
Ampliar suas operações em Ulianópolis é um dos objetivos da Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Uraim e Condomínio Rural de Paragominas (Cooperuraim) para 2021. A singular realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) no dia 19 de fevereiro com posse do novo Conselho Fiscal.
Na pauta da reunião, foi apresentada a prestação de conta do exercício de 2020 da Diretoria, relatório anual, balanço patrimonial, parecer do conselho fiscal, destinação das sobras apuradas, rateio das perdas ocorridas no ano de 2020 e eleição do novo Conselho Fiscal.
“A abertura de uma filial da cooperativa em Ulianópolis também foi outra pauta da reunião, assim como o planejamento de gestão para 2021 e a prorrogação do mandato da atual diretoria para março de 2022”, disse Samara Silva, engenheira agrônoma da Cooperuraim.
A Cooperativa dos Produtores Rurais de Paragominas possui 40 cooperados, e tem como principais produtos as frutas, verduras e a agroindústria da polpa de fruta artesanal.
Como medida preventiva provocada pela pandemia, a reunião aconteceu no auditório do Parque de Exposições do município de Paragominas, para que não houvesse aglomeração entre os cooperados.
O Empório Cooperativista reúne, em um só espaço, produtos de cooperativas de todo o Pará, mostrando a diversidade e qualidade do que é produzido pelo segmento. A vitrine fica localizada na sede do Sistema OCB/PA e será inaugurada oficialmente no dia 20 de abril.
O espaço é pensado para divulgar e comercializar o que há de melhor em produtos das cooperativas paraenses. Os visitantes poderão encontrar artesanatos, cosméticos, mel, farinha, chocolates, bebidas, laticínios, biscoitos, doces, adubo orgânico, entre outros.
“Este é mais um momento especial na história do cooperativismo paraense. Há muito tempo buscávamos um lugar que pudesse mostrar todo o potencial que temos no nosso segmento. É mais uma excelente oportunidade para as cooperativas, no centro da capital paraense, mostrarem à toda comunidade paraense quem nós somos”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A finalidade primária do Empório é, por meio da exposição dos produtos aos públicos estratégicos que visitam a sede do Sistema OCB/PA, possibilitar a geração de negócios para as cooperativas.
De acordo com dados do diagnóstico do cooperativismo paraense, meios de acesso ao mercado são um dos principais desafios para 38% das cooperativas agropecuárias. por ocasião da pandemia, 15% das cooperativas apontaram a mesma necessidade e outros 15% identificaram dificuldades na entrega dos produtos.
Com base nessas demandas, o Sistema OCB/PA tem atuado em diversas frentes de trabalho com parcerias e diagnósticos de inteligência de mercado. O objetivo é ampliar a participação das cooperativas no cenário comercial do estado.
O empório cooperativista surge com essa finalidade. é a vitrine do cooperativismo paraense, reunindo em um só lugar produtos de diversas cadeias produtivas de vários municípios que apostaram nesse modelo de negócio para alavancar o seu desenvolvimento socioeconômico.
“Todos os dias recebemos aqui, na casa do cooperativismo, capital do estado, diversos tipos de público estratégico dos setores públicos estadual e municipal, setor privado, entidades regulamentadoras e decisivas para o andamento do nosso negócio. O empório será o ponto de convergência dos produtos cooperativistas, onde todos esses públicos estratégicos poderão ter contato direto com o que é produzido em cooperativas”, reiterou Raiol.
O espaço está localizado na recepção da Casa do Cooperativismo. A intenção é ampliá-lo para receber ainda mais produtos e utilizar o aplicativo ComprasCoop/PA para divulgá-los. As cooperativas expositoras deverão estar regulares junto ao Sistema OCB/PA para garantir participação no Empório Cooperativista. Os produtos disponíveis para venda são de origem exclusiva da cooperativa, com a devida identificação.
Na área de chocolates, estão expostas as barras de chocolate orgânico da CAMPPAX, de São Félix do Xingú e a variedade de trufas, tabletes, nibs, cacau em pó, amêndoa de cacau crocante, geleias e licores da COOPATRANS, que detém a marca de chocolates Cacauway, da região da Transamazônica.
No artesanato, estão os produtos inovadores, ressocializadores e transformadores da COOSTAFE, cooperativa de Ananindeua que é a única do país formada exclusivamente por mulheres custodias pelo sistema prisional. Também estão as máscaras e ecobags da cooperativa COOPERMODAS, do município de Barcarena.
Como um bom canto paraense, não poderia faltar a velha e boa farinha de mandioca e de tapioca das cooperativas D'IRITUIA e COAPEMI de Irituia, COOPASMIG de São Miguel do Guamá e CCAMPO de Santarém. Também não poderiam faltar as famosas castanhas-do-pará e de caju da cooperativa CART, de Tailândia.
Na área de polpas, o espaço tem sabores variados da cooperativa COOPERURAIM de Paragominas, COOPER de Parauapebas e da CAMTA de Tomé-Açu. Também temos outros produtos variados como adubo orgânico, cosméticos, mel, biscoitos, doces, manteiga, requeijão e café.
Na área de laticínios e bebidas lácteas, a CASP de vigia apresenta seus sabores naturais e variados de iogurte. O espaço também terá queijos da COOPERNOVA, do Mato Grosso com filial em novo progresso, e o famoso sobert da CAMTA.
A CERIMÔNIA
Em virtude dos protocolos de segurança e saúde, a cerimônia de inauguração do Empório terá presença reduzida de pessoas no formato semi-presencial. “Convidamos as cooperativas para conhecerem o local e também divulgá-lo como um ponto de exposição e venda do seu produto em Belém. Acredito que teremos avanços importantes no próprio reconhecimento da sociedade sobre quem somos e, assim, conquistar espaços ainda maiores para o cooperativismo paraense”, reiterou o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra.

Com o objetivo de garantir que os supermercados do Estado possam contribuir com a geração de renda no cooperativismo, a deputada estadual professora Nilse Pinheiro, que preside a Frente Parlamentar do Cooperativismo Paraense (FRENCOOP-PA), peticionou emenda à Lei 221/2019 que determina que os supermercados do Estado comprem sacolas biodegradáveis e ecobags de cooperativas.
“Dei entrada a um projeto que emenda a lei original, determinando que os supermercados possam também contribuir com as cooperativas do nosso Estado por meio da obrigatoriedade de compra de ecobags de cooperativas, favorecendo o meio ambiente, a geração de emprego e renda e o consumidor”, disse a deputada Estadual e professora, Nilse Pinheiro.
A Lei 221/2019, que entrou em vigor no dia 14 de fevereiro, obriga a substituição de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais localizados no Pará. Só no Brasil, 1,5 milhão de sacolas são distribuídas por hora, segundo o Ministério do Meio Ambiente.
Sancionada pelo Governo do Estado ainda em 2019, a matéria deu um prazo de 12 a 18 meses para que todos pudessem se adaptar. O objetivo é reduzir a poluição das ruas e rios, já que o material pode demorar séculos para se decompor. A partir da data, fica proibida a distribuição das sacolas de polietileno, independentemente de serem gratuitas ou não.
“Torcemos para que o projeto seja aprovado e as cooperativas sejam mais uma vez beneficiadas pela representatividade da FRENCOOP/PA, presidida pela Deputada Nilse Pinheiro, na Alepa. Será uma conquista importante para o fomento às atividades das cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços que confeccionam esse tipo de produto, agora, de necessidade básica para o consumidor”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


Nesta quarta-feira (24), a Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) aprovou a reabertura das operações de financiamento do Fundo Esperança do Governo do Estado. E dentro desse programa, que já beneficiava cooperativas de Trabalho, Produção de Bens e Serviços, a emenda aprovada inclui as de agricultura familiar e de transporte. O projeto foi apresentado pela deputada estadual professora Nilse Pinheiro, que preside a Frente Parlamentar do Cooperativismo Paraense (FRENCOOP/PA).
“Desejamos que essa concessão de crédito possa contribuir com o fortalecimento das cooperativas através da FRENCOOP/PA. Não podemos deixar de dizer o quanto as nossas cooperativas, os nossos micro e pequenos empresários e a agricultura familiar também necessitam desse recurso. Então, quero parabenizar o Governo por dar continuidade ao Fundo Esperança”, disse a deputada professora Nilse Pinheiro.
A concessão de crédito tem o objetivo de reduzir os impactos da pandemia na economia, principalmente em razão da necessidade de adoção de novas medidas restritivas, com objetivo de evitar o agravamento de uma segunda onda de infecções pelo coronavírus.
De acordo com a Deputada, é importante que se possa dar continuidade no programa de acesso ao Fundo Esperança, que nesse momento destina R$ 100 milhões de reais para concessão e garantia de crédito.
Pelo projeto de Lei 12/2021, de autoria do próprio Executivo, as operações do Fundo Esperança serão reabertas, sendo inclusive permitida a tomada de financiamentos no exercício de 2021 por aqueles que já haviam sido beneficiados no exercício de 2020, desde que verificada a sua adimplência quanto aos valores anteriormente recebidos.
O prazo para pagamento será de até 36 meses, com carência de 180 dias para o pagamento da primeira parcela. Com a aprovação da matéria, o Governo também fica autorizado a abrir Crédito Especial no Orçamento Fiscal e da Seguridade Social de 2021, em favor da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), no valor de até R$ 100 milhões.
O Fundo Esperança foi criado pelo Governo Estadual, com o objetivo de amenizar os impactos negativos gerados pelo novo coronavírus nos pequenos negócios. O intuito é financiar, emergencialmente, microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP), cooperativas e empreendedores da economia criativa (pessoa física/ CPF) sediados no Estado do Pará, sendo concedidos R$153 milhões a 66 mil empreendedores, entre pessoas físicas e jurídicas.
“Os efeitos da pandemia ainda serão sentidos em 2021. O mercado pode desacelerar e comprometer a sustentabilidade da economia nacional, o que demanda uma postura preventiva do Estado, tanto no acesso a crédito como em outras medidas de abertura de mercado. Parabenizamos o Governador Helder Barbalho pela iniciativa e à nossa deputada Nilse Pinheiro pelo brilhante trabalho na representação das cooperativas paraenses”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Daqui a pouco, Remo e Brasilense entram em campo para decidir o vencedor da competição. O troféu a ser erguido pelo campeão, pelo terceiro ano consecutivo, foi produzido pela Cooperativa Mista da Floresta Nacional do Tapajós (Coomflona). A singular de Belterra recebeu o desafio de confeccionar dois troféus para a cerimônia de premiação da Copa Verde, competição que levanta a bandeira da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.
A preparação para esse momento decisivo iniciou há cerca de dois meses. Não para os atletas dos times participantes, mas para comunitários da Floresta Nacional do Tapajós, uma unidade de conservação de cerca de 530 mil hectares, que compreende os municípios de Belterra, Aveiro, Rurópolis e Placas, na região oeste do estado do Pará.
Este ano, os trabalhadores da Coomflona produziram o troféu para o artilheiro da competição e uma das três taças que serão entregues à equipe campeã do torneio.
O primeiro prêmio foi confeccionado com as madeiras muiracatiara e itaúba e projetado pela designer Roberta Rampazzo.
- Eu tentei representar com as bolas formando o corpo do jogador não só os gols marcados, mas todos esses anos de dedicação ao futebol, ao esporte, ao time. Principalmente em um ano como esse, tão desafiador. Fico muito honrada pelo convite, foi uma responsabilidade enorme desenhar uma peça que carrega tanto valor sentimental para quem recebe – afirmou a artista.
Já o troféu para o campeão foi projetado por Paulo Alves e confeccionado com as madeiras roxinho, muiracatiara, ipê e itaúba. O desenho homenageia a região amazônica.
- É uma homenagem às madeiras brasileiras. Eu fiz sobre uma base que é um mapa da Amazônia legal, toda a região da bacia amazônica, e sobe uma representação de uma árvore, cada um de uma forma e com uma madeira diferente – explica o designer.
O material utilizado na produção é 100% nativo e certificado com o selo FSC, que atesta o bom manejo florestal. Todo o trabalho de confecção foi realizado pelos moradores das 26 comunidades da Flona do Tapajós.
- O projeto é executado por comunitários, desde encontrar a madeira na floresta até o produto final. Toda a cadeia é comunitária. Isso visa o meio social e legal. Nosso projeto é certificado, tem garantia desse processo – ressaltou Arimar Feitosa, coordenador do setor de movelaria da Coomflona.
Esse manejo da floresta é o pilar do trabalho da Coomflona, que completou recentemente 16 anos de atuação. Os comunitários utilizam técnicas para que o impacto ambiental das atividades seja o menor possível e para garantir a preservação da floresta.
- O objetivo da nossa cooperativa é o desenvolvimento sustentável da floresta. O nosso projeto é de uso múltiplo, não trabalhamos somente com a madeira. Dentro do processo de produção nós utilizamos desde os troncos das madeiras como os galhos. Nos troféus mesmo, usamos galhos das árvores, coisas que não vão para a indústria. No manejo tradicional, esse material ficaria na floresta. Mas no nosso projeto tudo é aproveitado – conclui Arimar.
Informações: Redação Globo Esporte Santarém — PA

Já está em vigor medida que estabelece a substituição de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais no Pará. E como alternativa para essa substituição necessária na hora de fazer as compras, a Cooperativa de Trabalho de Costura e Moda (COOPERMODAS), do município de Barcarena, já está se organizando para grande demanda de encomendas para ecobags – sacolas produzidas a partir de materiais biodegradáveis.
“Apesar de alguns supermercados ainda permanecerem com a distribuição das sacolas plásticas, nós já estamos recebendo algumas encomendas de ecobags, que são sacolas grandes, feitas de materiais biodegradáveis e que tem o intuito de reduzir a produção de sacolas plásticas no meio ambiente e deixando o planeta mais limpo”, disse Florisvalda Amaral, presidente da cooperativa.
Além de ser uma medida mais sustentável, as ecobags aguentam mais peso e mais itens de mercado, substituindo cerca de 10 sacolas plásticas, e ainda ocupam menos espaço na mala do carro por armazenarem mais coisas. Outro ponto favorável na utilização das sacolas é duração de uso. Estima-se que uma única ecobag dura cerca de 4 a 5 anos, enquanto, neste período, uma única pessoa consome aproximadamente mil sacolas plásticas.
“A nossa expectativa é que a cooperativa tenha uma alta na economia. As pessoas ainda estão se adaptando à nova medida, mas quando perceberem que é uma questão de necessidade para realizarem suas compras, a procura pelas ecobags será muito maior”, disse Mira Brito, diretora financeira da COOPERMODAS.
COOPERMODAS - A Coopermodas, possui 14 anos de atuação na produção de uniformes, malharia, materiais de proteção individuais, ecobags, brindes, entre outros. É a opção de trabalho e renda para 10 mulheres empreendedoras de Barcarena.
A cooperativa prioriza produtos de qualidade, conforme a demanda do próprio cliente. São camisas, fardas de empresas, uniformes de colégio, entre outros. O perfil das cooperadas são mulheres, com idade entre 38 e 55 anos. Todas são donas de casa com filhos, que cuidam tanto da casa quanto do trabalho. A cooperativa trabalha essa questão social com a inclusão da mulher no mercado de trabalho.
“Essa medida tem o objetivo de reduzir a poluição das ruas e rios, já que as sacolas de plástico dos supermercados podem demorar séculos para se decompor. E como meio de substituir esse material, as nossas cooperativas já estão se preparando para grandes produções de sacolas ecobags, que vão entrar em alta como um recurso mais sustentável na hora de guardar as compras”, disse Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
LEI - O projeto de lei 221/2019 foi aprovado no dia 9 de outubro de 2019 com o objetivo de implantar uma política estadual de substituição e recolhimento de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais em todo o Estado. A nova lei proíbe as empresas de distribuírem gratuitamente e até de utilizarem as sacolas plásticas descartáveis com compostos de polietilenos, polipropilenos ou similares.
Serviço: Encomendas pelo número (91) 981676952 ou (91) 981545838 e e-mail e-mail:
Leite e ração animal são alguns dos eixos produtivos que a Cooperativa Mista de Piçarra (COOMIP) busca potencializar. Na última terça (16), a diretoria se reuniu com representantes do SESCOOP/PA, no município de Piçarra, com o objetivo de promover ações de Inteligência de Mercado Institucional (IMI).
O objetivo da reunião foi realizar levantamento de demandas e novos planejamentos estratégicos que visam o crescimento econômico do cooperativismo. Atualmente, a COOMIP possui cerca de 220 cooperados e o seu principal produto de comercialização é o leite.
“Durante a reunião, buscamos informações pertinentes para trabalhar o Diagnóstico de Inteligência de Mercado Institucional, que visa elaborar novas estratégias para o crescimento econômico da cooperativa. Dessa forma conhecemos a estrutura e as dificuldades enfrentadas pelos cooperados”, explicou Deivison Pinheiro, Analista de Cooperativismo do SESCOOP/PA.
Outro produto que está sendo desenvolvido pela COOMIP é a venda de ração animal para gado, produzida pelos próprios cooperados. Uma das propostas acordadas na reunião seria a inclusão do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Governo do Estado, para possibilitar mais um canal de comercialização do leite, dentro da cooperativa. Também participou da reunião o Consultor da Empresa NÓS Soluções Sustentáveis, Andreos Leite.
“O Diagnóstico tem o objetivo de destacar a participação da cooperativa no mercado institucional por meio do fornecimento de mercadorias. Esse Programa faz com que as cooperativas conheçam novas estratégias para alcançar o lucro e o crescimento de mercado, vislumbrando mais acessos de comercialização”, disse Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
Texto: Carla Fisher

As instituições financeiras são agentes decisivos para manter a economia rodando. Em Moraes Almeida, a cooperativa SICREDI Grandes Rios MT/PA, em parceria com a Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Estado do Pará (FECOGAP/PA), está buscando formas de ampliar sua atuação no fomento ao setor produtivo.
Com o objetivo de discutir o crescimento do cooperativismo na região, o Gerente da área de Desenvolvimento de Cooperativismo da cooperativa de crédito, Valter Antônio de Souza, esteve no início do mês de fevereiro, na sede da FECOGAP, localizada no distrito de Itaituba, com o presidente da Federação, Amaro Rosa e a Naiara Camila Aparecida de Moraes, gerente da agência do SICREDI de Moraes de Almeida.
“A reunião foi muito produtiva. Conversamos sobre o cenário do cooperativismo local, que cresce a cada ano, e como o SICREDI MT/PA, como uma instituição financeira, pode contribuir no fomento das atividades minerais da região, assim como de outros segmentos de negócio”, disse Amaro, que também é conselheiro e diretor mineral do Sistema OCB/PA, e também presidente da Cooperativa do Garimpeiro Legal (CGL), criada há um ano.
A CGL está atuando na legalização do trabalho de pequenos mineradores, apresentando a eles a documentação e os filiando à cooperativa, com respaldo e educação ambiental. “Nosso objetivo não é simplesmente legalizar uma atividade que é vista com tanto preconceito, queremos mudar socialmente a comunidade, investindo em capacitação técnica, educação, saúde e segurança, com os recursos locais. Isso é levar dignidade e aporte para essas dezenas de pessoas. Esse é o nosso papel quanto cooperativista”, explica Amaro.
A FECOGAP agrega 11 cooperativas do ramo mineral, filiadas à Federação e que comercializam Ouro e o Estanho, também chamado de Cassiterita, como os dois maiores ramos de exploração da região.
“O cooperativismo representa uma fonte essencial de desenvolvimento, porque foca em uma cadeia, composta sobretudo, pela necessidade e anseios das pessoas. Trabalho, renda, educação, saúde, segurança, tudo isso junto gera o que chamamos de qualidade de vida, gera um aumento em uma das estatísticas mais importantes do mundo denominada Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). É por isso que sempre dizemos que onde o cooperativismo está forte, o IDH é muito mais alto”, finaliza Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.

As cooperativas são uma das apostas da Prefeitura de Maracanã para desenvolver a economia local. Em reunião com o Sistema OCB/PA, ocorrida no último dia 10, tratou-se com lideranças locais e a gestão municipal sobre a criação de uma nova cooperativa agrícola.
Cerca de 30 agricultores, representantes de diversas comunidades, estiveram presentes na reunião interessados na possibilidade de constituir uma singular agropecuária. “Durante o encontro, explicamos o funcionamento do trabalho do sistema cooperativista no Estado do Pará com as cooperativas, dando ênfase nas cooperativas do Ramo Agropecuário”, explicou Deivison Pinheiro, Analista de Cooperativismo do SESCOOP/PA.
Após a reunião foi tratado sobre o processo de constituição da cooperativa. “Já providenciamos a eleição da comissão para constituição da cooperativa e todos os agricultores já estão orientados. O próximo passo será a realização de uma palestra sobre cooperativismo para os futuros cooperados da singular entenderem como funciona uma cooperativa. O objetivo é capacitar e promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento dessa nova cooperativa de agricultores do Estado”, disse Junior Serra, superintendente do Sistema OCB/PA.
Além da presença de lideranças do município, como o Secretário de Agricultura, Maurício Rocha, também estiveram presentes na reunião, representando o Sistema OCB/PA, o superintendente do Sistema OCB/PA, Júnior Serra, Deivison Pinheiro, Analista de Cooperativismo do SESCOOP/PA e Diego Andrade, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do SESCOOP/PA.
“Os nossos produtores tinham o desejo de formar uma cooperativa, mas não tinham ninguém para orientá-los. Agora com o apoio da OCB/PA, a cooperativa está sendo criada. A Prefeitura Municipal de Maracanã dará todo o apoio necessário para os agricultores, no fomento dessa cooperativa. Esse movimento trará mais progresso econômico à Região”, explicou Maurício Rocha, Secretário de Agricultura e Pesca do município de Maracanã.
A capacitação gratuita é oferecida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Pará (SESCOOP/PA)

As cooperativas paraenses já podem solicitar inscrição de seus cooperados e empregados no Curso de Informática Básica do Laboratório do Cooperativismo (LabCoop), promovido pelo SESCOOP/PA em parceria com a UFRA e a Unimed Belém. Também poderão participar comunidades da região metropolitana de Belém cadastradas pela UFRA. Para se inscrever, basta enviar solicitação até dia 03 de março via ofício, no e-mail:
Neste primeiro momento serão duas turmas, uma pela manhã e outra à tarde. O curso será realizado às segundas, quartas e sextas-feiras, com 4h de duração. As aulas iniciam no dia 08 de março. A previsão é que, ao longo do ano, o LABCOOP capacite 25 turmas, com capacidade para 20 pessoas. Cerca de 500 pessoas serão beneficiadas no total.
Inscrições – O ofício a ser direcionado ao SESCOOP/PA deve conter a identificação da quantidade de vagas desejadas e as informações cadastrais dos participantes: Fotocópia de documento oficial com foto; Comprovante de residência; Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou Declaração de que está estudando.
A carga horária é de 52 horas, conforme grade curricular que deve desenvolver os módulos: Desvendando o computador - conceitos básicos; Introdução à edição de texto; Introdução a planilha eletrônica; Introdução à apresentação; utilizando o computador de forma ética, consciente e segura, entre outros.
“O curso é rápido e atende demanda da maioria das empresas, com um olhar bem prático de aprendizados sobre o Pacote Office, acesso à internet e outros assuntos. É totalmente gratuito para as cooperativas. Basta encaminhar um ofício solicitando a inscrição para o SESCOOP/PA, com o nome de seus participantes e informando a preferência de turno”, explicou Diego Andrade, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do SESCOOP/PA.
Cerca de 45% da população na região norte nunca utilizou um computador, de acordo com o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC).
“O LABCOOP vem mudar esse cenário de exclusão por conta da falta de acesso ao mundo digital. O objetivo de promover a inclusão digital de cooperativas em vulnerabilidade, familiares e comunidade em geral”, explicou Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
Projeto - O projeto apresenta uma proposta para a aplicação das tecnologias digitais de forma ética, auxiliando no processo de democratização. Está sendo coordenado pelo Sistema OCB/PA, pelo setor de responsabilidade social da Unimed Belém, assessorado pelo colaborador Eduardo Silva, pelo reitor adjunto de extensão da UFRA, Jonas Elias Castro da Rocha (Ufra) e pela Coordenação de Licenciatura em Computação da UFRA com a professora Decíola Sousa.
Cooperação - E para que o projeto fosse realizado, a Unimed Belém fez a destinação dos equipamentos e mobiliários. Já o SESCOOP/PA está disponibilizando a sala, com toda a infraestrutura de energia, climatização, cadeiras e acesso à internet, necessários para a realização dos cursos, bem como na cobertura financeira das bolsas de estágio para os alunos da UFRA, que serão os instrutores dos cursos ofertados aos participantes.
A cooperativa médica, a partir do processo de renovação de seu parque tecnológico e dos móveis de escritório em suas unidades, fez a destinação dos equipamentos e mobiliários trocados. São computadores e periféricos recondicionados e prontos para uso, além do mobiliário, para utilização neste projeto.
Já a UFRA terá sua participação por meio da expertise para executar a coordenação do projeto, o processo seletivo dos alunos bolsistas que serão instrutores neste projeto e o acompanhamento para o alcance dos resultados esperados. Será uma professora e dois estagiários vinculados ao projeto.
A Universidade também irá auxiliar no contato com as associações de bairro ao seu entorno, assim como em outros bairros periféricos em Belém. Já está sendo feito o contato com as associações comunitárias para a estruturação de ranqueamento dos bairros e, assim, estabelecer processo de rodízio ao longo da cidade. Serão 12 bairros: Guamá, Jurunas, Tapanã, Cabanagem, Terra Firme, Sacramenta, Benguí, Mangueirão, Cremação, Pratinha, Curió-Utinga E Barreiro.
O projeto também irá apoiar ações sociais itinerantes de inclusão digital promovidas pela cooperativa junto às comunidades ribeirinhas localizadas ao entorno de Belém, atendendo também no processo de capacitação dos Aprendizes contratados pela UNIMED BELÉM e capacitados pelo SESCOOP/PA, no Curso de Auxiliar Administrativo, no módulo de informática.
Mais informações: 91 9346-9466 -

A Cooperativa dos extrativistas da Floresta Nacional de Carajás realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) no último sábado, 13. A singular desenvolve suas atividades com o extrativismo vegetal na Floresta Nacional de Carajás, utilizando folhas de jaborandi nativo e sementes nativas.
Cerca de 30 cooperados estiveram presentes. Além das prestações de contas, admissão e eliminação de cooperados, a AGO tratou sobre as destinações de sobras e a compra de um imóvel, com o objetivo de torná-lo a sede da cooperativa.
“Na AGO, foi abordado o resultado positivo que a cooperativa obteve no ano de 2020, e também apresentado o valor de sobras que cada cooperado irá receber segundo a sua produção dentro da cooperativa, com a produção da coleta da folha de jaborandi e da coleta de sementes nativas, que são as principais atividades da cooperativa”, explicou Flávia Gil, representante do Sistema OCB/PA em toda a região sul e sudeste do Estado.
Durante a reunião, também ocorreram eleições do conselho de administração e conselho fiscal, em processo de votação secreta e contagem dos votos logo após a finalização da votação.
“Agradeço imensamente a participação de todos. Eu me sinto mais confiante com o apoio do Sistema OCB/PA e da Flávia, que me ajudou na organização da AGO. Foi maravilhoso participar da assembleia estar na direção nesses dois anos. A AGO foi a demonstração real de cooperativismo. Todo o resultado que estamos colhendo vem do trabalho coletivo de todos os cooperados. É nesse momento que o nosso trabalho é reconhecido, ao beneficiar os nossos extrativistas”, disse Ana Paula Ferreira Nascimento, reeleita como presidente da Coex Carajás.
A COEX é uma cooperativa de extrativistas, que desde a década de 80 vem realizando suas atividades totalmente legalizadas e sustentáveis.
“Tivemos diversos momentos marcantes na AGO, um deles é o saldo positivo da cooperativa com a geração de sobras. Outro momento foi ao final da reunião, quando os cooperados utilizaram dos princípios cooperativistas e usaram parte do recurso de suas sobras produtivas, com a finalidade de comprar terreno para um dos cooperados que ainda não possuía um lote”, acrescentou Ana.
“Nossa missão, enquanto Organização das Cooperativas no Estado do Pará, é poder auxiliar no desenvolvimento e no alcance de resultados positivos, tanto econômicos, quanto sociais de nossas cooperativas e nossos cooperados. Ficamos imensamente felizes quando alcançamos nossos objetivos. O cooperativismo se mostra cada vez mais, como uma alternativa de desenvolvimento no Estado do Pará", disse Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
A Cooperativa dos Extrativistas da Floresta Nacional de Carajás (Coex-Carajás) possui 39 cooperados e gera renda por meio da extração sustentável das folhas do jaborandi, matéria-prima para a formulação de produtos farmacêuticos, e da comercialização de sementes de outras espécies, atividade esta que já auxiliou na recuperação de mais de mil hectares de floresta.
Contatos:
E-mail:
(94) 99225-2114
(94) 99198-8073

A cooperativa é uma das beneficiadas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea, que adquire a produção do agricultor e atende entidades assistenciais. A conquista é um dos desdobramentos das ações do Sistema OCB/PA no combate aos efeitos econômicos da pandemia.
Com o aumento das dificuldades no momento de pandemia, para seguir impulsionando a ação da agricultura familiar, diversas cooperativas do Estado do Pará estão credenciadas e participando do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Governo Federal, com participação do Estado e municípios. O objetivo é promover o acesso a alimentação a famílias mais pobres e incentivar a agricultura familiar.
“O agricultor produz e o Governo Federal, por meio do PAA, incentiva a compra e nós realizamos a doação dos alimentos às famílias vulneráveis. Aqui na COOPASMIG já estamos fazendo as entregas. Na primeira semana do mês nós entregamos os kits de alimentação para instituições sociassistencialistas do município, que repassam para comunidades carentes”, disse Maria Silva, presidente da Cooperativa de produção de agricultores familiar do município de São Miguel do Guamá (COOPASMIG).
Foram distribuídas mais de 4 toneladas de alimentos à Assistência Social do município (CRAS) e à Congregação das Irmãs Carmelitas. No kit de alimentos saudáveis contém: banana, mamão, laranja, limão, couve, alface, jerimum, macaxeira, batata doce, entre outros alimentos cultivados por cooperativas agrícolas da região.
A próxima entrega está prevista para o dia 24 de fevereiro com a disponibilização de 8 mil quilos de alimentos saudáveis. “Estamos fazendo um bem pra quem mais precisa. E os agricultores também são beneficiados com o recurso do Governo. Além fazer o bem para comunidade, também se estimula a agricultura familiar”, acrescentou Maria.
O Programa é articulado pelo Governo Federal, que abriu um crédito extraordinário, por meio da MP 957/2020, e destinou um valor extra para a execução do PAA em todos os estados brasileiros, para ações de segurança alimentar e nutricional. Essa ação também tem o envolvimento do Governo Estadual, junto aos municípios, para aquisição de parte da produção agrícola de pequenas e médias propriedades rurais.
“O Programa PAA foi aberto no ano passado no plano emergencial devido a pandemia, onde a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), recebeu recurso do Ministério da Cidadania para realizar as operações. Diversas cooperativas da agricultura familiar conseguiram acessar o programa e estão sendo beneficiadas”, disse Deivison Pinheiro, Analista de Cooperativismo do SESCOOP/PA.
No total, 17 cooperativas paraenses tiveram os projetos aprovados, entre retransmitidos e os novo projetos, que alcançaram uma receita de quase R$ 4 milhões de reais com todos os contratos. Esse recurso é repassado da CONAB para as instituições financeiras, como o Banco da Amazônia (BASA) e o SICOOB Transamazônica, que realizam o pagamento aos produtores.
Capacitação - Antes do lançamento do edital de Chamamento Público do Programa de Aquisição de Alimentos, o Sistema OCB/PA fez um trabalho de capacitação on-line com as cooperativas para que conhecem o programa, os critérios de participação e pontuação, além da elaboração dos projetos e cadastramento no sistema da CONAB, onde houve também o acompanhamento individualizado por parte da consultoria contrata para essas duas ultimas fases do processo.
PAA - O Programa de Aquisição de Alimentos é uma das ações federais para a Inclusão Produtiva Rural das famílias mais pobres, e tem como finalidades a promoção do acesso a alimentação e o incentivo à agricultura familiar. Para o alcance dessas metas, o programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e àquelas atendidas pela rede socioassistencial, pelos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e pela rede pública e filantrópica de ensino.
O programa promove o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais de alimentos; fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercialização; valoriza a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentiva hábitos alimentares saudáveis e estimula o cooperativismo e o associativismo.
O transporte e a reciclagem foram alguns dos segmentos apresentados pelo Sistema OCB/PA a membros do Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em reunião proposta pelos promotores de justiça Raimundo Moraes e Marco Aurélio, tratou-se sobre como as entidades podem atuar em conjunto para contribuir com a organização social e legal do setor.
A reunião foi uma propositura do MP após o des
envolvimento do projeto de inclusão das cooperativas no Sistema Viário BRT. O documento, produzido em parceria com Universidade Federal do Pará (UFPA), foi encaminhado aos principais entes públicos envolvidos na regulação da atividade, entre eles, o Ministério Público.
Representando o Sistema OCB/PA, participaram o presidente, Ernandes Raiol, o Superintendente, Júnior Serra, e a assessora jurídica, Nelian Rossafa. Discutiu-se sobre o papel da entidade na formação profissional, organização e monitoramento das cooperativas, em especial, no transporte e na reciclagem.
“A OCB/PA considera essa aproximação de forma muito positiva. Queremos ser um braço auxiliar do MP para alcançar a profissionalização dessas vertentes de trabalho. Com o apoio da entidade, teremos uma contundência e uma legitimidade maior em nossa atuação”, reiterou Júnior Serra.
O Ministério Público é o fiscal da Lei e órgão responsável por garantir o Estado Democrático, os direitos sociais, coletivos e difusos. Na região metropolitana, tem acompanhado nos últimos anos a situação do transporte complementar, cobrando a Prefeitura de Belém para uma resolução da atuação de cooperativas e associações que buscam regularidade.
No final de 2020, a prefeitura chegou a liberar as ordens de serviço para algumas cooperativas, mas ainda não houve a licitação de direito e a situação de transporte irregular continua ocorrendo sem a devida fiscalização.
“Óbvio que não basta licitar e ignorar os profissionais que atuam, hoje, irregularmente, mas é necessário também incentivar a organização devida no formato cooperativo. É neste sentido que a parceria com o Sistema OCB/PA se encaixa à atuação do MP, fomentando o cooperativismo”, enfatizou Nelian Rossafa.
Na área ambiental, o MP também tem atuado na preservação de direitos dos profissionais que atuam no segmento da reciclagem. Tem cobrado o cumprimento da política nacional de resíduos sólidos, que organiza a forma com que o país lida com o lixo, exigindo dos setores públicos e privados transparência no gerenciamento de seus resíduos.
Como encaminhamento da reunião, o Sistema OCB/PA fará o repasse do documento produzido pela UFPA e de projeto construído pela própria entidade em 2010, produzido pelo consultor Jaime Borges. Posteriormente será feita uma propositura de plano de ações em conjunto entre as entidades.
“Essa parceria representa um avanço na participação do Sistema OCB/PA no cenário político e social. Com o poder que lhe é conferido por lei, quando leva a casa do cooperativismo, o MP fortalece nossa posição como entidade e acaba nos dando mais legitimidade para atuar”, afirmou Ernandes Raiol.

O Pará agora conta com mais um grupo de profissionais especializados em gestão de cooperativas. Pela primeira vez na região Oeste, o MBA promovido pelo SESCOOP/PA qualificou dirigentes, cooperados e empregados vinculados a singulares de sete municípios do Tapajós. Essa já é a terceira turma formada pela unidade estadual.
O objetivo do MBA é capacitar os profissionais atuantes nas cooperativas para que compreendam o funcionamento e os processos de gestão que acontecem dentro de um empreendimento cooperativo, assim como aliar as boas práticas nas ferramentas de governança e gestão de suas cooperativas.
“O MBA foi algo inovador, com excelentes professores e colegas. Foi um sonho realizado, não só com a graduação, mas pela experiência da educação. Inclusive defendo que o cooperativismo se torne uma disciplina de ensino público e também particular”, contou Afonso Silva, cooperado da Cooperativa dos Produtores da Agricultura Familiar de Santarém (COOPAFS).
No total, 28 alunos concluíram o curso, que precisou ser remodelado em virtude da pandemia do covid-19. Inicialmente realizadas de modo presencial em Santarém, as disciplinas passaram a ser ministradas em formato virtual. Até mesmo a apresentação dos trabalhos finais de conclusão do curso, ocorrida na última semana, foi feita por meio de plataforma digital.
“Ao longo desses dois anos aprendi muito. Mas ainda há muita coisa para explorar nesse contexto tão vasto que é o cooperativismo. Esse curso surgiu como uma grande oportunidade para ampliar os meus conhecimentos e também para passar a conhecer melhor as demais áreas”, disse Roseane Tolentino, coordenadora do setor de Gestão de Pessoas, da Unimed do Oeste do Pará.
Participaram do MBA cooperativistas de municípios como Santarém, Oriximiná, Altamira, Itaituba, Brasil Novo, Belterra e Alenquer. “Esse é o terceiro MBA que o SESCOOP/PA realiza com apoio de parceiros, mas é o primeiro aqui na Região do Tapajós. Esse compartilhar de ideias e a intercooperação foi muito importante para o nosso processo de aprendizado”, disse Arildo Nogueira, presidente da cooperativa de educação COOPSÓSTENES.
O MBA possui disciplinas que incentivam e facilitam a competência de estruturar, analisar e sintetizar informações relacionadas às áreas da gestão, governança, comunicação, planejamento e liderança com maior compreensão sobre as especificidades das cooperativas, tanto em relação ao referencial teórico-metodológico, quanto à práxis cooperativa e sua realidade organizacional.
“Começamos a trabalhar esse projeto, objetivando agregar mais valor no processo de gestão das cooperativas, respeitando os níveis de maturidade e a complexidade, capilaridade e heterogeneidade das cooperativas”, explicou Marcelo Martinovich, economista e coordenador do curso de MBA em Gestão de Cooperativas, pela Faculdade Unimed.
Durante os módulos do curso, foram trabalhadas as disciplinas: Pensamento Econômico Cooperativo; Planejamento Estratégico, Direito, Governança, Gestão Financeira, Ética, Gestão de Pessoas e Marketing.
A região oeste do Pará é uma das mais prósperas para a consolidação do cooperativismo. De acordo com o Sistema Nacional de Auto-gestão das Cooperativas (SINAC), que reúne dados atualizados das singulares registradas no Sistema OCB/PA, o Tapajós congrega mais de 33 cooperativas, 24.369 cooperados e 384 empregados.
“Foi de grande valia a realização desse curso. Agregou mais conhecimento para o dia-a-dia, principalmente na gestão e no melhor atendimento aos cooperados. Com certeza, a teoria do curso vai potencializar a administração da nossa cooperativa na prática”, disse Irineu Grigoletto, gerente regional de desenvolvimento da SICREDI Grandes Rios MT/PA.
Com 22 singulares ativas e devidamente regulares, Santarém é o polo da região. Do total de cooperativas, aproximadamente 50% são do ramo agropecuário, que também possui o maior número de cooperados: 727. Outro destaque é a Educação, que congrega 60% do total das cooperativas do ramo no Estado. Em geração de empregos, o ramo Saúde lidera com 190 empregados. A Unimed Oeste possui 92% deste total. No total, são 6.125 cooperados e 206 empregados.
“Como sempre tenho dito, a educação é o que pode mudar o mundo. Promovê-la é o quinto princípio do cooperativismo e o MBA realizado é um bom exemplo dessa busca. Na terceira edição do curso, o Oeste paraense foi escolhido exatamente pelo potencial que tem no desenvolvimento do setor. Quem ganha são as cooperativas e, claro, o Estado com o crescimento socioeconômico de suas comunidades”, explicou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

O momento é de atualização no Sou.Coop, que já está recebendo o cadastramento de documentação das cooperativas paraenses. A plataforma que garante o registro e regularização no Sistema OCB/PA é, também, a base de informações que irão compor a 3ª edição do Anuário do Cooperativismo Nacional.
Segundo determinação da OCB Nacional, todas as unidades estaduais só poderão emitir a Certidão de Regularidade às cooperativas que cumprirem todos os requisitos legais, fornecerem as informações atualizadas e os recolhimentos de contribuições e taxas.
A plataforma virtual também permite acompanhar em tempo real as informações sobre as cooperativas. “É possível inserir documentos como o volume de faturamento das cooperativas, número de sócios cooperados, números de dirigentes, conselheiros, entre outros”, disse Diego Andrade, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do SESCOOP/PA.
Períodos - O período da atualização anual ocorre entre os meses de janeiro a maio, quando se encerra o prazo para a realização das AGOs das cooperativas “Pensando no prazo para que os documentos sejam arquivados na Juntas Comerciais dos Estados, a OCB deu o prazo de janeiro até maio, pois assim terá finalizado o prazo legal para todas as assembleias”, acrescentou Diego Andrade.
De acordo com o Gerente de Desenvolvimento de cooperativas, a plataforma também cria o hábito e a obrigação legal da necessidade das cooperativas enviarem todos os anos, outras documentações como: Ata de AGOs, Balanço patrimonial, demonstrativo de resultado de exercício, Estatuto atualizado, entre outros. Após esse envio, embasados nessa documentação, é feita a atualização do Sou.Coop.
Prazos a serem seguidos:
- 11 de janeiro a 14 de maio – Lançamento e validação dos números de cooperados e empregados; Dados econômicos e financeiros das cooperativas pela Unidade Estadual, que fará o lançamento no site Sou.Coop;
- A partir do dia 21 de janeiro, esses dados começam a ser enviados para plataforma nacional para realização de conferência;
- 28 de maio – prazo final para realizar conferência, correções e contestações, dos dados recebidos da Unidade Nacional;
- Mês de junho – A Unidade Nacional faz a validação, análise a diagramação dos dados;
- 7 de julho – Publicação no Anuário Brasileiro do Cooperativismo referente ao ano de 2020.
Para se cadastrar ou atualizar, as cooperativas devem ter em mãos todas as informações e documentos necessários. No Pará, a unidade estadual é a única que fará o cadastramento para as cooperativas.
Os documentos necessários são:
- Ata da Assembleia Geral Ordinária ou Extraordinária;
- Balanço Patrimonial;
- Demonstração de Resultado de Exercício das Sobras ou Perdas (DRE);
- Estatuto Social vigente.
Mais informações:
Diego Andrade: 91 99360-4665
Kelly Miranda: 91 98883-0856
Ilka Ferreira: 91 98402-3465

A Cooperativa de Agroindústria da Santa Maria do Açaizal (COOPAGRO) realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) no último sábado (06). A singular, que desenvolve suas atividades na produção de hortaliças, frutas e derivados da mandioca no município Augusto Corrêa, contou com a presença do presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Na AGO, foi feita a prestação de contas do último exercício, apreciação de assuntos decisivos para os rumos da cooperativa e a eleição dos novos diretores. Um dos pontos de discussão foi o desenvolvimento da economia na agricultura familiar com a aprovação de projetos como parcerias entre a cooperativa e o Branco do Brasil, no intuito de promover a agricultura permanente e outras necessidades produtivas. Também se tratou sobre possibilidades de intercooperação entre cooperativas da região para o crescimento da venda do tucumã.
“Pude acompanhar as discussões e orientar acerca do andamento da assembleia. Tratamos sobre a regularização da cooperativa junto ao Sistema OCB/PA, assim como apresentei o que temos desenvolvido em prol das cooperativas, mesmo com a pandemia. Um dos pleitos da COOPAGRO que já levamos aos órgãos competentes foi a regularização das terras dos associados”, explicou Raiol.

A pandemia fez acelerar alguns processos importantes, como a Educação à Distância (EAD). E para se adequar ao novo cenário, a plataforma Capacitacoop, do Sistema OCB, segue oferecendo cursos para aprendizagem em temas diversos. A ferramenta foi lançada em 2020 e está disponível para acesso das cooperativas.
O Capacitacoop é uma ferramenta on-line, criada pelo Sistema OCB, para suprir a demanda relacionada a capacitações educacionais das cooperativas, durante a pandemia da Covid-19. O objetivo é facilitar o acesso às cooperativas.
“A plataforma é flexível. O usuário pode iniciar o curso e terminar quando for possível. Não existe a obrigatoriedade de permanecer assistindo initerruptamente, o que gera maior praticidade”, explicou Diego Andrade, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do SESCOOP/PA.
A plataforma oferece cursos gratuitos para qualquer usuário, mas tem como público alvo os cooperados. Algumas das capacitações disponíveis são: Assembleia Geral na prática; Orientação para realização de Assembleias Gerais Virtuais; Contabilidade para Cooperativas; Contabilidade para Dirigentes de Cooperativas; Entendimento Geral da Cooperativa; Gestão para Cooperativas.
“Dentro da plataforma Capacitacoop, também temos alguns cursos de inovação, chamados de InovaCoop. São cursos que impactam diretamente na mudança de postura, no auxílio para tomada de decisão, na ampliação do olhar para dentro da cooperativa, tais como: Gestão de Mudança, Mentalidade Ágil e Pesquisador de Tendências”, disse Diego.
Para realizar qualquer curso, é necessário fazer um cadastro. Também há uma opção para informar se a pessoa for vinculada a alguma cooperativa. Ao final do curso, é emitido certificado que pode ser apresentado à cooperativa. “Esses cursos oferecem oportunidades de crescer dentro do cooperativismo. Após a realização de um curso o cooperado pode vir a se candidatar para dirigente ou conselheiro da cooperativa”, acrescentou Diego.
Atualmente a ferramenta oferece a oportunidade de cada Unidade Regional criar seu próprio curso e inserir na plataforma. O objetivo é facilitar o conhecimento para que ele chegue a todos os cooperados.
Serviço: Para participar dos cursos da plataforma Capacitacoop é só acessar http://bit.ly/cursoscapacitacoop

Em 2021, cerca de 15 novas agências da Sicredi Sudoeste MT/PA serão abertas no Estado. Representantes da Cooperativa de Crédito visitaram diversas regiões paraenses, com o objetivo realizar intercooperação e acompanhar o desenvolvimento de novas áreas para abertura das agências.
Em visita ao Sistema OCB/PA, o presidente da cooperativa, Antônio Gerado Wrobel, apresentou o plano de expansão. “O nosso propósito é oferecer inclusão. Em nossa visita ao Pará, verificamos que muitos municípios ainda são desassistidos de instituição financeira, então, desta forma, queremos levar o cooperativismo de crédito para essas pessoas e poder oferecer os benefícios de ser sócio de uma cooperativa de crédito. Em diversas localidades, somos a única instituição financeira atuante”, disse Geraldo Wrobel.
Conforme levantamento do Banco Central, nos municípios onde existe uma cooperativa de crédito os juros são mais baratos. “Além da cooperativa oferecer juros mais baixos aos seus associados ela também atua como reguladora de mercado, beneficiando não só os cooperados, assim como todas as pessoas que utilizam o sistema financeiro”, explicou Wrobel.
A expansão da Sicredi MT/PA visa gerar mais emprego e renda com o aumento de associados. De acordo com pesquisa realizada pela Fundação de Pesquisas Econômicas (Fipe), o cooperativismo é um grande incentivador do empreendedorismo. Em municípios onde há cooperativas de crédito, há aumento de 15,6% de empresas formalizadas, e mais 6,7% de empregos formais, auxiliando no desenvolvimento de cada município.
Nas visitas ao Estado, também esteve presente o diretor executivo do Sicredi Sudoeste MT, João Pinheiro, que ressaltou que o maior seguimento da cooperativa de crédito é a intercooperação. “Outro objetivo da nossa visita ao Estado do Pará é fazer a intercooperação. Visitamos o Sistema OCB/PA e cooperativas de outros segmentos para buscar aprendizados, conhecimento e fazer troca de informações para fomentar um plano de trabalho futuro”, concluiu João Pinheiro.
O objetivo dessa intercooperação e expansão também é fomentar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, micro empreendedores individuais, agricultura familiar e do agronegócio com o repasse de recursos de instituições financeiras para alavancar o desenvolvimento desses empreendimentos.
“Acompanhamos de perto o crescimento da cooperativa e a enxergamos como um dos agentes determinantes para mudarmos o patamar do setor no Estado. Aliando a expertise que o próprio Mato Grosso já tem nesse segmento e as possibilidades de negócio a serem exploradas aqui, poderemos nos tornar uma das potências do crédito no Brasil”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Foto: Adilson Junior

No total, sete municípios do Estado receberam as edições do projeto ‘Parcerias pelo Pará’, em 2020. O projeto, que tem o Sistema OCB/PA como parceiro, é desenvolvido pela Sedeme e tem como objetivo promover emprego e renda para os municípios paraenses, estimulando a troca de informações entre órgãos públicos e a iniciativa privada.
Foram oferecidas palestras técnicas e Encontros de Oportunidades para cerca de 400 pessoas, entre gestão municipal e setor produtivo, com o intuito de fomentar negócios locais. Somente em 2020, os municípios atendidos foram: Castanhal, Vigia, Capanema, Tucuruí, São Félix do Xingu, Paragominas e Barcarena. No entanto, as ações acontecerão nas 12 regiões de Integração do Estado.
"Contribuir com a geração de emprego e renda é fundamentalmente para uma cultura cooperativista no Pará. A SEDEME e o Sistema OCB/PA são mais que parceiros, são protagonistas de uma Causa, que é o desenvolvimento do Estado", disse Mauro Barbalho, coordenador de Desenvolvimento Econômico da Sedeme.
Com os encontros, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Estado (Sedeme) possibilitou o desenvolvimento de políticas públicas que incentivam a inserção no mercado de trabalho. Também são recebidas as principais demandas do setor produtivo, incluindo cooperativas, indústrias, empresas do comércio e serviço.
“O Sistema OCB/PA sempre está presente nas reuniões para apresentar e esclarecer dúvidas referentes ao cooperativismo. Prestamos esclarecimentos sobre os principais segmentos de negócio, passo a passo para constituição de cooperativas e registro no Sistema OCB/PA. O intuito é levar as ações de diversos ramos, como o de crédito, agrário e saúde, por meio do projeto”, explicou Edilson Oliveira, Analista em Cooperativismo e Monitoramento do Sistema OCB/PA.
Na primeira edição do ‘Parcerias pelo Pará’, que será concluída em junho de 2021, na cidade de Altamira, 15 municípios serão contemplados como sede dos encontros do projeto. Entre as cidades que receberão as programações, estão Breves, Soure, Moju, Itaituba e Redenção.
Lançado em outubro de 2019, o projeto engloba oito órgãos estaduais (Sedeme, Sedap, Seplad, Seaster, Jucepa, Codec, Banpará e CredCidadão) e possui três instituições parceiras: Sebrae, OC/SESCOOP-PA e Famep.

As Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) em formato virtual foram incluídas permanentemente na Lei 5.764/71. O prazo, contudo, continua sendo até 31 de março. Para auxiliar as cooperativas paraenses na realização das assembleias, o Sistema OCB/PA disponibiliza ferramenta online de videoconferência, assim como o acompanhamento da sua equipe técnica.
A ferramenta utilizada pelo Sistema OCB/PA para as assembleias online é o aplicativo Microsoft TEAMS na sua versão completa, que oferece o suporte de agendamento de reuniões e moderação para habilitar entradas e saídas, silenciamento dos participantes, compartilhamento de tela para apresentação de conteúdos, interação por chat e limite de até 250 participantes.
“É a plataforma que utilizamos na transmissão dos eventos virtuais, inclusive na última AGO da OCB/PA. O momento exige essa postura e a própria legislação se modificou, incluindo, por meio da Lei 14.030/2020, as AGOs virtuais como uma opção permanente para as cooperativas. É a tendência e precisamos nos adaptar a elas”, reiterou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Caso a apreciação demande manifestação individual, como a eleição nas chapas participantes de processos eletivos, é preciso adquirir aplicativos específicos. Um deles é o Curia, desenvolvido pela Cooperativa de Trabalho especializada em Soluções de TI, Coopersystem.
No aplicativo, o cooperado faz o registro de sua presença digitalmente, através do login pelo seu e-mail único, gerando uma lista dos presentes para registrar em ata. Também poder votar, acompanhando os itens de pauta, sugerindo e cadastrando propostas. É possível visualizar o minicurrículo de cada candidato e votar no momento certo. Todo o processo de eleição e votação é sigiloso e seguro. Os resultados são disponibilizados de forma online logo após seu encerramento.
Na área administrativa é possível cadastrar os itens de pauta, eleições à conselhos, candidatos e controlar os momentos de votação, apresentando os resultados logo em seguida. A lista dos presentes digitalmente na assembleia é gerada a partir do acesso de cada cooperado, podendo ser exportado para ata e/ou livros societários. O Curia não registra qual foi o voto de cada cooperado em nenhuma das votações/eleições.
AS AGOs - As assembleias gerais são a principal ferramenta de gestão democrática nas cooperativas. A Lei 5.764/71 determina que, nas AGOs, seja feita a apresentação e votação de assuntos como relatório e balanço de gestão, prestação de contas, destinação de sobras ou rateio das perdas e eleição dos componentes da diretoria e conselhos.
Além de presenciais, as assembleias gerais ordinárias, extraordinárias ou especiais podem ser também semipresenciais, com a permissão do associado participar e votar no local físico ou à distância, de acordo com a sua necessidade. No formato digital, o associado participa e vota à distância.
“As AGOs oferecem a oportunidade a todos os cooperados se manifestarem, apoiando ou discordando de proposições, execuções, projetos, planos, estruturas diretivas, modificações estatutárias. Decidem os destinos da empresa cooperativa da qual são os donos, e que deve ser gerida de acordo com a opinião e vontade explícita da maioria. Assim, reafirmamos que a Assembleia Geral é um instrumento decisivo da autogestão da empresa cooperativa.”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
E para assegurar os cumprimentos das normas pertinentes ao setor, as cooperativas podem entrar em contato com o Sistema OCB/PA e oficializar o convite para participação e realização de orientações técnicas no andamento das assembleias.
Serviço: A solicitação de participação do Sistema OCB/PA nas assembleias gerais deve ser enviada para o e-mail: