e validade. Também disponibiliza informações mercantis à sociedade em seus diversos níveis com caráter público, podendo qualquer pessoa obter certidão integral ou parcial de todos os atos registrados.
Já o Sistema OCB-SESCOOP/PA é o órgão máximo de representação das cooperativas, responsável pela manutenção da identidade cooperativista, formação profissional, monitoramento, promoção social, representação política e sindical, além de outras soluções em prol do desenvolvimento do setor no Estado.
“O cooperativismo é uma modalidade específica que requer estudo aprofundado, sua divulgação e estímulo a fim de se avançar no registro mercantil desse segmento, tanto para os colaboradores da JUCEPA quanto aos usuários. Esse acordo visa justamente consolidar o processo de fortalecimento das cooperativas no estado do Pará”, comentou Cilene Sabino.
No termo de cooperação, estão previstas ações em conjunto na realização de cursos, seminários, workshops e palestras para capacitação de contadores e demais interessados. É atribuição do Sistema OCB/PA exercer, em conjunto com a JUCEPA, a coordenação, supervisão e fiscalização das ações; Estabelecer e difundir as metodologias adequadas para a promoção dos eventos; Fornecer os materiais necessários à consecução do acordo de cooperação técnica.
Já a JUCEPA terá as atribuições de promover, junto com a OCB/PA, programas e projetos de desenvolvimento que versem sobre o treinamento de contadores e demais interessados no estudo do Cooperativismo; Disponibilizar, em dia convencionado e sem custo, o seu auditório para realização dos eventos; Estimular a divulgação e participações dos interessados nas capacitações oferecidas.
“A aproximação com a Junta Comercial vem trazendo bons resultados para as cooperativas paraenses ao longo dos últimos anos. Assertividade e celeridade nos processos de registro na entidade são algumas das vantagens que continuarão beneficiando as singulares em suas demandas”, reiterou Ernandes Raiol.
Desde 2016, o Sistema OCB/PA e a JUCEPA mantém acordo de cooperação, facilitando o entendimento tanto das particularidades do cenário das cooperativas quanto do aparato legal exigido pela JUCEPA. A medida tem ampliado a segurança jurídica do segmento.
Ao longo desse período, já foram realizadas diversas ações, como os Ciclos de Palestras sobre o processo de Digitalização da JUCEPA; Webinars sobre Realização de Assembleia Geral e Arquivamento de Ata na Jucepa; Participação no Encontro de Coordenadores das Unidades Desconcentradas, nos lançamentos do Projeto Integrador Pará da JUCEPA e no projeto OCB/PA Itinerante.

Presidente da Unimed Belém, Wilson Niwa, visita a Comunidade do Palheta para implantação de projeto de responsabilidade social
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP/PA) e a Unimed Belém iniciaram a primeira etapa do projeto de implantação de um sistema alternativo de saneamento por meio de banheiros secos ecológicos, com uma visita técnica à comunidade do Palheta, em Muaná, na Ilha do Marajó. Durante a visita, também foi realizado um levantamento sobre as potencialidades econômicas e produtivas da comunidade, com vias na criação de cooperativas agropecuárias e de trabalho, produção de bens e serviços.
O projeto é resultado da campanha de voluntariado cooperativista, o Dia de Cooperar, que este ano foi totalmente voltado à assistência de comunidades e cooperativas em situação de vulnerabilidade. A Unimed Belém é parceria da campanha desde a primeira edição, em 2014. Como o projeto atende a sete dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), o SESCOOP/PA estruturou e apresentou à Unimed Belém, que já realiza um trabalho assistencial com comunidades ribeirinhas há mais de uma década.
Segundo informações levantadas pelo SESCOOP/PA, o Palheta possui baixos Índices de Desenvolvimento Humano. Das 38 famílias que moram lá, apenas 8 possuem banheiros de alvenaria. Todos com fossas diretamente no solo, o que acaba contaminando o ambiente.
“A contaminação da água é um dos graves problemas na Amazônia, porque ao afetar o meio ambiente incide diretamente na saúde das comunidades ribeirinhas. Implantar sistemas de tratamento de dejetos é um investimento na saúde das pessoas”, explica Eduardo Abrahão, coordenador da responsabilidade social da Unimed Belém, Eduardo Abrahão.
Estrutura
A tecnologia a ser utilizada será de baixo investimento, evitará a contaminação do solo e produzirá insumos que podem ser utilizados como fertilizantes naturais. Será um sistema integrado de uso e tratamento dos resíduos humanos (fezes, urina e papel higiênico) sem consumo de água. Funcionará através de uma câmara isolada e impermeável em que se misturarão os resíduos com serragem, promovendo a compostagem seca e a reintegração do excedente (em forma de composto) ao ambiente.
O SESCOOP/PA atuará na organização da produção para fomentar a verticalização produtiva na própria região. A intenção é organizar as comunidades para que formem uma cooperativa ou se estruturem para participar de alguma já existente. “O nosso objetivo vai além da implantação dos banheiros ecológicos, queremos levar possibilidades viáveis de sustentabilidade social, econômica e ambiental para essas comunidades do Marajó. A Comunidade do Palheta será o nosso piloto e já excelentes perspectivas”, adianta Júnior Serra, superintendente do SESCOOP/PA.
A visita foi realizada no último final de semana e o resultado foi encantador. Ainda segundo o superintendente, a comunidade é rica em história, gastronomia e possibilidades de implantação viável de cooperativas para produção e comercialização de aves, suinocultura, laticínios, hortifrútis, extrativismo, açaí e turismo agroecológico. “Ficamos encantados com a comunidade e seu modo de vida simples, sustentável e acolhedor. Conversamos com a comunidade e nas próximas etapas, vamos iniciar o processo de esclarecimento sobre o que é e como atua um negócio cooperativista”, explica.
No projeto, também estão previstos a realização de ações de atendimentos de saúde, em parceria com a Sociedade Bíblica Brasileira, revitalização da comunidade, por meio de pintura das casas.
Mercado
Após essa organização, está no planejamento estimular a intercooperação com outras cooperativas agropecuárias, como a CAMTA. A Unimed Belém também sinalizou interesse de fazer a compra de hortifrútis para abastecer as suas unidades de atendimento hospitalar. A intenção é inserir um selo de responsabilidade da Unimed nos produtos para também estimular os cooperados e funcionários a adquirirem a produção.
“Somos mais de 2 mil colaboradores e 1.800 médicos cooperados que podem também colaborar. Além das unidades que já temos, estamos construindo um novo hospital que vai ter uma grande demanda de consumo de frangos, ovos, entre outros produtos. Por isso é tão importante desenvolvermos a atividade agrícola das comunidades ribeirinhas mais próximas“, reiterou Wilson Niwa, presidente da Unimed Belém.

O XIII Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária (XIII SICOOPES) e a IV Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social (IV FECITIS) este ano será 100% online e gratuito de 8 a 11 de dezembro. Os eventos são científicos e realizados pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares (PPDRGEA) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará em cooperação internacional com a Universidad de Alicante (Espanha) e Le Mans Université (França).
O SICOOPES e FECITIS são eventos de referência para o segmento cooperativista. Destaque para as últimas três edições em que o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-SESCOOP/PA) teve participação direta programação.
Segundo o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, o evento é um dos mais importantes do cenário internacional porque une de maneira prática o que há de melhor em pesquisa, inovação, tecnologias sociais e extensão. “Essa expertise nos incentivou à parceira com o IFPA para fazermos o Mestrado Profissional em Tecnologias Agroalimentares direcionado para o desenvolvimento de cooperativas. Isso nos motivou também a realizar o nosso primeiro evento científico direcionado à pesquisa do cooperativismo, o Encontro Paraense de Pesquisadores do Cooperativismo”, explica.
Ainda segundo o superintendente, quanto mais se investe na produção de conhecimento, na aproximação entre academia e cooperativas, mais o segmento se fortalece e novas oportunidades se apresentam. “Quanto mais as cooperativistas se qualificarem, mais poderão aproveitar as oportunidades de mercados qualificados, como o europeu e asiático”, completa.
Na programação, nomes como professor Dr. François Laurent, Le Mans Université (França), profª Dra. Lívia Madureira, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douros (Portugal) e profº Daniel Goméz Lópes, da Universadad de Alicant (Espanha).
Serviço: Mais informações e inscrições: https://www.sicoopes.com.br/

Essa semana o nosso “Na Mídia” destaca as publicações sobre o app Compras.Coop.Pa que estrou na semana passada em Belém na Feira do Produtor Rural, organizada pelo Sebrae/PA, Sedap e Faepa/Senar. A COOAFAV foi a cooperativa a participar do evento. Destaque também para as “Propostas do Cooperativismo para as Eleições 2020” e para o prazo de cadastramento do Sou.Coop, que segue até o dia 30 de outubro.
#namidia
#somoscoop

A cooperativa COOAFAV também está no app Coompras.Coop.PA
O primeiro teste em Belém foi aprovado. Com a participação na Feira do Produtor Rural, organizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Seção Pará (Sebrae/PA), com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Serviço de Aprendizagem Rural (Faepa/ Senar), nesse final de semana no bairro do Umarizal, em dois dias, o número de download do app Compras.Coop.Pa aumentou em 800% segundo o Laboratório do Curso de Sistemas de Informação da Universidade Rural da Amazônia (Ufra), que em parceria com o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (Sistema OCB/PA) criaram da plataforma.
O aplicativo visa facilitar a vida do consumidor que pode acessar a agenda de feiras, selecionar os produtos e só passar para buscá-los, evitando – assim – aglomeração e espera desnecessária. “Quando estávamos formatando o projeto, pensamos em um aplicativo que pudesse conectar o consumidor final à rede de cooperativas assistidas pelo Sistema OCB/PA com o objetivo de facilitar a vida desse consumidor e ampliar mercado para as cooperativas”, Fábio Bezerra, docente e coordenador do Laboratório do Curso de Sistemas de Informação da Ufra.
Evento fez parte das ações do Sebrae/PA para aumentar as vendas de pequenos negócios no mês de outubro, com programação até o dia 25. A Cooperativa de Agricultores Familiares do Assentamento Abril Vermelho (COOAFAV), do município de Santa Bárbara, levou frutas, hortaliças, verduras, tucupi e aves. Tudo fresquinho, bem ao gosto dos fregueses. “Durante a pandemia, tivemos muitas perdas e isso nos motivou a fazer a venda online, foi a partir daí que voltados a ter venda. Nossos produtos são todos livres de agrotóxicos, com produção familiar e sustentável. Em breve, teremos a certificação de orgânicos e a participação em mais feiras”, adiantou Luiza Mara Souza, presidente da COOAFAV.

Representantes da Ufra, do Sebrae-PA, da COOAFAV e do Sistema OCB/PA
A cooperativa foi criada ano passado a partir de mutirões de produção e os próprios agricultores percebera o poder da união e começaram a correr atrás para saber como se organizar em uma cooperativa. De lá para cá, o cenário ampliou e a COOAFAV é uma das cooperativas que estão investindo em parcerias institucionais e em intercooperação. Não à toa, também assinou um Termo de Intercooperação com a cooperativa de trabalho UNICA para a elaboração de projetos de captação de recursos. No último dia 13, saiu à primeira aprovação de um projeto dessa parceria, que irá atuar diretamente em ações de “não à queimada” e incentivar o reflorestamento, em áreas já antropizadas.
“Vamos começar agora os nossos cursos de capacitação junto ao Sistema OCB/PA. Os nossos produtos já estão cadastrados no Compras.Coop.Pa. Tudo está sendo bem recebido pelos produtores até porque nós temos dificuldade com o digital, não está sendo muito fácil. Por isso, o Sistema OCB/PA vai dar todo o ensino de como mexer, como cadastrar os produtos. Estamos vendo como melhorar também o nosso acesso à internet, porque é uma área rural. Na sede da cooperativa tem internet, mas isso precisa estar disponível para todos os produtores”, reforçou Luiza Mara Souza.
“Parceria que parceria beneficia todo mundo. Esse é o espírito dessa nossa parceria aqui com o Sebrae/PA, que sempre abre portas para as cooperativas e hoje nos permite testar mais essa ferramenta que é o Compras.Coop.PA, que já está funcionando e obtendo resultado. Aproveitar para agradecer ao superintendente do Sebrae/PA, Rubens Magno, por ter aberto esse espaço. Precisamos de mais eventos como esse para colocar o app na vida das pessoas”, enfatizou Júnior Serra, superintendente do Sistema OCB/PA.
A Feira
Foi a primeira vez que o Sebrae/PA realizou um evento como esse em Belém dentro das festividades do Círio de Nazaré. Anualmente, o Festival do Artesanato do Círio tradicionalmente prioriza manualidades, mas este ano, precisou ser diferente. Segundo o superintendente do Sebrae/PA, Rubens Magno, além das ações já consolidadas para outubro, percebeu-se oportunidades de se atender uma gama ainda maior de empreendedores por meio da alimentação. “O paraense se alimenta muito bem e vimos à oportunidade de colocar esses produtos direto do campo para a mesa das pessoas. Começamos com a feira itinerante em vários municípios, em parceria com Sedap, fizemos uma na semana passada em Marituba e estamos finalizando esse processo aqui em Belém. A nossa intensão é tornar essa feira frequente”, explicou Rubens Magno.

O Sebrae/PA estuda manter a feira de maneira frequente em Belém
Para a feira, os participantes receberam orientações sobre os protocolos de segurança, de higiene, utilização de máscara, de álcool em gel, para que os consumidores se sintam seguros para efetivar as compras. “As pessoas precisam sentir confiança nos estabelecimentos para que possam comprar. Quando se adquire um produto para alimentar a família é preciso que esse produto seja seguro e é justamente esse o nosso objetivo aqui nesse projeto, mostrar esse valor às pessoas, tanto para os consumidores quanto para os empreendedores”, finalizou Rubens Magno.
O Evento fez parte das ações do Sebrae/PA para aumentar as vendas de pequenos negócios no mês de outubro, com programação até o dia 25. No total, a feira disponibilizou a produção de 70 agricultores familiares de Ananindeua, Marituba e Santa Bárbara, em 15 barracas para a venda de pato, hortaliças, frutas, legumes, verduras, flores comestíveis, plantas ornamentais, óleos e essências da Amazônia, galinha e ovos caipiras.