Com mais de 22mil cooperados, o ramo mineral carece de políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento dos garimpeiros. Uma das propostas da Agenda Política é o tratamento diferenciado às cooperativas nos
processos de concessão de lavras e licenciamento ambiental. O alinhamento de impostos e taxas também é outra medida.

Confira nossas propostas na Agenda Política do Cooperativismo Paraense: goo.gl/14bHf1

Agricultores familiares de São Félix do Xingu estão comemorando a venda para o mercado paulista do primeiro lote de chocolate orgânico em barra. O lote de chocolates finos é fruto do trabalho de 43 associados à Cooperativa Alternativa Mista dos Pequenos Produtores do Alto Xingu (Camppax) e será vendido na rede da Casas Santa Luzia e nas lojas da marca AMMA. A empresa atua no segmento de chocolates orgânicos e valoriza as características regionais.
A produção dos cooperados é baseada em práticas agroecológicas e no princípio de conservação da floresta, com geração de renda e melhoria da condição de vida dos produtores. Ao todo, foram oito anos de aperfeiçoamento de práticas sustentáveis. O trabalho foi feito a partir da realização de diversas oficinas, intercâmbios com produtores da Bahia, seminários para o aprimoramento das técnicas de poda, secagem, fermentação e enxerto, como explica o engenheiro florestal Marcos Fróes, do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), que dá apoio à Camppax.
“Em quatro anos, as amêndoas do grupo foram avaliadas como tendo qualidade para a produção de chocolates finos. No ano passado, esses agricultores conquistaram a certificação orgânica e agora comemoram a entrada de seu produto em um dos maiores mercados consumidores do país”, diz Marcos.
De acordo com o gerente da Camppax, Ilson Martins, a indústria paga 70% mais do que o preço de mercado pelo produto feito em São Félix do Xingu, o que despertou o interesse de outros produtores para práticas sustentáveis. A Camppax ainda produz cacau em pó e negocia a possibilidade de colocá-lo na merenda escolar da cidade paraense.

Alcançando mais de 200mil paraenses, entre cooperados, empregados e beneficiados, o cooperativismo deve ser pauta destacável nos projetos de governo dos pleiteantes a cargos públicos nestas eleições. Para apresentar este cenário, o Sistema OCB/PA elaborou Agenda Política com as sete prioridades das cooperativas. O documento foi construído a partir das demandas levantadas pelos conselheiros da entidade que atuam como representantes dos ramos presentes no Estado.
O lançamento oficial ocorrerá até o final deste mês, marcando a entrega da Agenda para toda a sociedade paraense. Ao longo da campanha eleitoral, a diretoria do Sistema OCB/PA fará a entrega do documento físico para os candidatos a governador do Estado, estando também disponível para diálogo com os candidatos a senador, deputado federal e estadual.
As prioridades são: Aplicação dos Dispositivos Constitucionais que beneficiam o segmento; Aprovação da lei que garante o direito das cooperativas de crédito de participar do sistema de consignação para servidores ativos e inativos do Pará; Promover diferimento de impostos e taxas; Disponibilizar, por meio de políticas públicas, linhas de crédito específicas para as cooperativas; Promover tratamento diferenciado na análise e concessão de autorização das cooperativas de transporte; Promover o fortalecimento da organização e a profissionalização das cooperativas agropecuárias.
“Em meio À crise econômica que assolou o país, as cooperativas demonstraram a sua força na geração de trabalho, emprego e renda. Somos um segmento econômico que não para de crescer. Portanto, os nossos representantes estaduais e federais devem estar atentos às nossas potencialidades e necessidades. O Sistema OCB/PA também assume o compromisso de participar ativamente da construção deste ciclo de políticas públicas, estabelecendo prioridades e estando aberto ao diálogo, independentemente de bandeiras partidárias”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Acesse o documento completo: https://drive.google.com/file/d/19CQW8w5MNAKiUlvQNauQP-UIrglXtwxT/view

A declaração da independência trouxe inúmeros benefícios democráticos ao Brasil, mas a manutenção destes apenas se torna possível quando os valores inerentes ao cooperativismo forem uma realidade social. Crianças e adolescentes de diversas regiões do Estado já começam a compreender tal necessidade. Levantando a bandeira da cooperação, escolas públicas de Santa Izabel, a Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC) e o Colégio Batista de Santarém promoveram desfiles cívicos em alusão à data comemorativa.
Em Santa Izabel, as escolas tiveram o apoio do Instituto SICOOB, das cooperativas pertencentes ao Sistema SICOOB que apoiam a execução do COOPERJOVEM e do SESCOOP/PA. As crianças carregaram diversas faixas com frases de incentivo à cultura da cooperação. Em Castanhal, o destaque foi o tema “Escola e Família educando com Arte e Cooperação”. Já em Santarém, o Colégio Batista deu destaque a um ato de patriotismo através de homenagem às Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), reconhecendo essas Instituições a sua importância pela a defesa e soberania do Brasil.

“Ver crianças defendendo o cooperativismo é muito gratificante. São horizontes de esperança que se abrem em todo o Estado, à medida que conseguimos plantar uma semente de cooperação a ser colhida a curto, médio e longo prazo. Esses jovens não são apenas o futuro da nação. Ao contribuírem com a difusão desses princípios, despertam nossa sociedade, hoje, para o dever de lutar por um mundo melhor e mais cooperativo”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


Empatia, postura e eficiência são algumas das características que diferenciam simples motoristas e condutores de pessoas. Os associados à Federação das Cooperativas de Transporte do Estado do Pará (Fecootranspará) assimilaram todos esses princípios para o aprimoramento e profissionalização das suas atividades, recebendo certificação obrigatória ao segmento. A primeira turma do Curso de Condutor de Passageiros foi finalizada, no último mês, através da parceria entre o Sistema OCB/PA e Centro Amazônico de Ensino Profissionalizante (CAEP). Nesta quarta (05), os 28 cooperados concluintes receberam os certificados na Casa do Cooperativismo.
Cerca de 65% das cooperativas de transporte do Estado operam com a condução coletiva de passageiros, o que demanda qualificação para um serviço eficiente e seguro. Tal necessidade foi regulamentada na resolução 168 do CONTRAN, através da qual o motorista é obrigado a ter o curso específico de condução. Em articulação com o Centro Amazônico de Ensino Profissionalizante (CAEP), o Sistema OCB/PA negociou desconto de 50% para a capacitação de todas as singulares registradas.
A Carga horária do curso é de 50 horas. No conteúdo programático, foram trabalhados quatro módulos com os temas: legislação de trânsito específica, direção defensiva, noções de primeiros socorros, respeito ao meio ambiente e convívio social e relacionamento interpessoal.
“Foi um curso muito importante para as nossas cooperativas. Agradecemos à OCB/PA por proporcionar essa oportunidade, dando-nos todo o suporte necessário para que se tornasse realidade. É um passo fundamental, pois credencia nossos cooperados a atuarem dentro da legalidade, buscando sempre o aperfeiçoamento”, afirmou o presidente da Fecootranspará e da cooperativa Cootransalt-Tur, Clemente Monteiro.
A intenção, de acordo com Clemente, é ampliar o número de associados capacitados. Nesta primeira turma, participaram ntrês singulares: COOPTRANSALTO de Outeiro, COOTRANSALT TUR e COTRACBEL de Icoaraci. “Grande parte dos cooperados também já foram qualificados pela parceria anterior com o SEST-SENAT. Os demais que faltam, como os de Mosqueiro, organizaremos outra turma com a OCB/PA. O resultado está sendo tão positivo que há mais procura até de cobradores que querem fazer a capacitação específica. Precisamos nivelar esse conhecimento”, conclui o presidente.
Todas as cooperativas de transporte, seja alternativo ou intermunicipal, com capacidade superior a sete passageiros são obrigadas a participar. O profissional não habilitado com as informações na carteira de motorista, se for fiscalizado por qualquer órgão regulador, sofrerá multa por desenvolver a atividade sem ter o treinamento exigido por norma. “Trabalhar na legalidade é uma obrigação cumprida pelo cooperativismo paraense. Somente assim, conseguiremos levar o ramo transporte a novos patamares de desenvolvimento socioeconômico. Creio que estamos no caminho certo”, comenta o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Ampliando o portfólio de produtos financeiros para os seus associados, a cooperativa Sicoob Cooesa iniciou operações de exportação e importação. Já foram fechados contratos no segmento de gêneros alimentícios no primeiro mês de atuação, sendo oferecidas vantagens diferenciadas em relação às instituições convencionais e comodidade no fechamento do contrato de câmbio.
Os contratos foram fechados na modalidade de Câmbio Pronto de Exportação, permitindo o recebimento do pagamento antecipado de vendas por exportação. O adiantamento é liberado após o embarque da mercadoria, a partir da emissão de uma ordem de pagamento feita pelo importador.
“Foram as nossas primeiras operações, abrindo uma porta e conseguimos nos antecipar para que nossos associados, sejam empresas ou cooperativas, tenham um canal aberto para a exportação, fomentando o fortalecimento da economia no Pará. Várias empresas já estão se habilitando para poder operacionalizar conosco, o que mostra a grandeza desse mercado. Estamos à disposição para concorrer nesse segmento com soluções diferenciadas”, enfatizou a presidente da cooperativa, Francisca Uchôa.
Ao solicitar o crédito, o associado é credenciado pela cooperativa na Gerência de Cambio da Central Sicoob Unicoob. A Gerência faz a intermediação direta com o exportador ou despachante habilitado para realizar o fechamento e o crédito entra na conta do associado, de forma bastante simplificada. Um dos diferenciais é o custo reduzido para o exportador.
“Além das tarifas convencionais inerentes à operação, a taxa de corretagem, que é cobrada pelo fechamento do câmbio, representa um terço em relação ao que as instituições financeiras cobram. Isso representa uma economia significativa para os nossos associados. Oferecemos todo o suporte de forma que ele se sinta tranquilo com as melhores condições do processo”, explicou o gerente regional do Sicoob Cooesa, Joselito Tsunemitsu.
Mercado
O Pará teve um crescimento de 30% nas exportações efetuadas em 2017, com destaque para a mineração e o agronegócio. O valor total nessas operações foi de R$14, 4 bilhões de dólares. “A solução apresentada pela Sicoob Cooesa é uma notícia extraordinária, não apenas para as cooperativas de crédito, mas para as dos demais ramos. O setor vive um momento ímpar de expansão dos horizontes comerciais e o crédito é uma necessidade evidente para viabilizar todas essas pretensões. Agora, todos estes segmentos podem contar com mais essa facilidade no cooperativismo de crédito”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

De acordo com o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense de 2016, as singulares financeiras possuem R$ 377 milhões de ativos com patrimônio líquido chegando a R$ 121milhões. Os números apontam perspectivas de futuro que serão discutidas no 2º Encontro do Ramo Crédito durante os dias 27 e 28 de setembro. “Panorama, Diretrizes e Reflexões nas cooperativas financeiras” é o tema da programação promovida pelo Sistema OCB/PA em parceria com o Banco Central do Brasil e Confederação das Cooperativas Alemãs (DGRV). As inscrições podem ser feitas no e-mail:
A novidade desta segunda edição é o formato mais participativo do evento. Serão abordados os temas: Mercado, Inovação, Eficiência, Governança, Regulação e Supervisão. No primeiro dia, haverá as apresentações técnicas das instituições parceiras e, depois, o talk show “Vetores de decisão e Eficiência”, com moderação de Silvio Giusti, participantes da plateia e comentários do Banco Central do Brasil. No segundo dia, após a abertura e rodada de nivelamentos, haverá discussão participativa com o talk show do Banco Central do Brasil. Podem participar Presidentes, Conselheiros de Administração, Conselheiros Fiscais (efetivos e suplentes) e Diretores Executivos de cooperativas de crédito.
A programação faz parte do próximo bloco de capacitação do Projeto OCB/DGRV, que novamente terá a destacada participação do BC. Com o propósito de fortalecer e desenvolver o cooperativismo, o evento terá 12 horas de duração. “Os desafios apresentados exigem das lideranças do cooperativismo de crédito a capacidade de leitura sobre as mutações do mercado, sabedoria nas tomadas de decisões e condução eficiente do negócio, sem se descuidar do cumprimento normativo e legal e, acima de tudo, garantindo os preceitos e propósitos cooperativistas”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Apesar dos elevados obstáculos que se apresentaram para a economia nacional nos últimos anos, as cooperativas de crédito, por meio da capacidade de suas lideranças e com a força do quadro social, apresentaram mais um período de forte crescimento em 2017. Dados oficiais do Banco Central do Brasil retratam esta realidade. Houve evolução dos ativos do Sistema Financeiro Nacional que apresentaram 2,8% de crescimento em relação a 2016, enquanto que o segregado relativo ao cooperativismo financeiro apresentou 15,7% de crescimento.
“Mesmo com tal expressividade, os indicadores técnicos do Diagnóstico apontam a necessidade de abrirmos espaço para o estímulo a uma participação regional maior. Considerando o tamanho populacional do Estado e a carência de crédito diferenciado, há uma enorme fronteira aberta que precisamos explorar. Só conseguiremos com planejamento, discussão e reflexão. Estes são os objetivos do nosso Encontro. Por isso, todas as cooperativas paraenses do ramo estão convidadas a participar”, completa Raiol.

Com o objetivo de levantar perspectivas para a agropecuária do agora e do futuro, o XI Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária (XI SICOOPES) e a II Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social (II FECITIS) levantou a questão com participantes nacionais e internacionais, entre os dias 28 e 31, no IFPA de Castanhal. Participaram representantes da gestão municipal, Cooperação Internacional Espanha e França e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (Sistema OCB-PA). Cerca de 1.200 pessoas prestigiaram os eventos.
Atualmente, o XI SICOOPES e a II FECITIS são referência nacional e ganham cada vez mais espaço em âmbito internacional por conta das discussões, intercâmbios acadêmicos e qualidade das mostras científicas. Ambos organizados pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural e Gestão de Empreendimentos Agroalimentares (PPDRGEA), em cooperação internacional com a Universidade Le Mans (França) e Universidade de Alicante (Espanha).
Foram mais de 500 trabalhos científicos inscritos, um recorde para o evento. “A cada ano, este Seminário ganha mais importância e força. Nosso objetivo é repensar a agricultura para os próximos 10 anos, com uma educação diversa, entendendo e propondo um modelo de inclusão para os movimentos sociais e sociedade em geral. É imprescindível pensar em um tipo de pesquisa que saia dos muros da academia e vá direto para o problema das pessoas. Isso é possível quando se considera um foco de seleção, de inserção, de ensino, de pesquisa e de extensão”, enfatizou o coordenador do PPDRGEA, Adebaro Reis.

Segundo o representante da Universidade de Alicante, José Daniel López, ao se pensar em conjunto e trocar experiências com objetivo comum de desenvolver um modelo cooperativista que ajude nas demandas sociais e econômicas das pessoas, está-se colaborando para um modelo de vida mais sustentável e humano. “Precisamos pensar formas de ajudar as populações rurais a permanecerem em seus lares com qualidade de vida, acesso à educação, formação cidadã e política. As pessoas precisam entender a própria realidade e isso é básico para todas as nações”, afirmou López.
Sobre as necessidades e gargalos que enfrenta a agricultura na França, François Larrent, representante da Universidade Le Mans (França) destacou a importância de se pensar em processos, técnicas e recursos de maneira simples. “É preciso ter em mente que os recursos são escassos em todos os lugares. Queremos coisas simples, que possamos fazer e reproduzir. Não adianta pensar em algo tão complexo e infactível. É isso que o mundo busca”, ratificou.
O cooperativismo é uma boa alternativa para isso. Na Europa, existem cooperativas seculares, que nasceram de uma necessidade comum e união de forças. “No Pará, temos apenas uma cooperativa com mais de 80 anos e algumas com 30 ou 20 anos. Portanto, é uma experiência relativamente recente e que tem gerado resultados palpáveis. Somos 200 mil pessoas envolvidas direta e indiretamente com o cooperativismo. Participar de um espaço como esse, em que se discute de maneira séria, levanta-se soluções viáveis e se dissemina a cultura da cooperação é para nós o modelo ideal de desenvolvimento: a academia dentro da cooperativa, dentro da realidade e a cooperativa usufruindo do conhecimento acadêmico. É nisso que nós acreditamos”, finalizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.


As micro e pequenas empresas (MPEs) respondem por 97% do total de negócios e por 34% dos empregos formais no Estado do Pará. Em contrapartida, a participação do segmento nas exportações estaduais corresponde a apenas 0,8%. Para discutir as possibilidades e as soluções para que o setor conquiste o mercado mundial, o Centro Internacional de Negócios (CIN) do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) realizou gratuitamente ontem o seminário “Internacionalização: Mundo dos Negócios”, em parceria com os Correios, Governo do Estado e Sebrae/PA. O cooperativismo teve destaque na programação como uma solução para viabilizar resultados mais positivos no câmbio comercial paraense.
O crescimento do segmento neste mercado passa por vários fatores como criação de cooperativas e grupos de empresas de um mesmo setor, conhecimento sobre os serviços oferecidos para os pequenos e adesão a projetos inovadores. De acordo com a coordenadora do CIN, Cassandra Lobato, uma dificuldade grande que os empresários enfrentam no Brasil é a falta de informação para saber os procedimentos para exportar. Um dos projetos que visa dar suporte para os empresários é o Rota Global.
“O Rota Global surge como modelo de atendimento para informar aos empresários que se perguntam sobre como chegar no Chile, no EUA, na Europa, na Ásia. Ele te dá a rota de uma maneira planejada e programada. A rede CIN tem o objetivo cirúrgico que é poder levar uma orientação para o empresário de maneira customizada”, explicou.
O diretor de desenvolvimento da indústria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Sérgio Menezes, apresentou como o cooperativismo pode ajudar as micro e pequenas empresas como uma estratégia de mercado. Menezes enfatizou que as cooperativas têm um papel importante na organização e dinamização dos setores produtivos. Uma solução apresentada pela Sedeme foram os Arranjos Produtivos Locais (APL).
“Se você for estudar casos de sucesso de arranjos produtivos de micros e pequenas empresas, seja na Itália, no Japão ou em Santa Catarina foi assim. Todo mundo conhece a Aurora. Ela é uma federação de cooperativas. Hoje eles são gigantes e estão baseados no cooperativismo. O APL proporciona pela aglomeração que estas empresas atinjam a produtividade e competitividade”, destacou.
Um dos gargalos para a exportação de produtos é a logística e o preço do frete para os micro e pequenos empresários. Os Correios apresentarão as soluções disponíveis para quem exporta ou quer iniciar a exportação de produtos e serviços. Segundo o consultor do Exporta Fácil da região Norte, Mauro Rodrigues, qualquer empresa independente do porte pode fazer exportação pelos Correios. Para a empresa exportar são necessários poucos documentos como a nota fiscal da empresa, a fatura comercial (nota fiscal internacional), e um documento intitulado AWB que é um formulário de postagem preenchido nos Correios.
“Qualquer produto pode ser enviado, mas a linha de comésticos e alimentação são os mais comuns, assim como de vestuário. Percebemos que os produtos com apelo regional têm aceitação no mercado externo muito grande”, destacou. Atualmente, três modalidades de Exporta Fácil estão disponíveis a diferença é o preço e a velocidade de entrega.
Informações: Jornal O Liberal

Prospectando benefícios para as cooperativas paraenses, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, teve reunião em Brasília na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD). Na articulação com o coordenador geral de diversificação econômica, apoio ao cooperativismo e à comercialização, Vitor Correia, discutiu-se sobre ações na área de assistência técnica, comercialização e certificação das cooperativas agropecuárias.
Um dos projetos que a Secretaria está elaborando é a instalação no estado do Pará de uma câmara de comércio voltada para a agricultura familiar, que reuniria produtores de todas as regiões. As cooperativas do ramo também estariam inclusas. "Nosso intuito é fortalecer as técnicas de produção para ampliar em escala, qualidade e diversificação. Desta forma, nossos agricultores terão condições de acessar outros mercados. Por isso, estamos constantemente em Brasília, buscando parceiros que contribuam com este mesmo propósito. Entendemos que a SEAD é um destes parceiros estratégicos", afirmou Ernandes Raiol.
Produtores do sudeste paraense visitaram cooperativa agropecuária sediada no município de Benevides

Sazonalidade, volume produtivo e segurança jurídica são alguns dos desafios enfrentados diariamente pelos agricultores familiares na busca pela sustentabilidade do próprio negócio. Produtores de comunidades da região de Carajás, apoiados pela Vale, participaram de intercâmbio à Cooperativa Agropecuária de Benevides (COOPABEN) para conhecer os benefícios do cooperativismo e as dificuldades enfrentadas pelos associados. A programação, ocorrida na última segunda (26) com o apoio do Sistema OCB/PA, proporcionou a troca de experiências e sensibilização sobre o modelo de negócio cooperativo.
“Na região do sudeste paraense, temos cooperativas já estruturadas, mas também muitos produtores que não fazem parte de cooperativa e possuem interesse em fomentar uma forma mais colaborativa de trabalho. Vimos uma oportunidade de fazer a aproximação desses grupos para verificar uma experiência em andamento do ramo in loco e a indicação do Sistema OCB/PA foi a COOPABEN. Na ocasião, as comunidades perceberam as diversas dificuldades enfrentadas pela cooperativa. Isso é importante para percebermos os desafios para alcançar o sucesso no ramo cooperativista na região sudeste do Pará”, explicou o gerente de Desenvolvimento Territorial de Sustentabilidade Norte da Vale, Frederico Baião.
Formada por 28 cooperados, a COOPABEN trabalha com verduras e legumes como couve, espinafre, rúcula, hortelã, abobora, manjericão e cheiro verde, assim como as frutas banana, manga, goiaba, melão, melancia, abacate e acerola. A partir da união dos produtores, a cooperativa atende ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), abastecendo escolas públicas com itens da merenda escolar, que é o principal mercado, além de feiras em Belém. O volume produtivo anual de couve e cheiro verde, carro chefe da cooperativa, chega a 5 toneladas.
As metas estratégicas para a COOPABEN, ao longo deste ano, é alinhavar todos os cooperados na produção orgânica e constituir uma Central Agropecuária com outras singulares da região metropolitana e nordeste do Estado. A intenção é ampliar as possibilidades de acesso ao mercado com o fortalecimento representativo das cooperativas, oferecendo volume, variedade e segurança produtiva.
“Ao longo destes 10 anos de existência, aprendemos que honestidade, seriedade e compromisso são indispensáveis. Atendemos a chamadas públicas de Santa bárbara e Benevides, o que não seria possível para mim ou qualquer outro agricultor que atuasse isolado. Se não tenho um cheiro verde hoje, outro cooperado supre essa carência e o comprador não fica sem o produto. Por isso, o cooperativismo dá mais vantagem para o produtor. Precisamos aprender a trabalhar em conjunto. O que muitos encaram como concorrência pode se tornar a grande solução de mercado para o próprio negócio, considerando que juntos somos mais fortes”, enfatiza a presidente da COOPABEN, Eulina Duarte.
Participaram da visita produtores rurais da agricultura familiar, com idade bastante variada, que fazem parte de comunidades com projetos apoiados pela Vale, com potencial para a geração de renda. São atuantes nos segmentos da agropecuária leiteira, hortifrúti, criação de frango e piscicultura. Segundo Frederico, a mineradora apoia as comunidades com assistência técnica, insumos, maquinários, capacitação, entre outros, de acordo com as principais dificuldades e necessidades das comunidades.
“Apoiamos as comunidades vizinhas às operações da Vale com foco na sustentabilidade dos seus projetos, e uma das maneiras de contribuir com resultados mais duradouros das comunidades é a cooperação. Neste sentido, a parceria com o Sistema OCB/PA, que tem a expertise e um olhar técnico sobre cooperativismo, pode trazer importantes ações para o crescimento da agricultura familiar na região sudeste do Pará”, completou Frederico.
Em junho, a Vale assinou termo de cooperação técnica com o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA). São beneficiados os municípios pertencentes à área de atuação da empresa com projetos de qualificação das gestões, cooperados e colaboradores. “É uma parceria de peso para o setor. Nossas cooperativas já são impactadas positivamente em vários municípios direta e indiretamente a partir do trabalho de responsabilidade social desempenhado pela Vale no fomento dessas comunidades. Por certo, continuaremos no mesmo rumo, ampliando cada vez mais os resultados obtidos por essas ações em conjunto. O próximo passo da parceria será a elaboração de um diagnóstico do cooperativismo da agricultura familiar na região sudeste do Pará”, conclui o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Um dos principais mercados mundiais, a China tem registrado crescimentos significativos nos últimos anos. O Produto Interno Bruto (PIB) do país teve incremento de 6,9% em 2017, colando-o na segunda posição no ranking das economias mais fortes do mundo. O excelente cenário levou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a promover uma missão de prospecção de negócios à China, em novembro. Para participar da seleção, as singulares paraenses interessadas devem procurar o Sistema OCB/PA até o dia 31/08. Inscrições no e-mail
A viagem será liderada pela diretoria da organização, a fim de promover os produtos agropecuários exportados pelas cooperativas ao mercado chinês e identificar cooperativas chinesas para possíveis parcerias comerciais com o Brasil. O convite foi feito pela All China Federation, entidade responsável pela defesa dos interesses do movimento cooperativista chinês.
A agenda da delegação incluirá encontros em Pequim e Xangai. Na capital chinesa, a comitiva se encontrará com cooperativas locais atuantes no comércio internacional, com representantes da Embaixada do Brasil e do escritório da Apex. Estão programados, ainda, encontros com importadores locais de diversos setores e um almoço com produtos de cooperativas. Em Xangai, o grupo se encontrará com as principais tradings com atuação no Brasil, além de participar do Pavilhão do Brasil na feira internacional China International Import Expo.
Vinte vagas serão disponibilizadas pela OCB, que custeará as despesas de tradução simultânea e transporte terrestre em Pequim e em Xangai. Já o custo de deslocamentos aéreos até a China e dentro do país, bem como acomodação e outras despesas de viagem correrão por conta dos representantes das cooperativas selecionadas.
Dados de mercado
A China possui atualmente uma das maiores economias do mundo, com PIB de US$ 12 trilhões – ou 82,7 trilhões de iuanes, moeda local – em 2017. O país representa atualmente cerca de 15% da economia mundial, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para o Brasil, ele foi o principal destino dos produtos nacionais no ano passado, com US$ 47,5 bilhões em exportações. Somente as cooperativas agropecuárias, por exemplo, tiveram um resultado superior a US$ 500 milhões.
Com aproximadamente 20 mil cooperativas presentes em todos os setores econômicos, o cooperativismo chinês conta com 100 milhões de cooperados e gera 3,4 milhões de empregos diretos. As cooperativas chinesas são estimuladas a participarem do comercio internacional e detêm grande atuação nesse setor.

Mulheres empreendedoras e cooperativistas estão esperando pela nossa contribuição! A partir de setembro, as doações para a campanha Abrace o Brasil serão destinadas a iniciativas como a COOSTAFE (a primeira cooperativa de presas no Brasil) a capacitar profissionalmente outras 550 mulheres custodiadas no sistema penal do Pará. Sua ajuda vai diminuir a reincidência criminal e contribuir para uma sociedade melhor. Contamos com sua participação, Abrace a COOSTAFE!
A {Abrace o Brasil} é uma campanha criada para promover a filantropia e a cultura de doação entre brasileiros. Convidamos pessoas do mundo todo para ajudar a construir um Brasil melhor, uma doação de cada vez. A segunda edição da campanha será lançada no dia 27 de setembro e termina no dia 27 de novembro, Dia de Doar. As instituições selecionadas ajudam a transformar comunidades, viabilizando projetos de educação, saúde, meio ambiente, geração de renda e inclusão social. No total, 100% dos recursos arrecadados serão destinados às instituições escolhidas.
Em 18 anos de atuação, a BrazilFoundation arrecadou mais de US$ 40 milhões que foram investidos em mais de 600 organizações sociais de todo o país nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Desenvolvimento Socioeconômico e Direitos Humanos.
O monitoramento das cooperativas paraenses é um dos focos estratégicos do Sistema OCB/PA. Ao longo desta semana, estão sendo aplicados os Programas PDGC, PAGC e GESCOOP em singulares da Região Oeste do Pará. Em Castanhal, o destaque é o 11º Seminário Internacional de Cooperativismo promovido pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Já na Região Metropolitana, Sistema OCB/PA e VALE proporcionaram intercâmbio cooperativo de produtores rurais de Carajás à cooperativa COOPABEN.
Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!
#ocbsescooppa #capacitandoparacrescer


O cooperativismo é o futuro e o presente da educação brasileira. Seus princípios já vêm contribuindo positivamente através do COOPERJOVEM e os profissionais da área devem se adaptar a este modelo. A finalidade do curso Pedagogia da Cooperação é justamente trabalhar temas como colaboração, engajamento de equipes, transformação de conflitos e cultura da paz. Os professores de cooperativas educacionais e escolas públicas que participam do COOPERJOVEM no Estado terão 10% de desconto. As pré-inscrições devem ser feitas pelo e-mail
O curso realizado pelo Projeto Cooperação ocorre nos dias 05 e 06 de outubro, com a parceria do Sistema OCB/PA. A programação será voltada a educadores, consultores, líderes, gestores de pessoas e empreendedores sociais. Durante dois dias, Roberto Martini, facilitador e sócio do Projeto Cooperação, abordará as 7 práticas da Pedagogia da Cooperação. Por meio de vivências e reflexões, mostrará como essa abordagem permite criar ambientes colaborativos, orientados pela corresponsabiliadade, criatividade, autonomia, ajuda mútua, respeito e integração das diferenças.
“Convocamos nossos professores a participarem dessa tão profícua qualificação. A Pedagogia da Cooperação é um sistema composto por princípios, processos, práticas e procedimentos orientados por um propósito de instaurar uma cultura cooperativa nas relações humanas. Cada pessoa é considerada um mestre-aprendiz que, em conjunto com as outras, descobre a si mesma de modo a fortalecer sua autonomia ao mesmo tempo em que promove o bem comum. Temos certeza que este ideal irá revolucionar nosso país, no caminho em que todos podem ven-Ser juntos”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Em 10 anos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já destinou R$966 milhões de fundos não reembolsáveis através da linha “Fundo Amazônia”. São recursos destinados ao fomento de empreendimentos cujas ações, direta ou indiretamente, contribuam com ideais de sustentabilidade. Para também inserir as cooperativas entre os beneficiados, o Sistema OCB/PA definiu uma programação conjunta à gerência de Originação Norte do BNDES, em reunião com o seu representante Anderson Moraes na última terça (21). O objetivo do Seminário será o alinhamento das informações para se acessar o fundo.
Através da linha, são beneficiados projetos que atendem a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, assim como a promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Os recursos que integram o patrimônio do Fundo Amazônia são provenientes de doações e remunerações líquidas da aplicação de suas disponibilidades. Os projetos devem estar alinhados com as políticas públicas aplicáveis e as diretrizes e critérios do Fundo Amazônia, devendo ser coerentes com o objetivo proposto, com o orçamento e com o cronograma de sua implantação.
“É importante para as cooperativas, as quais realmente contribuem para a preservação ambiental, à medida que gera condições para o fomento de suas atividades, seja para a aquisição de maquinário, ampliação do parque industrial, aprimoramento da produção, entre outros. Tudo é viabilizado sem custos, a partir de uma política pública federal com incentivos de outros países para incentivar essas práticas sustentáveis”, afirmou o analista de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Jamerson Carvalho.
Após a reunião, definiu-se a realização de um Seminário com cooperativas de todos os ramos e representante nacional do BNDES para esclarecimento dos pré-requisitos exigidos para o acesso ao fundo, assim como sobre as demais linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco. A data provável será até o início de novembro.
Algumas singulares, como a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), já demonstraram interesse em participar dos incentivos advindos da linha. Entretanto, é necessário elaborar um projeto estruturado no modelo preconizado. “Continuaremos esse primeiro contato para ampliar a participação das singulares. O Sistema OCB/PA fará a representação nesse processo, auxiliando também na estruturação dos projetos de captação dos recursos. Fará uma grande diferença para os negócios das cooperativas”, enfatizou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
O Fundo Amazônia apoia projetos nas áreas de Gestão de florestas públicas e áreas protegidas; Controle, monitoramento e fiscalização ambiental; Manejo florestal sustentável; Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da vegetação; Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária; Conservação e uso sustentável da biodiversidade; e Recuperação de áreas desmatadas. O Fundo Amazônia pode utilizar até 20% dos seus recursos para apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais.
Um dos objetivos é proporcionar um melhor acesso dos agricultores ao Programas de Aquisição de Alimentos

Dos laticínios produzidos no Salgado Paraense, hortaliças de Irituia até as polpas de frutas de Tomé-Açu, a produção cooperativista no Estado é bem diversificada. Tamanha variedade chamou a atenção dos comandantes do Exército pertencentes ao Pará, Amapá e Maranhão. Eles estiveram na Feira da Agricultura Familiar organizada dentro da 8ª Região Militar, em Belém, na última terça (21). O objetivo foi ampliar o conhecimento acerca do que realmente é produzido pelos agricultores e adaptar os editais licitatórios da instituição voltados ao PAA de acordo com a realidade regional.
“Os comandantes dos Estados nortistas estão em Belém para reunião e aproveitamos a oportunidade. Todos ficamos impressionados com as possibilidades apresentadas na Feira através da grande variedade de produtos que poderão ser adquiridos para alimentação dos nossos quarteis e até em campanha. Destaco o esforço dos que estão trabalhando nesta vertente, apresentando à sociedade produtos com excelente qualidade”, afirmou o General Davi Oliveira, comandante da 8ª Região Militar.
O volume de mercadorias demandado pelo exército é bastante expressivo. Um exemplo é a chamada pública realizada também na terça (21). A aquisição de gêneros alimentícios referentes a agricultores familiares chegou a um valor de quase R$5milhões. Considerando as demais unidades espalhadas pelo Estado, o número de compras do Exército é ainda maior, o que motivou o Sistema OCB/PA a articular a programação. A partir da Feira da Agricultura Familiar, com a exposição de produtos das cooperativas, o segmento terá condições de elaborar editais voltados ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) com maior assertividade e beneficiar os produtores.
Foram expostas hortaliças, geleias, frutas, farinhas e algumas guloseimas produzidas a partir das matérias primas como bolos feitos de espinafre, macaxeira e banana, cachaça de jambu, mel, iogurtes e queijos. Participaram as singulares CASP, COOPABEN, CAMTA, D´IRITUIA e COOAPEMI. Na oportunidade, foi feita uma rodada de apresentação das cooperativas para os coordenadores e responsáveis pelas unidades descentralizadas que possuem autonomia para organizar a própria chamada pública. Os comandantes degustaram os produtos, avaliaram a qualidade, conheceram a diversidade e o volume produtivo.

“A iniciativa foi provocada pelo próprio exército ao sentir esta necessidade de se aproximar dos agricultores. No último edital, por exemplo, o pedido de gêneros alimentícios inclui itens como açúcar cristal, arroz beneficiado polido, café torrado e macarrão, produtos que nossas cooperativas ainda não possuem condições de desenvolver. Com a Feira, os comandantes já conhecem os tipos de mercadorias desenvolvidas pela agricultura familiar que se encaixam no perfil delas”, afirmou o gerente de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.
As cooperativas também puderam conhecer melhor os procedimentos para a participação nas chamadas públicas, que funcionam de duas formas. Na sigla QS, são demandados produtos em grande quantidade para armazenar e fracionados conforme as necessidades dos batalhões. Geralmente, são produtos industrializados. Na sigla QR, são demandados produtos com prazo de validade mais curto. São compras com maior sazonalidade nas quais a comercialização das cooperativas se encaixa melhor.
A primeira Feira da Agricultura Familiar foi resultado do Seminário de Compras Públicas ocorrido no final de junho, em Marabá, com a parceria do Ministério do Desenvolvimento Agropecuário (MDS) e da VALE. A coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDS, Hetel Santos, assim como a NÓS Consultoria, também foram decisivos para o encaminhamento da ação. Outro resultado positivo é a articulação de uma espécie de Feira quinzenal a ser realizada dentro das vilas militares para aproximar as famílias à produção cooperativista.
Segundo dados do MDS, que coordena o PAA, as compras de alimentos giraram em torno de R$ 2,7 bilhões em 2017. Em relação às compras da agricultura familiar, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas lideraram o ranking das compras institucionais no ano passado. Juntas, as duas instituições compraram mais de R$ 67 milhões. “Já acompanhamos essa demanda há um bom tempo, apresentado o cooperativismo agropecuário. A Feira é uma oportunidade que as cooperativas conquistaram de despertar negócio e se apresentar no cenário de um mercado muito bom, com valores de compra bastante atrativos. Por termos sido convidados, já mostra que estão abertos ao diálogo, interessados em estreitar essa relação”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.

Cooperativismo é desenvolver com sustentabilidade!
Este é o objetivo diário buscado pelo Sistema OCB/PA e suas cooperativas filiadas. Durante esta semana, ocorrem diversas ações em prol desta finalidade, como o Encontro Estadual de Catadores e Catadoras, a Feira da Agricultura Familiar das Cooperativas Paraenses, o curso de Condutor de Passageiros e a reunião com BNDES sobre o fundo amazônia. Fique por dentro das nossas atividades. Veja a programação do seu município!
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O Comando da 8ª Região Militar (Belém) abrirá chamada pública para aquisição de gêneros alimentícios referentes a agricultores familiares com valor de quase R$5milhões. Considerando as demais unidades espalhadas pelo Estado, o Exército é um mercado estratégico a ser melhor explorado. Com a finalidade de aproximar as cooperativas deste segmento, o Sistema OCB/PA articulou uma Feira da Agricultura Familiar para a exposição de produtos exatamente na abertura da chamada pública, na próxima terça (08). Estarão presentes representantes de todas as unidades descentralizadas do Exército.
Apesar de ocorrer na modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a chamada pública não contempla diretamente os produtos trabalhados pelas cooperativas paraenses. No edital, o pedido de gêneros alimentícios inclui itens como açúcar cristal, arroz beneficiado polido, café torrado e macarrão, o que motivou a iniciativa provocada pelo próprio exército.
“Os editais são elaborados de modo generalista, justamente porque hoje ainda não existe o conhecimento dos tipos de produtos desenvolvidos pela agricultura familiar que se encaixam no perfil das cooperativas. Por isso, fomos convidados pelo Comando da 8ª Região Militar para organizar essa Feira e proporcionar um contato mais próximo com os produtores”, afirmou o gerente de desenvolvimento do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.
Na oportunidade, será feita uma rodada de apresentação das cooperativas para os coordenadores e responsáveis pelas unidades descentralizadas que possuem autonomia para organizar a própria chamada pública. Os comandantes poderão degustar os produtos, já avaliando a qualidade, conhecendo a diversidade e o volume produtivo. A partir disso, desenharão seus editais de acordo com a vocação referente ao Estado, podendo até particioná-los conforme a necessidade.
Serão expostas verduras, frutas e produtos semi-industrializados já desenvolvidos por algumas cooperativas. Estão sendo convocadas todas as cooperativas do ramo agropecuário interessadas, mas a tendência é que participem as singulares com melhor acesso à Região Metropolitana de Belém. Já estão confirmadas a Cacauway, D'Irituia, Cart, Casp, Copaben e Cooprima. Ainda existe a possibilidade de participarem a Coomac, Coapemi, Camta e Compescar.
A Feira da Agricultura Familiar é resultado do Seminário de Compras Públicas ocorrido no final de junho, em Marabá, com a parceria do Ministério do Desenvolvimento Agropecuário (MDA) e da VALE. “Já acompanhamos essa demanda há um bom tempo, apresentado o cooperativismo agropecuário. A Feira é uma oportunidade que as cooperativas conquistaram de despertar negócio e se apresentar no cenário de um mercado muito bom, com valores de compra bastante atrativos. Por termos sido convidados, já mostra que estão abertos ao diálogo, interessados em estreitar essa relação”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
Serviço: Comando da 8ª Região Militar - João Diogo, 458, Comércio
A maior cooperativa de saúde do mundo, com 346 singulares em todo o Brasil, recebeu o prêmio World Branding Awards, que reconhece as principais marcas do ano globalmente. A Unimed foi a única brasileira eleita na categoria Planos de Saúde do National Award, que é destinado àquelas que foram julgadas excepcionais em cada país participante. A cerimônia ocorreu em Nova York (EUA). Presente em 84% do território nacional, o Sistema Unimed tem hoje a maior rede nacional de assistência médica, pronta para atender os seus quase 18 milhões de beneficiários espalhados por todo o país.
“Felizmente, a Unimed é lembrada com frequência em votações e pesquisas nacionais, o que é sempre uma enorme honra. Quando também somos bem avaliados por instituições estrangeiras, percebemos que a trajetória construída há mais de 50 anos extrapola as fronteiras do nosso País e tem o poder de ser referência ao setor de saúde e de prestação de serviços como um todo, além do movimento cooperativista. Agradecemos nossos dirigentes, cooperados, colaboradores e clientes por este troféu e prometemos oferecer, todos os dias, um atendimento que os inspire a continuar escolhendo o Sistema”, afirma o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, que representou a Confederação no evento.
O World Branding Awards é realizado anualmente pelo World Branding Forum (WBF) entidade sem fins lucrativos que se dedica à avaliação e condecoração das marcas mais reconhecidas por consumidores de todo o mundo. Para avaliação, são utilizados critérios como análise da marca, votação do público geral e pesquisa de mercado. A votação do público representa 70% da pontuação. Em 2018, foram mais de 80mil consumidores votando em mais de 1.500 marcas. Entretanto, apenas 81 marcas de 16 países foram premiadas, demonstrando os altos padrões requeridos para ganhar a premiação.
Em 2017, a Unimed completou 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. O Sistema Unimed nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composto por 346 cooperativas de saúde, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo país. Atuando sob o modelo cooperativista, a Unimed conta com mais de 114 mil médicos, 117 hospitais próprios e 2.554 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas.
No Pará
Atualmente, o Ramo Saúde no estado do Pará está representado por oito cooperativas registradas no Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/PA), entre as quais a Unimed Belém possui os números mais expressivos. De acordo com os dados do Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, dos 4.539 cooperados atuantes no ramo, a Unimed possui 1.852 cooperados, cerca de 40%. Dos 3.851 empregos diretos gerados pelas singulares, a Unimed é responsável por 2.079 colaboradores, aproximadamente 54%.
“Seguindo o padrão nacional, que merecidamente ganhou reconhecimento fora do país, a Unimed Belém é uma das mais estruturadas cooperativas paraenses, correspondendo a números bastante significativos para o desenvolvimento regional na geração de emprego e renda, assim como nos valores intangíveis de proporcionar qualidade de vida para a população através da saúde”, afirmou o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
A Unimed Belém atende 276 mil clientes da capital e 36 mil do intercâmbio de outros Estados. A urgência e emergência ocorrem nas unidades Doca, BR e Batista Campos, ficando o Hospital Geral (HGU) exclusivamente para a assistência especializada. Em 2017, a unidade completou uma década de atuação com a missão de oferecer um dos melhores serviços de alta complexidade em saúde na rede privada de Belém. Detém um dos maiores parques tecnológicos de diagnóstico por imagem da capital e expertise em Cardiologia, Neurologia e Cirurgia Vascular. São 55 leitos, distribuídos em enfermarias, apartamentos, unidade de graves e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“Somente investindo no atendimento e na assistência humanizada vamos conseguir manter a confiança dos nossos segurados. Vivemos uma época em que as pessoas estão deixando de fazer plano de saúde, ou simplesmente estão encerrando os seus. Trabalhamos para manter o nível de satisfação sempre elevado. Por isso a equipe de colaboradores e nossos cooperados são fundamentais nesse processo”, afirma o vice-presidente da Unimed Belém, Dr. Antônio Travessa.